Especialista da Cruzeiro do Sul orienta foliões sobre medidas de segurança para preservar dispositivos e dados pessoais durante a folia
Durante o Carnaval, o grande fluxo de pessoas e a
aglomeração em espaços públicos aumentam consideravelmente os casos de furtos e
roubos de celulares. Para minimizar esses riscos, Prof. Dr. Giulio Suzumura,
coordenador do curso de Gestão da Tecnologia
da Informação
da Universidade Cruzeiro do Sul, recomenda que os foliões adotem medidas
preventivas simples, como manter o aparelho sempre em um local seguro.
“Utilizar pochetes ou bolsas de uso corporal, que
permitem manter o dispositivo à vista, e evitar manuseá-lo em áreas muito
expostas são práticas fundamentais”, explica Suzumura. Além disso,
capinhas com mecanismos de fixação, como fitas integradas às vestimentas, podem
dificultar a remoção do aparelho. Outro ponto importante é desativar
temporariamente a função de pagamentos por aproximação sem senha ou
autenticação biométrica, evitando transações indevidas em caso de perda ou
roubo.
Além do risco físico, a segurança digital também
merece atenção especial. Durante o Carnaval, golpes como a clonagem do WhatsApp
e acessos indevidos a contas bancárias tornam-se mais frequentes. “Os
criminosos utilizam engenharia social para induzir as vítimas a compartilharem
informações confidenciais. Por isso, ativar a verificação em duas etapas nos
aplicativos, utilizar senhas fortes e manter os softwares sempre atualizados
são práticas indispensáveis”, alerta o especialista.
Caso o celular seja furtado ou perdido, agir rapidamente
pode minimizar os danos. Aplicativos como “Encontrar Meu Dispositivo” e
“Buscar” permitem bloquear o aparelho ou apagar dados remotamente, mas é
essencial entrar em contato com a operadora para bloquear o chip imediatamente,
impedindo que criminosos recebam códigos de verificação. Para reduzir riscos
adicionais, uma alternativa é não utilizar o mesmo dispositivo da folia para
acessar aplicativos bancários ou, caso isso não seja viável, trocar todas as
senhas o mais rápido possível.
Por fim, algumas soluções inovadoras podem aumentar
a segurança. “Habilitar funções que permitem rastrear e bloquear o celular mesmo
quando ele está desligado e utilizar o eSIM, que impede a remoção do chip
físico, são estratégias eficazes. Também é possível configurar o aparelho para
exigir senha ou autenticação antes de ser desligado, dificultando o uso
indevido após o roubo”, destaca Suzumura.
Com essas medidas, os foliões podem aproveitar o
Carnaval com mais tranquilidade, protegendo não apenas seus dispositivos, mas
também suas informações pessoais.
Universidade Cruzeiro do Sul
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