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domingo, 14 de junho de 2026

5 dicas para tornar os dias de jogo mais tranquilos e divertidos para gatos e tutores

Mudanças na rotina, barulho e movimentação podem causar estresse nos felinos; conheça quais os cuidados importantes para garantir conforto e bem-estar durante as partidas

 

Com a chegada dos grandes campeonatos de futebol e o aumento das reuniões entre amigos e familiares para assistir aos jogos, a rotina da casa costuma mudar, e os gatos também sentem esses impactos. Sons altos, visitas, movimentação intensa e alterações no ambiente podem gerar desconforto e estresse nos felinos, que são animais naturalmente sensíveis a mudanças.

Segundo Jéssica Yoshida, médica veterinária que atua junto à marca a marca nº 1 de petiscos para gatos do Brasil, pequenas adaptações já ajudam a tornar os dias de jogo mais tranquilos para os felinos.

“Os gatos valorizam previsibilidade e segurança. Quando há muito barulho ou circulação de pessoas, é importante que eles tenham espaços seguros para se recolher e atividades que ajudem a reduzir o estresse”, explica Jéssica.

Confira algumas dicas de DREAMIES™ para ajudar os felinos durante os jogos:


  • Prepare um cantinho seguro e confortável com enriquecimento ambiental: camas, mantas, caixas, brinquedos interativos, arranhadores e esconderijos ajudam os gatos a se sentirem protegidos durante momentos de maior movimentação na casa. Alguns deles preferem ficar mais isolados em momentos de muita movimentação. Observar os sinais do pet é essencial para garantir conforto e segurança; 
  • Evite sons muito altos: gritos, comemorações excessivas e fogos podem assustar os felinos. Sempre que possível, mantenha o volume moderado e permita que o gato se afaste para ambientes mais silenciosos; 
  • Mantenha a rotina do pet: horários de alimentação, descanso e interação devem continuar normalmente para reduzir situações de estresse; 
  • Ambientação sensorial: para acalmar o gato, use sons relaxantes , além de difusores no ambiente específicos para os felinos que transmitam calma e bem-estar. Essa combinação sensorial ajuda a manter o ambiente tranquilo, reduzindo o estresse e a ansiedade do pet; 
  • Ofereça petiscos de forma divertida: além de fortalecer a conexão entre tutor, pet e visitas, os petiscos podem ser utilizados em brincadeiras e estímulos positivos ao longo dos jogos. 

Mais do que adaptar o ambiente, a recomendação é que os tutores observem o comportamento dos gatos e criem experiências positivas durante os dias de jogo. Atividades interativas, enriquecimento ambiental e recompensas podem ajudar os felinos a se sentirem mais confortáveis diante da movimentação da casa. Entre as alternativas utilizadas nesses momentos estão os petiscos para gatos, como os de DREAMIES™, disponíveis em diferentes sabores. 



MARS
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Cavalos respondem ao que sentimos? Estudos buscam entender essa relação

Caroline K. Szajman conduz vivências
imersivas em São Francisco Xavier
  
Divulgação
Pesquisas recentes investigam como cavalos percebem sinais emocionais humanos e experiências imersivas propõem reconexão com a natureza e com a própria essência

A interação entre humanos e cavalos tem chamado atenção de pesquisadores interessados em entender como os animais percebem sinais emocionais ligados ao estresse, à ansiedade e à linguagem corporal. 

Um estudo publicado em 2025 na revista científica Open Veterinary Journal, intitulado “Emotional contagion in human–horse interactions: A pilot study investigating the role of stress and body language in emotional transfer”, analisou como os animais reagem a sinais sutis do corpo humano, como tensão, respiração, agitação e linguagem corporal. 

Os pesquisadores compararam situações em que participantes ansiosos podiam se movimentar livremente com outras em que gestos e expressões eram limitados. Os cavalos apresentaram reações fisiológicas e comportamentais mais intensas quando as pessoas podiam se expressar naturalmente. Quando os movimentos eram controlados, essa diferença praticamente desaparecia. 

A pesquisa faz parte de um campo de estudos que busca entender de forma mais consistente como os cavalos respondem à linguagem não verbal humana, incluindo postura, respiração, tensão corporal e alterações emocionais.

 

Percepção e coerência

Nos últimos anos, experiências imersivas com cavalos passaram a despertar interesse em contextos ligados à consciência, equilíbrio emocional, presença e conexão com a natureza. Nessas experiências, o foco está na forma como o estado interno da pessoa influencia a relação com o animal. 

Há mais de 20 anos dedicada ao autoconhecimento, Caroline K. Szajman conduz vivências imersivas, na Fazenda Essênia, em São Francisco Xavier, no interior de São Paulo, como O Chamado do Coração com Cavalos, O Ser Natureza e U/Manada. Parte do trabalho desenvolvido por Carol envolve práticas de coerência cardíaca com os cavalos, em experiências voltadas à presença, à consciência e à reconexão com a natureza. 

“O cavalo percebe rapidamente quando existe incoerência entre o que a pessoa demonstra e o que ela realmente está vivendo internamente. Existe uma percepção muito sensível da presença, da intenção e do estado emocional. Grande parte do meu trabalho hoje envolve a coerência cardíaca, a leitura do campo sistêmico apresentado pelos cavalos, a liberação de padrões antigos, os ajustes e as percepções de comportamento, além desse reencontro entre coração, consciência e natureza”, afirma Carol. 

Durante as experiências, os participantes observam como estados de ansiedade, excesso de controle, tensão ou desconexão aparecem imediatamente na interação com o animal. Às vezes o cavalo acompanha. Às vezes se afasta. Às vezes interrompe completamente a interação. 

“Você pode até tentar controlar o seu comportamento, mas o cavalo responde ao que é verdadeiro na pessoa. E isso traz consciência sobre lugares onde muitas vezes ela perdeu conexão consigo mesma, com o corpo, com o coração e com a própria natureza”, explica.
 

Sinais fisiológicos 

Publicado em 2024 pela revista científica iScience, da Cell Press, o estudo “Unveiling directional physiological coupling in human-horse interactions” acompanhou 20 cavalos e 20 pares de humanos durante diferentes tipos de interação. 

Os pesquisadores monitoraram batimentos cardíacos e comportamento dos animais e das pessoas enquanto permaneciam juntos, interagiam livremente ou realizavam atividades conduzidas pelos participantes. Em algumas situações, especialmente quando havia familiaridade entre humano e cavalo, os sinais fisiológicos de ambos passaram a apresentar padrões semelhantes. 

Para Carol, o interesse crescente por experiências desse tipo está ligado ao excesso de estímulo, aceleração e desconexão presentes na vida contemporânea. “O cavalo convida a pessoa para um lugar de presença. Ele responde ao que está acontecendo de verdade. E isso muitas vezes faz com que a pessoa reencontre partes dela mesma que estavam esquecidas”, afirma. 

 

Caroline Kovari Szajman - Há mais de 20 anos dedicada ao autoconhecimento, Caroline K. Szajman trilha um caminho de consciência, natureza e conexão profunda com os animais. Viveu experiências transformadoras ao redor do mundo com baleias, golfinhos, ursos, cavalos e outros seres da natureza. Fundadora do INLUMINATION, criou experiências imersivas como O Chamado do Coração com Cavalos, O Ser Natureza, U/Manada e o livro HUM/AN - comunicação intuitiva com os animais, integrando presença, energia e consciência. Estudou diversas abordagens de expansão da consciência, como Hado no Japão, coerência cardíaca com cavalos- instituto heartMath e teve contato com nomes como Joe Dispenza, Eckhart Tolle, Deepak Chopra e muitos outros em suas andanças pelo mundo. Seu trabalho convida ao reencontro com a essência, promovendo conexão com a vida, a natureza e o coração. Instagram: @caroline_kovari_szajman



Já é Copa: especialista destaca as principais dicas para torcer pelo hexa com seu pet em segurança

Médica-veterinária reforça a importância dos cuidados com os ruídos intensos, além dos alimentos e acessórios que devem ser evitados

 

A menos de um mês para seu início, a Copa do Mundo já está dominando o Brasil. Neste cenário, o tutor de pet deve tomar cuidado para que seu animal de estimação esteja protegido para curtir as festividades em segurança. 

Diversos são os perigos nesses ambientes que podem afetar a saúde dos nossos animais, como ruídos intensos e petiscos oferecidos para eles. Pensando nisso, Mariana Silva, médica veterinária e consultora técnica da Boehringer Ingelheim, esclarece as principais dúvidas dos tutores sobre o tema.
 

Proteja seu amigão dos ruídos

Segundo a especialista, os ruídos, como fogos de artifício, gritos e buzinas, estão entre os principais riscos para a saúde do animal e exigem atenção redobrada do tutor. “A audição dos cães e gatos é muito mais sensível que a humana, o que faz com que os sons considerados toleráveis para nós sejam extremamente desconfortáveis para eles”, comenta a especialista. “Para protegê-los, a recomendação é criar um ambiente seguro dentro da residência, como um cômodo tranquilo com portas e janelas fechadas. Nele, é importante disponibilizar objetos familiares (caminha, brinquedos e até uma peça de roupa do tutor) e utilizar um som de fundo no local, como uma música tranquila ou um canal de TV”, complementa.

 

Ofereça apenas alimentos apropriados

Em clima de festa, muitos brasileiros costumam convidar amigos e familiares durante os jogos e acompanhar as partidas com comidas e bebidas. Caso o tutor queira incluir seus pets na torcida, é importante lembrar que a alimentação dos nossos companheiros é diferenciada. Confira, abaixo, as dicas da especialista:

  • GOL DE PLACA Alimentos liberados
    • Petiscos próprios para pets
    • Pequenos pedaços de carne ou frango (cozidos e sem tempero)
    • Legumes pequenos e cortados, como cenouras;
    • Pequenos pedaços de fruta sem caroço, como maçã, banana e pera.
  • BOLA FORA 🚫 Alimentos proibidos
    • Alimentos gordurosos ou condimentados;
    • Doces;
    • Bebidas alcoólicas;
    • Chocolates;
    • Uvas;
    • Cebola e alho.

 

Roupinhas e acessórios precisam de atenção

Outra tradição é fantasiar o pet com roupas que trazem as cores da seleção brasileira. A especialista destaca que essa prática também deve ser acompanhada de algumas precauções. “Itens que gerem aperto ou limitação de movimento do animal devem ser evitados. Pequenos acessórios também devem ser deixados de lado, visto que o pet pode acabar ingerindo a peça”, alerta.

 

Fique de olho no comportamento do seu pet 

Por fim, a especialista reforça que o tutor deve estar atento aos sinais que o animal apresenta. “Os principais sinais de alerta são tremores e respiração ofegante, vocalização intensa, isolamento ou comportamento agressivo, alterações de apetite, além de urinar e defecar em locais inadequados. Caso os sintomas se tornem persistentes e intensos, é essencial à visita e o relato dos sintomas à um médico-veterinário”, finaliza.


A Polônia não vai à Copa 2026. Mas dá de goleada na crueldade contra animais.

Enquanto o Brasil celebra os avanços do ECA Digital na proteção de crianças e adolescentes contra conteúdos nocivos no ambiente online, a Polônia aprovou medidas que podem levar à prisão quem transmitir pela internet atos de crueldade contra animais. 

 

Em meio às notícias sobre guerras, disputas geopolíticas, economia e segurança internacional, uma decisão do Parlamento da Polônia passou quase despercebida.

Reuters - Poland to jail online streamers of violent crime, rape, cruelty for up to 5 years

O país aprovou medidas que endurecem o combate à transmissão online de crimes violentos, incluindo atos de crueldade contra animais. A iniciativa parte de uma compreensão simples, mas profunda: quando a violência é transformada em espetáculo, suas consequências ultrapassam as vítimas diretas e atingem toda a sociedade. 

A decisão chama atenção porque ocorre justamente em um momento em que o Brasil discute os avanços do ECA Digital, iniciativa voltada à proteção de crianças e adolescentes no ambiente virtual.

A comparação não é para estabelecer vencedores ou vencidos.

Mas para levantar uma reflexão necessária.

Se reconhecemos que determinados conteúdos podem ser nocivos ao desenvolvimento de crianças e adolescentes, onde se enquadram os vídeos de crueldade contra animais que circulam diariamente pela internet?

ü  Vídeos de espancamentos, mutilações, torturas, mortes deliberadas e outras formas de violência contra animais continuam sendo compartilhados em redes sociais, grupos fechados e aplicativos de mensagens. Em muitos casos, não se trata apenas de registrar um fato, mas de transformar sofrimento em entretenimento, audiência, choque ou notoriedade.

A própria existência desse tipo de conteúdo levanta questões que ainda recebem pouca atenção das políticas públicas brasileiras.

O problema não está apenas na exposição das vítimas.

Está também na normalização da violência.

·         O que acontece quando crianças e adolescentes crescem consumindo conteúdos que apresentam sofrimento, humilhação e crueldade como algo banal?

·         O que acontece quando a dor de um ser vivo se transforma em espetáculo?

·         O que acontece quando algoritmos, curtidas e compartilhamentos passam a recompensar comportamentos cada vez mais extremos?

São perguntas desconfortáveis.

Mas ignorá-las não faz com que desapareçam.

Ao acompanhar diariamente milhares de notícias relacionadas à Coexistência Humano-Animal, o Observatório Nacional da Coexistência Humano-Animal tem identificado que a violência contra animais raramente surge isolada. Muitas vezes ela aparece associada a contextos de violência familiar, exclusão social, sofrimento psíquico, abandono, isolamento e rupturas dos vínculos comunitários.

Por isso, talvez seja o momento de ampliar o debate.

Não apenas sobre como proteger crianças e adolescentes dos conteúdos nocivos.

Mas também sobre como impedir que a própria crueldade seja transformada em conteúdo.

A Polônia pode não estar na Copa do Mundo de 2026.

Mas, ao reconhecer que a transmissão de atos de crueldade contra animais representa um problema para toda a sociedade, marcou um gol importante em uma partida que o mundo inteiro ainda está aprendendo a jogar.

 


Edilson Pereira da Silva & Rosie da ChatGPT
Médico Veterinário – CRMV-PE 1731
Iniciativa: Estatuto dos Cães e Gatos
Observatório Nacional da Coexistência Humano-Animal)



Campanha #CãoSemGuiaNão alerta para os riscos e a ilegalidade de passear com cães soltos nas ruas

Caso recente envolvendo apresentador de TV reacende debate sobre responsabilidade dos tutores e segurança nos espaços públicos

 

O recente ataque sofrido pelo jornalista José Roberto Burnier, da TV Globo, durante um passeio com seus cães em São Paulo, reacendeu em todo o país o debate sobre a responsabilidade dos tutores e os riscos da circulação de cães sem guia em locais públicos. O episódio, que resultou em ferimentos no apresentador e em um de seus animais, reforça o alerta da campanha nacional #CãoSemGuiaNão, iniciativa que busca conscientizar a população sobre a importância do uso de guia e coleira durante os passeios. 

A campanha reúne organizações de proteção animal, médicos-veterinários, adestradores e especialistas em comportamento canino para destacar que passear com cães sem contenção adequada coloca em risco não apenas os próprios animais, mas também outras pessoas e pets que compartilham os espaços públicos.  Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, mostram que o Brasil registrou 51 mortes causadas por mordidas ou ataques de cães em 2023. O número representa aumento de 27% em relação a 2022, quando foram contabilizadas 40 mortes. Os dados reforçam a necessidade de ampliar ações educativas voltadas à guarda responsável e à prevenção de acidentes. 

Para o treinador e especialista em comportamento canino Fernando Lopes, apoiador da campanha, ainda existe uma percepção equivocada de que cães obedientes não precisam utilizar guia durante os passeios. 

“Muitos acidentes acontecem justamente com animais considerados dóceis pelos próprios tutores. Um susto, um barulho inesperado, a aproximação de outro cão ou de uma criança podem desencadear reações imprevisíveis. Nenhum tutor consegue garantir controle absoluto de um animal solto em ambiente público”, afirma. 

Segundo Lopes, os riscos vão muito além dos ataques. Entre os casos mais comuns estão atropelamentos, fugas, desaparecimentos, brigas entre cães e acidentes envolvendo ciclistas, motociclistas e pedestres. 

“O que parece um gesto de liberdade pode terminar em tragédia. Em poucos segundos, um cão pode atravessar uma avenida movimentada, se envolver em uma briga ou provocar um acidente. A guia é um equipamento de segurança, não uma restrição ao bem-estar do animal”, explica. 

Além dos riscos à segurança, a prática também pode gerar consequências legais. A legislação brasileira prevê responsabilidade civil dos tutores pelos danos causados por seus animais. Estados e municípios possuem ainda normas específicas que determinam o uso obrigatório de guia, coleira e, em determinadas situações, focinheira para cães de grande porte ou considerados potencialmente perigosos. 

A campanha destaca que o uso da guia deve ser encarado da mesma forma que o cinto de segurança em um veículo: uma medida simples que reduz significativamente a possibilidade de acidentes e protege todos os envolvidos. 

Como parte da mobilização, os organizadores convidam tutores de todo o Brasil a compartilharem fotos de seus cães passeando de forma segura, utilizando guia e coleira, nas redes sociais com a hashtag #CãoSemGuiaNão. 

“Amar o seu cão é também protegê-lo. E proteger o seu cão significa garantir que ele volte para casa em segurança após cada passeio”, conclui Fernando Lopes. 

Para mais informações, imagens de divulgação ou agendamento de entrevistas com especialistas, entre em contato com nossa assessoria.

 

Mococa inspira cardápios juninos com releitura de receitas tradicionais para celebrar a temporada

Marca reúne sugestões que valorizam sabores famosos das festas típicas, como canjica, cocada, pé de moleque e bolo de pamonha



As tradicionais festas juninas seguem como um dos principais motores de consumo do primeiro semestre no Brasil. Ao longo do mês de junho, as celebrações devem movimentar até R$ 7,4 bilhões em todo o país neste ano, segundo projeções divulgadas pela CNN. O impacto se concentra principalmente nos setores de comércio e turismo, com destaque para a alimentação, categoria diretamente associada às receitas típicas que fazem parte da cultura e das comemorações em diferentes regiões brasileiras. 

Nesse cenário, a Mococa, indústria brasileira de laticínios com mais de 107 anos de atuação no Brasil, aposta na versatilidade de seu portfólio para ajudar consumidores, empreendedores e estabelecimentos de alimentação a criarem cardápios especiais para a temporada. Com ingredientes que agregam sabor, textura e cremosidade às preparações, a marca reuniu sugestões de receitas clássicas que ganham um toque especial para as festas juninas. 

Entre as opções está a Canjica Cremosa, um dos pratos mais tradicionais da época. Outra sugestão é a Cocada Cremosa, que valoriza a textura do coco e pode ser servida tanto quente quanto fria. A preparação é uma alternativa prática para compor mesas temáticas, porções individuais ou sobremesas compartilhadas. 

Para quem busca opções que remetem às receitas afetivas das festas populares, o Pé de Moleque ganha uma versão macia por dentro e crocante por fora, combinando amendoim caramelizado com a cremosidade dos produtos Mococa. Já o Bolo de Pamonha traz o sabor característico do milho em uma receita que pode ser servida como sobremesa ou acompanhamento para cafés e lanches juninos. 

As receitas combinam ingredientes que conferem cremosidade e brilho, como Leite de Coco MococaCoco Ralado Mococa e Mistura Condensada Mococa para criar uma versão ainda mais encorpada e saborosa dos doces que costumam marcar presença nos arraiais. 

As receitas reforçam a presença dos ingredientes lácteos em preparações típicas da temporada e mostram como produtos versáteis podem contribuir para agregar valor aos cardápios de junho. Confira as receitas abaixo. 

 

Canjica Cremosa 



Ingredientes 

  • 1 caixa de Mistura Condensada Mococa (395g) 
  • 1 garrafa de Leite de Coco Mococa (200mL) 
  • 1 pacote de Coco Ralado Mococa (50g) 
  • 3 xícaras (chá) de canjica branca (500g) 
  • 5 copos (americanos) de leite integral (1L) 
  • 1/2 xícara (chá) de açúcar (90g) 
  • 1 pitada de sal 
  • Canela em pó a gusto 


Modo de preparo 

1. Deixe a canjica de molho por 4 horas e cozinhe na pressão até ficar macia. 
2. Transfira para uma panela, adicione o leite, o leite de coco, a mistura condensada e o coco ralado. 
3. Cozinhe até ficar cremosa, finalize com canela e sirva. 


Pé de Moleque



Ingredientes 

  • 1 caixa de Mistura Condensada Mococa (395g) 
  • 3 colheres (sopa) de Manteiga Mococa (45g) 
  • 2 e ½ xícaras (chá) de açúcar (500g) 
  • 2 e ½ xícaras (chá) de amendoim torrado e descascado (500g) 

Modo de preparo 

1. Caramelize o amendoim com o açúcar e a manteiga, mexendo sempre. 
2. Adicione a mistura condensada e cozinhe até começar a ferver. 
3. Transfira para os potinhos e tampe depois de esfriar. 



Cocada Cremosa



Ingredientes 

  • 1 caixa de Mistura Condensada Mococa (395g) 
  • 1 garrafa de Leite de Coco Mococa (200mL) 
  • 5 pacotes de Coco ralado Mococa (250g) 
  • 1 e ½ copo (americano) de leite integral (300mL) 
  • Cravo e canela a gusto 

Modo de preparo 


1. Coloque todos os ingredientes na panela, mexendo sem parar. Quando levantar fervura, deixe cozinhar por mais 5 minutos. 
2. Transfira para uma travessa ou potinhos individuais e sirva quente ou frio. 

 

Bolo de Pamonha



Ingredientes 


- Massa do bolo
 

  • 1 caixa de Mistura Condensada Mococa (395g) 
  • ½ lata de Manteiga Mococa (100g) 
  • 4 latas de milho verde em conserva – sem a calda (700g) 
  • 3 ovos (150g) 
  • ½ xícara (chá) de leite integral (120mL) 
  • 1 colher (sopa) de fermento químico em pó (15g) 

Cobertura de milho 

  • 1 caixa de Mistura Condensada Mococa (395g) 
  • 1 caixa de Mistura de Creme Mococa (200g) 
  • 2 latas de milho verde em conserva – sem a calda (350g) 
  • ½ copo (americano) de leite integral (100mL) 
  • 1 colher (chá) de canela em pó (5g) 

Modo de preparo 


1. Bata no liquidificador o milho, a mistura condensada, o leite, a manteiga e os ovos. 
2. Misture o fermento, coloque em uma forma untada e asse a 180°C por cerca de 40 minutos. 
3. Para a cobertura, bata o milho com o leite, passe-o e leve ao fogo com a mistura condensada, a mistura de creme e a canela até engrossar. 
4. Depois, despeje sobre o bolo. 


Festa Junina Saudável: Tradição com leveza

Nutricionista ensina como adaptar pratos juninos para uma dieta equilibrada

 

As festas juninas são um dos momentos mais aguardados do calendário brasileiro, repletas de cores, música e sabores típicos. Mas quem está de dieta ou busca uma alimentação equilibrada também pode aproveitar sem culpa. A nutricionista Vanessa de Santis mostra que é possível adaptar receitas tradicionais sem perder o encanto da data, ao trocar ingredientes mais calóricos por opções nutritivas e funcionais.

“A ideia não é abrir mão das delícias juninas, mas sim encontrar alternativas que tragam leveza e saúde, sem perder o sabor e a tradição. Com pequenas trocas, conseguimos manter o clima festivo e ainda cuidar do corpo e da mente.”  afirma Vanessa.

Entre as principais substituições sugeridas pela especialista estão o uso de leite desnatado ou vegetal no lugar do integral, adoçantes culinários para quem não pode consumir açúcar, e farinhas funcionais como a de amêndoas, grão-de-bico ou linhaça, que ajudam a controlar a glicemia e aumentam a saciedade. O creme de ricota surge como alternativa ao creme de leite, reduzindo calorias e gordura saturada, enquanto o iogurte natural pode substituir a manteiga em bolos, garantindo textura macia e mais proteínas.

Outra dica é trocar o óleo comum pelo azeite de oliva, reconhecido por suas propriedades anti-inflamatórias e benefícios cardiovasculares. Já o tradicional leite condensado pode ser substituído por creme de tâmaras, creme de ricota adoçado ou leite de coco reduzido, opções menos calóricas e mais nutritivas.

Além das trocas de ingredientes, Vanessa recomenda atenção às porções para manter o equilíbrio. Uma espiga média de milho, uma pamonha pequena, uma concha de canjica ou uma fatia de bolo do tamanho da palma da mão são medidas ideais para saborear sem exageros. Doces típicos como pé de moleque e paçoca também podem ser consumidos, desde que em unidades controladas.

As bebidas e caldos juninos também podem ganhar versões mais leves. O vinho quente pode ser substituído por suco de uva integral, o quentão por chá de gengibre, e o caldo verde deve ser preparado sem embutidos como linguiça ou bacon, mantendo apenas legumes e temperos naturais.

“O segredo está no equilíbrio: a Festa Junina não significa restrição, mas sim escolhas inteligentes. Monte seu prato com uma base nutritiva, como milho ou mandioca, acrescente uma proteína como carne ou frango e selecione uma ou duas das comidas típicas que mais gosta. Os doces típicos como pé de moleque e paçoca quando consumidos sem exagero, também não comprometem o seu objetivo. Assim, você celebra a tradição de forma consciente, aproveitando os sabores sem exageros”, conclui a nutricionista.

Entre as receitas indicadas pela nutricionista para tornar a festa junina mais equilibrada estão a canjica proteica e o bolo de milho com banana, releituras que preservam o sabor tradicional com um toque de saúde.

 

Canjica Proteica Cremosa

Ingredientes:

  • 1 xícara de canjica cozida
  • 400ml de leite (ou vegetal)
  • 1 scoop de whey (baunilha ou neutro)
  • 1 colher de sopa de coco ralado sem açúcar
  • Canela a gosto


Modo de preparo:

  1. Cozinhe a canjica normalmente
  2. Adicione o leite e deixe engrossar
  3. Desligue o fogo e misture o whey (importante não ferver depois)
  4. Finalize com canela e coco

 

Bolo de Milho com Banana

Ingredientes:

  • 1 xícara de milho cozido
  • 2 ovos
  • 2 bananas maduras
  • 1/2 xícara de aveia
  • 1/4 xícara de óleo de coco ou azeite de oliva extravirgem
  • 1 colher de sopa de fermento
  • Canela a gosto
  • Queijo minas ralado (caso queira deixar cremoso)


Modo de preparo:

  1. Bata tudo no liquidificador (menos o fermento)
  2. Misture o fermento por último
  3. Asse a 180º por ~35–40 min 


Vanessa de Santis - nutricionista com mais de 17 anos de experiência. Possui especialização em Nutrição Clínica, Esportiva, Aromaterapia e Fitoterapia, além de Mestrado em Gastrohepatologia. Atua com foco na saúde da mulher, saúde intestinal e hepática, nutrição esportiva e qualidade de vida. É consultora científica para empresas, professora de pós-graduação e palestrante, além de idealizadora de programas de bem-estar e qualidade de vida para empresas e grupos. Sua abordagem integra ciência e prática clínica, unindo corpo, mente, alma e intestino em um olhar de nutrição verdadeiramente integrativa.
@nutrivanessadesantis

 

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