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sábado, 6 de outubro de 2018

A poluição que desgasta a saúde da pele


Você já parou para pensar que a poluição, que te cerca dia após dia, é um agente maléfico à saúde da sua pele?
 
A exposição aos poluentes gera um estresse oxidativo, danificando as proteínas – o que, segundo Wagner Massami Noda, farmacêutico da farmácia de manipulação Pura Essência, afeta diretamente na saúde celular e lipídica.

As consequências são enormes: além das alergias, manchas, envelhecimento precoce, a poluição pode danificar a pele a ponto de ela perder seu brilho e maciez, dando lugar às rugas e irritações. “A poluição, indo além do leigo, é extremamente danosa. Já existem cosméticos antipoluição com o intuito de suprir aquilo que esta pode prejudicar, trazendo à pele uma maior proteção e saúde”, explica Wagner.

A necessidade de um cuidado mediante aos poluentes foi pauta de estudo em laboratório, levando em conta os altos níveis destes e, até mesmo, a questão do aquecimento global. “Não é saudável ficar exposto há algo que não se conhece e não temos noção dos malefícios. Se a poluição já causa desastres no meio ambiente, com certeza, afeta diretamente nosso organismo, por isso a curiosidade em se pesquisar sobre e trazer uma proposta de proteção e bem-estar com os produtos antipoluição”, ressalta o farmacêutico.

Em contato direto com a manipulação, Wagner explica a diversidade de produtos dermocosméticos manipulados com elementos em sua fórmula que agem contra os danos causados por poluentes: “Existem ingredientes que trabalham diretamente contra a poluição urbana, produzindo um tipo de barreira que protege a pele da ação desses e aumenta a defesa natural da pele”.

Como a exposição a esses agentes externos é diária, o cuidado é essencial para retardar e, até mesmo, evitar seus efeitos negativos.





Farmácia de Manipulação Pura Essência
Fone: (41) 3232-1092 / (41) 3039-9888 / (41) 9.8715-3011
Endereço: Rua Padre Anchieta, 476 Térreo – Mercês Curitiba/PR.
Av. Sete de Setembro, 5426 - Batel, Curitiba – PR.


Quero correr: toda pessoa está pronta para começar?



Fisioterapeuta que atua na empresa Mercur dá dicas de como iniciar a prática respeitando os limites do corpo


A corrida é um esporte democrático: pessoas de todas as idades podem praticar essa atividade física que traz benefícios ao corpo e à mente. Porém, seja na rua, na esteira, em grupo ou sozinho, se você quer começar ou está começando agora, é importante tomar alguns cuidados para evitar lesões e não perder a vontade de correr.

A literatura especializada recomenda que ao iniciar a atividade, o praticante intercale momentos entre caminhada e corrida. Dessa forma, o corpo vai se acostumando com o esforço exigido pelo exercício, aumentando de modo gradual a resistência. Depois disso, o objetivo, aos poucos, pode ser intensificar o tempo de corrida, além de aumentar as distâncias percorridas. Correr pode ser ótimo para quem quer reduzir a gordura corporal, é uma atividade que melhora a capacidade cardiorrespiratória, equilibra os níveis de colesterol, ajuda a prevenir a osteoporose e aumenta a resistência física. Além disso, correr também é recomendado a quem precisar tratar ansiedade, reduzir a tensão corporal e melhorar a qualidade do sono.

De acordo com Regis Severo, fisioterapeuta que atua em pesquisa e desenvolvimento de produtos na empresa Mercur, as lesões nesta modalidade normalmente são causadas por fatores como falta de orientação profissional, tênis inadequado e até problemas na superfície de corrida. Mas, segundo ele, fatores relacionados ao preparo do atleta como déficit de flexibilidade, desalinhamento de membros inferiores, fatores antropométricos como altura, peso e biotipo, podem favorecer a incidência de lesões.


Prevenir sempre é melhor que remediar

O fisioterapeuta explica que para reduzir as chances de lesão ao iniciar a prática da corrida, o ideal é realizar uma avaliação detalhada das condições físicas, através de uma avaliação biomecânica (avaliação do movimento), para identificar se algumas regiões precisam ser melhor preparadas para a prática.

Isto pode incluir a necessidade de fortalecer alguns grupos musculares, reeducar o movimento, melhorar a flexibilidade, entre outros. Não adianta investir no melhor calçado e correr nas melhores condições de terreno se o corpo não está minimamente preparado para receber as cargas impostas pela corrida, independente da intensidade em que se vai praticar.

Se durante a prática a dor surgir, é importante avaliar o que está acontecendo e tratar. Muitas pessoas deixam que os sintomas evoluam para procurar um profissional de saúde, o que pode prejudicar o tratamento e levar a um tempo maior de recuperação. Na fase final de tratamento, especialmente no retorno gradual à atividade física, o uso de órteses ajuda na melhor estabilização articular, dando maior segurança para o praticante, prevenindo novas lesões, as chamadas de lesões reincidentes. É importante que as órteses sejam complementares ao tratamento fisioterapêutico e aos exercícios de fortalecimento muscular, e nunca sejam utilizadas isoladamente como forma de prevenção ou tratamento.


8 dicas para quem quer começar:

·         Faça uma avaliação física com um profissional de saúde: médico, fisioterapeuta ou educador físico, especialistas em biomecânica.

·         Mantenha uma rotina de exercícios de fortalecimento e alongamento muscular, especialmente para a região abdominal, quadris, joelhos e tornozelos.

·         Escute o seu corpo. A dor é um sinal de que algo não vai bem.

·         Prefira alimentos saudáveis e ricos em carboidratos antes dos treinos.

·         Use roupas leves e um calçado adequado.

·         Treine a respiração.

·         Mantenha-se hidratado.

·         Evolua a intensidade, distância e tempo de corrida conforme sua condição física for melhorando e de preferência a partir das orientações de um profissional.






Celulite afeta 95% das mulheres e se torna principal queixa estética


A celulite afeta cerca de 95% das mulheres. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), esse aspecto ondulado na pele, como “casca de laranja”, começa a surgir logo após a puberdade e se torna uma das principais queixas estéticas de grande parte das mulheres.

Por causa da influência do estrógeno, o hormônio feminino, elas tendem a aparecer mais frequentemente nos quadris, coxas e nádegas. Em alguns casos, podem surgir nas mamas, parte inferior do abdome, braços e até mesmo na nuca.

A dermatologista Dra. Renata Sitonio, da Clínica Sitonio, explica que inúmeros fatores podem contribuir para o surgimento desses furinhos, mas uma dieta equilibrada e um hábito de vida saudável, com a prática de atividades físicas, podem ser um bom começo para prevenir ou tratar a celulite.

Mas, para quem quer intensificar o tratamento, há muitos procedimentos estéticos que podem apresentar uma melhora imediata, como a radiofrequência e os bioestimuladores, que não só tratam a celulite, mas também ajudam na flacidez.

Segundo Renata Sitonio, os Bioestimuladores são substâncias injetáveis que prometem ativar as células (fibroblastos) que são responsáveis pela produção de colágeno. Não se trata da aplicação do colágeno, mas sim da estimulação da produção do próprio colágeno, o que, segundo a dermatologista da Clínica Sitonio, devolve de forma natural o aspecto jovial da pele. No corpo, esse tratamento pode ser realizado para celulite, flacidez das coxas, abdome, bumbum e braços.

“Essas substâncias são eficazes no tratamento da celulite, da flacidez na barriga, principalmente após uma lipoaspiração, quando a barriga fica um pouco flácida, ou até mesmo após uma gestação, por exemplo. Outra indicação muito interessante é a melhora da flacidez e celulite dos braços, que, principalmente nas mulheres, é difícil melhorar somente com musculação”, ressalta a dermatologista.






Renata Sitonio - Médica dermatologista chefe da Clínica Sitonio, em São Paulo, e médica colaboradora no ambulatório de cosmiatria do Hospital do Servidor Público Municipal. Graduada pela Universidade Federal da Paraíba, Título de Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, Especialista em Dermatologia no Conselho Federal de Medicina e Associação Médica Brasileira, Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia - SBD - e regional de São Paulo e Coautora do livro IPCA sobre técnicas cirúrgicas com agulhas. www.clinicasitonio.com.br.


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