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sábado, 6 de junho de 2026

Ghosting deixa marcas

Especialista alerta que desaparecimento repentino em relacionamentos pode provocar sofrimento emocional profundo e impactos na saúde mental

 

O fim silencioso de relacionamentos, conhecido popularmente como “ghosting”, tem se tornado cada vez mais comum na era digital e acendido um alerta entre especialistas em saúde emocional. A prática acontece quando uma pessoa simplesmente desaparece da vida da outra sem explicações, interrompendo contatos, mensagens e qualquer tipo de comunicação. Apesar de acontecer no ambiente virtual, os efeitos emocionais são reais e podem gerar ansiedade, insegurança e sensação intensa de abandono.

Segundo o neurocientista e hipnoterapeuta Renê Skaraboto, da clínica Hipnose para Todos o cérebro humano interpreta a rejeição emocional de maneira muito mais profunda do que muitas pessoas imaginam. “O ghosting é como uma despedida sem funeral. A pessoa simplesmente desaparece sem dar um motivo, sem encerrar o ciclo. Isso deixa o cérebro preso em expectativa, dúvida e sofrimento emocional”, explica.

De acordo com especialistas em comportamento, o cérebro humano ainda carrega mecanismos ancestrais ligados à sobrevivência em grupo. Durante milhares de anos, ser excluído de uma comunidade significava risco real de morte, vulnerabilidade e isolamento. Embora a sociedade tenha evoluído, o cérebro continua reagindo à rejeição social como um sinal de ameaça. “Nosso cérebro não foi feito para viver na velocidade das relações modernas. Quando alguém nos rejeita ou desaparece sem explicação, o inconsciente entende isso como perda de conexão e risco emocional”, afirma Renê.

O impacto psicológico pode ser ainda maior justamente pela ausência de respostas. Sem uma conversa final ou um encerramento claro, muitas pessoas permanecem alimentando expectativas, criando hipóteses e revivendo situações na tentativa de encontrar uma explicação. Esse processo aumenta o desgaste emocional e pode desencadear sintomas como insônia, ansiedade, baixa autoestima e dificuldade de confiar em novos relacionamentos.

Outro ponto levantado pelo especialista é a dificuldade crescente das pessoas em desenvolver comunicação emocional verdadeira. Em muitos relacionamentos, existe excesso de conversa superficial, mas pouca troca genuína de sentimentos. “Falar não é o mesmo que se comunicar. Muitos casais conversam sobre trabalho, rotina, notícias e problemas externos, mas não conseguem falar sobre suas dores, inseguranças e necessidades emocionais”, destaca.

Segundo ele, a ausência de diálogo é um dos principais fatores que enfraquecem os relacionamentos atuais. A comunicação emocional saudável exige maturidade, vulnerabilidade e disposição para conversas difíceis. “Quando as pessoas evitam conflitos ou desaparecem sem enfrentar situações desconfortáveis, acabam gerando ainda mais sofrimento no outro”, explica.

Especialistas em saúde mental reforçam que o autoconhecimento é uma das ferramentas mais importantes para lidar com situações de rejeição e abandono emocional. Direcionar toda a atenção para as atitudes do outro pode aumentar ainda mais o sofrimento. “Enquanto a pessoa continuar esperando respostas externas para se sentir bem, ela perde a conexão consigo mesma. O processo de cura começa quando ela volta o olhar para si”, afirma Renê.

Em um cenário cada vez mais acelerado e digital, profissionais alertam para a importância de fortalecer relações mais humanas, conscientes e transparentes. Pequenos momentos de conexão, escuta e diálogo podem fazer diferença significativa na construção de vínculos mais saudáveis e duradouros.

 

Hipnose para Todos

Renê Skaraboto - Neurocientista e Hipnoterapeuta
@hipnose_para_todos
www.clinicahipnoseparatodos.com.br
Ed. Batel Executive Center
Travessa João Turin, nº 37, sala 601, 6º andar, Água Verde, Curitiba/PR.



Entre gerações e palavras: o que as gírias revelam sobre a língua portuguesa


Poucas situações revelam tão claramente o choque entre gerações quanto a reação de muitos adultos diante das novas gírias utilizadas pelos jovens. Expressões como "cringe", "tankar", "forma aura" e "six seven" costumam provocar estranhamento, críticas e até previsões pessimistas sobre o futuro da língua portuguesa. Pode-se observar que, sempre que uma nova forma de expressão se populariza entre os mais jovens, surgem discursos anunciando o empobrecimento da linguagem e a perda dos padrões considerados corretos. 

A preocupação não é totalmente descabida. Afinal, a escola possui a responsabilidade de ensinar a norma-padrão e de preparar os estudantes para contextos acadêmicos, profissionais e institucionais. Entretanto, vale perguntar: toda mudança linguística representa, de fato, uma ameaça à língua? Ou estaríamos diante de um fenômeno que acompanha a própria história das línguas humanas? 

Segundo a Sociolinguística, campo da Linguística dedicado ao estudo das relações entre língua e sociedade, a variação constitui uma característica natural dos idiomas. Desde os estudos de William Labov e de Uriel Weinreich, sabe-se que as mudanças linguísticas não ocorrem à margem do sistema, mas em seu interior, impulsionadas pelas necessidades comunicativas dos próprios falantes. A língua muda porque a sociedade muda. E talvez seja justamente essa capacidade de adaptação que garanta sua permanência ao longo do tempo.

Quando um jovem utiliza a palavra "cringe" para classificar comportamentos considerados ultrapassados por sua geração ou emprega expressões como "six seven" para compartilhar referências compreendidas por determinado grupo, não se trata apenas da substituição de palavras antigas por palavras novas. Trata-se da construção de identidade, pertencimento e reconhecimento social. A linguagem, nesse contexto, funciona como um espaço de encontro entre indivíduos que compartilham experiências semelhantes. 

Pode-se observar, ainda, que a resistência às gírias não é um fenômeno recente. A história da língua portuguesa parece sugerir exatamente o contrário do que afirmam os discursos alarmistas. Muitas palavras hoje plenamente incorporadas ao vocabulário comum também despertaram desconfiança em outros períodos históricos. O que muda são as expressões; a preocupação permanece praticamente a mesma. 

Não se trata de abandonar a norma-padrão ou de defender que qualquer forma de expressão seja adequada para todos os contextos. Trata-se de compreender que diversidade linguística e ensino formal não são realidades incompatíveis. Talvez o verdadeiro desafio não seja combater as gírias, mas ensinar os falantes a transitarem conscientemente entre diferentes registros da língua. 

Afinal, uma língua viva não se caracteriza pela ausência de mudanças, mas pela capacidade de se renovar sem perder sua identidade. E, sob essa perspectiva, as gírias dizem menos sobre a decadência da língua portuguesa e mais sobre sua permanente vitalidade.


Midian Rebeca Justino de Araújo - professora de Linguística no Ensino Fundamental e Médio do Colégio Presbiteriano Mackenzie Agnes, no Recife. Mestranda em Educação Clássica e licenciada em Letras, dedica-se à formação linguística e ao desenvolvimento humano por meio da educação.


Dia dos Namorados: Quatro sinais para entender se é um relacionamento saudável ou dependência emocional

Psiquiatra explica como identificar comportamentos confundidos com amor, mas que podem indicar dependência e desgaste psicológico
 


O Dia dos Namorados, comemorado em 12 de junho, costuma celebrar o amor, a parceria e a conexão afetiva. Mas nem sempre é fácil perceber quando uma relação deixa de ser saudável e passa a comprometer a autonomia emocional de um dos parceiros. Em muitos casos, comportamentos associados ao romantismo são vistos como demonstrações de amor, quando na verdade podem sinalizar dependência emocional. 

Segundo o Dr. Guido Boabaid May, médico psiquiatra e CEO da GnTech, a principal diferença entre uma relação saudável e uma relação baseada em dependência emocional está na preservação da individualidade. “Um relacionamento saudável é aquele em que duas pessoas escolhem estar juntas sem abrir mão da própria identidade. Existe afeto, apoio mútuo, compromisso e cada um pode manter seus interesses, amizades, objetivos, que podem até ser os mesmos, desde que seja uma opção da pessoa e não uma imposição do outro”, explica. 

Dessa forma, o especialista listou alguns pontos para prestar mais atenção dentro das relações, com o intuito de ajudar pessoas que têm dificuldade de perceber se estão ou não em uma relação saudável. Confira:
 

1. Necessidade constante de contato

No início de um relacionamento, alguns comportamentos podem ser confundidos com paixão intensa. No entanto, quando a necessidade de estar conectado o tempo todo gera sofrimento, é importante observar com mais atenção. “Entre eles, estão a necessidade de contato constante, a sensação de ansiedade quando o parceiro demora a responder mensagens, o abandono progressivo de atividades pessoais para priorizar a relação e a dificuldade em tolerar momentos de distância”, afirma Guido.
 

2. Ignorar comportamentos tóxicos

Ignorar comportamentos que causam desconforto ou justificar atitudes inadequadas para preservar a relação também pode indicar um vínculo emocional desequilibrado. “Outro sinal frequente é a tendência a idealizar o parceiro, ignorando comportamentos que causam desconforto ou justificando atitudes inadequadas para preservar a relação”, explica o psiquiatra.
 

3. Confundir controle com demonstrações de amor

Algumas atitudes frequentemente romantizadas podem esconder sinais de dependência emocional e perda de autonomia. “Abrir mão de todos os próprios interesses para agradar o parceiro, tolerar repetidas situações que causam sofrimento por medo de perder a relação, monitorar constantemente a rotina do outro e acreditar que ciúme excessivo é sinal de amor são exemplos comuns”, alerta o especialista. “O amor saudável envolve cuidado e concessões, mas não exige o apagamento da individualidade”, comenta.
 

4. Medir a qualidade da relação pelas redes sociais

As redes sociais também podem contribuir para expectativas irreais e aumentar a insegurança dentro dos relacionamentos. “A internet frequentemente apresenta versões editadas e idealizadas dos relacionamentos. Isso pode criar expectativas irreais sobre felicidade constante, ausência de conflitos e demonstrações públicas permanentes de afeto”, explica o Dr. “Quando o relacionamento passa a ser medido pela frequência de mensagens, curtidas ou publicações, há um risco maior de ansiedade e desgaste emocional”, pontua.
 

Para o especialista, o fortalecimento da autoestima e da autonomia emocional são fundamentais para a construção de relações mais saudáveis. “Quanto mais a pessoa consegue reconhecer seu próprio valor independentemente da relação, menor a probabilidade de estabelecer vínculos baseados na dependência”, afirma. 

O médico também reforça que dependência emocional não é sinônimo de amar intensamente. “O problema surge quando a relação passa a comprometer a autonomia, a saúde mental e a capacidade de fazer escolhas livres. Buscar ajuda profissional pode ser um passo importante quando o relacionamento se torna fonte constante de sofrimento, ansiedade ou perda de identidade. Relações saudáveis permitem que cada pessoa cresça e se desenvolva enquanto compartilha a vida com o outro”, conclui.



Guido Boabaid May - Médico psiquiatra há mais de 32 anos, com mais de 110 mil consultas realizadas, mais de 1.100 pacientes em tratamento guiado com teste farmacogenético e pioneiro da farmacogenética no Brasil. Guido também é fundador e CEO da GnTech, empresa de biotecnologia pioneira e líder em farmacogenética no Brasil, com mais de 25 mil testes farmacogenéticos realizados sob sua liderança, a empresa é detentora do maior banco de dados de farmacogenética sobre a população brasileira. Boabaid também atua como médico do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein e é autor do livro "Onde Foi Parar Minha Alegria?”, publicado em 2025.


O Abraço: especialista dá 6 dicas para fortalecer a saúde emocional de crianças e adolescentes no ambiente escolar

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Diretor do Colégio Liceu Pasteur Start Anglo Trilingual School indica que a escola deve simbolizar acolhimento, segurança emocional e pertencimento 


O Abraço visa reforçar a importância da demonstração de carinho, afeto e amizade, sentimentos e relações humanas presentes no dia a dia. No ambiente escolar esses sentimentos são fundamentais para a geração de bem-estar emocional, pilar de relevância para o alcance de boa performance no estudo.  

 

Para Vinicius de Paula, diretor do Colégio Liceu Pasteur Start Anglo Trilingual School, no ambiente escolar, não é possível construir um aprendizado sólido em um ambiente de ansiedade, tensão, violência ou bullying. O aprendizado, segundo ele, é estimulado em um ambiente seguro, acolhedor e respeitoso. O alerta ganha ainda mais relevância diante do aumento dos desafios emocionais enfrentados por crianças e adolescentes. De acordo com levantamento do Fundo das Nações Unidas para a infância (Unicef), um em cada sete adolescentes entre 10 e 19 anos possui algum transtorno mental, sendo ansiedade e depressão os quadros mais recorrentes.  

 

Por isso, De Paula propõe uma reflexão: mais do que o contato físico, o “abraço” no ambiente escolar deve simbolizar acolhimento, segurança emocional e pertencimento. “O afeto é fundamental para ensinar, criar vínculos e fortalecer conexões, mas ele nunca pode existir sem respeito”, explica. 


 

Promoção do bem-estar emocional  


Com o objetivo de mostrar a importância de relações sociais saudáveis no ambiente escolar, De Paula reúne seis práticas que ajudam escola e família a promover bem-estar emocional e favorecer o aprendizado. Confira: 


 

1. Priorize o acolhimento antes da performance acadêmica 


Antes de pensar em notas, idiomas ou desempenho, é crucial garantir que a criança e ao adolescente estejam emocionalmente seguros. Segundo o especialista, ambientes marcados por medo, tensão ou exclusão dificultam diretamente a aprendizagem.  


 

2. Entenda que afeto vai além do abraço físico 


O Dia do Abraço não deve ser interpretado apenas literalmente. Para De Paula, o afeto no ambiente escolar significa escuta, respeito, vínculo e presença emocional, sempre respeitando limites e consentimento. “É pelo afeto que ensinamos, construímos amizades e fortalecemos a relação entre estudantes, professores e escola.” 


 

3. Explique regras com sinceridade e não apenas imponha 


O afeto e disciplina não são opostos, o equilíbrio entre eles, acontece quando a escola estabelece limites claros, mas também explica os motivos por trás das regras. “O ‘porque eu estou mandando’ não funciona. Precisamos respeitar a inteligência da criança e mostrar por que aquela regra existe”, destaca. 


 

4. Crie espaços de escuta ativa 


Permitir que crianças e adolescentes expressem sentimentos, dúvidas e sugestões fortalece o senso de pertencimento e a segurança emocional. Segundo Vinicius, esse acolhimento é essencial para que o aluno se sinta parte do ambiente escolar. “No Colégio Liceu Pasteur Start Anglo Trilingual School, por exemplo, os estudantes participam de encontros periódicos com a gestão escolar para compartilhar percepções sobre a rotina da escola, o que contribui para fortalecer esse vínculo de pertencimento”, explica. 


 

5. Não minimize emoções difíceis 


Ansiedade, frustração e insegurança precisam ser acolhidas sem comparações ou julgamentos. Frases como “na minha época era pior” ou “isso não é motivo para sofrer” podem enfraquecer a autoestima da criança. “Não é recomendável hierarquizar a dor ou diminuir a história daquela criança. Cada um vive seus desafios dentro da sua realidade”, alerta. 


 

6. Fortaleça a parceria entre escola, família e profissionais 


Quando há sofrimento emocional, o suporte precisa ser coletivo.  De Paula defende uma atuação conjunta entre escola, responsáveis e profissionais da saúde mental. “É esse triângulo que pode ajudar o estudante a desenvolver segurança emocional para enfrentar desafios.”  

Além dos impactos no bem-estar, a atenção às competências socioemocionais também tem reflexos no desempenho escolar. 


Start Anglo Bilingual School
Start Anglo Bilingual School - Rede de escolas



sexta-feira, 5 de junho de 2026

Shopping Frei Caneca promove "Dogs & Drinks" com aula de drinks, adoção pet e clima de Dia dos Namorados

'Drinks' também são desenvolvidos para os pets Divulgação


Evento gratuito acontece em 14 de junho, com experiências para tutores e pets e incentivo à adoção responsável

 

O Shopping Frei Caneca prepara uma experiência especial para quem ama pets e quer celebrar o clima de Dia dos Namorados de uma forma diferente. No dia 14 de junho, o empreendimento realiza, em sua primeira edição, o “Dogs & Drinks”, evento gratuito em parceria com a ONG Desabandone, reunindo aula dinâmica de drinks, opções desenvolvidas também para os cães, e uma ação de adoção pet com o conceito “Encontre seu AUmor”.

A programação é dividida em duas sessões, às 15h30 e às 17h, com ingressos gratuitos disponíveis para resgate pela plataforma Sympla, a partir do dia 04 de junho. Enquanto aprendem receitas criativas de drinks em uma experiência diferente, os participantes também podem conhecer pets disponíveis para adoção. 

A iniciativa reforça o posicionamento pet-friendly do shopping e aposta em experiências afetivas e de convivência, conectando entretenimento, relacionamento e conscientização em um único evento!


“Queremos proporcionar uma experiência leve, divertida e cheia de significado para os nossos clientes. O Dogs & Drinks une o universo pet, o clima romântico do Dia dos Namorados e a importância da adoção responsável em um encontro pensado para gerar conexões e momentos especiais”, detalha Luciano Abílio, coordenador de marketing do Shopping Frei Caneca.

Além do evento, o shopping também destaca sua campanha especial de Dia dos Namorados. A cada 350 reais em compras, os clientes ganham um guarda-chuva exclusivo, podendo escolher entre as cores azul .

 

Dogs & Drinks – Shopping Frei Caneca
Data: 14 de junho de 2026
Horários: sessões às 15h30 e às 17h
Ingressos: gratuitos, mediante resgate pela Sympla a partir do dia 4 de junho.

Campanha promocional Dia dos Namorados no Shopping Frei Caneca
Período: de 29 de maio a 14 de junho de 2026
Mecânica: a cada 350 reais em compras, o cliente garante um guarda-chuva, podendo escolher entre a cor azul e branco.

ou branco, válido 1 por CPF e enquanto durarem os estoques.

 

Encontro de "Aumigos" com a raça de cachorrinhos Shih Tzus em clima de Copa e Festa Junina movimenta ABC Paulista

Evento pet friendly reúne tutores e cães da raça, além de cães de diferentes perfis, será realizado no 14 de junho no Outlet Premium Imigrantes

 

O Outlet Premium Imigrantes, em São Bernardo do Campo, prepara uma programação especial para os apaixonados por pets. No dia 14 de junho (domingo), o empreendimento realiza mais uma edição do Encontro de “Aumigos”, desta vez em clima de Festa Junina e torcida, com ambientação temática e atividades voltadas especialmente para tutores e cães da raça Shih Tzu. A ação acontece no Pet Park, a partir das 11h.

Gratuito e aberto ao público, o encontro contará com decoração temática, brincadeiras interativas e dinâmicas pensadas para estimular a socialização entre os cães. O evento também reúne expositores do universo pet, com novidades, produtos e distribuição de brindes ao público.

Embora o destaque seja para os Shih Tzus, cães de todas as raças são bem-vindos, promovendo a integração entre diferentes perfis de pets e seus tutores em um ambiente leve e acolhedor. A proposta é proporcionar um momento de lazer, convivência e troca de experiências, fortalecendo os laços entre pessoas e seus “aumigos”.

Para participar, é necessário realizar inscrição prévia por meio de link, sujeita à disponibilidade de vagas.

O Outlet Premium Imigrantes funciona diariamente, das 9h às 21h, e está localizado na Rodovia dos Imigrantes, com acesso pela saída Km 23 (sentido Litoral) e saída Km 27 (sentido São Paulo).


Serviços:

Evento: Encontro de Shih Tzus – Edição Copa + São João
Data: 14 de junho (domingo)
Horário: das 11h às 14h
Local: Outlet Premium Imigrantes - Rodovia dos Imigrantes, com acesso pela saída KM 23 (sentido Litoral) e saída KM 27 (sentido São Paulo).

 

Exposição Casa Mundo Particular reúne arte e ecologia em experiência imersiva em São Paulo


Idealizado por Stefania Dzwigalska, exposição com curadoria de Lilian Fraiji ocupa a Galeria Apartamento 61, reunindo artistas contemporâneos em torno de discussões sobre ecologia, cidade e novas formas de convivência

 

No Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, discutir sustentabilidade também significa repensar a forma como habitamos o mundo. Em um contexto marcado pelas transformações climáticas, pelo avanço das cidades e pela crescente desconexão entre humanidade e natureza, iniciativas culturais vêm propondo novas formas de refletir sobre convivência, pertencimento e futuro. 

É nesse contexto que surge Casa Mundo Particular, projeto realizado pela produtora Tête-à-Tête que transforma a Galeria Apartamento 61, espaço de diálogo contínuo entre design moderno e contemporâneo em São Paulo, em uma experiência imersiva entre arte, arquitetura e ecologia. Com curadoria de Lilian Fraiji e idealização de Stefania Dzwigalska, a exposição acontece no bairro dos Jardins, reunindo artistas contemporâneos para investigar novas possibilidades de coexistência entre corpo, cidade e meio ambiente. 

“Casa Mundo Particular parte da ideia de que a ecologia não diz respeito apenas à preservação ambiental, mas às formas de relação que estabelecemos entre corpos, territórios, arquitetura e modos de vida. Em um momento de crise climática e esgotamento dos modelos urbanos contemporâneos, pensamos a exposição como um espaço de reconexão e partilha, capaz de borrar fronteiras entre casa, cidade e natureza. A arte nos permite exercitar uma imaginação ecológica, criando novas possibilidades de convivência, cuidado e interdependência entre todas as formas de vida”, explica Lilian Fraiji. 

As obras são inéditas e desenvolvidas especialmente para o espaço, ampliando a discussão proposta pela mostra a partir de diferentes linguagens, materialidades e visões de mundo. Mais do que abordar sustentabilidade como um conceito institucional, Casa Mundo Particular propõe uma reflexão sensível sobre os modos contemporâneos de habitar. A exposição parte da ideia de devolver à casa uma dimensão orgânica, viva e relacional, invertendo simbolicamente a lógica das cidades que historicamente avançam sobre a natureza. 

“Como artista e biólogo, me interessa pensar a ecologia como uma experiência de coexistência e não apenas como um conceito ambiental. A crise ecológica que vivemos hoje também revela uma ruptura nas nossas formas de perceber pertencimento e interdependência com os sistemas naturais. Em Casa Mundo Particular, existe um convite para refletirmos sobre a maneira como ocupamos os espaços e como podemos reconstruir relações mais sensíveis, regenerativas e responsáveis entre matéria, paisagem e vida. A arte tem a capacidade de criar esses deslocamentos de percepção e de ampliar nossa consciência sobre a casa comum que compartilhamos”, acrescenta Vitor Barão, um dos artistas da mostra. 

Ao reunir diferentes trajetórias e sensibilidades, Casa Mundo Particular propõe um reflorestamento simbólico e também concreto como gesto de reconexão entre a humanidade e a natureza. Em sintonia com as discussões do Dia Mundial do Meio Ambiente, o projeto convida o público a refletir sobre formas mais conscientes, coletivas e sustentáveis de ocupar o mundo contemporâneo. 

Serviço

Casa Mundo Particular
Abertura: 03 de junho das 10h às 18h
Exposição: até 30.06 de 2026
Apartamento 61: R. João Moura, 100 - Pinheiros, São Paulo
Funcionamento: De Terça a Domingo das 10h às 18h
Entrada Gratuita


Japan House São Paulo celebra Dia Mundial do Meio Ambiente com programação inspirada na natureza



Em junho, atividades gratuitas promovem reflexões sobre sustentabilidade, bem-estar e a relação entre ser humano e meio ambiente a partir da cultura japonesa

 

No mês em que é celebrado o Dia Mundial do Meio Ambiente, a Japan House São Paulo (JHSP) reúne atividades que convidam o público a refletir sobre suas relações entre natureza, cultura, arte e literatura, em diálogo com as exposições em cartaz. A programação livre e gratuita contempla oficinas, encontros literários, atividades infantis e experiências voltadas para ampliar o contato com saberes do Japão contemporâneo em plena Avenida Paulista.  

A partir da exposição “Imbuídos das forças das florestas do Japão – KIGUMI: revelando a carpintaria por trás da junta de madeira”, em cartaz no segundo andar da instituição, os visitantes podem conhecer mais sobre a tradição japonesa dos encaixes de madeira, técnica de construção e decoração que dispensa o uso de pregos ou parafusos, revelando conhecimentos processuais e filosóficos que atravessam séculos de história, durante as visitas mediadas pelo time do Educativo da JHSP, que acontecem todas às quartas-feiras de junho, nos dias 10, 17, 24, às 15h.  

Já às quintas-feiras do mês (dias 11, 18 e 25), sempre às 15h, o Educativo convida a refletir sobre a estética, a espiritualidade, e o cotidiano japonês a partir de outra exposição em cartaz: “Shiro: uma escala de nuances”, que explora os diferentes significados da cor branca na cultura japonesa a partir de elementos marcantes no país, como a neve, o papel, a seda e o sal.  

Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, a Japan House São Paulo realiza atividades em parceria com a Trovão Tropical como uma forma de mergulhar em reflexões sobre a preservação ambiental. Nos dias 6 e 7 de junho, às 11h e às 15h, serão realizadas as “Oficinas de Nendo Dango: técnica de cultivo para reflorestamento”, em que os participantes aprenderão a técnica japonesa que consiste em envolver sementes em uma mistura de argila. A atividade é inspirada pela técnica japonesa de agricultura conhecida como “bombas de sementes”, utilizada em processos de reflorestamento e recuperação ambiental desde a década de 1970. Para participar, é necessário realizar inscrição prévia pela Bilheteria Express.  

Também nos dias 6 e 7 de junho, às 12h30 e às 16h30, a parceria promove um Ponto de troca de sementes como uma forma de incentivar a circulação de espécies e de conhecimentos ligados ao cultivo e ao cuidado com o meio ambiente. Para participar, os interessados só precisam levar as sementes no local e compartilharem seus conhecimentos sobre as espécies cultivadas.  

Ainda inspirados pela exposição “Shiro: uma escala de nuances”, a JHSP convida as crianças a conhecer mais sobre os múltiplos significados da cor branca na oficina infantil “Composições em Branco”, no dia 14 de junho, às 11h e às 14h. A atividade propõe uma conversa sobre a presença da cor na cultura japonesa e estimula os participantes a criarem composições utilizando diferentes tonalidades de papéis brancos, exercitando a observação, a criatividade e a atenção às sutilezas visuais. Para participar, é necessário realizar inscrição prévia pela Bilheteria Express 

Já para os amantes da literatura japonesa, o Clube de Leitura Japan House São Paulo + Quatro Cinco Um de junho discute sobre a obra vencedora do prêmio Nobel de Literatura de 2017 “Não me abandone jamais”, de Kazuo Ishiguro, no encontro do dia 25, a partir das 19h. Na história, acontecimentos de um internato inglês responsável por cuidar de clones humanos criados para doar órgãos são narrados por Kathy, uma das cuidadoras prestes a encerrar seu período no espaço. Durante o encontro virtual, a diretora cultural da JHSP, Natasha Barzaghi Geenen, o editor da revista literária Quatro Cinco Um, Paulo Werneck, conduzem a conversa sobre perda, solidão e identidade humana a partir de elementos da ficção científica. Para participar do Clube desta edição, é necessário realizar inscrição prévia pela plataforma Sympla. Os participantes podem adquirir a obra com 30% de desconto aplicando o cupom JHSP451JUN26 no site da editora Companhia das Letras 

Encerrando a programação especial de junho, o Ciclo de Mangá promove um encontro presencial para debater um trecho da antologia “Witches”, de Daisuke Igarashi, no dia 27 de junho, às 15h. O encontro terá como foco o conto “Kuarupu”, que se passa na região amazônica e narra a história da xamã Cumari, sua relação com os espíritos da floresta e o conflito contra a invasão e o desmatamento. Para participar do bate-papo presencialmente, é necessária inscrição prévia pela Bilheteria Express.

 

Serviço: 

Japan House São Paulo 
Endereço: Avenida Paulista, 52 – São Paulo, SP 
Horário de funcionamento: terça a sexta, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h 
Entrada gratuita.  
www.japanhousesp.com.br  

Visitas mediadas à exposição 
Imbuídos das forças das florestas do Japão – KIGUMI: revelando a carpintaria por trás da junta de madeira 
Quando: 10, 17 e 24 de junho, às 15h 
Participação livre 

Visitas mediadas à exposição 
Shiro: uma escala de nuances 
Quando: 11, 18 e 25 de junho, às 15h 
Participação livre 

Oficina “Nendo Dango: técnica de cultivo para reflorestamento” 
Quando: 6 e 7 de junho, às 11h e 15h 
Duração: 90 minutos 
Participação mediante inscrição na Bilheteria Express

Ponto de troca de sementes 
Quando: 6 e 7 de junho, às 12h30 e 16h30 
Duração: 30 minutos 
Participação livre 

Oficina infantil “Composições em branco” 
Quando: 14 de junho, às 11h e 14h 
Duração: 60 minutos 
Participação mediante inscrição na Bilheteria Express 

Clube de Leitura Japan House São Paulo + Quatro Cinco Um (online) 
“Não me abandone jamais”, de Kazuo Ishiguro 
Quando: 25 de junho, às 19h 
Duração: 90 minutos 
Participação mediante inscrição prévia via Sympla 

Ciclo de Mangá 
“Witches”, de Daisuke Igarashi 
Quando: 27 de junho, às 15h 
Duração: 90 minutos 
Participação mediante inscrição na Bilheteria Express 

 

Japan House São Paulo 
Site: https://www.japanhousesp.com.br 
Instagram: https://www.instagram.com/japanhousesp 
YouTube: https://www.youtube.com/japanhousesp  
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LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/japanhousesp  

 

Exposição inédita Território de passagem leva ao MIS a primeira individual de Ruchita em São Paulo



Com curadoria de Brunno Almeida Maia e direção de arte e expografia de Leandro Leão, a mostra reúne videoartes e séries fotográficas, além de ativações e o lançamento de um livro da artista multimídia curitibana

 

Nascida em Curitiba e radicada em Florianópolis, a artista multimídia Ruchita inaugura, no dia 11 de julho de 2026, sábado, das 10h às 14h, no Museu da Imagem e do Som, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo,a exposição Território de passagem – sua primeira individual na capital paulista. Com visitação gratuita até 24 de agosto, a mostra, que inclui o lançamento do livro Todo momento de achar é um perder-se a si própria e uma série de ativações, foi concebida especialmente para o MIS e apresenta oito obras produzidas entre 2017 e 2025. São videoartes e séries fotográficas que investigam as relações entre corpo, tempo e memória.

 

Com curadoria de Brunno Almeida Maia e direção de arte e expografia de Leandro Leão, a individual reafirma a proposta de levar ao público a linguagem da videoarte, articulando elementos performáticos, audiovisuais e fotográficos em uma proposta imersiva e não linear. A exposição inédita estabelece, ainda, um diálogo direto com o acervo de videoarte do MIS, referência nacional e na América Latina, com mais de 5 mil títulos produzidos e catalogados desde os anos 1970. Ao inserir a produção de Ruchita nesse contexto histórico, Território de passagem aproxima a pesquisa e a produção da artista a uma tradição experimental marcada por nomes como Walter Zanini, Letícia Parente, Hélio Oiticica, Lygia Pape e Arthur Omar.

 

Partindo de experiências pessoais traduzidas em performances para a câmera, Ruchita coloca seu próprio corpo como campo de experimentação artística e desenvolve trabalhos em fotografia, instalação e vídeo que evidenciam a transitoriedade entre retrato e autorretrato. Em Território de passagem, suas investigações são atravessadas por questões existenciais, psicológicas e simbólicas, articulando aspectos íntimos e coletivos da experiência humana.

 

Estruturada a partir de dois eixos curatoriais – O Corpo Inacabado e O Corpo é Tempo –, a exposição reúne obras que abordam temas como vulnerabilidade, transcendência, repetição, impermanência e dissolução. No primeiro eixo, a série Não sou finito (2018) documenta a ação performática de uma videoinstalação em duas telas que flagra o corpo da artista amarrado a uma árvore – representando amarras sociais e mentais – e a tentativa de alcançar o infinito puxando uma corda suspensa, gesto repetitivo que aproxima o corpo do intangível.

 

Já a série inédita Alternar-se (2025/2026) mergulha na experiência de convívio diário da artista com o diabetes. Utilizando mel e sangue como metáforas, Ruchita compõe um ensaio visual e sonoro que explora os altos e baixos de seu cotidiano. Em Limiares, a artista escreve com sangue sobre espelho um gráfico de oscilações de taxas de glicemia; em Compasso, um lenço vermelho traduz essa inconstância; em Abismo, o reflexo em uma poça de mel evoca uma dor corporalizada; em Um corpo que me rodeia, o mel escorre pelo corpo de Ruchita, evidenciando movimentos que escapam de nosso controle e nos atravessam.

 

Alternar-se nasce de algo que atravessa meu corpo, minhas emoções e minha rotina. Senti que era importante falar sobre esse tema porque os números seguem crescendo. Hoje, mais de 16 milhões de pessoas convivem com diabetes no Brasil e quase 600 milhões de pessoas no mundo. Então, essa obra funciona também como um convite para a observação do corpo e do cuidado cotidiano”, propõe Ruchita. 

 

As 23 fotografias de Des-continuum – registros de sangue e mel sobre papel, expostas sem moldura – rompem limites físicos e simbólicos. A obra Um estado claro de ambiguidade (2017-2018) completa o primeiro eixo da exposição. Nela, 12 pessoas têm a visão obliterada por um espelho que reflete os olhos da artista. Ao lado da tela de exibição do vídeo, um autoretrato impresso de Ruchita é fixado diretamente sobre a parede, contendo o mesmo pedaço de espelho colado que sobrepõe seu olhar. Assim, os olhos do espectador estarão refletidos no lugar dos olhos da artista – uma reflexão sobre retrato, autorretrato, alteridade e um convite a se conectar à experiência do outro.


No segundo eixo, O Corpo é Tempo, a série Face à impermanência investiga duração e efemeridade em diálogo com a cultura japonesa do Wabi-Sabi (que defende que nada é acabado, permanente ou perfeito). O tríptico é composto de duas obras audiovisuais e uma instalação fotográfica. Em Esse movimento perpétuo (2018), uma videoinstalação registrada na praia de Naoshima e projetada sobre areia real depositada no chão exibe a imagem da artista, que surge e desaparece em sintonia com algas que se decompõem, simbolizando a fusão do indivíduo na natureza e o ciclo eterno de decomposição e reintegração. Já em Estar sem estar (2018), Ruchita permanece imóvel por horas no cruzamento de Shibuya, em Tóquio, enquanto a multidão passa em ritmo frenético – projetado em loop, o vídeo, de 8’09” e dimensões variáveis, foi filmado em câmera lenta para acentuar o paradoxo entre contemplação zen e velocidade urbana, um choque que também ecoa no cotidiano da metrópole paulistana.

 

Trajetos livres de visitação


A expografia de Território de passagem foi concebida para evitar percursos lineares e estimular diferentes possibilidades de circulação do público. A partir de um prisma central e de planos inclinados que redesenham a espacialidade da Sala Maureen Bisilliat, o projeto assinado por Leandro Leão propõe uma experiência de deriva, aproximando corpo, imagem, som e arquitetura. Ao invés de uma sequência fixa de leitura, a exposição convida o visitante a construir seu próprio trajeto.

 

“A seleção das obras foi construída de forma muito cuidadosa para que diferentes períodos da produção da Ruchita dialogassem entre si dentro dos eixos da mostra”, afirma Almeida Maia. “A própria expografia procura traduzir isso espacialmente, criando relações entre vídeo, fotografia, arquitetura e deslocamento. A mostra também é marcada por atravessamentos de território e de gênero. No contexto institucional, a videoarte brasileira foi historicamente associada a uma produção masculina e concentrada entre Rio de Janeiro e São Paulo. Inserir uma artista mulher, vinda de fora desse eixo, é reconhecer e dar visibilidade a transformações importantes na arte contemporânea brasileira”, conclui o curador.

 

Além da exposição, Território de passagem contará com uma programação de ativações que inclui um bate-papo sobre videoarte contemporânea com Ruchita, o curador Brunno Almeida Maia e a videoartista e pesquisadora Márcia Beatriz Granero. O programa contempla ainda: visitas mediadas; oficina de experimentações em videoarte; ações de registro audiovisual para o acervo institucional do MIS; e o lançamento de Todo momento de achar é um perder-se a si própria, livro que compila a produção da artista entre 2017 e 2025. 

 

 

SERVIÇO:

Exposição Território de passagem – Ruchita

Local: Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS) – Espaço Maureen Bisilliat

Endereço: Avenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo

Data: de 11 de julho a 24 de agosto de 2026

Visitação gratuita: terças a sextas, 10h às 19h; sábados, 10h às 20h; domingos e feriados, 10h às 18h. Ativações gratuitas (sujeitas a lotação): visita mediada (20.8, 19h30); bate-papo (21.8, 19h30); oficina de experimentação em videoarte (22.8, 10h).

 

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