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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

CONHEÇA OS TRANSTORNOS PSICOLÓGICOS MAIS COMUNS E COMO EVITÁ-LOS



 Depressão e transtorno de ansiedade têm sido apontados como doenças do século

Reuniões consecutivas, trânsito, situações com alto nível de pressão, metas e prazos. Muitos prazos. A vida moderna é cheia de desafios a serem driblados no cotidiano. Com isso, experimentamos diferentes emoções em apenas um dia. Em meio a tantos sentimentos diferentes, muitas vezes as pessoas acabam ficando com sensação de que não estão obtendo sucesso nas atividades que desenvolvem e até mesmo perdendo o controle de algumas situações.

De acordo com a psicóloga da rede de centros médicos dr.consulta, Lais Fernandes, nesse momento devemos acender um sinal amarelo e ficarmos atentos à nossa saúde. “Hoje, vemos muitas pessoas chegando aos consultórios com sintomas de depressão e transtorno de ansiedade, que são as distúrbios mais comuns na sociedade atualmente”, afirma. Além disso, de acordo com a profissional, outros fatores influenciam a manifestação desses problemas, como situações traumáticas e hereditariedade, mas o estilo de vida moderno também está ligado a essas situações. Além deles, ainda que diagnosticados em menor escala, a esquizofrenia, transtornos alimentares e bipolaridade também aparecem com certa frequência nesses diagnósticos.

Apesar de a depressão e as crises de ansiedade atingirem a todos, as mulheres estão mais propensas e vulneráveis a esses problemas por conta de questões hormonais. “Em algumas meninas, os sintomas podem aparecer já na adolescência, quando elas estão sofrendo grandes transformações hormonais e perdas simbólicas, mas é na vida adulta que, geralmente, eles surgem com mais intensidade, quando elas assumem diversos papéis na sociedade”, comenta.

Alguns sintomas são bastante característicos e, quando permanecem por mais de duas semanas, podem ser essenciais para conclusão do quadro clínico do paciente.


Conheça alguns sintomas comuns da crise de ansiedade


·         Fobias – podem se manifestar de diversas formas, medo de ficar em lugares fechados, voar de avião, medo de se ferir, de sofrer algum tipo de violência etc.

·         Taquicardia

·         Sudorese

·         Tremores

·         Formigamento no corpo

·         Sensação de descontrole 


Conheça os sintomas da depressão


·         Cansaço 

·         Tristeza

·         Baixa autoestima

·         Inquietação e ansiedade 

·         Isolamento social

·         Pouca energia

·         Falta de esperança

·         Irritabilidade aumentada

·         Diminuição do interesse em atividades em geral e naquelas tidas como favoritas

·         Mudança nos padrões alimentares e de sono.


Mundo virtual

Alguns trabalhos exigem que as pessoas fiquem mais tempo conectadas às redes sociais. No entanto, é preciso filtrar os conteúdos que são vistos nesses canais. “Existe muita exibição nas redes sociais, geralmente, um recorte muito feliz da vida de cada um”, afirma. “Essa exposição provoca uma sensação de que a vida do outro é sempre mais interessante do que a sua, gerando uma frustração que culmina em tristeza”, afirma.
Por isso, é importante avaliar quando o uso dessas ferramentas ultrapassa níveis aceitáveis. Fazer uma auto avaliação do tempo que se perde observando a vida dos outros e uma reflexão se tal atitude não tem atrapalhado a convivência com contatos pessoais na vida real, sejam da família ou amigos.


Cuide-se

Não existe uma fórmula para impedir tais problemas, mas algumas dicas podem ajudar a evitá-los. Uma delas é ter uma mente saudável e uma relação equilibrada com as emoções. Tais como:

o   Procure atividades que garantam sua confiança e que proporcionem bem-estar. 

o   Tenha um pensamento positivo e sempre tente ver o lado bom das situações.

o   Planeje a longo prazo: isso ajuda a dar segurança.

o   Trace metas: A sensação ao conquistar um objetivo gera confiança.

o   Tente ser sábio ao lidar com o estresse e avalie o que pode ser feito naquela situação.

o   Cuide de si mesmo, fisicamente e psicologicamente.





dr.consulta



Homens e mulheres entre 15 e 26 anos podem se vacinar contra HPV até março



A prorrogação da medida será realizada apenas em municípios com estoques disponíveis nos serviços de vacinação e que apresentam data de validade até o março de 2018 


Os municípios com vacinas em estoque, com prazo de validade até março de 2018, poderão aplicar as doses em homens e mulheres entre 15 e 26 anos. A medida tem caráter temporário e já foi comunicada para gestores estaduais e municipais. A nova recomendação estende o prazo de vacinação para esse faixa etária, que inicialmente estava prevista para encerrar nas cidades que tinham estoques a vencer em setembro.

“A recomendação é que os municípios utilizem as vacinas com prazos de validade a expirar até que durem esses estoques, evitando um possível desperdício e dando a oportunidade para que essas outras faixas etárias possam usufruir dos benefícios proporcionados pela vacina”, destaca o ministro da Saúde, Ricardo Barros.

A ampliação foi aprovada em agosto pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT), composta por representantes do governo federal, estados e municípios. A orientação aos gestores ressalta, ainda, que as pessoas de 15 a 26 anos que tomarem a primeira dose da vacina HPV neste período terão garantidas as doses subsequentes no SUS. Para essa faixa etária, o esquema vacinal é com três doses, com intervalo de zero, dois e seis meses. Com o fim dos estoques a vencer em março de 2018, a orientação do Ministério da Saúde é que a vacina continue sendo administrada apenas no público-alvo (9 a 15 anos).

O Ministério da Saúde repassa mensalmente as vacinas aos estados, conforme solicitação local. Os estados, por sua vez, são responsáveis por distribuir as doses aos municípios para garantir a vacinação da população. Cabe ressaltar que o Ministério da Saúde recebe vacinas e medicamentos com o máximo de seis meses de fabricação. Vale destacar ainda que, todos os lotes existentes no estoque nacional, possuem validade para 2019.


VACINAÇÃO DE ROTINA – A rotina de uso desta vacina no público-alvo, que é para meninos na faixa etária de 11 a 13 anos e meninas de 9 a 14 anos, deve ser mantida com duas doses, sendo aplicada com intervalo de seis meses entre elas. A vacina HPV Quadrivalente é segura, eficaz e é a principal forma de prevenção contra o aparecimento do câncer do colo de útero, 4ª maior causa de morte entre as mulheres no Brasil. Nos homens protege contra os cânceres de pênis, orofaringe e ânus. Além disso, previne mais de 98% das verrugas genitais, doença estigmatizante e de difícil tratamento.

Também fazem parte do público-alvo da vacina os transplantados de órgãos sólidos, de medula óssea ou pacientes oncológicos de 9 a 26 anos. Os serviços que atendem essa população devem ofertar a vacina HPV na rotina de trabalho.

Desde o início da vacinação, em 2014, até junho deste ano, foram aplicadas 18 milhões de doses na população feminina de todo o país. Na faixa etária de 9 a 15 anos, no mesmo período, foram imunizadas, com a primeira dose, 10,7 milhões de meninas, o que corresponde a 89,9% do total de brasileiras nesta faixa etária. Receberam o esquema vacinal completo, de duas doses, recomendado pelo Ministério da Saúde, 7,1 milhões de meninas, o que corresponde a 59,7% do público-alvo.

Já em relação aos meninos, de janeiro a junho deste ano, 853.920 mil adolescentes de 12 a 13 anos se vacinaram com a primeira dose da vacina de HPV, o que corresponde a 23,6% dos 3,6 milhões de meninos nessa faixa etária que devem se imunizar.


AÇÕES – Desde 2014, época da inclusão da vacina HPV no Calendário Nacional de Imunização, o Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, vem realizando ações voltadas para o alcance das metas de coberturas vacinais (80%) na população alvo. Para isso, estão sendo realizadas parcerias com as sociedades científicas e trabalho conjunto as igrejas, organizações não-governamentais e com a mídia.

O objetivo é esclarecer sobre o HPV como problema de saúde pública no país e a importância da vacinação, como a mais relevante estratégia para prevenção dos cânceres de colo uterino, vulva, pênis, anus e orofaringe. Além disso, o programa Saúde na Escola, parceria conjunta dos Ministérios da Saúde e Educação, tem como um dos seus objetivos facilitar a vacinação contra o HPV em ambiente escolar.



 

Nivaldo Coelho
Agência Saúde





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