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quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Pacientes e médicos discordam sobre a avaliação de cicatrizes cirúrgicas


Muitas das escalas usadas atualmente para avaliar cicatrizes são insuficientes para medir características sutis da cicatriz e a satisfação do paciente em relação a elas



Quando se trata das cicatrizes físicas deixadas pelas cirurgias, um novo estudo mostra que pacientes e médicos geralmente não avaliam a gravidade da mesma maneira. Pesquisadores da Escola de Medicina Perelman da Universidade da Pensilvânia descobriram que pacientes e médicos discordavam em suas avaliações sobre cicatrizes 28% do tempo, com pacientes com maior probabilidade de se concentrar na profundidade da cicatriz, enquanto os médicos eram mais propensos a enfatizar a cor e a textura.

Os autores do estudo dizem que essas descobertas apontam para a necessidade de melhores métodos de avaliação e melhor aconselhamento pré-operatório. Os resultados do estudo forma publicados no  JAMA Facial and Plastic Surgery.

Cerca de 230 milhões de procedimentos cirúrgicos são realizados em todo o mundo a cada ano, em geral. Isso inclui cirurgias específicas de gênero, como cesarianas ou reconstrução mamária, além de procedimentos iguais para todos os pacientes, como cirurgias de câncer de pele.

“Além do tipo de procedimento, existem vários outros fatores que afetam as cicatrizes que vários procedimentos deixam no corpo de uma pessoa, como o método de incisão na pele, o método de fechamento de ferida, a técnica de sutura ou o tratamento pós-operatório de feridas”, afirma o  cirurgião plástico Ruben Penteado, diretor do Centro de Medicina Integrada.


Entenda o estudo

O estudo inclui resultados em várias especialidades e usando vários métodos, o que mostra que essa discrepância paciente-cirurgião não se limita a nenhuma disciplina ou intervenção específica.

Os pesquisadores usaram dados de estudos de 1972 a 2015, que analisaram especificamente a avaliação de cicatrizes cirúrgicas, para as quais os cirurgiões tentaram dois métodos diferentes de intervenção: incisão na pele ou sutura da pele com dois métodos diferentes. Eles analisaram dados de 29 estudos envolvendo 4.485 pacientes.

Nos 72% dos casos em que médicos e pacientes tiveram avaliações semelhantes da cicatriz, os dois grupos foram indiferentes em termos da intervenção utilizada. No entanto, nos 28% dos estudos em que discordaram, seis em oito coortes de pacientes (75%) classificaram uma intervenção como superior, enquanto os médicos classificaram as intervenções como equivalentes. Não houve estudos em que os pacientes preferiram um método, enquanto os médicos preferiram outro.

“É um tanto comum os pacientes terem cicatrizes pós-cirúrgicas consideradas clinicamente aceitáveis, mas ainda assim os pacientes podem se sentir desfigurados. Muitas das escalas usadas atualmente para avaliar cicatrizes são insuficientes para medir características sutis da cicatriz e a satisfação do paciente em relação a elas”, diz Ruben Penteado, que é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

Os pesquisadores dizem  que o problema com as cicatrizes é que não foram criados parâmetros projetados para medir cicatrizes cirúrgicas. Vários deles foram desenvolvidos para avaliar cicatrizes de queimaduras, e não levam em conta a diferença de pontos de ênfase entre pacientes e médicos. Em estudos usando a escala de avaliação de cicatrizes de pacientes e observadores (POSAS) para classificar as cicatrizes, os pacientes consideraram a profundidade da cicatriz como mais importante, enquanto os médicos enfatizaram a pigmentação da cicatriz e as irregularidades de textura / superfície. Ao levar em consideração essas prioridades, os cirurgiões podem definir melhor as expectativas.

“As descobertas podem ajudar a melhorar o aconselhamento pré-operatório e destacar a importância do desenvolvimento de medidas de cicatrizes que equilibrem as percepções de pacientes e médicos. Para esse fim são necessárias mais pesquisas para entender as expectativas dos pacientes e médicos, durante as consultas iniciais”, diz Ruben Penteado.





Centro de Medicina Integrada.


quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Neste fim de ano, proteja sua audição



Música alta e fogos de artifício podem afetar a audição nas comemorações do Natal e Réveillon



As festas de fim de ano estão chegando. E nas comemorações de Natal e Réveillon não podem faltar a tradicional comilança, a distribuição de presentes, mas também muito barulho! Confraternizações com grandes aglomerados de gente, música alta, fogos de artifício, os brinquedos barulhentos das crianças. Tudo isso pode causar danos à audição. Mas calma! Não precisa ser antissocial e fugir das festas ou deixar de dar aquele presente que seu filho tanto quer. Basta tomar alguns cuidados.

É fato que as conversas em tom de voz elevado e a música em alto volume que anima as confraternizações podem trazer prejuízos à audição. Isso ocorre porque em ambientes fechados o som fica concentrado, não se propaga e ruídos acima de 85 decibéis causam danos às células ciliadas da orelha, ao longo da vida; de acordo com a predisposição genética de cada indivíduo.  "Após quatro horas de exposição a ruídos acima de 90 decibéis, o indivíduo poderá ter sua acuidade auditiva afetada", explica a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas.

A perda de audição é cumulativa. Pode não se manifestar imediatamente, mas seus efeitos serão sentidos mais tarde. Os principais sintomas de que a audição está prejudicada é a sensação de pressão ou "ouvido tampado", dores de cabeça, zumbido ou dificuldades para escutar e entender o que as pessoas falam. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o zumbido afeta 278 milhões de pessoas. No Brasil, são 28 milhões que convivem com o sintoma.

Os brinquedos musicais – que muitas vezes são pedidos ao Papai Noel – também podem trazer riscos à audição, principalmente das crianças pequenas. No mercado o que não falta são opções "barulhentas" para presentear a criançada, porém é preciso ficar atento à intensidade do som. O que aparentemente é inofensivo pode representar um grande perigo. Na hora da compra, os adultos devem ficar atentos às condições de segurança. O selo do Inmetro é um importante indicador de que o brinquedo é seguro e que está dentro dos limites estabelecidos pela legislação. Brinquedos sonoros do tipo "made in China", vendidos em camelôs, por exemplo, são os que trazem maiores riscos, pois chegam a emitir ruídos acima do limite recomendado. Carrinhos, dinossauros e instrumentos musicais infantis, por exemplo, como guitarra elétrica, bateria, tambor e trombeta, podem emitir sons de até 120 decibéis.

"O contato frequente com um brinquedo que emite um som muito alto pode causar danos auditivos desde os primeiros anos de vida, afetando para sempre a audição das crianças. Os menores, de até três anos de idade, são os mais afetados. E a dificuldade de ouvir pode atrasar todo o seu desenvolvimento, seja na área da fala como também no desempenho escolar", pontua a fonoaudióloga da Telex, que é especialista em audiologia.

Outro perigo tradicional das festas de fim de ano são os fogos de artifício. Eles podem causar danos irreversíveis à audição – além dos riscos em manipulá-los de forma incorreta. O barulho excessivo causado pelos rojões pode acarretar perda auditiva severa ou trauma acústico, com perda imediata de audição uni ou bilateral, temporária ou – nos casos mais graves – definitiva. Isso acontece porque o estrondo dos fogos, principalmente dos rojões, é inesperado. O forte ruído pode chegar a uma intensidade de 140 decibéis. Para se ter uma ideia do quão forte é esse barulho, um avião durante a decolagem produz um som de 130 dB.

"O som entra pelo conduto auditivo até chegar à cóclea, onde ficam as células ciliadas, que são os receptores sensoriais do sistema auditivo. Com a exposição intensa a altos volumes sonoros as células vão morrendo e, como não são regeneradas pelo organismo, a audição vai diminuindo de forma lenta, mas progressiva. É o que se denomina Perda Auditiva Induzida por Nível de Pressão Sonora Elevada (PAINPSE). Ela é irreversível e pode se agravar ao longo dos anos", explica a fonoaudióloga.

Para evitar que a orelha seja afetada, o ideal é manter-se distante do local da queima de fogos. Em meio à festa, no entanto, se for inevitável ficar próximo aos fogos, a fonoaudióloga Marcella Vidal aconselha o uso de protetores auriculares.
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"Em caso de exposição a um impacto sonoro muito forte, o mais indicado é procurar logo um médico otorrinolaringologista, para avaliar se o dano auditivo causado pelos fogos é temporário ou irreversível", conclui Vidal.


Mergulho em água rasa: por que pode ser tão perigoso?


Cerca de 60% das vítimas desse tipo de acidente perdem o movimento dos braços ou das pernas.


Com as festas de fim de ano e o verão chegando, os brasileiros se animam para irem em busca de rios, lagos, cachoeiras e praias para curtirem e se refrescarem do calor intenso. Mas uma estatística está em alta e deve servir de alerta para a população: a cada semana, 10 pessoas ficam paraplégicas ou tetraplégicas por mergulharem em água rasa. E essa média alta se deve justamente pelos períodos de férias, segundo o Instituto de Ortopedia e Traumatologia das Clínicas (HCFMUSP).

O risco surge quando os banhistas mergulham de cabeça sem conhecerem a profundidade do local. O neurocirurgião Dr. Mariano Ebram Fiore, explica que “ao se chocarem com o solo de um lago ou de uma praia, além da contusão craniana, o peso do corpo é empurrado para baixo, o que pode causar uma lesão raquimedular”.

Essa é a quarta maior causa de danos medulares no Brasil, e esse tipo de problema na coluna pode desligar completamente todas as conexões que levam a informação do cérebro aos membros do paciente, caracterizando o quadro de tetra ou paraplégico.

“É importante citar que, além desse diagnóstico, um impacto forte na cabeça pode ter como consequências disfunções neurológicas, traumatismo craniano e outras lesões da coluna vertebral”, alerta o Dr. Mariano. A mesma pesquisa da USP mostrou ainda que 60,9% das pessoas com alguma sequela por conta desse tipo de acidente perdem o movimento dos braços ou das pernas.


Tipos de cuidados

Antes de entrar de cabeça na diversão, o neurocirurgião recomenda que o banhista tome alguns cuidados: “é preciso estar bem certo quanto à profundidade da área de mergulho. Evite pular se a água estiver turva e, por precaução, tente cair com os pés nos primeiros saltos, assim você terá uma chance maior de reduzir o impacto se precisar lidar com o solo”. Mas caso ocorra algum acidente, é imprescindível a ida a um pronto socorro imediatamente para avaliação. 


Dr. Mariano Ebram Fiore - neurocirurgião, Membro Titular da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN), com Fellowship em Neurocirurgia pelo Hospital Beneficência Portuguesa e Fellowship em Cirurgia Craniana Minimamente Invasiva pela Ohio State University, atua em alguns dos principais hospitais de São Paulo, como o Hospital Sírio Libanês, Beneficência Portuguesa de São Paulo, Hospital Oswaldo Cruz e também nos principais Hospitais do Vale do Paraíba. @drmarianoebramfiore


Virada de ano na praia pede cuidado com os olhos



Descuido com alimentação, falta de óculos, lentes vencidas ou piratas expõe 9 em cada 10 pessoas a danos no sol. Entenda.


Milhares de brasileiros invadem as praias nas férias para comemorar a virada de ano, mas muitos descuidam da visão nos banhos de sol. Por isso, o "tempo pode fecha"r e o passeio ficar literalmente embaçado. Para se ter ideia, levantamento feito pelo oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier com 620 pessoas mostra que menos da metade tem hábito de proteger os olhos do sol. Pior,  quanto mais jovens, menos se protegem.

Para ele, se for contabilizado o uso de óculos solares com filtro vencido  por já estar em uso há mais de dois anos, ou que não filtram a radiação ultravioleta porque foram comprados no mercado paralelo sem nenhuma garantia, só 1 em cada 10 brasileiros mantém os olhos protegidos da radiação solar.

“Lentes escuras sem filtro ou vencidas são piores do que a falta de óculos”, afirma. Isso porque, explica, no escuro nossa pupila dilata e uma quantidade maior de radiação ultravioleta penetra nos olhos, aumentando  o risco  de degeneração dos tecidos oculares.


Doenças

Queiroz Neto afirma que o sol tem efeito cumulativo nos olhos. Por isso,  as doenças só aparecem com o tempo. As principais decorrentes da falta de proteção solar são: fotoceratite, câncer nas pálpebras, pterígio, catarata e degeneração macular.  


Fotoceratite

De todas elas,  a única que surge depois de algumas horas no sol, ressalta,  é a fotoceratite. Os sintomas são vermelhidão e sensação de areia nos olhos. Geralmente desaparece espontaneamente quando a pessoa permanece distante do sol, mas provoca a perda de células e pode causar cicatrizes na córnea que comprometem a visão se a falta de proteção for mantida.


Câncer nas pálpebras

O especialista destaca que as pálpebras são a região do corpo mais atingida pelo câncer de pele. Isso porque, nesta região a pele é mais fina e delicada. Ele explica que os óculos com filtro solar funcionam como barreira física. Quando associados aos cremes com fator de proteção UVA e UVB diminuem bastante o risco da degeneração da pele. Mas os cremes devem ser aplicados sem contato com as mucosas oculares, adverte. Isso porque, uma pequena quantidade dentro do olho provoca conjuntivite tóxica que não é contagiosa, tem secreção aquosa, mas pode causar dor intensa.


Pterígio

Queiroz Neto afirma que muitas pessoas confundem catarata com pterígio. O segundo é, uma membrana que cresce sobre a conjuntiva por um mecanismo de defesa. Esta membrana só precisa ser operada quando atrapalha a visão. “Caso contrário pode ser eliminada pelo uso de pomadas”, salienta.


Catarata

Maior causa de cegueira tratável no mundo, a catarata torna opaco nosso cristalino, lente do olho que focaliza as imagens na retina.  O oftalmologista ressalta que normalmente a doença aparece em pessoas com mais de 60 anos, mas a radiação solar aumenta em 60% a chance de ter a doença e antecipa sua formação da mesma forma que facilita o aparecimento de rugas na pele.  O primeiro sinal da   catarata é a troca frequente dos óculos, perda da visão de contraste e ofuscamento no trânsito. O único tratamento é a cirurgia que substitui o cristalino opaco por uma lente transparente. Em 2020 deve chegar ao Brasil uma lente de cristal líquido com foco automático para todas as distâncias, igual ao nosso cristalino natural até a idade de 40 anos.


Degeneração macular

Maior causa de cegueira definitiva, a degeneração macular atinge a mácula, porção central da retina responsável pela visão de detalhes. Queiroz Neto afirma que o tratamento para evitar a perda da visão é feito com aplicações de laser e de injeções dentro do olho, mas a periodicidade das consultas médicas deve ser rigorosamente mantida. O primeiro sinal da doença é enxergar linhas tortuosas. Indica necessidade imediata de consultar um oftalmologista, pontua.


Alimentação

Uma das principais dica do médico para melhorar a proteção dos olhos nas férias de verão é caprichar no consumo de frutas cítricas e vermelhas. Isso porque, são ricas em vitamina C, potente antioxidante que desacelera os processos de envelhecimento como  acontece na catarata e degeneração macular quando o  assunto é saúde ocular. Queiroz Neto destaca que a vitamina C também estimula a produção de leucócitos e por isso melhora a imunidade tornando os olhos mais resistentes às bactérias e vírus que causam conjuntivite.
Para melhorar a hidratação do corpo e dos olhos a dica é comer melancia que tem 90% de água e é rica em fibras. Já a semente de linhaça e peixes como a sardinha são ricos em ômega 3 e por isso diminuem a evaporação da lágrima. As frutas e vegetais de cor laranja como cenoura e mamão contêm vitamina A, um nutriente essencial para garantir sua visão e férias com saúde.

Dicas para driblar a tristeza de fim de ano


Professora de Psicologia do Centro Universitário de João Pessoa (Unipê) dá dicas para começar 2020 com o pé direito


O fim de ano é um período de festas e muita animação, em que as pessoas avaliam conquistas, metas alcançadas e se preparam para os desafios que virão no ano seguinte. No entanto, muitos enxergam o período como o fechamento de um ciclo, focam nas perdas e no que aconteceu de negativo, iniciando um período de tristeza em suas vidas.

Segundo a professora de Psicologia do Centro Universitário de João Pessoa (Unipê), Sandra Mousinho, “as pessoas focam no que deixaram de fazer e isso pode causar uma grande frustração, principalmente porque a tendência é sempre comparar as suas realizações com a retrospectiva dos colegas, que é, na maioria das vezes, irreal”.

Para não deixar essa tristeza tomar conta durante as comemorações de fim de ano, a professora Sandra dá algumas dicas:

  • Ocupe-se. Aproveite as horas vagas entre as obrigações de fim de ano para fazer o que realmente gosta. Leia um livro, assista uma série, saia com amigos ou comece um novo hobby. “Quanto mais desocupada fica a mente, maior a tendência a pensar em problemas e acontecimentos negativos. Por isso, é muito importante manter-se ocupado”, conta a professora;

  • Evite confrontos familiares. Manter a paz em encontros de família pode ser uma tarefa árdua, especialmente se as visões e opiniões dos membros são muito diferentes. No entanto, se você sabe que os conflitos vão acabar aparecendo, prepare-se para responder às provocações de forma neutra. Sugira que vocês discutam a questão em um outro momento e mude de assunto;

  • Faça uma lista. Escreva todas as coisas boas que aconteceram na sua vida este ano, sonhos que realizou, viagens que fez, pessoas que conheceu. Aproveite também para colocar no papel suas expectativas para o próximo ano e pense nele como um recomeço, como uma nova chance de conquistar tudo aquilo que não foi possível até então;

  • Compartilhe seus sentimentos. Amigos e familiares devem estar presentes na sua vida mesmo nos momentos mais difíceis. Se algo lhe incomoda ou se você está sofrendo por algum motivo, converse com pessoas próximas. “Questões emocionais precisam ser acompanhadas e compartilhadas. Alguns conflitos internos e dores dificilmente são resolvidos sozinhos. O apoio da família e amigos é essencial”, explica Sandra;

  • Foque no que realmente importa. Arrumar a casa para receber a família no Natal ou os amigos no Ano Novo é muito bom e presentear seus entes queridos, ainda melhor. No entanto, é importante lembrar que a data é um momento para estar perto de quem você gosta e são as companhias e tradições familiares que realmente importam e não uma mesa de Natal farta, decoração impecável ou presentes caros.
A tristeza é muito comum no final do ano pelos motivos apresentados acima, mas é um sentimento que vai embora após alguns dias ou até semanas. Se ela persistir e vier acompanhada de falta de vontade para realizar tarefas diárias, insônia e cansaço, entre outros sintomas que podem caracterizar a depressão, procure ajuda médica para iniciar o tratamento adequado.




8 dicas para cumprir suas metas em 2020



Quem nunca fez uma promessa na virada do ano? Conquistar a independência financeira, viajar para o exterior, perder peso, fazer um novo curso ou especialização. Quem realmente cumpriu essas promessas? Traçar metas é muito importante para alcançar os objetivos em 2020, mas saber administrá-las é determinante no sucesso. Depois de decidir o que você quer, o próximo passo é como vai alcançar isso, ou seja: o método. E são os minihábitos que vão ajudar a conquistar o seu sonho.

Se você também deseja concluir esta missão ao longo do próximo ano, veja o passo a passo, que pode ser utilizado para qualquer área da vida. Vamos lá?

Tire as suas ideias do papel

  1. Selecione suas prioridades;
  2. Depois de decidir suas prioridades, vale se perguntar:
  • Essa ideia é relevante para você? Vai te levar a algum lugar?
  1. Coloque um prazo e comprometa-se a cumprir com disciplina;
  2. Passe menos tempo pensando na ideia e mais tempo executando-a. Ansiedade será uma inimiga, então para evitar, seja seletivo, perguntando-se:
  • Qual a primeira atitude que deve tomar para que dê um resultado concreto e positivo?
  1. Busque evidências que confirmem que essas ideias estão se viabilizando: Se a dieta está dando certo, ou se o rendimento do investimento está sendo suficiente para comprar o que precisa, por exemplo;
  2. Monitore os avanços gradativos e comemore os primeiros indícios de que a ideia está vingando para se motivar a ir além;
  3. Seja veloz, não apressado. Você não precisa acelerar, basta não parar;
  4. Lembre-se de que, ao final do prazo você vai ter uma recompensa. Vai renovar sua energia para tirar uma nova ideia do papel ou aprimorar a que está dando certo.



Joel Moraes - ex-nadador da seleção brasileira, mestre em esportes pela EEFE-USP e autor do livro Esteja, viva, permaneça 100% presente. Foi coordenador geral do Instituto Neymar e professor universitário.  Atuou no esporte nos mais variados setores como: gestão de imagem de atletas, eventos e treinamento. Atualmente, Joel Moraes é empresário, investidor e influencer digital, que tem como missão fazer pessoas comuns se tornarem atletas de alta performance em suas vidas. 


Projetar um dia positivo e ser grato pode mudar o condicionamento cerebral



 Especialista brasileiro ensina práticas que podem ser feitas ao acordar e na hora de dormir para recondicionar o cérebro para um estado emocional mais positivo

  
Um estudo do Centro de Pesquisas de Mindfulness e Awareness da Universidade UCLA (Califórnia) - que utilizou exames de Imagem por Ressonância Magnética em 180 pessoas  - aponta que as práticas de visualizações positivas e de exercícios de gratidão podem contribuir para transformar a estrutura molecular do cérebro. De acordo com o estudo, as pessoas que cultivavam essas práticas,  perceberam que passaram a viver mais felizes e mais saudáveis.

“Todo sofrimento se dá porque as pessoas brigam com a realidade ao invés de agir na realidade. Existe uma diferença brutal. É um aspecto simples, mas muito transformador. Aceitar dessa forma a realidade não nos desempodera. Quando paramos de reclamar, ficamos mais presentes e muito mais proativos", afirma Fernando Gabas, criador do Protocolo Life Matters, que orienta pessoas a aprofundar sua jornada interior em diversos países do mundo. Segundo Gabas, estados emocionais ligados a transtornos de ansiedade, estresse, medo, raiva, entre outros comportamentos limitantes que são verdadeiras resistências a fatos da vida, podem ser alterados com práticas de meditação.

“O cérebro não tem interesse em nos fazer feliz, e sim em sobreviver. Ele é um teflon para as experiências agradáveis e uma esponja para as desagradáveis. Isso porque ele alerta para os perigos, prestando mais atenção para o que nos fará mal, do que bem, o que era válido quando vivíamos no meio da selva. É preciso então reprogramar esse condicionamento primitivo”, explica.

O especialista completa que enxergar problemas e dificuldades a qualquer fato que acontece, faz com que os circuitos neurais que determinam os padrões de comportamento se solidifiquem nesse condicionamento. “O recondicionamento neural funciona como uma mudança de trilha em um terreno baldio. Se você começar a trilhar outro caminho, com o tempo a mata começa a crescer naquela trilha antiga e começa a ceder por onde começou andando. De repente, você criou uma nova trilha e sua vida passa a ser com base em ações que advém de um outro estado emocional”.


Reprogramando o condicionamento primitivo do cérebro

Gabas, que orienta novos e já adeptos meditadores a expandir a consciência por meio de uma série de práticas e insights, afirma que há dois momentos do dia que são essenciais para a transformação do estado emocional. 

Entre as sugeridas está a que ele chama no protocolo de Magic Moments, que propõe a visualização de momentos marcantes do dia acontecendo de forma positiva: um café da manhã com a família, o beijo no companheiro, o cumprimento aos colegas de trabalho, bem como de pessoas importantes que fazem parte da rotina. A prática é indicada para ser feita ao acordar, antes de sair da cama.

Outra meditação indicada como essencial para contribuir com a ruptura de comportamentos limitantes é o Espírito da Gratidãoideal para ser realizada antes de dormir e na qual é proposta uma nova abordagem sobre o agradecimento.

Ambas as práticas são guiadas, por meio de áudios disponibilizados no próprio protocolo, com duração aproximada de 10 minutos. “Alguns meditadores, depois de um tempo, seguem a prática mais livremente, às vezes em um tempo menor, ou mesmo encaixando entre outros exercícios”, informa.


Ao acordar, projete o seu dia

A coach Fernanda de Fiori, 48 anos, participante do Protocolo Life Matters, pratica a visualização de momentos diários por cerca de cinco minutos ao acordar, imaginando sua interação com as pessoas da forma mais positiva possível o que, para ela, tem funcionado. “Vejo a vida como uma tela e a minha mente como o projetor para só enxergar os frutos que quero colher. Isso interfere na forma pela qual me comporto e, quando reajo de forma diferente, rapidamente me adequo”, ressalta.

Gabas observa que, quando se pergunta quais os acontecimentos marcantes da vida, a maioria das pessoas cita de quatro a cinco fatos, geralmente: casamento, nascimento dos filhos, viagens, às vezes de uma vida de 90 anos. “Isso porque vive-se no automático. Um dos objetivos das práticas meditativas é trazer presença e transformar a vida em uma predominância de momentos mágicos”, frisa.  

Bernardo Hiragami, 43 anos, é especialista em estruturação de negócios, ajudando empresários nas oportunidades e nos perigos do mercado. “Faz parte de minha atividade, por exemplo, prever e prevenir cenários ruins. E via meu estresse como uma qualidade, razão pela qual sempre tive receio de meditar e ficar calmo demais. Achava que isso iria enfraquecer minha habilidade e, portanto, uma das melhores contribuições que posso oferecer aos meus clientes. Por insistência de amigos, comecei a meditar. O início foi muito difícil, não via a hora do instrutor falar “ok, abra os olhos”. Prossegui e comecei a meditar por 20 minutos, depois 40 minutos. Algumas semanas depois, sentia vontade de ficar mais tempo. A projeção do dia, cheguei a fazer todas as manhãs e, no início, me viciei um pouco nesse exercício, por possibilitar uma boa rédea do dia, pois é praticamente uma programação neurolinguística”, conta.

Com quem você dorme é com quem você acorda


Seja grato. Se você dorme com o espírito de gratidão, você acorda com isso. Robert Emmons e Michael McCullough, das Universidades da Califórnia e Miami, respectivamente,  ativos estudiosos dos benefícios da gratidão, pediram a participantes que escrevessem algumas frases por semana, concentrando em tópicos específicos. O grupo de pessoas escreveu sobre coisas pelas quais eram gratas, que tivessem ocorrido durante a semana. O segundo grupo escreveu sobre fatos que tinham sido desagradáveis. Já o terceiro, sobre eventos que os tinham afetados positivamente ou negativamente. Após 10 semanas aqueles que escreveram sobre gratidão ficaram mais otimistas e se sentiram melhor em suas vidas. Ainda se exercitaram mais e tiveram menos visitas a médicos do que aqueles que se concentram em fontes negativas. 

Trato a gratidão com uma conotação um pouco diferente do que as pessoas comumente usam.  Ser grato não é ficar dizendo gratidão para tudo, isso até virou piegas. Nossa abordagem é incentivar uma consciência de interconexão, porque tudo o que acontece em nossa vida tem a participação de milhares de pessoas. Propomos minutos de prática para que possamos reconhecer o quanto temos a agradecer, sem entrar na armadilha de depositar a nossa felicidade sempre nas expectativas que criamos. É importante trocar expectativas por agradecimento”, esclarece o especialista.

“Hoje já existem centenas de estudos comprovando a correlação entre práticas de gratidão e visualizações positivas com um aumento do bem-estar, da felicidade e até do estado de saúde. O que nós fizemos no protocolo foi trazer essa ciência para práticas altamente impactantes e simples de serem incorporadas no dia a dia.”, elucida Gabas que, além da prática chamada Espírito da Gratidão, propõe atividades que complementam essa experiência, como a redação de cartas de gratidão, atos de bondade, entre outros exercícios guiados.

“Pela minha educação nipônica, sempre fui doutrinado a agradecer. Mas o protocolo apresenta uma gratidão mais abrangente, não só pelas pessoas, mas pelas coisas: pelo ar, pela água, pela natureza. Era muito grato aos outros e zero grato às coisas. Essa prática foi uma das fundamentais para a ‘virada’ de minha cabeça, enfatiza Hiragami.  





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Como traçar metas e alcança-las para 2020


Especialistas dão dicas de como tornar 2020 um ano de sucesso


Algo que adoramos fazer no final do ano é criar listas, escrever resoluções, ter planos e definir objetivos. Parece que quando o dia 31/12 chega, temos a chance de realizar todas as nossas metas!

Por isso, toda meta que almejamos se torna uma nova esperança para a vida pessoal, profissional, familiar e financeira.

Mas que tal fazermos diferente esse ano? Criar as metas e pensar como podemos realiza-las?

Especialistas dão dicas de como tornar 2020 um ano de sucesso:

Ester Gomes, especialista em desenvolvimento humano, recomenda o desapego: “Observe o seu armário e tenha um outro olhar em relação a ele. Seria interessante, permanecer apenas com o que precisamos e necessitamos. Menos é mais. O que não usar, você pode ajudar alguém que precisa, doando suas roupas para ONGs, igrejas e até fazer a doação pessoalmente, lembrando de quem realmente precisa.”

Já no campo profissional, a busca é conseguir o emprego dos sonhos, aquele que lhe traga estabilidade e felicidade. As chances de promoção se renovam, a possibilidade de alcançar aquele cargo de gestão aumentam,  porém, muitas pessoas tem a dificuldade de se comunicar na hora da entrevista de emprego, seja por trauma, nervosismo, timidez ou até mesmo, medo.

“A entrevista de emprego é o momento crucial da vida de muitos profissionais. O nervosismo, falta de preparo e ineficácia na comunicação pode fazer o candidato colocar tudo a perder, pois só temos uma chance de causar uma primeira boa impressão. Use a linguagem não verbal adequada: Desde o momento em que você entra no estabelecimento esteja atento. Mantenha a postura ereta.” alerta a fonoaudióloga e fundadora do clube da fala, LAILA ALLEVATO WAJNTRAUB.

A pressão social por mudanças podem levar a ansiedade, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) o ano de 2019 bateu recorde de ansiedade tóxica, foram ao todo 19,4 milhões de brasileiros prejudicados por crises de ansiedade. Além disso, dados indicam que até a nossa felicidade diminuiu: o Brasil caiu 4 pontos no ranking mundial de felicidade no último ano e, por isso, não é de se espantar que muita gente chegue aos últimos períodos do ano com aquela sensação de que "não chegou lá”.

Segundo Ivana Cabral, criadora do aplicativo que leva seu nome, os ciclos são importantes, é preciso saber recomeçar, estabelecer novos objetivos e principalmente treinar a sua mente: “Nossa mente é programada para ter apenas duas reações: buscar o prazer e fugir da dor. Isso pode fazer com que você desista dos seus objetivos antes de realizá-los. Mas você pode treinar a sua cabeça para burlar isso, associe a cada meta uma imagem mental positiva de como você vai estar e o que você vai sentir quando conquistar a sua meta. Reforce essa imagem toda vez que for realizar as tarefas ligadas à sua resolução”.

A chegada de um novo ano traz consigo a esperança e a oportunidade do recomeço, a necessidade de mudanças e de novos desafios, deixando para trás aquela zona de conforto já tão cansativa e monótona.

Para que os planos saiam do papel, para que as viagens sejam realizadas, para conquistar a casa própria e comprar aquele carro zero, ter um planejamento financeiro é essencial.

“O primeiro passo que você deve dar para elaborar um bom planejamento financeiro e entrar o ano com consciência é acompanhar, de forma detalhada, todas as suas despesas e receitas. Se você não tem uma visão clara de quanto recebe e quanto gasta a cada mês, você não vai conseguir organizar as suas contas e fazer um planejamento financeiro verdadeiramente eficiente”. – ensina Renatta Gomes, educadora financeira.


AGORA É SÓ CRUZAR OS DEDOS E ESPERAR O RELÓGIO BATER 00:01 DE UM NOVO CICLO. BEM VINDO 2020!   



Culpa x Responsabilidade




O sentimento de culpa pode limitar sua vida

A culpa é um sentimento que pode envenenar o coração e a mente, causando um sentimento destrutivo, que leva a atitudes igualmente prejudiciais, mesmo de forma inconsciente.

Mantendo o indivíduo que se sente culpado ligado ao passado, o erro que ficou marcado causa também vergonha e sofrimento. Com esse peso emocional, podem ser criadas barreiras que continuaram a te limitar até que você as supere.

“O sentimento de culpa também cria um loop infinito internamente, pois o indivíduo não aprende com suas atitudes e continua repetindo os mesmos erros, por mais que queira vencer a culpa”, conta Leandro Cunha, especialista em Inteligência emocional, escritor e presidente da FBIE.

A culpa pode vir desde a gestação e ser agravada por experiências vividas, tudo depende de como você encara a vida e interpreta acontecimentos, atitudes e os resultados da ação-reação.

“Para melhorar, é preciso aprender a lidar com os erros e se sentir merecedor. Ninguém é perfeito e saiba que erros irão acontecer, aceite elogios, acredite quando alguém disse que te ama. Tentar é o primeiro passo”, comenta Leandro.

Existe diferença entre culpa e responsabilidade. Assim como sã palavras diferentes, os significados percebidos em nossa mente também são: você pode ser responsável por algo, mas não culpado.
“Aprender a lidar e dar novas interpretações ao que acontece são atitudes que podem fazer muita diferença no final do dia ou antes de dormir”, finaliza o especialista.




Leandro Cunha - Treinador em Inteligência emocional e Espiritual e presidente da FBIE - Fundação Brasileira de inteligência emocional
@leandrocunhaie - Instagram


Atraia abundância para sua vida



Especialista apresenta técnica que facilita a reprogramação mental para buscar a prosperidade



Crescimento e desenvolvimento pessoal, isso é o que as pessoas passam a vida buscando. Porém, nessa caminhada, muitas vezes somos barrados por pensamentos negativos e crenças limitantes em todos os níveis e, até mesmo, no DNA. Nesse sentido, O ThetaHealing funciona espontaneamente com objetivo de transformar padrões mentais prejudiciais, tornando-os positivos e liberando bloqueios energéticos, limitações e barreiras, que impedem o progresso pessoal e espiritual, trazendo a possibilidade de recriar sua vida exatamente como você desejar.

De acordo com a instrutora de ThetaHealing do Semente Quântica, Amanda Pissolati, com essa técnica, é possível aprender a enxergar e questionar quais padrões limitantes estão impedindo a abundância: “Na maior parte do tempo, focamos nossa energia para a falta de abundância em nossa vida e esquecemos de olhar para tudo que já realizamos. Perdemos minutos preciosos nos preocupando com os altos e baixos da vida, com a riqueza que não temos e com as dificuldades pelas quais estamos passando. Esquecemos de abrir a mente para enxergar o que nossos olhos resistem a ver, a verdadeira fonte de progresso”, explica.

O segredo do ThetaHealing, é entender que nossa mente pode criar qualquer tipo de abundância. “Quando nossa vida não progride, entramos em um processo de desânimo e depressão. Aí, o método contribui para reproduzir, dentro de si, um estado de bem-estar, gratidão, felicidade e o aumento de vibrações energéticas”, ressalta a instrutora.


Manifestação e abundância

Através da técnica de ThetaHealing, o curso ‘Manifestação e Abundância’ permite que as pessoas aprendam quinze maneiras de atrair prosperidade e se libertar de bloqueios profundos.” É preciso ter clareza do que realmente é importante em sua vida, quais são seus sonhos e se eles fazem parte da sua verdadeira missão”, revela Amanda Pissolati.

O curso habilita pessoas a eliminar mais de cem crenças que nos impedem de gerar abundância e a aprender mais de dez ferramentas que irão potencializar a realização do ser.” Quando treinamos nosso consciente e subconsciente a sempre pensar e agir com positividade, estamos elevando nosso padrão vibratório e atraindo tudo que o universo está sincronizando para nossa vida”, finaliza.





Fonte: Amanda Pissolati - administradora, empreendedora e instrutora de ThetaHealing do Semente Quântica


Economia brasileira crescerá 2,5% em 2020, estima CNI


A aceleração da segunda metade deste ano é sinal de que vai haver um crescimento mais sólido nos próximos 12 meses


A economia brasileira deve crescer em 2020, com expansão de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), que é soma de todos os bens e serviços produzidos no país. A estimativa foi divulgada nesta semana pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

De acordo com o estudo feito, a atividade econômica vai ser impulsionada pela expansão de 2,8% do PIB industrial e pelo aumento do investimento, que deve crescer 6,5% e se confirmar como fator a promover a recuperação da economia no próximo ano.

Segundo a análise do cenário econômico, a aceleração da segunda metade deste ano é sinal de que vai haver um crescimento mais sólido nos próximos 12 meses. Isso indica um aumento do consumo, que é uma consequência da queda da taxa de juros e da recuperação do mercado de trabalho.

As perspectivas também são positivas para outros indicadores da economia. Por exemplo, a expectativa é de que a inflação medida pelo IPCA encerre 2020 em 3,7%, abaixo da meta pelo quarto ano consecutivo. Além disso, a estimativa é de que a taxa Selic permaneça no patamar estabelecido na última reunião do Conselho de Política Monetária (Copom), em 4,5% ao ano, ao longo de 2020.









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