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sábado, 13 de junho de 2026

Por que a Copa do Mundo mexe tanto com as emoções?

Jogos ativam circuitos cerebrais ligados ao pertencimento, recompensa, memória e identidade social
 

Toda Copa do Mundo é o mesmo comportamento: Pessoas que mal acompanham campeonatos passam a assistir aos jogos, escritórios param, famílias e amigos se reúnem, as ruas ganham bandeiras, camisas e discussões apaixonadas sobre escalações e resultados. Mas o que explica tamanho envolvimento emocional que comove e paralisa países?

Segundo o médico Dr. Fernando Gomes, neurocirurgião, neurocientista e professor livre-docente da USP, a resposta está menos no futebol e mais na forma como o cérebro humano foi construído ao longo da evolução.

"O cérebro foi programado para viver em grupo. Durante uma Copa do Mundo, ele encontra um dos maiores gatilhos de pertencimento coletivo da vida moderna", explica.

De acordo com o médico, quando o torcedor veste a camisa da seleção, canta o hino ou acompanha uma partida decisiva, áreas cerebrais relacionadas à identidade social são ativadas. O cérebro passa a interpretar a equipe nacional como uma extensão do próprio grupo.
 

O gol provoca uma explosão química no cérebro

Outro protagonista dessa história é a dopamina, neurotransmissor ligado à motivação, expectativa e recompensa. Ao contrário do que muitos imaginam, ela não é liberada apenas quando o gol ou a vitória acontece.

A expectativa pela convocação, os debates sobre os jogadores, a análise dos adversários e a contagem regressiva para a estreia já começam a estimular os circuitos cerebrais da recompensa semanas antes do torneio.

Quando o gol finalmente acontece, especialmente em partidas decisivas, ocorre uma verdadeira tempestade neuroquímica.

"O coração acelera, a respiração muda, a atenção fica completamente focada e o cérebro libera substâncias associadas à sensação de prazer e alívio", explica Dr. Fernando Gomes.
 

Por que perder um jogo da Copa pode ser tão doloroso?

Para Dr. Fernando, quando a seleção perde, o cérebro registra uma quebra de expectativa em algo que possuía significado emocional relevante. "Em determinadas circunstâncias, a resposta cerebral pode se parecer com aquela observada diante de outras frustrações importantes da vida cotidiana", afirma.
 

O fenômeno da sincronização social durante a Copa do Mundo

Durante a Copa, milhões de pessoas assistem aos mesmos acontecimentos, compartilham emoções semelhantes e reagem simultaneamente aos mesmos estímulos.

Em um mundo marcado pelo excesso de telas, polarização e isolamento social, esses momentos de experiência coletiva se tornaram cada vez mais raros.

Talvez por isso sejam tão impactantes.
 

A memória afetiva das Copas

Outra curiosidade fascinante está relacionada à memória. Muitas pessoas não lembram o que almoçaram na semana passada, mas conseguem dizer exatamente onde estavam durante o pentacampeonato de 2002, no tetra de 1994 ou em jogos marcantes de outras Copas do Mundo.

A explicação é simples: emoções intensas fortalecem a consolidação das memórias no cérebro. Quanto maior a carga emocional de uma experiência, maior a probabilidade de ela permanecer viva por muitos anos.

Por isso, quando pensamos em Copas do Mundo, raramente lembramos apenas dos resultados. Lembramos da família reunida em frente à televisão, dos amigos, dos churrascos, das bandeiras nas janelas, das ruas decoradas de verde e amarelo e dos momentos compartilhados.

E a memória afetiva não guarda apenas alegrias. Ela também registra as grandes dores coletivas. Poucos brasileiros esquecem onde estavam no dia da derrota por 7 a 1 para a Alemanha, na Copa de 2014. Aquele resultado inesperado gerou uma forte emoção nacional e ficou gravado na memória de milhões de pessoas, tornando-se um daqueles momentos que marcam uma geração inteira.

No fundo, as Copas do Mundo são muito mais do que futebol. Elas se transformam em capítulos da nossa história pessoal e coletiva, conectando emoções, lembranças e sentimentos que permanecem vivos muito tempo depois do apito final.
  


Dr. Fernando Gomes - Professor Livre Docente de Neurocirurgia do Hospital das Clínicas de SP com mais de 2 milhões de seguidores. É autor de 10 livros de neurocirurgia e comportamento humano. Professor Livre Docente de Neurocirurgia, com residência médica em Neurologia e Neurocirurgia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, é neurocirurgião em hospitais renomados e também coordena a Unidade de Hidrodinâmica Cerebral relacionada ao diagnóstico, tratamento e pesquisa de doenças como Hidrocefalia de Pressão Normal (HPN) e Hipertensão Intracraniana Idiopática (HII ou pseudotumor cerebral) no Hospital das Clínicas.
drfernandoneuro


Morrer de rir?

 

Desde muito cedo as pessoas recebem a informação de que vão morrer um dia. Mas a grande maioria vive como se a morte fosse apenas uma possibilidade. E bem distante. Luis Fernando Verissimo já brincava com isso: “Vou morrer sem realizar o meu grande sonho: não morrer nunca”.

Para muita gente, velhas são as pessoas com 20 anos a mais do que elas. Mas, com o passar do tempo, é inexorável que as rodas de conversa ganhem novos assuntos. Futebol, maquiagem, política, trabalho, filhos, vinhos e viagens continuam em cena. Mas ganham a companhia de colesterol, glicemia, nomes de remédios, dores pelo corpo, esquecimentos, indicações de médicos e de farmácias.

De repente, percebe-se que levantar do sofá virou um movimento complexo e que já não é raro procurar os óculos que estão no topo da própria cabeça. O relógio inteligente informa os batimentos cardíacos. Mas o joelho passa a dar a opinião mais sincera. A impressão é que o corpo abriu franquias e que cada articulação administra sua própria crise. É quando a pessoa entra num cômodo e precisa consultar a memória como quem consulta o arquivo morto.

Tem gente que lida com o envelhecimento de forma azeda. Mas há quem consiga rir de si mesmo. Talvez façamos piadas porque sabemos que somos mortais. É como se o humor ajudasse a admitir fragilidades sem solenidade. Em vez de dizer “estou envelhecendo”, alguém pode preferir dizer: “meu joelho prevê chuva melhor do que qualquer aplicativo”. É a autoironia funcionando como amortecedor emocional, como um idioma comum, um convite à conversa.

O envelhecimento escancara a noção de finitude, submersa por longo tempo. Ela aparece sorrateira, quando se comentam aposentadorias, perdas, limitações, afastamento de parentes. E bate firme quando se percebe a quantidade de contemporâneos que estão morrendo. Conversar sobre isso democratiza a vulnerabilidade. Talvez por isso haja tantos risos em hospitais e em velórios, piadas sobre idade, ironia sobre os próprios limites. O humor não elimina a morte. Mas impede que ela monopolize a conversa.

No fim das contas, envelhecer talvez seja perceber que o corpo perde vigor ao passo que o repertório ganha profundidade. Enquanto for possível transformar tudo isso em conversa — e, de preferência, em boas risadas — quem sabe a finitude mereça um entendimento equilibrado: inevitável, sim; proibida, não.

Porque há assuntos pesados demais para serem carregados sem uma generosa dose de bom humor.

 


Sergio Riede - jornalista, bancário aposentado e autor do livro “Ninguém solta a alça do caixão de ninguém”


Fora da torcida: o impacto emocional de não entrar no clima da Copa

Pressão social, conversas constantes sobre os jogos e a sensação de estar à margem da euforia coletiva podem gerar desconforto para quem não se identifica com o torneio 


Enquanto milhões de brasileiros acompanham a Copa do Mundo e participam das comemorações, algumas pessoas vivem o período de forma bastante diferente. Sem interesse pelos jogos ou pela mobilização em torno do torneio, elas podem experimentar uma sensação de desconforto ao perceber que não compartilham do mesmo entusiasmo coletivo. 

Em um país onde o futebol ocupa um espaço central na cultura e nas relações sociais, a Copa costuma extrapolar os gramados. Conversas no ambiente de trabalho, encontros entre amigos, bolões, brincadeiras e uma enxurrada de conteúdos nas redes sociais transformam o evento em uma experiência compartilhada por grande parte da população. 

Segundo a psicóloga Dra. Andrea Beltran, o problema não está em não gostar de futebol, mas na sensação de estar fora de algo que parece envolver todos ao redor. 

“O problema não é não gostar de futebol. O que pesa emocionalmente é a sensação de estar fora de algo que parece envolver todo mundo ao redor”, explica. 

Embora a Copa seja frequentemente tratada como uma paixão nacional, nem todas as pessoas se identificam emocionalmente com esse tipo de mobilização coletiva. E isso não significa antipatia, frieza ou dificuldade de socialização.
 

O peso cultural do futebol ajuda a explicar esse fenômeno. Segundo a pesquisa "O Maior Raio X do Torcedor", realizada pela MindMiners, 75% dos brasileiros afirmam acompanhar futebol com frequência, reforçando a relevância do esporte como elemento de identidade coletiva no país. 

Para Dra. Andrea, justamente por existir essa forte associação cultural, quem não se conecta com o evento pode acabar se sentindo deslocado socialmente. 

“Existe uma pressão implícita para participar emocionalmente da Copa. As pessoas perguntam sobre jogos, organizam encontros, fazem brincadeiras e comentam lances o tempo inteiro. Quem não compartilha desse interesse pode sentir que está sobrando socialmente naquele momento”, afirma. 

Segundo a especialista, grandes eventos esportivos funcionam como fenômenos de pertencimento coletivo. Em muitos contextos, acompanhar os jogos se torna também uma forma de integração social. 

Mas justamente por funcionar como um grande fenômeno de pertencimento, a Copa também pode provocar desconforto em quem prefere não participar dessa dinâmica. 

“Existe muito estímulo, muito barulho e uma cobrança indireta por interação. Para quem já está emocionalmente cansado ou prefere ambientes menos intensos, a Copa pode amplificar a sensação de inadequação”, explica. 

As redes sociais também desempenham um papel importante nesse processo. Segundo Dra. Andrea, as plataformas digitais ajudam a criar uma percepção de unanimidade em torno do evento. 

“Parece que todo mundo está vibrando intensamente pela Copa o tempo inteiro, quando na realidade existe uma parcela significativa das pessoas que simplesmente não se conecta com isso.” 

A especialista destaca que a dificuldade não está apenas na falta de interesse pelo futebol, mas na expectativa social que se forma em torno do comportamento coletivo. 

“Nem todo mundo vive grandes eventos da mesma forma. E tudo bem. O problema começa quando existe a ideia de que participar emocionalmente da Copa é quase uma obrigação social.” 

Para a psicóloga, normalizar diferentes formas de vivenciar eventos coletivos é importante para reduzir sentimentos de inadequação e exclusão. 

“Pertencimento não deveria depender de compartilhar o mesmo entusiasmo que a maioria.” 



Dra. Andrea Beltran - psicóloga analítica junguiana, formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo. Atua no acompanhamento de processos individuais com foco em autoconhecimento, vínculo e desenvolvimento emocional. Seu trabalho valoriza narrativas pessoais e vínculos profundos, buscando acolhimento genuíno em cada jornada


O manual do turista que ninguém aguenta

Reclamadores, invasores de espaço e entrosões ajudam a explicar por que a convivência nas férias pode ser tão desgastante quanto divertida 

 

Ao saírem da rotina nas férias, as pessoas querem ser mais ainda quem realmente são de verdade. Sem os condicionamentos do trabalho que exigem o mais para performar e o menos para não irritar, elas ficam ali comedidas no dia a dia, tentando se manter na medida do bom senso. E então, ao viajarem... As vontades e a ocupação de espaços intensificam-se, leia-se, as pessoas sentem-se mais espaçosas fisicamente e no comportamento com o outro em sociedade. O turista livre de amarras quer diversão, adrenalina, ser bem mimado e atendido prontamente em suas vontades e gostos ou mesmo ser acolhido. Ele deseja ter boas memórias afetivas da sua viagem, em sua perspectiva de mundo à disposição, afinal, são as suas aguardadas férias.  

O turista-mala é geralmente aquele que se acha bem enturmado e pensa que faz amizade fácil. Considera que agrada ou faz sucesso nas suas conversas que retém a atenção do outro, principalmente ao discursar suas histórias de vida e suas experiências. Até com suas piadas e suas músicas, algumas de composição própria. Como uma pessoa bem entrosada, se aproxima de um ou dois indivíduos desconhecidos ou até mesmo de um grupo e começa a participar ativamente como se já fosse um amigo. Ele vira o “entrosa”. Esse tipo é encontrado em toda e qualquer viagem, por isso as pessoas já associam rapidamente essa identificação a alguém e algumas se identificam como sendo o próprio. Esse reconhecimento de si mesmo vem com um riso nervoso ou envergonhado, seguido da reflexão que o atravessa na leitura das histórias com os “malas”. Onde esses turistas são mais comuns? Acredito que em excursões com pacotes de viagens ou de turismo para passeios você encontre mais de um nessa turma. O que muda é a intensidade, o peso mala que cada um carrega consigo. 

Os tipos mais comuns são os “reclamadores” crônicos. Para eles, nada está bom o suficiente, eles pesam os fatos por exigirem que as coisas sejam feitas milimetricamente perfeitas, na máxima agilidade do humano e exatamente tudo do jeito deles, mesmo não sendo feito por eles. Os invasores de espaço físico querem a melhor localização em tudo: mesa do restaurante do hotel, cadeiras da piscina e da praia, van para transporte em passeios, e se for preciso dão uma leve empurrada nos pertences dos outros ou até trocam os lugares para se beneficiarem da posição apontada e desejada com os olhos: A escolhida. Esses comportamentos, infelizmente, diga-se de passagem, existem em estranhos e até dentro da própria família: “Lá vem as folgas de...foi sempre assim, desde que me lembro dessa pessoa por gente.” O contexto não muda o perfil universal desse tipo de comportamento, o que acontece é que poderá haver uma intensificação ou amenização, vulgarmente conhecido como “soltar a franga” ou “segurar a onda.”

 

O humor como espelho dos nossos piores hábitos 

Essas situações são ao mesmo tempo desconfortáveis pelo abuso da paciência do outro; e engraçadas, depois que o evento passa e fica a lembrança daquela situação e com ela a sua história. Isso aconteceu com a minha primeira história em questão “Turista-mala” que deu origem ao livro. O que vem junto com estas narrativas é o riso pelo reconhecimento de si e do outro em situações já vivenciadas ou reconhecidas pelo leitor. Podemos nos ver nos personagens nas diversas fases da vida que as vinte histórias abordam sobre os “malas” na família, no trabalho, em viagens e no dia a dia. Penso que o humor traz uma leveza para lidar com as situações, mas o humor afiado e ácido carrega uma ironia e uma crítica social que cutuca os âmagos dos mais individualistas aos mais egoístas, podendo trazê-los para a reflexão e para a empatia com o outro. Por isso, a leitura se faz necessária.     

As situações que as histórias expressam revelam tanto sobre espaços compartilhados no sentido concreto quanto no sentido de invasão de privacidade da vida alheia, mesquinhez ou pequenez de espírito que pode conter falta de noção ou excesso de individualismo, ou o egoísmo. Se existe uma etiqueta universal do turista que costuma ser ignorada por ser difícil respeitar o espaço do outro em viagens, penso ser uma dificuldade como protagonistas que somos em primeira pessoa, por vezes mimados e ansiosos. Acredito que exista o bom senso, o famoso liga o desconfiômetro que você não está agradando ou pior está irritando e por fim entra o “se manca, vai”. 

Dessa forma, ora somos observadores ora protagonistas desses comportamentos “malas” em diversas situações na convivência com o outro. A escrita através do humor nos faz enxergar essa faceta do ser humano de forma convidativa a uma autocrítica que pode reverberar nas ações futuras para um conviver melhor, o que beneficia a vida de todos.    

Como comportamentos desse tipo aparecem não somente em viagens que os evidenciam, mas a todo momento, assim como o desconforto social causado, concluo que estamos vivendo na “sociedade-mala” do século XXI. A vida social na contemporaneidade é cheia de desgastes, o que torna necessário um convite à auto-observação, a percepção de que a convivência exige consciência e limites para viver bem. Agora, a última reflexão para a pergunta importante que não quer calar: É possível viajar sem se tornar um “mala”? Existem gradações de “malas”, dos mais leves aos mais pesados e você já foi mala muitas vezes na vida em várias situações, por isso, não é possível escapar de ser um pouco “mala”. O que, afinal, faz jus ao título do meu livro: “Somos Todos malas – Histórias recheadas de humor com os chatos que você conhece bem.”

 

 

Daniela Yuri Uchino - paulistana, graduada, mestra e doutora em Letras pela USP. Antes de aprender a escrever, já criava histórias, inventava brincadeiras e imaginava diálogos, inclinação criativa que, ao longo dos anos, foi direcionada para a escrita literária, retratando situações cotidianas de maneira bem-humorada e provocativa. É autora de “Somos Todos Malas” (2021) e “O Natal dos Malas” (2022), além de ter participado de antologias como “Nós – textos de autoria feminina” (2023) e “Contos para ler quando o amanhã chegar” (2025). Mãe de duas adolescentes, vive em São Paulo. Instagram: @danielayuriuchino | Site: www.danielayuriuchino.com.br


Autismo nos relacionamentos: dicas para quem namora ou deseja namorar uma pessoa autista

Neurologista explica os principais desafios e compartilha estratégias para fortalecer vínculos em relacionamentos neurodivergentes.


Com a proximidade do Dia dos Namorados, cresce o interesse por temas relacionados à neurodiversidade e relacionamentos. Segundo o neurologista Dr. Matheus Trilico, referência no diagnóstico e tratamento de autismo e TDAH em adultos, pessoas autistas desejam amar, construir vínculos e viver relacionamentos satisfatórios, assim como qualquer outra pessoa.

A diferença está na forma como processam emoções, interações sociais e estímulos do ambiente.

O que a ciência mostra?

Estudos demonstram que adultos autistas possuem o mesmo desejo de conexão emocional e intimidade que pessoas não autistas. Os desafios costumam estar relacionados à comunicação, à sobrecarga social e à necessidade de previsibilidade.

"Casais que compreendem como o cérebro autista funciona conseguem construir relacionamentos mais autênticos e satisfatórios. A diferença está na compreensão, não na capacidade de amar", explica o neurologista.

Para quem é autista e deseja namorar

• Comunique suas necessidades.
• Respeite seu próprio ritmo.
• Invista no autoconhecimento.

Para quem namora uma pessoa autista

• Seja claro e direto.
• Respeite momentos de isolamento.
• Valorize as qualidades.

O segredo está na compreensão

Segundo o Dr. Matheus Trilico, o sucesso de um relacionamento neurodivergente não depende de mudar a pessoa autista, mas de construir uma relação baseada em respeito, acolhimento e compreensão mútua.

"O amor no espectro é possível, real e pode ser profundamente satisfatório quando existe entendimento entre os parceiros", conclui.

Saiba mais:
https://blog.matheustriliconeurologia.com.br/


Dr. Matheus Luis Castelan Trilico - Neurologista especialista em TEA e TDAH em adultos


Quando dizer "não" se torna uma questão de sobrevivência, alerta psicólogo Paulo Zago Neto

 

O aumento dos casos de violência contra a mulher e dos índices de feminicídio no Brasil acende um alerta para um problema que, muitas vezes, começa muito antes das agressões físicas, a incapacidade de dizer “não", dificultando o rompimento de relacionamentos abusivos. Na maioria das vezes, essa vulnerabilidade é resultado de uma combinação de fatores emocionais, familiares, financeiros e sociais que se fortalecem ao longo dos anos.s.

Para o psicólogo Paulo Zago Neto, conhecido como Neto Zago, o ciclo de violência costuma ser gradual, se inicia através de táticas de controle, desvalorização, isolamento social e a sistemática destruição da autoestima da mulher. Quando o confronto físico ocorre, é comum que a vítima já se encontre em um estado de fragilidade emocional profunda, sentindo-se incapaz de romper o vínculo. Esse cenário é muitas vezes agravado por traumas de infância, como rejeição ou abandono, que levam a mulher a aceitar abusos por temer que o fim do relacionamento seja mais doloroso do que a própria permanência na dinâmica de sofrimento.

“Para o cérebro humano, processar o medo da rejeição é um dos desafios mais complexos, assemelhando-se muitas vezes à experiência de dor física. Tal fato esclarece as razões pelas quais diversas mulheres se mantêm em vínculos que deterioram seu bem-estar psíquico. Através de sucessivas humilhações, críticas e manobras manipulativas, elas acabam por acreditarem que não são dignas de um tratamento superior. Ao subestimarem seu próprio valor, tornam-se propensas a aceitar migalhas afetivas, convencendo-se de que é impossível encontrar um novo companheiro ou recomeçar. Passam a crer que a felicidade está condicionada à aprovação alheia, sentem incapazes de manifestar o que pensam e, consequentemente, impossibilitadas de contrariar o parceiro”, diz Neto Zago.

Segundo o especialista, quanto mais tempo a mulher permanece nesse ciclo, maior tende a ser o risco de agravamento da violência, entre os fatores que mais dificultam o rompimento estão a dependência emocional, dependência financeira, medo de represálias, filhos, falta de apoio familiar, crenças religiosas distorcidas, baixa autoestima, histórico de violência familiar, medo da solidão e julgamento social. Quando não há intervenção e fortalecimento emocional, a violência pode escalar até sua forma mais extrema, como perder a vida.

De acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Brasil registrou em média, um feminicídio a cada 5 horas e 25 minutos nos três primeiros meses de 2026, um aumento de 7,55% em comparação ao primeiro trimestre de 2025, considerado o maior número já contabilizado desde 2015.

Neto Zago explica que o primeiro “não” costuma ser o mais difícil. Muitas mulheres sentem culpa, medo e insegurança ao começar a se posicionar. Mas é justamente esse “não” que pode salvar a saúde emocional, a liberdade e, em alguns casos o mais importante, a própria vida. Algumas atitudes podem ajudar mulheres a retomarem o controle, como reconhecer os sinais de abuso, buscar ajuda psicológica especializada, fortalecer a autoestima, reativar vínculos familiares e amizades, construir autonomia financeira, desenvolver autoconhecimento, aprender a estabelecer limites saudáveis, denunciar situações de violência, procurar apoio jurídico e redes de proteção.

www.instagram.com/netozagopsicologo .

Se você sofre violência ou conhece alguém que esteja passando por uma situação de abuso, procure ajuda. A Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) funciona gratuitamente, 24 horas por dia, todos os dias.


Sinais silenciosos de exaustão mental no trabalho, psiquiatra alerta

 Não é apenas cansaço: mensagens fora do horário, dificuldade para desligar a mente e irritação constante podem ser sinais de que o cérebro está entrando em sobrecarga

 

A maioria das pessoas acredita que o esgotamento mental aparece apenas quando surgem crises de ansiedade, insônia intensa ou quando o corpo simplesmente "trava". Mas, segundo o psiquiatra corporativo Daniel Sócrates, especialista em saúde mental no trabalho, os sinais costumam surgir muito antes — e passam despercebidos pela maioria dos profissionais.

"Existe uma fase silenciosa do esgotamento. Nela, a pessoa continua trabalhando, entregando resultados e comparecendo às reuniões. Mas o cérebro já está dando sinais claros de sobrecarga", explica.

Segundo ele, o problema tem se tornado cada vez mais comum em um cenário marcado por hiperconectividade, excesso de demandas, notificações constantes e a sensação de que o expediente nunca termina.

 

O celular pode ser um dos primeiros sinais de alerta

Um comportamento aparentemente normal pode revelar muito sobre a saúde mental do trabalhador.

"Se você recebe uma mensagem de trabalho às 22h e sente a necessidade imediata de responder, mesmo sem urgência, isso pode indicar que seu cérebro perdeu a capacidade de se desconectar emocionalmente do trabalho", alerta Daniel Sócrates.

O especialista explica que o problema não é apenas responder uma mensagem eventual, mas viver em estado permanente de prontidão.

"Quando o cérebro permanece em alerta por muitas horas seguidas, ele entende que nunca está seguro para descansar. Isso aumenta a produção de hormônios relacionados ao estresse e reduz a capacidade de recuperação mental."

 

8 sinais silenciosos de esgotamento mental no trabalho

 

1. Você acorda já cansado

Mesmo após uma noite de sono, a sensação é de que a energia nunca é suficiente.

 

2. Seu primeiro impulso ao acordar é verificar mensagens

Antes mesmo de sair da cama, o trabalho já ocupa espaço na sua mente.

 

3. Você sente culpa ao descansar

Momentos de lazer começam a parecer perda de tempo.

 

4. Pequenos problemas geram irritação desproporcional

Situações simples passam a provocar explosões emocionais ou impaciência excessiva.

 

5. Sua memória parece pior

Esquecimentos frequentes, dificuldade de concentração e lapsos de atenção podem ser sinais de sobrecarga cognitiva.

 

6. Você não consegue desligar do trabalho

Mesmo durante refeições, finais de semana ou férias, a mente continua presa às demandas profissionais.

 

7. Atividades que antes davam prazer perderam a graça

Um dos sinais mais importantes é a redução do interesse por hobbies, encontros sociais e momentos de lazer.

 

8. O celular virou uma extensão da ansiedade

Cada notificação provoca expectativa, preocupação ou necessidade imediata de resposta.

 

O cérebro não foi feito para funcionar em modo de urgência permanente

De acordo com Daniel Sócrates, um dos maiores equívocos da cultura corporativa moderna é transformar disponibilidade constante em sinônimo de comprometimento.

"O cérebro humano precisa alternar períodos de alta performance com períodos de recuperação. Quando isso não acontece, o desgaste emocional se acumula de forma silenciosa e pode evoluir para quadros de ansiedade, burnout, depressão e adoecimento físico."

 

Como perceber que passou da conta? 

O psiquiatra propõe uma reflexão simples:

"Se você não consegue passar duas horas sem olhar o celular por medo de perder algo relacionado ao trabalho, vale a pena investigar se existe uma relação de dependência emocional com a própria rotina profissional."

 

O que fazer antes que o problema se agrave?

Daniel Sócrates recomenda algumas medidas práticas:

Estabeleça horários claros para encerrar o expediente.

Desative notificações profissionais fora do horário de trabalho.

Evite verificar e-mails logo ao acordar.

Faça pausas reais durante o dia.

Reserve momentos sem telas.

Priorize sono, atividade física e lazer.

Procure ajuda profissional ao perceber sinais persistentes de exaustão.

 

Para Daniel Sócrates, o trabalhador moderno precisa abandonar a ideia de que estar sempre disponível é sinônimo de eficiência.

"O cérebro mais produtivo não é o que trabalha sem parar. É aquele que consegue alternar foco e recuperação. O descanso deixou de ser luxo. Hoje ele é uma necessidade biológica para manter desempenho, criatividade e saúde mental." 



Dr. Daniel Sócrates - Médico psiquiatra, doutor pela UNIFESP, com mais de duas décadas de atuação clínica. Dedica-se ao cuidado de profissionais que enfrentam altos níveis de exigência e responsabilidade, com abordagem focada em performance sustentável, saúde mental e qualidade de vida.
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Nem toda criança vive a Copa da mesma forma: os desafios invisíveis para autistas e pessoas com TDAH

A Copa do Mundo costuma ser um período de festa, integração e entusiasmo para milhões de brasileiros. No entanto, para muitas crianças com autismo e TDAH, o evento pode representar uma fonte de ansiedade e sobrecarga sensorial que passa despercebida pela maioria das pessoas. 

Segundo a neuropsicóloga Bárbara Calmeto, diretora do Autonomia Instituto, desafios vão muito além dos fogos de artifício e das buzinas que costumam marcar as comemorações. "Quando falamos de crianças neurodivergentes, precisamos olhar para o conjunto da experiência. A Copa altera rotinas, aumenta a expectativa, expõe a criança a ambientes mais agitados e gera uma quantidade muito maior de estímulos do que ela está acostumada a processar", explica. 

A especialista destaca que a antecipação dos jogos também pode provocar ansiedade. "Muitas crianças têm necessidade de previsibilidade para se sentirem seguras. Quando há uma movimentação diferente na escola, em casa ou na comunidade, elas podem apresentar irritabilidade, inquietação e dificuldade de concentração dias antes das partidas", afirma. 

No caso de crianças com sensibilidade sensorial, os sons intensos podem ser especialmente desconfortáveis. "Fogos, rojões, gritos e buzinas não são apenas barulhos altos para algumas crianças. Eles podem ser percebidos como estímulos extremamente invasivos, capazes de gerar sofrimento real, crises de ansiedade e até episódios de desregulação emocional", observa Bárbara. 

Ela ressalta que o apoio da família faz toda a diferença nesse período. "Preparar a criança para o que vai acontecer, explicar que haverá jogos e possíveis comemorações, além de criar estratégias de proteção sensorial, ajuda a reduzir a insegurança e o impacto desses estímulos", orienta. 

Entre as medidas que podem ser adotadas estão o uso de abafadores de ruído, a criação de um ambiente tranquilo para momentos de descanso e o respeito aos limites individuais da criança. "O objetivo não é afastar a criança da experiência coletiva, mas garantir que ela possa participar de forma confortável e segura, respeitando suas necessidades", conclui a neuropsicóloga.  

Confira abaixo 10 dicas que a neuropsicóloga Bárbara Calmeto reuniu para ajudar pais e responsáveis a atravessar esse período de forma mais tranquila:

 

1. Antecipe o que vai acontecer

Explique à criança, com antecedência, quando serão os jogos e que pode haver comemorações, buzinas, fogos ou reuniões familiares. A previsibilidade reduz a ansiedade.

 

2. Mantenha a rotina sempre que possível

Mesmo em dias de partida, procure preservar horários de alimentação, sono, estudos e atividades habituais. A rotina funciona como um fator de segurança emocional.

 

3. Crie um espaço de refúgio

Reserve um ambiente silencioso da casa para que a criança possa se retirar caso se sinta sobrecarregada pelos estímulos.

 

4. Utilize recursos de proteção auditiva

Abafadores de ruído ou fones de ouvido podem ser aliados importantes para crianças com hipersensibilidade a sons intensos.

 

5. Observe os sinais de desconforto

Irritabilidade, agitação, isolamento, choro ou aumento de comportamentos repetitivos podem indicar que a criança está enfrentando uma sobrecarga sensorial.

 

6. Evite a exposição prolongada a ambientes muito estimulantes

Se houver festas ou reuniões, faça pausas regulares para que a criança possa descansar e se reorganizar emocionalmente.

 

7. Valide os sentimentos da criança

Em vez de minimizar o desconforto, reconheça o que ela está sentindo. Frases como "eu entendo que esse barulho está te incomodando" ajudam a criança a se sentir acolhida.

 

8. Não force a participação nas comemorações

Nem toda criança vai querer assistir aos jogos ou participar das festas. Respeitar seus limites é fundamental para evitar situações de estresse.

 

9. Tenha um plano para momentos de crise

Identifique previamente estratégias que costumam funcionar, como um objeto de conforto, exercícios de respiração, um ambiente mais calmo ou atividades reguladoras.

 

10. Lembre-se de que cada criança é única

O que funciona para uma criança pode não funcionar para outra. O mais importante é observar suas necessidades individuais e adaptar o ambiente para que ela se sinta segura.


As histórias ao redor da fogueira

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O fogo em algumas escolas místicas está relacionado à luz e ao conhecimento. O interessante é que muitas pessoas até um passado recente, tinham como momento de distração contar histórias e disseminar conhecimento ao redor de uma fogueira. Já que não havia luz, muito menos sinal de internet. 

Com essas conversas ao redor do fogo, surgiram as lendas. Uma forma de explicar fenômenos misteriosos não compreendidos e, ao mesmo tempo, expressar a maneira de pensar daquelas pessoas. Além de passar para as gerações seguintes histórias de família, contadas há muitos anos. Nunca sabemos o quanto de realidade tem nessas narrativas, ainda assim, elas representam a bagagem de vida daqueles que as contam. 

Adoro uma boa conversa ao redor de uma mesa com bolo e café, ou queijos e vinhos. São nesses momentos que conhecemos as pessoas, desenvolvemos nossa imaginação e, inclusive, nossa empatia. Quando ouvimos o que outra pessoa tem para nos contar, se realmente prestarmos atenção, vivemos aquela situação como se estivéssemos lá, junto com ela. E isso abre nossa mente para outros pontos de vista. 

E assim é com os livros. 

A leitura de um livro nos leva para lugares que não conhecemos e nos apresenta pessoas diferentes daquelas com as quais convivemos. E é por isso que penso ser tão importante o incentivo da leitura e a criação de narrativas que incluem lendas. Um bom suspense desperta emoções que nem sabíamos existir, leva nossa imaginação para mundos que não conhecemos. Assim como no filme A história sem fim, não podemos deixar Fantasia desaparecer! 

Descobrir como vencer o Lobisomem, ou fugir da Cuca. Criar uma armadilha para capturar o Saci, ou seguir as pegadas estranhas deixadas pelo Curupira. Tudo isso é imaginação popular e tem um significado importante para a comunidade. E nem citei a loira do banheiro! 

As lendas são muito mais do que histórias. No fundo, elas carregam a alma de um povo e contá-las faz o leitor viajar no mundo da fantasia e assim, entender e lidar melhor com a realidade. É importante destacar que não falo em viver dentro de uma fantasia, mas sim, aproveitar as histórias para fazer relações com a vida real. 

Quando nos sentamos ao redor de uma fogueira, ou de uma mesa forrada de comidinhas e bebidas gostosas, compartilhamos não só a comida, mas também sentimentos. São informações que criam laços, geram expectativas, romances. As pessoas têm sua própria caminhada de vida e a troca de experiências é muito rica. Com tantas distrações nas redes sociais, além de conteúdo fácil e efêmero, vejo esses encontros como um remédio indispensável para uma sociedade na qual cada vez mais somos trancados em studios de vinte metros quadrados. 

A construção de histórias com base em lendas e culturas locais são uma forma de dialogar com o leitor. Quando conhecemos os hábitos de um povo diferente do nosso, abrimos nossa mente para entender melhor algumas atitudes e esse é o melhor resultado que podemos alcançar com a literatura. 

 

Katia Parente - escritora, engenheira química e autora de Fazenda Camélia


Sexóloga lista 07 dicas para fortalecer intimidade do casal

 Em meio à correria do dia a dia, muitas relações acabam deixando a conexão emocional e afetiva em segundo plano. 

Pensando nisso, Stephanie Seitz, CMO e sexóloga da INTT Cosméticos, propõe sete ideias simples para o Dia dos Namorados, com pequenas atitudes diárias para fortalecer a intimidade, o diálogo e a conexão do casal.

Segundo Stephanie, relacionamento saudável não se constrói apenas em grandes momentos, mas principalmente nas pequenas trocas do cotidiano.

“Muitas vezes o casal acredita que conexão está ligada apenas ao momento íntimo, mas ela começa na escuta, no toque, na presença e na intenção de se reconectar”, explica a expert.

A especialista criou um “desafio da conexão” com sugestões leves e acessíveis para serem feitas ao longo de uma semana.



1- Desconectar para se conectar

Separem um momento sem celular, televisão ou distrações para conversar de verdade, olhando nos olhos.


2- Relembrem momentos especiais
Vale revisitar fotos, viagens, histórias engraçadas ou falar sobre o que fez vocês se apaixonarem.

3- Toque sem pressa 
Abraços demorados, carinho, massagem ou simplesmente estar perto fisicamente ajudam na liberação de hormônios ligados ao bem-estar e à conexão emocional.

4- Façam algo novo juntos 
Experimentar algo diferente ativa novidade e pode fortalecer vínculos emocionais no relacionamento.

5- Falem sobre desejos e limites 
Conversas honestas sobre expectativas, rotina, intimidade e sentimentos fortalecem confiança e cumplicidade.

6- Surpreenda com pequenos gestos 
Bilhetes, mensagens, elogios ou atitudes simples podem gerar proximidade emocional.

7- Criem um momento especial do casal 
Um jantar, um banho juntos, um momento íntimo ou apenas um tempo reservado para os dois sem interrupções.

Para Stephanie Seitz, o principal objetivo é estimular o casal a sair do “modo automático”.

“A conexão precisa ser alimentada. Pequenos gestos feitos com intenção podem transformar a dinâmica da relação e reacender a intimidade emocional e afetiva”, afirma.

A sexóloga também destaca que cada casal possui sua própria forma de demonstrar amor e intimidade.

“Não existe fórmula pronta. O importante é que o casal encontre formas saudáveis de manter diálogo, parceria, afeto e presença no relacionamento”, finaliza.
 

sexta-feira, 12 de junho de 2026

Ação oferece uma foto digital profissional
gratuita para cada participante
Freepik


Evento na Zona Leste de São Paulo acontece no dia 27 de junho, das 11h às 16h, com inscrições antecipadas para participar


Os apaixonados pelos seus grandes ‘aumigos’ têm um encontro marcado no Shopping Penha, na Zona Leste de São Paulo, no dia 27 de junho, sábado. O empreendimento recebe a sessão de fotos “Cão Não Nasce Problema”, uma iniciativa que combina momentos especiais entre tutores e pets com o apoio a uma importante causa animal.

A ação oferece uma foto digital profissional gratuita para cada participante, além de contribuir diretamente com o projeto social ‘Cão Não Nasce Problema’, movimento social que atua na conscientização sobre guarda responsável e bem-estar animal.

Para participar, é necessário realizar inscrição prévia, disponível pelas redes sociais do shopping, doar 1 kg de ração no dia do evento e comparecer ao local com 10 minutos de antecedência ao horário agendado. Toda a arrecadação é destinada ao projeto que promove educação e conscientização sobre comportamento canino, reduzindo abandono, sofrimento animal e conflitos entre cães e humanos.

As sessões são realizadas no espaço pet do Shopping Penha, em cinco horários, às 11h, 12h, 14h, 15h e 16h, com vagas são limitadas. Além disso, o evento é destinado a cães de todos os portes, mas para garantir a segurança e o conforto dos participantes, os pets devem permanecer com guia e sob controle dos tutores durante toda a atividade.

“Além de proporcionar uma recordação especial para as famílias e seus melhores amigos, a iniciativa reforça nosso compromisso com ações que promovem conscientização, solidariedade e bem-estar para a região”, destaca Rodrigo Rufino, gerente de marketing do empreendimento.


Serviço


Sessão de fotos ‘Cão Não Nasce Problema’ no Shopping Penha

www.shoppingpenha.com.br.

Data: 27 de junho de 2026 - sábado
Horários: 11h, 12h, 14h, 15h e 16h
Local: espaço pet do Shopping Penha
Participação: inscrição prévia pelo link disponível nas redes sociais do shopping e doação de 1 kg de ração


Encontro de Golden Retrievers em clima do maior torneio de futebol do mundo promete tarde de diversão no Butantã Shopping



Evento gratuito reúne brincadeiras, feira pet, espaço temático e atividades para cães e tutores no próximo domingo 

 

No próximo domingo, dia 14 de junho, o Butantã Shopping, localizado na zona oeste e administrado pelo Carrefour Property, promove a “Copa dos Goldens", um encontro temático inspirado no maior torneio de futebol do mundo que traz para campo os dourados mais amados pelas famílias. Gratuito e aberto ao público, o evento acontece a partir das 14h, na loja Weasy, no piso 1, reunindo tutores e pets em uma tarde superdivertida e cheia de atividades especiais.

O evento conta com espaço temático, ambientes instagramáveis, brincadeiras em grupo, gincanas e outras atividades planejadas para promover a troca de experiências entre tutores. A programação também traz uma feira pet, reunindo produtos, acessórios, petiscos, roupas, serviços e novidades voltadas aos animais de estimação.

“O encontro celebra duas grandes paixões dos brasileiros: os pets e o futebol. Queremos proporcionar uma experiência divertida para toda a família no shopping, incentivando a convivência e criando um momento especial para os tutores que adoram compartilhar a rotina e o carinho pelos seus companheiros de quatro patas”, conta Franklin Pedroso, coordenador de marketing do Butantã Shopping.


Serviço

Evento:
Encontro Copa dos Goldens no Butantã Shopping
Data: 14 de junho
Horário: 14h às 18h
Local: Loja da Weasy - Piso 1
Endereço: Av. Prof. Francisco Morato, 2718 - Butantã, São Paulo - SP, 05512-300


Pet de TODOS lança campanha de inverno para proteger animais carentes do frio



Em parceria com ONGs locais, rede mobiliza clientes e unidades para aquecer pets resgatados durante o inverno

Com a chegada das baixas temperaturas, a rede Pet de TODOS inicia a campanha “Inverno Solidário 2026”, ação voltada à proteção de cães e gatos em situação de vulnerabilidade. A iniciativa acontece em unidades da rede em diferentes cidades do país e une arrecadação de itens de inverno com doações diretas destinadas a ONGs parceiras locais.

A campanha tem como objetivo ajudar animais resgatados que vivem em abrigos e instituições de proteção animal, muitos deles idosos, filhotes ou em recuperação, mais suscetíveis aos impactos do frio.

Como parte da mecânica da ação, a cada R$ 70 em compras realizadas nas unidades participantes, a Pet de TODOS fará a doação de uma manta solidária para ONGs parceiras, contribuindo diretamente para aquecer pets acolhidos durante o inverno.

Além disso, clientes que desejarem colaborar ainda mais poderão adquirir uma manta solidária pelo valor de custo e adicioná-la às caixas de arrecadação da campanha, ampliando o volume de doações destinadas às instituições atendidas.

“As baixas temperaturas afetam diretamente a saúde e o bem-estar dos animais, principalmente daqueles que já enfrentaram abandono ou situações de maus-tratos. Queremos transformar a solidariedade em acolhimento real para esses pets durante este inverno”, afirma Cassio Guieiro, co-fundador da Pet de TODOS.

Ainda para Cassio a campanha reforça o compromisso social da marca com a causa animal e com iniciativas de impacto positivo nas comunidades onde atua: “cada doação cria histórias que aquecem vidas e fortalecem laços. O engajamento de pessoas sensíveis a essa causa é fundamental para garantir mais conforto, proteção e dignidade aos animais resgatados”, completa.

Além das mantas solidárias, as unidades também receberão doações de roupinhas, cobertores, caminhas, tapetes, toalhas e outros itens que possam ajudar a proteger os animais do frio.

Pontos de arrecadação

São Paulo (SP)


• Unidade São Miguel Paulista
Av. Nordestina, 262 – Vila Americana – São Paulo/SP
• Unidade Itaim Paulista
Rua Tibúrcio de Sousa, 735 – Itaim Paulista – São Paulo/SP
• Unidade Sorocaba
Av. Barão de Tatuí, 375 – Jardim Vergueiro – Sorocaba/SP
Minas Gerais
• Unidade Barreiro – Belo Horizonte
Rua Argental Drumond, 12 – Santa Cecília (Vale do Jatobá) – Belo Horizonte/MG
• Unidade Contagem
Av. João de Deus Costa, 330 – Centro – Contagem/MG
• Unidade Ipatinga
Av. Macapá, 345 – Veneza – Ipatinga/MG
Paraíba
• Unidade Campina Grande
Rua Giló Guedes, 384B – Centro – Campina Grande/PB


Serviço

Campanha Inverno Solidário 2026 | Pet de TODOS
Período: 01/06 a 01/08 de 2026.
Pontos de arrecadação: unidades participantes da Pet de TODOS.
Itens aceitos: roupinhas pet, cobertores, mantas, camas, tapetes, toalhas e casinhas em bom estado.


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