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Especialista reforça que a atualização do cartão de vacinas é passo essencial para evitar doenças e não apenas cumprir regras de embarque
O ano de 2026 será marcado por feriados
prolongados, o que fará o planejamento de viagens ganhar força. Além de
passagens, roteiros e malas, um item essencial muitas vezes é esquecido: a
atualização do cartão de vacinação. Para garantir uma viagem tranquila e
segura, seja dentro ou fora do Brasil, a imunização é um cuidado indispensável
que protege contra doenças endêmicas em diferentes regiões.
Segundo a infectologista do Sabin Diagnóstico
e Saúde, Luciana Campos, a vacinação é uma das principais barreiras
contra imprevistos de saúde que podem comprometer a experiência do viajante.
“Muitas pessoas se concentram nos detalhes logísticos da viagem e subestimam os
riscos de contrair doenças infecciosas. Manter a vacinação em dia não é apenas
uma exigência burocrática de alguns países; é a principal medida de proteção para
si e para os outros, evitando surtos e garantindo que as únicas lembranças da
viagem sejam positivas”, explica a especialista.
Viagens dentro do Brasil:
quais vacinas são importantes?
Mesmo para quem viaja dentro do território
nacional, a atenção ao calendário vacinal é fundamental. A vacina contra a
febre amarela, por exemplo, é altamente recomendada para destinos em áreas de
mata e rios, como as regiões Norte e Centro-Oeste, e partes do Sudeste e Sul.
Além dela, é importante verificar a situação de
outras vacinas básicas:
- Tríplice
Viral (sarampo, caxumba e rubéola): O Brasil ainda registra surtos de
sarampo, e a vacinação é a forma mais eficaz de prevenção.
- Hepatites
A e B: A
hepatite A é transmitida por água e alimentos contaminados, um risco em
locais com saneamento precário. Já a hepatite B pode ser contraída por
contato com sangue ou relações sexuais.
- Difteria
e Tétano (dT): Essencial para todos, especialmente para quem pratica
ecoturismo ou atividades ao ar livre.
Viagens Internacionais: do
CIVP a recomendações específicas
Para viagens ao exterior, a primeira verificação
deve ser a exigência do Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia
(CIVP) contra a febre amarela. Mais de 100 países exigem o documento, que deve
ser emitido após a vacinação com, no mínimo, 10 dias de antecedência do
embarque.
“Cada roteiro é único, e as necessidades de
imunização também. Destinos na África, Sudeste Asiático ou América do Sul podem
exigir vacinas contra febre tifoide, meningite meningocócica, poliomielite e
até raiva, dependendo das atividades planejadas e do tempo de estadia. Por
isso, a consulta a um especialista antes de viajar é fundamental para uma
orientação personalizada”, reforça a médica Luciana Campos.
Planejamento é a chave
O ideal é que o viajante procure orientação médica
de quatro a oito semanas antes da viagem. Esse tempo é necessário para avaliar
o histórico vacinal, aplicar as doses necessárias e garantir que o corpo
produza a proteção adequada.
Para auxiliar nesse planejamento, o Sabin Diagnóstico e Saúde oferece um portfólio completo de imunizantes para todas as idades e necessidades. Com unidades em diversas cidades e a conveniência do atendimento móvel, os viajantes podem receber orientação especializada e atualizar o cartão de vacinas de forma prática e segura, garantindo que a saúde também esteja na bagagem.
Grupo Sabin
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