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domingo, 7 de junho de 2026

Quatro motivos pelos quais os gatos ronronam

Ronronar é comunicação, saúde e bem-estar: entender o som mais icônico dos gatos fortalece vínculos e reforça a importância do cuidado preventivo

 

O ronronar é inconfundível. O “motorzinho” dos gatos é um dos sons mais característicos do universo felino e também um dos mais complexos. Embora frequentemente associado à felicidade, esse comportamento pode ter diferentes significados e até funções fisiológicas relevantes.

Compreender por que os gatos ronronam é uma forma de aprimorar a comunicação entre tutor e pet, fortalecer o vínculo afetivo e, principalmente, reconhecer sinais de bem-estar ou possíveis alterações de saúde.


1. Felicidade e conforto

O exemplo clássico é o gato acomodado no colo do tutor. Nesses momentos, o ronronar está ligado à sensação de segurança, aconchego e satisfação.


2. Autorregulação em situações de estresse

O comportamento também pode surgir em momentos de tensão, como durante consultas veterinárias ou no parto. “O ronronar pode funcionar como um mecanismo de autorregulação. As vibrações de baixa frequência parecem contribuir para a estabilização da respiração e para a redução do estresse, atuando como um modulador natural do organismo”, explica Camila Camalionte, médica-veterinária, zootecnista e gerente técnica da divisão de Pet Health.


3. Possível auxílio na recuperação física

Estudos indicam que as frequências do ronronar podem contribuir para a regeneração de tecidos, fortalecimento muscular e até alívio da dor. Isso ajuda a explicar por que gatos doentes ou feridos continuam ronronando.


4. “Ronronar de pedido”

Há ainda um tipo específico de ronronar que mistura características de miado e apresenta frequência semelhante ao choro de um bebê. “Esse som tende a despertar resposta imediata nos humanos e é usado para solicitar alimento ou atenção. Eles sabem como nos atrair”, completa Camila.


Gato que ronrona também é bom para a gente

O ronronar pode trazer benefícios também para os humanos. Um estudo do University of Minnesota Stroke Center apontou que tutores de gatos apresentam menor risco de morte por doenças cardiovasculares. Embora diversos fatores influenciem esse resultado, a convivência com os animais, incluindo estímulos como o ronronar, pode estar associada à redução do estresse.


Os gatos sempre ronronam?

Nem todos os gatos demonstram o ronronar da mesma forma. A intensidade pode variar bastante. Alguns produzem um som alto e constante. Outros emitem vibrações quase imperceptíveis, percebidas apenas ao toque.

Há também gatos que aparentam não ronronar. Excetuando casos raros de alterações físicas, não há consenso científico que explique completamente esse comportamento. Observações indicam que gatos ferais tendem a ser menos vocais, enquanto os domesticados desenvolveram maior repertório de comunicação ao longo da convivência com humanos, utilizando vocalizações para solicitar alimento, atenção ou interação.


Atenção às mudanças no ronronar

Apesar de frequentemente associado ao bem-estar, o ronronar também pode surgir como resposta a desconfortos físicos. Alterações na intensidade, na frequência ou no contexto em que ocorre merecem atenção.

“É essencial observar o conjunto de comportamentos. Se o ronronar vier acompanhado de apatia, perda de apetite, lambedura excessiva, coceira intensa ou alterações na pele, o tutor deve buscar avaliação veterinária. O ronronar pode ajudar o gato a se autorregular, mas não elimina a presença de um possível problema clínico”, orienta Camila.

Entre os fatores que mais impactam o conforto e o comportamento felino estão as infestações por pulgas. A coceira constante e a irritação cutânea podem gerar estresse significativo, interferindo no sono, no apetite e na interação com o tutor. Garantir proteção preventiva é essencial para que o ronronar continue sendo expressão de tranquilidade e não uma resposta ao desconforto.

Nesse contexto, o acompanhamento com o médico-veterinário é fundamental para definir a melhor estratégia de proteção. A Elanco desenvolve soluções específicas para felinos por meio do programa Elanco Para Gatos, que considera as particularidades da espécie.

Entre as opções estão o Credeli™ Gatos, indicado para o controle de pulgas e que contribui para mais conforto e qualidade de vida, e a coleira Seresto™, que libera continuamente ativos antiparasitários por até 8 meses, atuando na eliminação de pulgas e ajudando também a reduzir o risco de doenças transmitidas por pulgas.

“Promover o bem-estar dos gatos significa assegurar que sua natureza seja respeitada em cada fase da vida. Na Elanco, traduzimos o entendimento dessas necessidades únicas em soluções específicas para a espécie”, afirma Kyssia Monteiro, médica-veterinária e gerente de produto da Elanco Brasil.

Ao aliar informação, prevenção e acompanhamento veterinário, é possível garantir que o ronronar continue sendo um dos principais sinais de bem-estar dos gatos e não uma resposta a desconfortos que passam despercebidos.

Para saber mais sobre a Elanco, visite o site https://meupet.elanco.com/br e acompanhe as redes sociais da marca no Instagram (@elancopetsbr) e LinkedIn (@elancobrasil). 



Elanco Animal Health
www.elanco.com.br


Inteligência artificial transforma o suporte ao diagnóstico veterinário com mais precisão e agilidade

Tecnologias inteligentes vêm ampliando a capacidade de análise laboratorial e auxiliando médicos-veterinários na identificação rápida de alterações clínicas em animais

 

A inteligência artificial tem ganhado cada vez mais espaço na medicina veterinária, especialmente no suporte ao diagnóstico clínico e laboratorial. Com sistemas capazes de analisar dados em alta velocidade e identificar padrões com precisão, a tecnologia contribui diretamente para diagnósticos mais rápidos, assertivos e eficientes, auxiliando médicos-veterinários na tomada de decisões e no acompanhamento da saúde animal.

 

No ambiente laboratorial, a IA já atua como uma importante aliada na interpretação de exames, principalmente em análises morfológicas e na identificação de alterações celulares. A automação associada à inteligência artificial reduz falhas humanas, otimiza processos e amplia a capacidade de detecção de anomalias, permitindo avaliações mais detalhadas em amostras biológicas de diferentes espécies animais.

 

Além da agilidade, o uso da tecnologia no diagnóstico veterinário também representa um avanço na prevenção e no monitoramento de doenças. Equipamentos inteligentes conseguem processar informações de sangue, urina e fezes de forma integrada, oferecendo suporte clínico mais completo e contribuindo para tratamentos mais direcionados e eficazes.

 

A Bioclin, empresa de destaque em diagnóstico laboratorial em toda América Latina, acompanha essa evolução tecnológica por meio da nova linha Bioclin VetPOCT Smart Cell, desenvolvida para oferecer suporte diagnóstico inteligente frente às metodologias de análises morfológicas animais. A solução foi criada para atender às demandas do setor veterinário com mais inovação, praticidade e precisão nos resultados laboratoriais.

 

O equipamento trabalha com análises de sangue, urina e fezes, além de realizar avaliações morfológicas de elementos presentes nas amostras animais, como células anômalas e parasitas. Com tecnologia avançada e foco em eficiência diagnóstica, a linha Bioclin VetPOCT Smart Cell reforça o compromisso da empresa em levar soluções modernas e confiáveis para clínicas, hospitais e laboratórios veterinários.



VOCÊ E SEU PET: A MELHOR HOMENAGEM ACONTECE NO DIA A DIA

Psicóloga reforça a importância da convivência consciente e da construção de memórias afetivas enquanto os animais estão presentes na rotina das famílias

 

 

No dicionário, homenagem é uma forma de reconhecimento, carinho e valorização de histórias importantes e consiste em demonstrar publicamente amor e gratidão. E, no caso dos animais de estimação, elas podem e devem acontecer ainda em vida, na convivência diária, nos momentos compartilhados e no tempo dedicado à construção de vínculos afetivos.

 

Em meio à rotina acelerada, muitos tutores só percebem o valor de momentos simples após a despedida de um animal de estimação. Passeios adiados, brincadeiras interrompidas pela pressa e até pequenos hábitos cotidianos passam a ganhar outro significado quando restam apenas as lembranças. Para a psicóloga especializada em vínculo humano-animal e sócia da Laika Funeral Pet, Natália Nigro de Sá, criar memórias afetivas no cotidiano é uma forma de homenagear os pets ainda em vida.

 

Segundo a doutora, a relação entre humanos e animais vai muito além do cuidado básico e se fortalece na convivência diária. “Os pets participam da nossa história, acompanham fases importantes e oferecem presença emocional genuína. Muitas vezes, as homenagens são associadas apenas à despedida, mas elas começam antes, na forma como escolhemos viver o dia a dia ao lado deles”, afirma Natália.

 

De acordo com Natália, viver plenamente a convivência também ajuda a reduzir o sentimento de culpa e arrependimento que costumam surgir durante o processo de luto. “Muitas pessoas ficam fragilizadas pela sensação de que poderiam ter aproveitado mais. Quando existe uma relação construída com presença e troca verdadeira, a despedida se torna menos associada ao vazio e mais conectada à gratidão pela história vivida”, explica. “Além disso, os cerimoniais de despedida também ajudam os tutores a ressignificarem as últimas lembranças do pet, muitas vezes marcadas pelo sofrimento de tratamentos e internações, permitindo que a imagem do animal seja reconstruída com carinho, dignidade e afeto”, complementa.

 

A reflexão proposta por Natália busca justamente ampliar o olhar sobre o vínculo humano-animal, valorizando não apenas os momentos finais, mas toda a trajetória construída ao longo da vida do pet. E, quando chega a hora da despedida, esse amor também merece acolhimento, espaço e significado.

 

“Os rituais de despedida existem há séculos porque ajudam o ser humano a ressignificar as perdas e dar forma ao que sentimos durante o luto. No caso dos pets, isso se torna ainda mais importante, porque muitas vezes essa dor não é reconhecida socialmente e o tutor acaba vivendo um sofrimento silencioso”, afirma a psicóloga.

 

Com proposta voltada ao acolhimento das famílias, a Laika Funeral Pet oferece diferentes possibilidades de despedida e homenagens personalizadas aos animais de estimação. Entre os serviços estão velórios intimistas, cerimônias de despedida, cremação individual, memoriais afetivos e lembranças simbólicas que ajudam os tutores a eternizar a história vivida ao lado dos pets.

 

Segundo a doutora, um cerimonial de despedida pode fazer diferença no processo de elaboração da perda, permitindo que a relação construída ao longo dos anos seja validada com respeito e sensibilidade. “Ritualizar não apaga a dor, mas ajuda o coração a compreender que aquele amor existiu e continua existindo de outra forma. É uma maneira delicada de dizer ao pet: ‘você importa, nossa história valeu a pena e nunca será esquecida’”, finaliza.

 



Laika Funeral Pet
Para saber mais, acesse aqui .


Natália Nigro de Sá - psicóloga do luto, doutora pela Universidade de São Paulo (USP) e fundadora da Laika Funeral Pet.

 

 

Temporada das baleias-jubarte movimenta Prado e reforça turismo no litoral sul da Bahia



Entre julho e novembro, cidade baiana se transforma em um dos principais destinos do país para observação das gigantes do mar e experiências em meio à natureza

 

A temporada de baleias-jubarte está prestes a começar em Prado, no sul da Bahia, e promete atrair turistas de diferentes regiões do país em busca de uma experiência única no litoral brasileiro. Todos os anos, entre os meses de julho e novembro, os mamíferos deixam as águas geladas da Antártida e seguem para o litoral baiano para reprodução e amamentação dos filhotes, transformando a região em um verdadeiro espetáculo da natureza.

O avistamento das baleias se tornou uma das principais atrações turísticas de Prado, especialmente por conta da proximidade do município com o Parque Nacional Marinho de Abrolhos, considerado um dos maiores berçários das jubartes no Atlântico Sul. Durante os passeios de barco, os visitantes têm a oportunidade de observar saltos, batidas de cauda e outras movimentações impressionantes dos animais em alto-mar, sempre acompanhados por equipes especializadas e dentro das normas de preservação ambiental.

Além do impacto no turismo, a temporada também fortalece a economia local, movimentando hotéis, pousadas, restaurantes e passeios turísticos. O período é considerado um dos mais aguardados do ano na cidade, que combina belas paisagens naturais, clima agradável e uma programação voltada para quem busca descanso e contato com a natureza. A expectativa é de aumento no fluxo de visitantes ao longo dos próximos meses, principalmente nos finais de semana e feriados.

Quem visita Prado durante a temporada das jubartes também encontra diversas opções de lazer além dos passeios marítimos. As praias de águas tranquilas, as falésias coloridas, o centro histórico e a gastronomia regional fazem parte do roteiro de turistas que desejam aproveitar dias de descanso no litoral baiano. O destino ainda oferece passeios de buggy, visitas a vilarejos próximos e experiências ligadas ao ecoturismo.

Inserida nesse cenário, a Pousada Casa de Maria se consolida como uma opção de hospedagem diferenciada para quem busca conforto, charme e atendimento personalizado. Localizada a apenas 250 metros da praia de Novo Prado e a cerca de 600 metros do centro da cidade, a pousada garante fácil acesso às principais atrações, sem perder o clima intimista que define sua proposta.


Junho Vermelho: pets também doam sangue e salvam vidas

Iniciativa da Special Dog Company conecta responsáveis por pets a mais de 60 bancos de sangue veterinários em 19 estados


Todo ano, o mês de junho mobiliza campanhas em favor da doação de sangue humano com o “Junho Vermelho”. O que muitas pessoas ainda não sabem é que existe uma demanda igualmente urgente e bem menos visível para pets que também precisam de doadores. 

O sangue que salva um cão ou um gato só pode vir de outro animal, e diferente do que ocorre na medicina humana, não há estoque centralizado de sangue veterinário no Brasil. Os hemocentros dependem diretamente de animais cadastrados para manter o abastecimento, e a escassez de doadores é um problema recorrente. "A doação de sangue é essencial para salvar a vida de muitos pets que passam por cirurgias, traumas ou doenças graves. Mas o número de doadores ainda é muito abaixo do necessário", alerta Kelly Carreiro, médica- veterinária da Special Dog Company. 

A baixa conscientização dos responsáveis por pets sobre o tema é um dos principais obstáculos, pois muitos desconhecem que seus pets poderiam ser doadores. Para se tornar doador, cães precisam ter entre 1 e 7 anos, pesar mais de 25 kg, ser dóceis, estar vacinados e vermifugados e gatos devem atender aos mesmos requisitos de idade e saúde, pesar acima de 4 kg e viver exclusivamente em ambiente fechado. 

Antes de cada coleta, doador e receptor passam por exames físicos e hematológicos completos para garantir a segurança do procedimento, o que funciona na prática como um acompanhamento regular de saúde para o próprio doador. O procedimento é feito pela veia jugular, dura entre 10 e 15 minutos e é conduzido com cuidados específicos para reduzir o estresse do animal. 

A compatibilidade sanguínea é um fator crítico para o processo de doação, pois os cães têm múltiplos grupos sanguíneos, sendo o tipo DEA 4 o chamado doador universal canino. Entre os gatos não existe tipo universal, e a incompatibilidade entre tipos pode provocar reações graves, tornando a testagem prévia indispensável. 

Por trás de cada pet doador, há um responsável pelo pet que escolheu transformar seu animal em um agente ativo nessa causa. Engajar-se exige atenção ao calendário de doações e disposição para levar o pet ao banco de sangue regularmente. Em troca, além de contribuir para salvar outras vidas, o responsável pelo pet passa a contar com um acompanhamento periódico da saúde do próprio animal por meio dos exames realizados antes de cada coleta. 

Desde 2018, a Special Dog Company mantém o programa Doe Amor, voltado à conscientização e ao cadastro de animais doadores, e que já beneficiou mais de 248 mil animais. A iniciativa articula uma rede de mais de 60 bancos de sangue veterinários distribuídos por 19 estados brasileiros “Nosso programa atua para informar e engajar os responsáveis por pets que queiram transformar seus animais em verdadeiros heróis", finaliza Carreiro. 

Para mais informações sobre o programa e os bancos de sangue parceiros consulte: specialdog.com/doeamor.

 

Toxoplasmose: especialista alerta que principal forma de contágio está na alimentação, e não no contato com gatos

Infectologista do Hospital Felício Rocho explica como ocorre a transmissão da doença e reforça cuidados com higiene de alimentos e preparo das carnes


A toxoplasmose ainda é cercada por dúvidas e desinformação, especialmente quando o assunto envolve a convivência com gatos. Embora os felinos façam parte do ciclo do parasita causador da doença, especialistas alertam que a principal forma de transmissão para os seres humanos está relacionada à ingestão de água e alimentos contaminados, sobretudo carnes cruas ou mal cozidas, frutas, verduras e legumes mal higienizados.

 

Segundo o Ministério da Saúde, a doença é uma infecção causada pelo protozoário Toxoplasma gondii e pode ser adquirida de diferentes formas, incluindo o consumo de alimentos contaminados e o contato com fezes de gatos infectados. No Brasil, a doença apresenta alta prevalência devido a fatores como condições climáticas e desafios relacionados ao saneamento básico.

 

De acordo com o infectologista Leandro Curi, apesar da associação frequente entre gatos e toxoplasmose, o contato direto com o animal não representa a principal via de infecção. “O gato participa do ciclo do parasita porque pode eliminar o toxoplasma nas fezes, mas a principal forma de transmissão ocorre pela ingestão de alimentos contaminados. Carnes mal passadas e vegetais sem higienização adequada representam um risco muito maior para a população”, explica.

 

A doença costuma ser assintomática na maioria dos adultos saudáveis ou provocar sintomas leves, como febre baixa, mal-estar e aumento de gânglios linfáticos. Entretanto, em gestantes e pessoas imunossuprimidas, a infecção pode apresentar complicações mais graves, incluindo comprometimento neurológico e ocular.

 

Estudos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) apontam que entre 50% e 80% da população brasileira já teve contato com o parasita em algum momento da vida, embora grande parte nunca apresente sintomas.

 

Entre as principais recomendações para prevenção da toxoplasmose estão a higienização rigorosa de frutas, verduras e legumes com produtos adequados para alimentos, o consumo de carnes bem cozidas e a utilização de água tratada. O especialista também orienta ter cuidado ao manusear caixas de areia de gatos, especialmente no caso de gestantes suscetíveis à doença.

 

Segundo Curi, animais domésticos criados exclusivamente dentro de casa, alimentados com ração e sem acesso à rua, apresentam risco reduzido de infecção pelo parasita. “O gato que vive em ambiente domiciliar controlado, sem contato com caça ou alimentação contaminada, tem menos chance de se infectar e, consequentemente, de participar da cadeia de transmissão”, afirma.

 

O infectologista também reforça que o convívio com felinos não precisa ser interrompido automaticamente durante a gestação. “O mais importante é identificar se a gestante já teve contato prévio com o parasita por meio de exames laboratoriais e reforçar os cuidados de higiene alimentar, que continuam sendo o principal ponto de atenção”, destaca.



A saúde dos pets também começa dentro de casa

 

A presença dos animais de companhia dentro dos lares nunca foi tão intensa. Cães e gatos circulam por ambientes cada vez mais integrados à rotina das famílias, compartilham espaços, acompanham deslocamentos, frequentam parques, creches, hotéis e depois retornam ao convívio direto com adultos, crianças e idosos. 

Essa proximidade ampliou o vínculo afetivo com os pets, mas também tornou mais evidente uma questão que durante muito tempo foi tratada de forma secundária: a saúde animal não diz respeito apenas ao bem-estar do animal, mas ao equilíbrio sanitário do ambiente em que ele vive. 

Essa é a base do conceito de Saúde Única, que parte do entendimento de que saúde animal, saúde humana e meio ambiente não podem mais ser analisados de forma isolada. O que afeta uma dessas esferas tende a produzir impacto sobre as demais. 

Em um país em que a convivência entre pessoas e animais de companhia se tornou parte da dinâmica doméstica, essa interdependência deixa de ser abstrata e passa a fazer parte da vida cotidiana. 

A discussão ganha força quando observamos o risco das zoonoses, doenças que podem ser transmitidas de animais para seres humanos. Dados da HealthforAnimals mostram que 60% das doenças no mundo são zoonóticas. O número, por si só, já é suficiente para deslocar o tema da esfera exclusivamente veterinária. 

Ele mostra que cuidar da saúde dos pets não é apenas um gesto de responsabilidade individual, mas uma medida que contribui para reduzir a exposição coletiva a doenças evitáveis. 

Esse raciocínio ajuda a entender por que a prevenção ocupa um papel tão central. Vacinação, controle de parasitas, consultas periódicas e acompanhamento clínico regular não são apenas protocolos de cuidado. Eles formam uma barreira sanitária que protege o animal e, ao mesmo tempo, reduz o risco de circulação de agentes infecciosos dentro de casa e em espaços compartilhados. 

Em doenças como a raiva, por exemplo, a imunização dos cães continua sendo uma das estratégias mais eficazes para interromper a transmissão para pessoas. Em outros casos, o controle inadequado de pulgas, carrapatos e vermes amplia vulnerabilidades que parecem pequenas no início, mas que podem ganhar dimensão maior quando negligenciadas. 

O ponto mais importante talvez esteja justamente aí. O risco nem sempre se apresenta de forma dramática. Muitas vezes, ele se instala na rotina, em decisões adiadas, em calendários vacinais interrompidos, em consultas postergadas, em sinais ignorados sob a ideia de que depois se resolve. 

O problema é que a lógica da prevenção funciona de forma oposta. Ela exige constância, acompanhamento e responsabilidade antes do agravamento. Quando o cuidado entra apenas na fase da resposta, parte da proteção já foi perdida. 

No Brasil, a própria dinâmica das clínicas veterinárias mostra que esse entendimento vem se consolidando. A prevenção ganhou espaço e passou a ocupar posição central na jornada de cuidado dos animais de companhia. Isso revela um amadurecimento do mercado, mas também uma mudança no comportamento dos responsáveis, que passaram a reconhecer com mais clareza que saúde não se resume ao tratamento da doença. 

Ainda assim, entre compreender a importância da prevenção e incorporá-la como hábito contínuo existe uma distância que o setor ainda precisa enfrentar. 

Esse desafio passa, inevitavelmente, pela informação. O acesso a conteúdos sobre saúde animal cresceu, mas nem sempre qualidade e alcance caminham juntos. O responsável encontra orientação em diferentes canais, compara experiências, lê recomendações, forma repertório próprio e chega mais informado à consulta. 

Isso pode ser positivo quando amplia a atenção com o animal, mas também traz ruído quando a informação circula sem critério técnico. Nesse cenário, o médico-veterinário não perde relevância. Ao contrário. Seu papel se torna ainda mais estratégico, porque passa menos por responder apenas a uma demanda clínica imediata e mais por orientar decisões, organizar prioridades e transformar informação dispersa em cuidado consistente. 

Essa mudança também exige olhar mais amplo por parte de toda a cadeia. Quando a prevenção é levada a sério, ela reduz o sofrimento animal, diminui a pressão sobre tratamentos mais complexos, melhora a qualidade da convivência e fortalece a própria noção de responsabilidade compartilhada entre família, profissional e setor. 

Isso ajuda a reposicionar a saúde animal como um tema que atravessa o cotidiano das famílias, a atuação das clínicas e a própria discussão sobre saúde coletiva. 

No fim, talvez a principal mudança esteja na forma de interpretar o cuidado. Durante muito tempo, proteger a saúde dos pets foi entendido como uma obrigação restrita ao universo do animal. Hoje, essa fronteira parece cada vez menos sustentável.

Quando um pet vive dentro de casa, circula pelos mesmos ambientes e participa da mesma rotina, o cuidado com ele deixa de ser um assunto paralelo. E talvez a reflexão mais importante seja justamente essa: se a saúde dos animais já faz parte da vida cotidiana das famílias, por que ainda insistimos em tratá-la como algo separado da saúde que queremos preservar dentro de casa? 

 

Gabriela Mura - diretora de mercado e assuntos regulatórios do Sindan


Laços afetivos com pets transformam disputas judiciais após términos de relacionamento

Histórias como a da advogada Geórgia Zoia mostram como cães e gatos já ocupam papel de filhos nas famílias; enquanto Justiça ainda os trata como bens

 

Quando o relacionamento chegou ao fim, a advogada Geórgia Zoia precisou lidar com uma dor que ia além da separação amorosa: deixar de conviver diariamente com Max, cachorro com quem construiu uma forte relação de afeto comparada à de mãe e filho. Na época do término, ele tinha seis anos - e hoje, aos nove, segue sendo parte fundamental da vida dela.

 

“No começo foi muito difícil aceitar a ideia de que eu não o veria mais todos os dias. A gente é muito ligado e ele também sente”, conta.

 

A história poderia ser apenas mais um término comum, mas revela uma realidade cada vez mais frequente no Brasil: disputas emocionais envolvendo pets após separações. Em muitos casos, cães e gatos passaram a ocupar um espaço semelhante ao de filhos dentro das famílias, enquanto a legislação brasileira ainda os enquadram como bens patrimoniais.

 

Geórgia afirma não ter dúvidas sobre o lugar que Max ocupa em sua vida. “Eu e o Max temos um laço fortíssimo de mãe e filho. Não sou mãe de humano, mas graças a ele sou mãe de pet e acredito sentir na mesma intensidade”, diz.

 

Apesar da forte conexão emocional, a situação foi conduzida sem conflitos. Max permaneceu com a família do ex-namorado, decisão tomada pensando no bem-estar do animal.

 

“Na casa da minha mãe já havia seis gatos e nossa rotina era passar o dia inteiro fora. Então eu entendi que o melhor para ele era permanecer lá”, relembra.

 

Casos como esse ajudam a explicar por que o debate sobre guarda compartilhada de pets ganhou espaço no Judiciário e no Congresso Nacional. Recentemente, voltou a repercutir o avanço de propostas que buscam regulamentar regras para convivência e divisão de despesas envolvendo animais após separações.

 

Para a advogada especialista em Direito de Família, Monica Perez, o crescimento dessas situações escancara uma transformação social que a legislação ainda não conseguiu acompanhar.

 

“A lei ainda trata o animal como patrimônio, mas a realidade das famílias mudou. Hoje, os pets ocupam um lugar afetivo muito diferente dentro das relações”, afirma.

 

Segundo ela, embora propostas de regulamentação possam ajudar a reduzir conflitos, a discussão vai muito além de regras sobre visitas ou despesas.

 

“O animal sente ausência, cria vínculos e sofre com mudanças bruscas de convivência. Estamos falando de relações construídas no afeto, mas que ainda são analisadas juridicamente como divisão de propriedade”, explica.

 

Para Geórgia, qualquer discussão sobre guarda compartilhada precisa priorizar o bem-estar do animal acima das mágoas do casal.

 

“Eles são seres sencientes, têm sentimentos e demonstram emoções. Só quem tem um bichinho entende esse amor e faz o impossível para vê-lo feliz”, afirma.

 

Ela acredita que o respeito e a flexibilidade entre as partes são fundamentais para que a convivência funcione. “Assim como acontece com filhos humanos, existem imprevistos, mudanças de rotina e acordos que precisam ser ajustados com compreensão”, completa.

 

Especialistas apontam que o aumento dessas disputas acompanha uma mudança no perfil das famílias brasileiras, onde muitos casais optam por não ter filhos, mas constroem vínculos profundos com seus animais de estimação.

 

Nesse cenário, a Justiça começa a enfrentar um desafio cada vez mais comum: encontrar maneiras de lidar com relações emocionais intensas que a legislação ainda insiste em tratar apenas como patrimônio.


 

Furno Petraglia Advocacia

 

Vai viajar com seu pet? Cinco passos fundamentais para garantir bem-estar e segurança durante o trajeto

Com o aumento das viagens pet friendly, preparar uma mala com os itens certos faz toda a diferença para garantir conforto e segurança aos animais de estimação


 Planejar a viagem de férias em família significa incluir os pets em cada detalhe. Mas, para garantir que a diversão não se transforme em preocupação, especialmente com a rotina, segurança e higiene, é fundamental adotar alguns cuidados simples antes e durante o trajeto.

Algumas dicas práticas podem ajudar na hora de pegar a estrada ou embarcar com os companheiros peludos, assim como produtos que garantem o bem-estar e a higiene dos bichinhos mesmo fora de casa.

Pensando em facilitar o planejamento neste período e evitar preocupações, a Au.migos Pets, marca de pet care do Grupo Boticário, levantou cinco dicas fundamentais para garantir segurança e praticidade, sem dores de cabeça.


Saúde em dia e planejamento

É importante levar o pet a uma consulta para checar se está tudo certo e garantir que a imunização esteja atualizada antes de partir em uma nova aventura. A proteção contra a raiva, por exemplo, é sempre obrigatória, mas recomenda-se que o tutor leve a carteira de vacinação completa do bichinho, além de garantir um atestado emitido por um médico veterinário até 10 dias antes da viagem. Se o passeio for de avião ou com um destino internacional, não se pode esquecer de verificar as exigências da companhia aérea e do país de destino com antecedência.


Nécessaire para pet com itens práticos

Ração, potinho, petiscos e brinquedos favoritos são indispensáveis, mas alguns produtos facilitam ainda mais a rotina de cuidados durante o trajeto. Lenços Umedecidos, por exemplo, são ideais para limpar patas, orelhas e focinho de forma rápida e segura, enquanto o Banho a Seco mantém o pet limpo entre um passeio e outro, sem necessidade de água. Outro item essencial é o Limpa e Hidrata Patinhas, que protege contra rachaduras causadas por superfícies quentes ou ásperas.

A Au.Migos Pets oferece esses itens com fórmulas seguras e de alta qualidade. Todos os produtos da linha possuem uma tecnologia inovadora antiodor que neutraliza o mau odor do pet, trazendo melhor perfumação. O Lenço Umedecido Au.Migos Pets, por exemplo, oferece uma sensação de frescor e aconchego, enquanto o Limpa e Hidrata Patinhas Au.Migos Pets é perfeito para manter os coxins limpos e hidratados após os passeios. Já o Banho a Seco Au.Migos Pets, além de higienizar, facilita a escovação. Todos os itens são veganos, aprovados por veterinários e formulados com ingredientes suaves, como calêndula e vitamina E – promovendo frescor, praticidade e cuidado no dia a dia com os pets.


Segurança e pausas são fundamentais

O cinto de segurança ou as caixas de transporte são indispensáveis para a segurança dos animais. E, claro, paradas regulares a cada 2 ou 3 horas são essenciais para que eles se movimentarem, se hidratarem e façam suas necessidades.

Para os “aumigos” que não gostam do transporte, vale usufruir de alguns truques para acalmá-los, como acostumar o pet com antecedência ao espaço, fazendo trajetos curtos nos dias anteriores à viagem. Também é aconselhável deixar, dentro do local, objetos que proporcionem a sensação de segurança, como uma manta com o cheiro do tutor ou um brinquedo preferido. Roupinhas com leve compressão (como coletes calmantes), ruído branco no ambiente e até essências seguras (como lavanda diluída) também podem ajudar.

 

Adaptação ao novo ambiente com carinho

Para tornar as férias e o novo espaço ainda mais aconchegante, especialistas recomendam levar itens com o cheiro da casa – como a caminha ou uma mantinha. Isso ajuda o pet a se sentir mais seguro durante a estada.
 

Atenção ao clima e à rotina

Evitar passeios nos horários mais quentes, oferecer bastante água e, em locais frios, garantir abrigo, roupinhas e um ambiente aquecido são essenciais para o bem-estar dos amigos peludos.

Viajar com o pet pode ser uma delícia – e com os cuidados certos, é possível garantir que ele aproveite ao máximo a experiência. Com os produtos da Au.Migos Pets, praticidade, carinho e proteção o acompanham em cada destino.

 

Pé na estrada ou no ar: cuidados para viajar com pets com segurança no feriado

Com 46% dos brasileiros considerando critérios pet friendly na escolha dos destinos, especialistas alertam para os cuidados de saúde e segurança

 

Viajar com animais de estimação está cada vez mais presente na rotina das famílias brasileiras. Uma pesquisa do Ministério do Turismo aponta que 46% dos viajantes brasileiros consideram critérios pet friendly na escolha de seus destinos, evidenciando o impacto crescente dos pets nas decisões de lazer e turismo. Com a chegada do feriado prolongado, especialista da WeVets, maior grupo de saúde veterinária do Brasil, alerta que incluir o animal nos planos exige um preparo que vai muito além de reservar uma hospedagem que aceite pets. 

Seja em viagens de carro ou de avião, o deslocamento pode representar uma situação de estresse significativo para cães e gatos, especialmente quando não há planejamento prévio. Mudanças bruscas de rotina, ambientes desconhecidos, longos períodos de confinamento e exposição a ruídos intensos podem afetar o bem-estar dos animais e aumentar o risco de intercorrências durante o trajeto. 

“O maior erro é acreditar que o pet vai se adaptar automaticamente à viagem. Assim como as pessoas, os animais também sentem os impactos físicos e emocionais do deslocamento. Um check-up prévio é fundamental para avaliar se ele está apto a viajar e para orientar os tutores sobre os cuidados específicos para cada caso”, explica Marcela Luiza, médica veterinária na WeVets. 

Para ajudar os tutores a garantirem uma experiência segura e tranquila para toda a família, a equipe da WeVets reuniu as principais recomendações para quem pretende pegar a estrada ou embarcar em um voo acompanhado do pet.
 

No asfalto: o guia para viagens de carro

O transporte rodoviário é a opção mais comum para quem viaja com animais de estimação, mas também uma das que mais concentra comportamentos inadequados que podem comprometer a segurança do pet e dos ocupantes do veículo. 

Uma dica importante para tutores de felinos e pets de pequeno porte que viajarão em caixa de transporte: procure acostumar o pet com a caixa alguns dias antes da viagem. 

Algumas estratégias que podem ajudar são deixar a caixa disponível em casa para que ele possa explorá-la livremente, colocar petiscos ou brinquedos de que ele goste no interior da caixa e adicionar mantinhas ou cobertas com o cheiro dele, criando uma associação positiva com aquele espaço. 

Quando a caixa é percebida como um local familiar, seguro e confortável, a experiência tende a ser menos estressante, especialmente em viagens nas quais o pet precisará permanecer nela por períodos mais longos.
 

Contenção obrigatória

Cães de médio e grande porte devem utilizar peitorais específicos conectados ao cinto de segurança no banco traseiro. Coleiras presas ao pescoço não devem ser utilizadas para esse fim, pois podem causar lesões graves em caso de freadas bruscas ou acidentes. Já gatos e cães de pequeno porte devem ser transportados em caixas apropriadas, sempre devidamente fixadas.
 

Nada de cabeça para fora da janela

Apesar de comum, esse hábito expõe os animais a lesões oculares, inflamações nos ouvidos e acidentes causados pela entrada de poeira, insetos ou outros corpos estranhos nas vias respiratórias.
 

Paradas programadas

Em viagens mais longas, recomenda-se realizar pausas a cada duas horas para que o pet possa caminhar, se hidratar e fazer suas necessidades. Também é aconselhável evitar refeições volumosas pouco antes da partida para reduzir o risco de enjoos e vômitos durante o percurso.
 

No ar: o guia para viagens de avião

As viagens aéreas exigem atenção especial à documentação, às exigências das companhias e à preparação do animal para um ambiente diferente do habitual.
 

Documentação em dia

Para voos nacionais, normalmente é exigido um atestado de saúde emitido por médico-veterinário poucos dias antes do embarque, além da carteira de vacinação atualizada. Já em viagens internacionais, o tutor deve providenciar o Certificado Veterinário Internacional (CVI) e atender às exigências sanitárias do país de destino.
 

Familiarização com a caixa de transporte

A caixa de transporte deve fazer parte da rotina do animal nas semanas que antecedem a viagem. Deixá-la disponível em casa e associá-la a experiências positivas ajuda a reduzir a ansiedade e aumenta a sensação de segurança durante o deslocamento.
 

Viagens internacionais

Atenção para viagens internacionais com pets: o ideal é se programar com antecedência. O processo costuma levar mais tempo, pois depende da realização e liberação de exames, avaliação veterinária e validação dos documentos conforme as exigências de cada país para emissão do CVI. 

Por isso, se você está planejando viajar para o exterior com seu pet, recomendamos agendar uma consulta com o médico veterinário o quanto antes. Assim, será possível entender todas as etapas necessárias e organizar o cronograma com tranquilidade.
 

Sedação não deve ser rotina

O uso de medicamentos sedativos apenas para facilitar o transporte não é recomendado sem orientação veterinária. A sedação pode alterar funções fisiológicas importantes e aumentar riscos durante o voo. Em casos de ansiedade, o médico-veterinário poderá indicar estratégias mais seguras e adequadas para cada animal.  

Além dos preparativos para o trajeto, a WeVets recomenda que os tutores pesquisem previamente clínicas e hospitais veterinários 24 horas próximos ao destino. Ter um plano de atendimento emergencial pode fazer toda a diferença caso o pet apresente qualquer alteração de saúde longe de casa. 

“Os pets fazem parte da família e devem ser incluídos no planejamento da viagem da mesma forma que qualquer outro integrante. Quando o tutor se antecipa às necessidades do animal, reduz riscos e garante uma experiência mais segura e confortável para todos”, conclui a especialista.


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