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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Setembro Amarelo acende alerta para empresas sobre pressão excessiva e burnout

“O Setembro Amarelo pode servir como oportunidade para as empresas revisarem suas práticas, mas a prevenção precisa ser permanente”


A campanha Setembro Amarelo reforça o debate sobre saúde mental e prevenção ao suicídio e também chama a atenção para os cuidados necessários no ambiente de trabalho. Para as empresas, a mobilização é uma oportunidade para avaliar fatores que podem contribuir para o burnout e outros quadros de adoecimento mental, como sobrecarga, jornadas excessivas, pressão constante por resultados e práticas inadequadas de gestão. 

O tema ganha ainda mais relevância diante das novas exigências da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que incluem expressamente os fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho no gerenciamento de riscos ocupacionais. Na prática, as empresas precisam identificar situações relacionadas à organização do trabalho que possam representar riscos à saúde dos empregados e adotar medidas para preveni-las ou controlá-las. 

Para a advogada Ana Luísa Santana, especialista em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, sócia do escritório Lara Martins Advogados, a prevenção precisa ir além de campanhas internas e ações pontuais de conscientização. “A principal medida é abandonar uma atuação apenas reativa. A empresa precisa identificar previamente os fatores do ambiente e da organização do trabalho que podem contribuir para o adoecimento mental e adotar medidas efetivas para preveni-los”, afirma. 

Entre os principais fatores que devem ser observados estão sobrecarga de trabalho, jornadas excessivas, ausência de pausas, cobranças desproporcionais, metas incompatíveis com a realidade, falta de autonomia, conflitos interpessoais e práticas inadequadas de liderança. Identificados os riscos, a empresa deve adotar medidas para eliminá-los, reduzi-los ou controlá-los, além de acompanhar continuamente a eficácia das ações implementadas. 

A capacitação das lideranças também ocupa papel importante nesse processo. Gestores precisam estar preparados para reconhecer situações de risco e conduzir cobranças de maneira adequada. As empresas também devem manter canais seguros para relatos e denúncias, investigar casos de assédio e estabelecer procedimentos de acolhimento e encaminhamento quando houver sinais de sofrimento psíquico.
 

Metas e cobranças também exigem limites

A cobrança por produtividade, por si só, não é irregular. As empresas podem estabelecer metas, acompanhar o desempenho e cobrar resultados. O problema surge quando a gestão ultrapassa limites e passa a expor o trabalhador a constrangimentos, humilhações, medo ou pressão excessiva e permanente. 

Segundo a advogada, metas manifestamente inalcançáveis, cobranças desproporcionais, ameaças, exposições públicas, comparações vexatórias e punições informais são exemplos de práticas que podem ampliar os riscos trabalhistas. Além disso, mesmo métodos aparentemente regulares de gestão merecem atenção quando combinados com excesso de tarefas, jornadas prolongadas e pressão contínua. “Uma gestão eficiente não pode ser confundida com uma gestão baseada no esgotamento dos empregados”, ressalta. Por isso, as empresas devem estabelecer critérios objetivos para definição e acompanhamento das metas e avaliar não apenas os resultados obtidos, mas também a forma como são cobrados pelas lideranças. 

Outro ponto importante é a documentação das ações preventivas. A empresa deve demonstrar que identificou os riscos psicossociais, implementou medidas de controle e acompanhou seus resultados. Essa atuação contribui para prevenir o adoecimento e também para reduzir riscos de responsabilização em reclamações trabalhistas, afastamentos previdenciários e pedidos de indenização por danos morais ou materiais. 

Para a especialista, o Setembro Amarelo pode servir como oportunidade para as empresas revisarem suas práticas, mas a prevenção precisa ser permanente. “A saúde mental deixa de ser tratada apenas como uma questão individual do trabalhador e passa a exigir uma análise mais ampla sobre como a própria organização do trabalho pode contribuir para o adoecimento. A prevenção precisa fazer parte da gestão empresarial, e não apenas das ações institucionais de conscientização”, conclui Santana.
  


Fonte: Ana Luísa Santana - advogada especialista em Direito do Trabalho e Processo do Trabalho, sócia do escritório Lara Martins Advogados.


A atenção da sala se perde antes do celular aparecer

Depois de acompanhar mais de 200 apresentações no palco, encontrei um padrão: o problema quase nunca é de quem ouve


Nos cinco primeiros minutos da apresentação, quase ninguém tira o olho da própria tela. Seja teclando no notebook ou escrevendo no celular. E a Julia fica naquela: será que estão anotando? Será que estão me ouvindo? Ou será que estão intelectualmente envolvidos em outra atividade? A dúvida aparece na voz dela. Da metade para frente, a sua concentração desanda. Ela sai da sala chateada com a desatenção do público e se perguntando onde foi que errou.

Você já saiu de uma sala assim?

Ou talvez tenha saído com a certeza de que o problema era só o celular dos outros?

Já acompanhei e analisei, ao vivo, a fala de mais de 200 profissionais em palco nos últimos anos. Aprendi uma verdade difícil de engolir: deixar de interpretar a desatenção do público como (apenas) falta de respeito. Se o assunto importa para quem ouve e os olhos continuam grudados na tela, o caminho mais útil é interpretar a distração como diagnóstico para melhorar futuras apresentações ou palestras.

 

Os principais erros

Mapeei os três principais deslizes que observei na estruturação do conteúdo de apresentações e na performance de quem fala. Evitá-los é um bom caminho para reter a atenção de quem ouve:

  1. Começar pelo histórico ou currículo. Se o público não entender nos primeiros segundos o que muda na sua vida, o que precisa ser decidido hoje ou o que está em jogo se nada for definido, a atenção dele corre sério risco de ir embora. Isso significa abandonar aquele currículo projetado no PowerPoint ou o longo contexto do projeto. A melhor estratégia dependerá da ocasião. Em reuniões, a ideia de “começar pelo fim” é um excelente caminho.
  2. O PowerPoint já entregou tudo. Não despeje os indicadores e conclusões todos de uma vez. Se a pauta já estava na mesa e o seu slide mostrou o final, as chances de a plateia ler tudo e parar de ouvir aumentam muito. Lembre-se: uma frase, um dado ou um bloco por vez.
  3. Dados e histórias do ego. É natural se entusiasmar com uma conquista ou a história da própria empresa. E pode ser realmente algo incrível para o seu time, mas aceite: para quem ouve, é apenas mais um fato em meio a milhares de fatos que vai assimilar naquele dia. Antes de falar, mergulhe no mundo de quem vai escutar. Por que a conquista ou aquela história importam diretamente para ele? E aqui, um bom dado e uma boa história sintonizados com a vida do público, funcionam melhor que longas histórias ou 20 números.

 

Menos monólogo, mais diálogo

Por fim, recomendo que você encare qualquer fala em público, seja para 5, 10 ou mil pessoas, como um diálogo. Quando uma apresentação tem cara de monólogo, e mais parece um discurso do que uma conversa, naturalmente o público se distancia.

Olhar para o maior número de pessoas possível, pausar em alguns momentos e perguntar se quem ouve está conseguindo acompanhar são maneiras eficazes de garantir que o público sinta que é parte da construção daquela linha de raciocínio com você. E é.

Você não fala para você, você fala para o seu público.

Se a atenção dele está inteiramente no celular, culpá-lo pode ser o caminho mais fácil - mas definitivamente não será o mais produtivo para a sua evolução como orador. 

 

Giovana Pedroso - TEDx Speaker, jornalista e especialista em comunicação


RCS: novos indicadores monitoram qualidades dos agentes

Calculada a partir da interação dos usuários e dos relatos de spam, lançamento visa aumentar conversão e retenção


Enviar milhões de mensagens nunca foi o maior desafio das empresas, mas sim manter a atenção do consumidor sem ultrapassar um limite invisível: o momento em que uma comunicação deixa de ser útil, e passa a ser percebida como inconveniente. Até pouco tempo, descobrir esse ponto era quase um exercício de tentativa e erro - lógica, essa, que acaba de mudar com o lançamento de um conjunto de indicadores que amplia a forma como as empresas acompanham a saúde da comunicação dentro do RCS, sistema de mensageria do Google. 

O objetivo da atualização é mostrar não apenas o desempenho dos envios, mas também a aceitação da comunicação, detectando desgastes antes que comprometam a conversão e retenção, e protegendo, assim, a reputação da marca, contribuindo com uma relação mais saudável entre as partes. A novidade está disponível para todas as empresas que tenham uma operação ativa de RCS e acesso ao agente, independente de porte ou segmento. 

Seu processo de desenvolvimento foi orquestrado em etapas. Em julho de 2025, foram adicionadas à API os indicadores de reputação e limite de tráfego. Os de spam e descadastro entraram no painel em outubro, e na API em fevereiro de 2026 – sendo ampliado, em julho deste ano, para agentes não promocionais. 

A reputação do agente pode ser classificada como alta, média ou baixa; a tendência de spam como alta, estável ou em queda, dentro de um período de análise de sete a 28 dias; e o descadastro revela se houve excesso de mensagens, perda de interesse, falta de reconhecimento da inscrição ou spam. Quando aplicável, o painel também informa limites de tráfego - contando, todos, com dados atualizados diariamente.   

Na prática, se, antes, as equipes acompanhavam indicadores como entregas, aberturas e cliques para entender o desempenho das campanhas, agora é possível monitorar a reputação do agente, a evolução das denúncias de spam e os principais motivos que levam um usuário a cancelar o recebimento das mensagens. “Pode parecer apenas mais um painel de analytics, mas sua proposta vai muito além, ajudando as empresas a responderem uma pergunta que sempre foi difícil de medir: como o consumidor está percebendo a comunicação da marca?”, explica Werique Franca, Product & Business Manager de Growth Platforms da Pontaltech.   

Em um exemplo prático, imagine uma empresa que envia campanhas promocionais diariamente, em que as mensagens continuam sendo entregues e as taxas de abertura permanecem dentro da média. O desempenho pode parecer positivo à primeira vista, mas, com a aplicação destes novos indicadores, o cenário muda, identificando o número de pessoas que marca aquelas mensagens como spam, consumidores que informam que recebem mensagens em excesso, até aqueles que, simplesmente, perderam o interesse pelo conteúdo. 

Esses sinais, segundo Franca, aparecem antes que o problema se reflita nos indicadores tradicionais. “Essa atualização transforma percepção em dado, viabilizando que as empresas passem a acompanhar, também, a qualidade da relação que estão construindo com seus clientes, ao invés de construir suas estratégias apenas após o envio das mensagens”, pontua. 

Outro aspecto importante é que essas informações deixam de ficar restritas ao ambiente do Google, permitindo que plataformas especializadas incorporem esses indicadores às rotinas de gestão e acompanhamento das operações. “Foi esse caminho que seguimos aqui na Pontaltech. Os indicadores de reputação do agente já estão disponíveis para todos os clientes da plataforma, permitindo acompanhar a evolução da operação sem sair do ambiente utilizado, diariamente, pelas equipes de marketing e relacionamento”, ressalta. 

A própria documentação do Google reforça que manter uma boa comunicação deixa de ser apenas uma recomendação, e passa a fazer parte da operação do canal – considerando relevância, contexto e expectativa do consumidor antes de iniciar qualquer campanha. Afinal, uma mensagem enviada no momento errado ou para o público inadequado não afeta apenas os resultados daquela ação em si, podendo comprometer a percepção da marca ao longo do tempo. 

Mais do que oferecer novos gráficos, essa integração facilita uma mudança de postura, na qual, ao invés de descobrir problemas quando eles já afetaram os resultados, as empresas passam a identificar tendências e ajustar suas estratégias com maior agilidade. “Comunicar bem não significa apenas entregar uma mensagem, mas fazer com que ela continue sendo bem-vinda. Por aqui, estamos preparados para dar todo esse suporte aos nossos clientes, de forma que saiam de ações reativas para estratégias preventivas que alavanquem a relação com seu público-alvo”, finaliza. 

 

 Pontaltech      


Inadimplência chegou a 9,2 milhões de empresas em julho e dívidas somaram R$ 238,6 bilhões, revela Serasa Experian

• Micro e pequenas empresas concentraram 8,7 milhões dos CNPJs negativados; 

• Segundo a datatech, cada empresa inadimplente acumulou, em média, mais de sete dívidas.


O número de companhias no vermelho atingiu um novo pico e chegou a 9,2 milhões de CNPJs em julho de 2026, segundo o Indicador de Inadimplência das Empresas da Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil. No período, o total de dívidas inadimplidas atingiu 67,2 milhões, somando R$ 238,6 bilhões. Em média, cada negócio inadimplente acumulou 7,3 contas negativadas, com dívida média de R$ 25.983,88 por CNPJ e ticket médio de R$ 3.551,59. Confira o detalhamento completo no gráfico e na tabela abaixo:


Para a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, a permanência da inadimplência em níveis elevados ocorre em um momento em que as condições financeiras continuam restritivas. “Apesar dos cortes recentes da Selic, ainda não observamos uma mudança estrutural nas condições financeiras. O mercado continua precificando juros elevados por um período prolongado, e é essa expectativa que influencia diretamente o custo de financiamento e a capacidade das empresas de rolar suas dívidas. Ao mesmo tempo, a atividade econômica entra em uma trajetória mais clara de desaceleração. Portanto, temos uma combinação de custo financeiro ainda alto com menor dinamismo da receita, que mantém o ambiente bastante desafiador para a regularização dos passivos.”

 

Setores inadimplentes e perfil das dívidas

Do total de empresas que estavam negativadas em julho, 55,8% eram do setor de “Serviços”. Na sequência apareceram aquelas do “Comércio” (32,1%), “Indústria” (8,0%) e do segmento “Primário” (1,0%). Confira o detalhamento na tabela abaixo:


Perfil das dívidas inadimplidas

Em relação à origem das dívidas inadimplidas, o maior peso ficou com “Serviços” (31,7%), seguido por “Bancos/Cartões” (19,7%). Na sequência apareceram “Cooperativas” (8,5%), “Utilities” (6,9%) e “Telefonia” (6,2%). As instituições financeiras, considerando “Bancos/Cartões” e “Financeiras”, concentraram 24,3% das pendências, enquanto 75,7% estavam fora desse grupo. 

“O fato de mais de três quartos das dívidas inadimplidas estarem fora das instituições financeiras mostra que a dificuldade financeira das empresas não está restrita ao crédito bancário. Ela também alcança compromissos relacionados à própria operação, como por exemplo: pagamento de contas básicas e fornecedores. Quando a empresa enfrenta um fluxo de caixa mais apertado, a dificuldade de pagamento pode ser distribuída por diferentes obrigações, o que torna a reorganização financeira mais complexa”, explica Camila.


Visão regional

Regionalmente, o Sudeste concentrou o maior volume de empresas inadimplentes em julho de 2026, com destaque para São Paulo (3.147.102), seguido por Minas Gerais (915.410) e Rio de Janeiro (870.189). Na sequência apareceram Paraná (607.497) e Rio Grande do Sul (533.041). No gráfico abaixo está o detalhamento por Unidades Federativas (UFs): 


Micro e pequenas empresas seguiram concentrando a inadimplência

As micro e pequenas empresas seguiram como maioria expressiva da inadimplência empresarial no país em julho, com 8,7 milhões de CNPJs negativados. O grupo concentrou 60,5 milhões de dívidas, que somaram R$ 206 bilhões. Em média, cada micro e pequena empresa acumulou 6,9 contas negativadas, com dívida média de R$ 23.574,33 e ticket médio de R$ 3.403,77. 

“As micro e pequenas empresas enfrentam uma combinação particularmente desafiadora: inadimplência elevada e crédito cada vez mais restrito. Mesmo em períodos de normalidade, empresas desse porte já encontram mais barreiras para acessar financiamento. No cenário atual, a piora dos indicadores de atraso reforça a cautela dos credores, que também lidam com limitações de informação para avaliar o risco desses negócios. Essa menor visibilidade aumenta a incerteza e contribui para um ambiente de concessão mais seletivo, tornando ainda mais difícil o acesso aos recursos necessários para capital de giro e sustentação da operação”, conclui a economista-chefe da datatech. 

Para conferir mais informações e a série histórica do indicador, clique aqui.

 

Metodologia

O Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas mensura o número de empresas brasileiras que se encontram em situação de inadimplência. Uma empresa é considerada inadimplente quando possui ao menos um compromisso financeiro vencido e cujo não pagamento foi formalmente comunicado pelo credor. Essa apuração é realizada com base nas notificações registradas até o último dia do mês de referência.

 

Experian 
experianplc.com


Rodoanel Norte prevê circulação de 63,8 mil veículos durante feriado da Independência

Via SP Serra reforça operação entre 4 e 8 de setembro, com monitoramento 24 horas, equipes em campo e atendimento aos clientes


Cerca de 63,8 mil veículos devem circular pelo trecho Norte do Rodoanel durante o feriado prolongado da Independência, entre a zero hora de sexta-feira (4) e terça-feira (8). Para acompanhar o aumento previsto no fluxo, a Via SP Serra reforçará a operação com equipes em campo, monitoramento em tempo real e estrutura de atendimento aos clientes. 

A operação abrangerá o trecho concedido da SP-021, entre os quilômetros 129 e 153, ligação estratégica entre as rodovias Presidente Dutra e Fernão Dias.

Em parceria com a ARTESP e a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), a concessionária manterá equipes mobilizadas para inspeção, fiscalização e atendimento de ocorrências. A estratégia busca agilizar a resposta a eventuais atendimentos e contribuir para a fluidez do tráfego nos períodos de maior movimento.

 

Monitoramento em tempo real

O tráfego será acompanhado 24 horas por meio de 62 câmeras e do Sistema de Análise de Tráfego (SAT). As informações serão utilizadas pelas equipes operacionais para avaliar as condições da rodovia e apoiar a tomada de decisões em situações que possam comprometer a segurança ou a circulação.

 

Orientação para uma viagem segura

A comunicação com os motoristas será reforçada por meio de Painéis de Mensagens Variáveis (PMVs) fixos e móveis, instalados em pontos estratégicos do trecho. Além das mensagens exibidas nos painéis, a concessionária orienta os motoristas a adotar cuidados antes e durante a viagem. Entre as principais recomendações estão evitar o uso de celular ao volante, manter distância segura do veículo da frente e respeitar os limites de velocidade. 

Também é importante verificar as condições do veículo antes de pegar a estrada. Devem ser conferidos itens como freios, suspensão, pneus, níveis de óleo, água e combustível, além do funcionamento de faróis, lanternas e limpadores de para-brisa. O motorista deve ainda verificar a presença de equipamentos obrigatórios, como triângulo, estepe e macaco. “Antes de pegar a estrada, é importante verificar se a manutenção do veículo está em dia. Também recomendamos que o motorista não consuma bebidas alcoólicas antes da viagem, planeje o trajeto e faça pausas para descanso. Uma viagem segura começa antes mesmo de o veículo entrar na rodovia”, afirma o gerente de Operações da Via SP Serra, Andrew Aquino. 

Durante o feriado, a Via SP Serra realizará a Operação Visibilidade, com viaturas operacionais posicionadas em pontos estratégicos do trecho concedido. A medida busca ampliar a presença das equipes na rodovia e agilizar as ações de inspeção, monitoramento preventivo e atendimento em caso de ocorrências.

O Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU), localizado no km 135, terá equipe de plantão 24 horas para prestar assistência emergencial e orientar os motoristas. Em caso de necessidade, os usuários podem entrar em contato com a Via SP Serra pelo telefone 0800 000 4075.

 

Entre as mensagens que serão exibidas nos painéis estão:

·      “Faça uma viagem segura. Mantenha a distância do veículo da frente.”

·      “Respeite os limites de velocidade. Fiscalização policial por câmeras.”

·      “Utilize o cinto de segurança, inclusive no banco traseiro.”

 

Siga Fácil

O trecho conta com o pedágio eletrônico com dois pórticos instalados entre as rodovias Presidente Dutra e Fernão Dias, posicionados um em cada sentido na altura do quilômetro 135 da rodovia. É importante que motoristas fiquem atentos ao prazo para o pagamento da tarifa, conforme lei federal. Com a TAG, o pagamento á automático e rende 5% de desconto na tarifa, já quem não tem o dispositivo, deve realizar uma consulta e o pagamento pelos canais oficiais:

·      Site: www.semparar.com.br/SIGAFACIL

·      Portal da ARTESP: www.sigafacil.sp.gov.br

·      Atendimento presencial na base do SAU, no km 135 do Rodoanel Norte

A Via SP Serra alerta ainda para a ocorrência de golpes relacionados à cobrança eletrônica. A orientação é utilizar exclusivamente os canais oficiais informados.


Além do Laço Amarelo: Como construir ambientes de trabalho psicologicamente seguros de forma permanente

banco de imagens
Especialista da Life DH alerta para a necessidade de transformar a saúde mental nas empresas em uma política estrutural e contínua, superando ações pontuais restritas ao mês de setembro


Com a chegada do Setembro Amarelo, mês dedicado à conscientização e ao cuidado com a saúde mental, as empresas brasileiras voltam seus olhares para campanhas internas sobre o tema. Contudo, diante do avanço dos transtornos psíquicos relacionados ao trabalho, palestras pontuais e ações simbólicas já não são suficientes. A consultoria em desenvolvimento humano Life DH defende que a saúde mental precisa ser tratada como uma política estrutural, contínua e estratégica durante os doze meses do ano.

A urgência do tema reflete-se nos indicadores nacionais. Dados do Ministério da Previdência Social apontam um crescimento expressivo dos afastamentos por transtornos mentais e comportamentais nos últimos anos, colocando condições como ansiedade, depressão e síndrome de burnout entre os importantes fatores de incapacidade para o trabalho no Brasil. Nesse cenário, ações isoladas podem gerar o chamado Wellness Washing, ou “maquiagem do bem-estar”, quando o discurso institucional de cuidado não encontra correspondência nas práticas cotidianas, marcadas, por exemplo, por sobrecarga, metas excessivas e relações de trabalho pouco saudáveis.

“Não adianta colorir a empresa de amarelo em setembro se a cultura organizacional adoece os colaboradores de outubro a agosto. O verdadeiro compromisso com a saúde mental exige segurança psicológica: um ambiente onde as pessoas possam se expressar, contribuir, reconhecer erros, aprender e pedir ajuda sem medo de punição ou rotulação”, destaca Fernanda Macedo, psicóloga e diretora da Life DH.

Para apoiar as empresas na transição de ações pontuais para uma gestão contínua, é necessário estruturar pilares estratégicos permanentes. O processo começa pela compreensão da realidade organizacional, com diagnósticos capazes de identificar fatores de riscos psicossociais, sobrecarga, fragilidades nas relações de trabalho e aspectos da cultura que possam impactar a saúde e o bem-estar dos trabalhadores.

A transformação passa também pelo desenvolvimento de lideranças mais conscientes e preparadas para promover relações saudáveis, identificar sinais de esgotamento e conduzir equipes com clareza, respeito e segurança psicológica. Soma-se a isso a implementação de canais seguros de escuta e acolhimento, além de práticas que favoreçam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, respeitando períodos de descanso e contribuindo para ambientes mais sustentáveis.

“Construir um ambiente psicologicamente seguro não significa ausência de cobrança, responsabilidade ou metas. Significa criar condições saudáveis e sustentáveis para que as pessoas possam alcançá-las. Quando a liderança é preparada para escutar, os riscos psicossociais são gerenciados e os processos respeitam os limites humanos, a organização fortalece o engajamento, reduz fatores associados ao adoecimento e cria melhores condições para a produtividade e o desenvolvimento das pessoas”, reforça Fernanda Macedo.


Trocar de emprego rápido queima o currículo?

Especialista explica o que recrutadores avaliam em candidatos com passagens curtas por empresas e como responder sobre mudanças em entrevistas


Um terço dos vínculos formais de trabalho no Brasil registrou movimentação ao longo de 2025. A taxa de rotatividade do emprego formal foi de 33,64%, segundo o Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego. Entre os mais jovens, a movimentação é ainda maior: dados da pasta mostram que uma parcela significativa não completa um ano na mesma vaga. Em um mercado com essa dinâmica, mudar de empresa em intervalos curtos está longe de ser uma exceção, mas ainda pode gerar questionamentos em processos seletivos. 

Para Virgilio Marques dos Santos, sócio-fundador da FM2S (startup de Educação e Consultoria sediada no Parque Científico e Tecnológico da Unicamp) e PhD pela Unicamp, o risco está em transformar a duração de um vínculo em um critério automático de seleção. Segundo ele, eliminar um candidato apenas por ter trabalhado em diferentes empresas em períodos relativamente curtos pode fazer o recrutador ignorar informações mais relevantes, como resultados, responsabilidades assumidas e contexto das mudanças. 

"O tempo de permanência mostra quanto tempo a pessoa ficou, mas não o que ela fez enquanto esteve lá. Se alguém passou por três empresas em cinco anos, por exemplo, a pergunta mais importante é o que essa pessoa entregou em cada uma dessas experiências e por que decidiu sair", afirma.

 

Como abordar uma mudança na entrevista

Uma das situações em que o histórico profissional pode ser questionado é a entrevista. Para Santos, o candidato deve estar preparado para falar sobre suas decisões de forma objetiva, sem transformar a conversa em uma crítica ao antigo empregador ou aos gestores. 

"Eu recomendo uma estrutura simples: primeiro, explique o fato; depois, mostre o que aprendeu com aquela experiência; por fim, explique por que a próxima oportunidade faz sentido para você. Em cerca de 30 segundos, você consegue responder sem se justificar demais", explica. 

Uma reestruturação, por exemplo, pode ser apresentada de forma direta: "A área foi reestruturada e o projeto que eu tocava encerrou". Em seguida, o profissional pode mencionar o aprendizado obtido e relacioná-lo à posição que está buscando. 

"O recrutador precisa entender o que aconteceu, mas também quer saber se você consegue tirar algum aprendizado da experiência e o que procura na próxima etapa. A entrevista não é o lugar para contar a história do conflito", diz. 

Santos também recomenda que o candidato não tente esconder períodos breves em uma empresa. O que pode pesar negativamente é não conseguir contextualizar as decisões ou não ter resultados concretos para apresentar. 

"Se você consegue explicar cada saída com critério e mostrar o que construiu em cada passagem, três empregos em cinco anos contam uma história muito diferente de três empregos em cinco anos sem nenhuma entrega para apresentar. A questão não é apenas quanto tempo você ficou, mas o que fez com esse tempo", afirma Santos.

Para o especialista, a discussão sobre mudanças frequentes de emprego passa, portanto, por uma avaliação mais ampla do profissional. "Em vez de olhar apenas para a duração dos vínculos, recrutadores podem considerar o contexto de cada decisão, as responsabilidades assumidas e os resultados alcançados. Para quem está buscando uma nova oportunidade, ter clareza sobre esses elementos também ajuda a transformar uma possível objeção em uma conversa sobre escolhas e desenvolvimento profissional", finaliza. 

 

Virgilio Marques dos Santos - PhD em Engenharia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Master Black Belt em Lean Seis Sigma e sócio-fundador da FM2S Educação e Consultoria, startup sediada no Parque Científico e Tecnológico da Unicamp. Trabalha há 15 anos com desenvolvimento de carreiras, futuro do trabalho e transformação organizacional. É autor do livro "Partiu Carreira", TEDx Speaker e palestrante em temas de gestão, inovação e liderança.


O feriado de 7 de setembro interfere no pagamento do salário? Veja quando vence o próximo quinto dia útil

 

Matheus Camara
 Unsplash

Advogado trabalhista explica como funciona a contagem do quinto dia útil e esclarece quando o salário deve ser pago em setembro

 

Com a chegada de setembro de 2026, trabalhadores e empregadores podem ter dúvidas sobre o prazo para o pagamento dos salários, especialmente por causa do feriado de 7 de setembro, Dia da Independência do Brasil, que neste ano cai em uma segunda-feira. Apesar de o feriado ocorrer logo no início do mês, ele não interfere na contagem do quinto dia útil, que será o sábado, 5 de setembro. 

De acordo com o artigo 459 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), o salário mensal deve ser pago, no máximo, até o quinto dia útil do mês subsequente ao trabalhado. Para essa contagem, o sábado é considerado dia útil, enquanto domingos e feriados não entram no cálculo. 

Segundo o advogado trabalhista Carlos Alexandre Moreira Weiss, da Weiss Advocacia, a localização do feriado no calendário é importante para determinar se ele terá impacto no prazo. “Em setembro, o feriado de 7 de setembro acontece depois do quinto dia útil. Por isso, ele não altera o prazo para pagamento dos salários referentes ao mês de agosto”, explica. 

A contagem do quinto dia útil de setembro de 2026 ocorre da seguinte forma: 

  • 1º dia útil: terça-feira, 1º de setembro 
  • 2º dia útil: quarta-feira, 2 de setembro 
  • 3º dia útil: quinta-feira, 3 de setembro 
  • 4º dia útil: sexta-feira, 4 de setembro 
  • 5º dia útil: sábado, 5 de setembro 

Assim, o prazo legal para o pagamento dos salários é 5 de setembro de 2026. Como a data cai em um sábado, porém, é importante observar a forma de pagamento e eventual previsão específica em acordo ou convenção coletiva. Quando o pagamento é realizado por meio bancário, a regulamentação determina que os valores estejam disponíveis ao trabalhador até o quinto dia útil. 

Na prática, diversas normas coletivas estabelecem expressamente que, quando o quinto dia útil cai em um sábado, o pagamento deve ser antecipado para a sexta-feira anterior. Por isso, as empresas também devem verificar a convenção ou o acordo coletivo aplicável à categoria. 

“O ponto de atenção em setembro não está no feriado de 7 de setembro, que ocorre depois do prazo, mas no fato de o quinto dia útil cair em um sábado. A empresa deve verificar a regra aplicável à sua categoria e garantir que o salário esteja disponível ao trabalhador dentro do prazo legal”, afirma Carlos Alexandre Moreira Weiss. 

O advogado reforça que o planejamento antecipado ajuda a evitar problemas. “É importante que o empregador não confunda a existência do feriado na segunda-feira com uma extensão automática do prazo. O calendário precisa ser analisado na ordem correta, considerando quais dias efetivamente entram na contagem”, conclui.


As dores invisíveis do RH: Como a liderança de "super-herói" pode adoecer equipes sem perceber

Especialista aponta como excesso de centralização, falta de clareza e uma cultura baseada em controle podem levar ao desligamento emocional e ao adoecimento nas empresas.


Problemas no ambiente de trabalho raramente começam com a intenção deliberada de prejudicar uma equipe. Muitas vezes, são consequência da falta de autoconsciência, da ausência de escuta e da reprodução de modelos ultrapassados de gestão. Promovidos por sua excelência técnica, muitos profissionais enfrentam dificuldades justamente na transição para a liderança e assumem uma espécie de “capa de super-herói”, acreditando que precisam centralizar decisões, resolver todos os problemas e ter todas as respostas. Esse comportamento pode gerar uma série de “dores invisíveis” no ambiente corporativo. Como pontua Daniele Matos, CEO da RHLovers: “O gestor não está tentando prejudicar a equipe; ele acredita que está fazendo o melhor, mas nem sempre o que ele acredita ser o melhor é o que o time precisa”.

Ao tentar controlar cada detalhe e revisar todas as entregas, o gestor cria um ciclo de dependência que reduz a autonomia e a iniciativa do time. Essa postura transmite insegurança e pode transformar o próprio líder no principal gargalo da operação. Ao mesmo tempo, a ausência de diretrizes claras faz com que a equipe trabalhe sem saber exatamente o que se espera dela, gerando ansiedade, retrabalho e perda de produtividade. É justamente aí que aparece o desequilíbrio entre controle e orientação: “Autonomia sem clareza vira abandono. Clareza sem autonomia vira controle. Uma boa liderança precisa equilibrar as duas coisas”, analisa Daniele Matos.

Um dos sinais mais preocupantes de que algo não vai bem é o silêncio. Quando os 

colaboradores param de fazer perguntas, propor ideias ou discordar nas reuniões, é importante investigar o quanto ainda existe segurança para se posicionar naquele ambiente. Esse distanciamento pode aparecer no medo de tomar decisões, no aumento dos conflitos internos e até na transferência das conversas sinceras para os corredores e grupos informais. Para a fundadora da RHLovers, perceber esses alertas também exige que o próprio gestor esteja disposto a se questionar: “Quando as conversas e os problemas desaparecem quando o líder entra na sala, a pergunta é: existia espaço e segurança para falar? O líder também precisa mostrar que não tem todas as respostas. Vulnerabilidade conecta e torna a liderança mais humana aos olhos da equipe”.

O aumento da taxa de rotatividade (turnover) pode ser o resultado final de um processo de desligamento emocional que começou muito antes do pedido formal de demissão. Não oferecer conversas honestas sobre carreira, ignorar o desenvolvimento individual e adotar um modelo baseado excessivamente em comando e controle fazem com que as pessoas deixem, aos poucos, de querer contribuir e permanecer naquele ambiente. Por isso, as organizações precisam parar de olhar apenas para a ideia de “reter” talentos e passar a construir ambientes nos quais as pessoas queiram ficar. Conforme destaca Dani Matos: “Não gosto da ideia de reter pessoas, ninguém deve ser segurado. Precisamos criar condições para que as pessoas queiram ficar. Antes de perdermos uma pessoa fisicamente para outra empresa, muitas vezes já a perdemos emocionalmente há muito tempo”.

Para reverter esse cenário e construir um ambiente mais saudável, o gestor precisa estar próximo do time. Isso passa por criar rituais regulares de conversa, tanto individuais quanto coletivos, alinhar expectativas e prioridades com clareza, acompanhar o que está avançando e manter conversas frequentes sobre desempenho, desenvolvimento e carreira. Desenvolver uma equipe também significa fazer boas perguntas, em vez de entregar sempre as respostas prontas, estimulando autonomia e responsabilidade. A verdadeira eficiência da liderança aparece, inclusive, no quanto o time consegue seguir funcionando sem depender o tempo todo do gestor. Daniele Matos sintetiza esse ponto com um teste prático: “Um bom líder deveria conseguir sair de férias tranquilo. Se tudo para porque ninguém consegue decidir sem você, isso não é sinal de importância, é um alerta de gestão. O teste é saber se o time consegue continuar entregando sem depender de você”.

 

Caraguatatuba reúne praias, natureza e praticidade para quem quer aproveitar o Litoral Norte de São Paulo

 



Com localização estratégica, infraestrutura completa e fácil acesso às principais atrações da região, o Hampton by Hilton Caraguatatuba Serramar oferece conforto, padrão internacional e conveniência para turistas e viajantes de negócios.

 

O Litoral Norte de São Paulo é um dos destinos mais procurados do estado por reunir praias de águas cristalinas, natureza preservada e opções de lazer para diferentes perfis de viajantes. Entre as cidades da região, Caraguatatuba se destaca pela localização privilegiada, que facilita o acesso a municípios como São Sebastião, Ilhabela e Ubatuba, tornando-se um ponto de partida ideal para quem deseja explorar as belezas do litoral sem abrir mão da praticidade. 

Para quem busca uma hospedagem que una conforto e conveniência, o Hampton by Hilton Caraguatatuba Serramar, empreendimento administrado pela Hotelaria Brasil, se diferencia por ser o único hotel da região com bandeira internacional da rede Hilton. A chancela garante um padrão global de qualidade, atendimento e segurança, além de oferecer aos hóspedes os benefícios do programa de fidelidade Hilton Honors, que permite acumular pontos e resgatar diárias em unidades da rede ao redor do mundo. 

Outro diferencial é a integração direta com o Serramar Shopping, proporcionando acesso facilitado a restaurantes, lojas, cinema e diversos serviços sem a necessidade de deslocamentos. A localização também favorece quem viaja a trabalho, com acesso rápido às rodovias Tamoios e Rio-Santos, além da proximidade com importantes polos corporativos, educacionais e de saúde da região, como a Petrobras, o Hospital Regional do Litoral Norte e o câmpus da Universidade de Taubaté (Unitau). 

Além da estrutura moderna e funcional, o hotel oferece café da manhã cortesia, piscina com vista para a serra e o mar, academia equipada, ambientes voltados ao trabalho e quartos com isolamento acústico e térmico, proporcionando mais conforto durante a estadia. Para o público corporativo e para eventos sociais, dispõe ainda de um espaço versátil com capacidade para até 200 pessoas, adequado para convenções, palestras, reuniões e celebrações. 

 

O que fazer em Caraguatatuba 

Além das praias, Caraguatatuba reúne atrações culturais, históricas e de aventura que podem complementar o roteiro de quem visita a cidade. 

No centro, a Praça Cândido Mota é um dos pontos que merecem uma visita. No local estão a Igreja Matriz de Santo Antônio e um obelisco histórico, erguido em 1957. Também vale conhecer o Museu de Arte e Cultura de Caraguatatuba (MACC), localizado no Polo Cultural Professora Adaly Coelho Passos, que reúne exposições e atividades ligadas à cultura local. 

Para quem viaja com crianças, o Espaço Aventura, na Praia do Centro, é uma opção de lazer. A atração conta com atividades como parede de escalada, tirolesa, rapel e arvorismo. 

Outro destaque é o Morro de Santo Antônio, com 325 metros de altura, que proporciona uma vista panorâmica da enseada de Caraguatatuba e da vizinha São Sebastião. O local é uma alternativa para quem deseja contemplar a paisagem e registrar a viagem.

E, claro, as praias estão entre os principais atrativos da cidade. A Praia do Martim de Sá é uma das mais movimentadas e procuradas pelos visitantes. Para quem viaja em família, a Praia da Cocanha e a Praia da Tabatinga são boas opções. Já a Praia Brava é indicada para quem busca um cenário mais ligado à natureza, enquanto a Praia do Capricórnio preserva um perfil mais rústico e tranquilo. 

Com essa variedade de atrações e a localização estratégica, Caraguatatuba permite combinar dias de praia, passeios culturais, contato com a natureza e momentos de descanso, tendo o Hampton by Hilton Caraguatatuba Serramar como uma opção de hospedagem para explorar a região com praticidade.


Mais informações em: hotelariabrasil.com.br


Testes coletivos para identificar superdotados serão realizados em 20 cidades brasileiras no mês de setembro

 

Exames da Associação Mensa Brasil, entidade que reúne pessoas com altas capacidades intelectuais no País, acontecem no dia 05/09 em Campo Grande (MS) e Goiânia (GO), no dia 07/09 em Lauro de Freitas (BA) e, no dia 19/09, em Campo Grande (MS), Campina Grande (PB) e São Paulo (SP)

 
Testes seguem no dia 26/09 em Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Gramado (RS), Natal (RN), Palmas (TO), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São José do Rio Preto (SP), São José dos Campos (SP), Sorocaba (SP) e Uberlândia (MG) e, no dia 03/10, em Maceió (AL), Goiânia (GO) e Jundiaí (SP)


 

A Associação Mensa Brasil, entidade que reúne pessoas com altas capacidades intelectuais no País e representante oficial da Mensa Internacional, principal organização de alto QI do mundo, acaba de anunciar o calendário de setembro para a realização dos testes coletivos com o objetivo de identificar pessoas com inteligência muito acima da média. No total, serão 20 cidades contempladas, de 14 estados.   

Os testes acontecem no dia 05/09 em Campo Grande (MS) e Goiânia (GO), no dia 07/09 em Lauro de Freitas (BA) e, no dia 19/09, em Campo Grande (MS), Campina Grande (PB) e São Paulo (SP). Também seguem no dia 26/09 em Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Gramado (RS), Natal (RN), Palmas (TO), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São José do Rio Preto (SP), São José dos Campos (SP), Sorocaba (SP) e Uberlândia (MG) e, no dia 03/10, em Maceió (AL), Goiânia (GO) e Jundiaí (SP).
 
 As avaliações são destinadas às pessoas com 17 anos ou mais e que estejam cursando ou que tenham cursado o ensino superior, ainda que incompleto. O local e horário são informados de maneira individual e privada aos inscritos. Os testes são feitos de forma presencial, com o acompanhamento de um profissional de psicologia, conforme diretrizes do Conselho Federal de Psicologia (CFP).
 
Segundo Julio Cesar Campos Filho, Presidente da Associação Mensa Brasil, a realização de testes e processos de identificação de pessoas com inteligência significativamente acima da média é uma das formas mais importantes de cumprir a missão institucional da entidade. Para a Mensa Brasil, identificar indivíduos com alto QI vai muito além da formação de um grupo associativo: trata-se de reconhecer talentos, conectar potenciais e evitar que capacidades extraordinárias passem despercebidas ao longo da vida.
 
“O Brasil ainda desperdiça muitos desses potenciais simplesmente porque essas pessoas nunca foram identificadas”, afirma Julio Cesar. “Muitas crescem sem compreender suas próprias características, sem estímulo adequado e, muitas vezes, sem encontrar espaços onde possam desenvolver plenamente suas habilidades. A Mensa Brasil quer contribuir justamente com essa luta: ajudar essas pessoas a se reconhecerem, se conectarem e perceberem que não estão sozinhas.”
 
O presidente destaca ainda que a atuação da Mensa Brasil está alinhada ao propósito estatutário da associação de fomentar a inteligência humana em benefício da sociedade, promovendo intercâmbio intelectual, disseminação de conhecimento e valorização das altas habilidades. Nesse sentido, os testes aplicados e reconhecidos pela entidade cumprem um papel essencial na identificação de indivíduos que frequentemente passam despercebidos em ambientes acadêmicos, profissionais e sociais, apesar de apresentarem elevado potencial cognitivo.
 
Atualmente, a associação possui cerca de 7 mil indivíduos identificados com superdotação/altas habilidades no Brasil. Globalmente, a Mensa Internacional ultrapassou 160 mil membros em 90 países.


 
Serviço
 
Teste de admissão e avaliação de alto QI da Associação Mensa Brasil
 
OBS – Local e horário são informados de maneira privada aos inscritos
 
Testes coletivos:
 

  • 05 de setembro: Campo Grande/MS e Goiânia/GO
  • 07 de setembro: Lauro de Freitas/BA
  • 19 de setembro: Campo Grande/MS, Campina Grande/PB e São Paulo/SP
  • 26 de setembro: Belo Horizonte/MG, Campinas/SP, Florianópolis/SC, Fortaleza/CE, Gramado/RS, Natal/RN, Palmas/TO, Recife/PE, Rio de Janeiro/RJ, São José do Rio Preto/SP, São José dos Campos/SP, Sorocaba/SP e Uberlândia/MG
  • 03 de outubro: Maceió/AL, Goiânia/GO e Jundiaí/SP

 
Para inscrições, acesse o website: http://www.mensa.org.br/

 

Associação Mensa Brasil

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