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segunda-feira, 27 de abril de 2026

Cultura de segurança do paciente deve ser compromisso permanente nas instituições de saúde


Os sistemas de saúde passam por mudanças constantes e buscam fortalecer a cultura de segurança do paciente em cada padrão aplicado. Pelo menos, esse deveria ser um dos principais objetivos. Porém, mais do que protocolos e normas, a segurança do paciente está diretamente relacionada à construção de ambientes organizacionais que priorizam qualidade assistencial, aprendizado constante e melhoria contínua. 

A consolidação dessa cultura passa, necessariamente, pelo engajamento de lideranças, pela capacitação das equipes e pela adoção de práticas estruturadas de gestão da qualidade. Nesse contexto, iniciativas de acreditação e certificação ganham protagonismo ao estimular a transparência e apoiar as organizações na construção de processos mais seguros, eficientes e centrados no paciente.

 

A Quality Global Alliance (QGA) atua como uma das protagonistas nesse movimento, conectando instituições, especialistas e sistemas de saúde em torno de um objetivo comum: elevar os padrões assistenciais por meio da qualidade e da segurança. Com metodologia internacional, a organização fomenta a troca de experiências entre países e promove o acesso a conhecimento técnico atualizado, contribuindo para o desenvolvimento de soluções adaptáveis a diferentes realidades.

 

De acordo com Camilla Covello, sócia-diretora da QGA, a segurança do paciente não se inicia na certificação de padrões da instituição, mas, sim, na troca entre as pessoas.

 

“Tudo começa pelo acesso ao conhecimento e pela construção de uma rede colaborativa entre profissionais, instituições e comunidades. Quando ampliamos o diálogo e incentivamos a troca de experiências, fortalecemos não apenas as organizações de saúde, mas todo o ecossistema, promovendo uma evolução consistente e sustentável dos padrões de qualidade”, afirma.

 

A sócia-diretora ainda explica que trazer visões de outros ambientes é fundamental para garantir uma maior segurança.

 

“Ao olharmos instituições de fora do país, com vivências e práticas diferentes, conseguimos analisar e reunir pontos fortes para aplicar dentro da nossa realidade e avançar com a segurança de todos envolvidos”. 

 

O fortalecimento da cultura de segurança exige um olhar técnico apurado e o envolvimento direto dos profissionais de saúde na aplicação de boas práticas no dia a dia assistencial. Isso inclui desde a adesão a protocolos até a construção de um ambiente que valorize a notificação de eventos e o aprendizado a partir deles.

 

Para Dr. Rubens Covello, CEO da QGA, a capacitação de profissionais e o estímulo à melhoria contínua das equipes é peça chave para a garantia da segurança. “É fundamental que as equipes estejam preparadas e inseridas em um ambiente que valorize o crescimento constante dos profissionais. Protocolos bem definidos, aliados a uma cultura organizacional que valoriza a segurança, são determinantes para reduzir riscos e garantir melhores desfechos assistenciais”, conclui o CEO. 

Ao integrar conhecimento, gestão e prática assistencial, a cultura de segurança do paciente se consolida como um pilar estratégico para as instituições de saúde. Mais do que uma meta pontual, trata-se de um compromisso permanente com a vida, que exige evolução contínua, colaboração e responsabilidade compartilhada entre todos os envolvidos no cuidado.

 

Quality Global Alliance - QGA


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