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terça-feira, 18 de março de 2025

Da bandeira tarifária à tarifa de energia: estudo mostra os valores que confundem os brasileiros na conta de luz

iStock
8 em cada 10 respondentes leem, mas metade não compreendem a cobrança de energia elétrica, de acordo com o novo estudo da Bulbe Energia

 

Com o recente aumento nas tarifas de energia elétrica, que, segundo o IBGE, tem pressionado o bolso dos consumidores, muitos não compreendem a variação de valores na fatura. Embora 8 em cada 10 consumidores leiam a conta de luz todo mês, metade tem dificuldades para entendê-la. É o que revela um estudo da Bulbe Energia, que aponta que, mesmo com o esforço para interpretar as informações, muitos não conseguem identificar o que realmente afeta o valor final, como as tarifas de consumo e as bandeiras tarifárias.

 

A pesquisa, realizada com centenas de brasileiros de todas as regiões do país, teve como objetivo  identificar como a população lê e compreende a própria fatura de energia, os tributos por trás das maiores dúvidas e as diferentes formas de se acompanhar tais gastos. Os resultados apontam que, apesar da leitura ser comum para a maioria da população, 34% dos respondentes não sabem explicar o motivo quando recebem um valor mais alto do que o esperado — um reflexo da dificuldade em compreender os impostos e tarifas que incidem sobre a cobrança. 

 

As dúvidas da Conta de Luz

 

Entre os itens que mais geram questionamentos, de forma geral, a principal dificuldade está na diferença entre o consumo de energia e o valor cobrado, de acordo com 48% dos respondentes. Essa relação, como explica a empresa por trás do estudo, envolve a Tarifa de Energia (TE), que mede, em quilowatt-hora (kWh), a geração de eletricidade pelas usinas e seu uso nas residências. Além disso, há a Tarifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD), referente ao transporte dessa energia até os consumidores.

 

Outro ponto de dúvida para 41% dos entrevistados é a bandeira tarifária, acionada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Diferentemente das anteriores, ela que indica aos consumidores quando há custos adicionais na geração de energia elétrica, seja em decorrência da falta de chuvas, o custo do combustível ou, ainda, períodos de alta demanda energética por parte da população.

 

Impostos e taxas adicionais também geram confusão: 40% dos consumidores relataram, por exemplo, dificuldade em entender cobranças como ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), já que a energia é considerada um produto; CIP municipal (Contribuição de Iluminação Pública); PIS (Programa de Integração Social); e COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), que impactam diretamente o valor final da fatura.


 


 

Nesse sentido, aliás, é importante se lembrar de que o valor da conta de luz varia de estado para estado, tornando o entendimento da fatura específico dependendo da região, segundo André Mendonça, Diretor de Operações da Bulbe Energia.

 

“Embora certas dúvidas sobre a contam de luz sejam gerais, vale destacar que as tarifas de energia elétrica no Brasil variam entre os estados, com custos de geração, distribuição e tributos locais particulares”, explica. “Recentemente, o Pará se destacou com a tarifa mais alta do país, enquanto estados como Santa Catarina apresentaram valores mais baixos, segundo a ANEEL. Essas disparidades refletem a complexidade do setor, onde fatores internos impactam diretamente o valor pago pelos consumidores, bem como a forma de se analisar a conta de luz”, explica Mendonça.

 

 

Como os brasileiros acompanham os gastos?

 

Diante da complexidade das informações na fatura, hoje, a grande maioria dos ouvidos na pesquisa acompanham os gastos com energia elétrica comparando faturas anteriores com a atual — mesmo que apenas atentos ao valor final pago todos os meses.

 

Para se ter uma ideia, apenas 6% dos respondentes acompanham notícias e explicações na TV, rádio ou redes sociais sobre a conta de luz.  Um número um pouco maior, porém ainda modesto, recorre a fontes mais técnicas: 10% consultam gráficos no site da concessionária, enquanto 5,6% utilizam aplicativos que monitoram o consumo em tempo real. Embora existam ferramentas disponíveis para um acompanhamento mais preciso, a adesão a elas ainda é incipiente.

 

Por sua vez, a interação direta com as concessionárias de energia é ainda menos comum: somente 1,6% procuram tirar dúvidas diretamente, seja online ou presencialmente. Ou seja, no total, apenas 24% dos brasileiros ouvidos vão atrás de explicações sobre os valores, tarifas e impostos que constam na fatura mensal. Cenário que leva consumidores a repensar modelos de fatura e optar por formatos mais claros, com melhor visualização de taxas e descontos.

 


Para Mendonça, é cada vez mais essencial ampliar o acesso à informação e promover a conscientização sobre o consumo de energia, fortalecendo o entendimento e o engajamento dos consumidores com o setor elétrico.

“Os dados da pesquisa mostram claramente que há uma grande lacuna entre as informações técnicas da fatura de energia e a capacidade do consumidor de interpretá-las de forma adequada", reflete. "Tornar mais acessíveis certos detalhes e valores contidos nas contas é um passo crucial para garantir o uso mais eficiente da energia, reduzir gastos ao longo do tempo e até mesmo identificar possíveis erros ou cobranças indevidas", conclui André Mendonça.

 

 

Metodologia


Público: foram entrevistados 500 brasileiros de todos os estados do país, incluindo mulheres e homens, com idade a partir dos 18 anos e de todas as classes sociais.
Coleta: os dados do estudo foram levantados via plataforma de pesquisas online.
Data de coleta: realizada no dia 28 de fevereiro de 2025.

 

 

 

 

Bulbe Energia

Segurança e observabilidade na era da nuvem: garantindo performance e proteção no mundo digital

A busca por inovação e eficiência é um dos objetivos empresariais para escalar e transformar negócios. As infraestruturas de TI na nuvem, que têm se tornado cada vez mais relevantes no universo corporativo, são um grande passo para aprimorar as operações para mais produtividade, agilidade e economia. Vivemos na era em que a nuvem garante performance, escalabilidade e flexibilidade nos ambientes modernos de tecnologia das organizações. Mas, como garantir performance atendida em milissegundos sem um dos pilares centrais: a segurança?  

A observabilidade, que significa a medição e monitoramento contínuo de métricas, traces e logs; e a segurança (proteção de sistemas e dados contra ataques cibernéticos) convergem para tornar o monitoramento dos ambientes de TI eficiente e mitigar qualquer ameaça. Em um cenário no qual riscos e vulnerabilidades aumentam, é essencial agir de forma preventiva. A observabilidade vai além do simples monitoramento, proporcionando uma visão clara e detalhada das operações de TI, permitindo uma abordagem proativa na resolução de problemas e melhoria contínua da experiência do cliente.  A sinergia das duas disciplinas é vital para todas as empresas que utilizam multicloud: observabilidade trabalha na performance das aplicações e a segurança olha de forma isolada os perímetros dos ambientes.

A pesquisa Enterprise Cloud Index – ECI (Índice de Nuvem Empresarial) mostra que 90% dos entrevistados brasileiros estão adotando uma abordagem “cloud-smart” para sua estratégia de infraestrutura. O ECI também identificou em seu relatório o aumento dos investimentos em segurança, com 86% dos entrevistados brasileiros destinando recursos para soluções de prevenção de ransomware

A necessidade do gerenciamento em performance e em segurança, com a migração de aplicações para ambientes multicloud e híbridos, levantou uma questão: o quanto as empresas brasileiras têm dificuldades na automação e integração entre tecnologia, pessoas e processos. Outro dado do ECI revela que 64% das corporações no país enfrentam desafios para gerenciar dados, e muitas vezes, isso está relacionado à segurança.

Quando falamos em exposição na nuvem, os números são alarmantes: de acordo com pesquisa da Tenable, 78% dos líderes em segurança apontam a nuvem como a maior área de risco e vulnerabilidade. E as ocorrências só aumentam: o Relatório Global de Segurança na Nuvem de 2024, da Check Point Software, apontou um crescimento de incidentes de segurança pela exposição na cloud de 154% no último ano. Observamos com esses dados que existe uma preocupação gigantesca das organizações.

Essas dificuldades para mapear relacionamentos entre aplicativos e infraestrutura nos mostram o quanto as empresas estão expostas a riscos evitáveis, e até, por falta de estratégias claras em segurança e observabilidade. Assim como é preciso conhecer o que é necessário proteger, como camadas de aplicações e serviços que estão rodando, é possível detectar ameaças em tempo real, otimizar custos de nuvem e estar em conformidade com normas regulatórias.

Hoje, já há soluções inteligentes de observabilidade e segurança que fazem correlação entre incidentes de performance e de segurança para mandar alertas e notificações por meio de IA e machine learning, com o objetivo de mitigar riscos para as empresas em suas jornadas. A primeira é a detecção precoce: o monitoramento contínuo de todo os componentes que fazem parte de uma arquitetura de aplicação, seja código, infraestrutura, logs, processo de esteira de CI (integração contínua) e CD (desenvolvimento contínuo), no caso algum incidente, sua identificação será muito mais rápida do que chegar a afetar o cliente e causar prejuízo ao negócio; o segundo ponto é ter uma resposta ágil, pois, não adianta receber um alerta por meio de uma ferramenta detalhada sobre o incidente e qual aplicação está sendo impactada se não houver um processo definido sobre como atuar em cima desses riscos. E o terceiro ponto é a correção rápida: a partir do momento que uma vulnerabilidade ou ataque são detectados, corrigir aplicando as melhores práticas o mais rápido possível é essencial para manter os ambientes menos expostos.

Em algumas etapas é possível convergir segurança e observabilidade de forma mais prática. Em observabilidade, no monitoramento de infraestrutura, a segurança pode se beneficiar de métricas que já estão dentro de um ambiente; nas aplicações (APM), com o rastreio da aplicação, o RASP e o SAST utilizam informações que já estão sendo coletadas pelas ferramentas de observabilidade. Este módulo está evoluindo, pois investiga o fluxo e faz o bloqueio de ataque em tempo real através do monitoramento dos traces. Outra etapa é ter insights por meio do Log Management. Todos os registros que acontecem dentro da aplicação, como logins e acesso ao servidor, que são coletados por meio da observabilidade, podem preencher o SIEM (abordagem de segurança cibernética que analisa e correlaciona eventos para identificar possíveis ameaças de várias fontes em tempo real), além de ajudar a saber sobre compliance com os principais requisitos do mercado e conformidade na auditoria. Em CI e CD Monitoring, esteira de desenvolvimento de uma aplicação, a segurança ajuda nas melhores práticas de codificação, detecção de alguma vulnerabilidade conhecida, além de SAST.

Hoje, como o mundo está se adaptando rapidamente às inovações e muitas organizações, com a transformação digital, têm experimentado um crescimento acelerado, a tecnologia deve escalar junto para acompanhar a onda ascendente do negócio. A unificação da observabilidade e da segurança já está moldando o presente. Portanto, as empresas que adotarem performance e proteção estarão preparadas para o futuro que acontece agora. Observabilidade e segurança são fundamentais para o sucesso de qualquer organização. Mais do que tendências, são pilares do sucesso digital.

 

Plinio Moreira - gerente de Observabilidade da Delfia, curadoria de jornadas digitais.



Empoderada, será? Mitos e verdades sobre o empoderamento feminino

 Canvas 

Marciele Scarton
, autora do best seller “O Grande Poder” e mentora em desenvolvimento feminino, lista o que é mito e o que é verdade sobre o empoderamento feminino, e sua importância na sociedade atual

O empoderamento feminino tem sido um dos temas mais discutidos nos últimos anos, impulsionado por movimentos sociais, avanços legislativos e mudanças culturais que buscam garantir maior igualdade de gênero. No Brasil, essa realidade se reflete em diversos setores, como o mercado de trabalho e o empreendedorismo. 

De acordo com a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), as mulheres representam quase metade (46%) dos empreendedores em estágio inicial no país, evidenciando sua crescente participação econômica e autonomia financeira. No entanto, muitos mitos ainda cercam o conceito de empoderamento feminino, gerando equívocos e desafios para seu pleno entendimento e aplicação na sociedade. 

“Embora hoje se fale muito a respeito do empoderamento feminino, ainda há muita confusão e interpretações errôneas do que é, de fato, esse movimento, e como as mulheres podem colocá-lo em prática no cotidiano”, resume Marciele Scarton, autora do best-seller "O Grande Poder: Acesse sua força feminina para alcançar tudo o que deseja". 

Pensando nisso, a autora listou alguns mitos e verdades:
 

Mito 1: Empoderamento feminino é apenas sobre igualdade de gênero no trabalho  

Embora a igualdade profissional seja uma dimensão essencial, o empoderamento feminino vai além disso. Ele inclui autonomia pessoal, liberdade de escolha e a valorização da identidade feminina em todas as esferas da vida. 

Marciele Scarton ressalta: "Empoderamento não deve ser confundido com conquista de cargos, diz respeito à apropriação pela mulher de seu poder interno. Somente a partir dessa conquista ela adquire fortalecimento para ocupar com convicção os postos que ela desejar, seja pessoal, seja profissionalmente. É ser, primeiramente, líder de si mesma, vivendo de acordo com seus valores e suas próprias escolhas e decisões. É a expressão da força feminina, da potencialidade e dos diferenciais da mulher”.
 

Verdade 1: Empoderamento feminino envolve autoconhecimento e valorização da essência feminina 

Para que uma mulher alcance seu pleno potencial, é fundamental que ela reconheça e celebre sua própria essência. Esse processo de autoconhecimento e auto aceitação é um dos pilares do empoderamento feminino.

"Descobrir e celebrar o grande poder da sua essência feminina é o primeiro passo para se tornar a mulher que você deseja – e merece – ser", afirma Marciele.
 

Mito 2: Empoderamento feminino é restrito a mulheres jovens e urbanas  

Há uma ideia equivocada de que apenas mulheres jovens, de grandes centros urbanos, podem se empoderar. No entanto, essa força está presente em mulheres de todas as idades e contextos sociais. 

Em seu livro, Marciele compartilha a história de Isolda, uma viticultora de 65 anos que superou barreiras impostas pela sociedade e manteve vivos seus sonhos e aspirações.
 

Verdade 2: Empoderamento feminino é um processo acessível a todas as mulheres  

Independentemente da fase da vida ou contexto social, toda mulher pode iniciar sua jornada de empoderamento. Esse processo não tem idade ou local certo para começar. 

Marciele reforça: "Hoje temos o direito de levar uma vida mais justa, equilibrada e bem-resolvida com quem verdadeiramente desejamos ser".
 

Mito 3: Empoderamento feminino é percebido na aparência da mulher 

A partir das décadas de 1960 e 1970, durante a entrada com mais ênfase no mercado de trabalho da mulher de classe média, o terninho, que era visto como símbolo de poder e autoridade, uma vez que era vestimenta exclusiva dos homens, foi aderido pelas mulheres como um cartão de acesso a locais ocupados por eles. Naquele momento histórico-cultural, a vestimenta foi emblemática, hoje não podemos admitir a associação de empoderamento a aspectos superficiais. “Tudo o que estampamos, se não for condizente com nosso interior, é um castelo de areia. Impossível de se sustentar”, enfatiza a especialista.
 

Verdade 3: Empoderamento feminino nada tem a ver com modelar atitudes masculinas 

Muitas mulheres suprimem a sua feminilidade, assumindo posturas, atitudes, falas e comportamentos mais parecidos com os dos homens, acreditando que somente assim serão valorizadas. “Precisamos combater esse machismo enraizado fazendo, justamente, o contrário: enaltecer nossas características essencialmente femininas, porque quando deixamos de lado nosso grande diferencial, muito se perde”, incentiva Marciele.
 

Mito 4: Empoderamento feminino significa competir com os homens  

Empoderamento não é sobre rivalidade, mas sobre garantir que as mulheres tenham as mesmas oportunidades de crescimento e expressão. A ideia de que empoderar mulheres significa diminuir os homens é um mito que precisa ser desconstruído.
 

Verdade 4: Empoderamento feminino promove a colaboração e o fortalecimento de redes de apoio 

A troca de experiências e o apoio entre mulheres são essenciais para fortalecer essa caminhada. Criar redes de suporte mútuo é uma forma poderosa de ampliar o impacto do empoderamento feminino. 

"Mulheres conectadas umas com as outras alcançam feitos extraordinários", destaca a autora. 

Desmistificar o empoderamento feminino é essencial para que cada vez mais mulheres possam exercer plenamente seu potencial. “Ao compreender as verdades por trás desse conceito, a sociedade avança rumo a um futuro mais igualitário, onde todas as mulheres possam viver de acordo com suas próprias definições de sucesso e felicidade”, finaliza a especlialista.
 

Marciele Scarton - jornalista, escritora e palestrante natural de Bento Gonçalves (RS). Com uma carreira dedicada ao desenvolvimento pessoal e à liderança feminina, lançou seu primeiro livro, Mulheres do Interior, em 2013, quando percebeu seu potencial para inspirar outras mulheres. Desde então, tem se destacado por abordar o paradoxo da felicidade feminina e as pressões modernas sobre as mulheres. Sua obra mais recente, O Grande Poder: Acesse Sua Força Feminina para Alcançar Tudo o Que Deseja, apresenta uma metodologia prática baseada em sete passos fundamentais para desbloquear o poder feminino.



Veja os golpes mais comuns envolvendo empréstimos e como evitá-los

Informação e atenção ainda são as maiores armas contra fraudes; conhecer os métodos e prevenir-se é essencial, aponta especialista

 

Com a expansão das instituições financeiras especializadas em crédito pessoal, o acesso a essa modalidade de empréstimo se tornou facilitado, atendendo a uma demanda que, antigamente, era negligenciada por bancos tradicionais. Porém, com a maior oferta do mercado, surgem também aqueles que se aproveitam da fragilidade financeira alheia para elaborar e executar golpes. Estar bem informado sobre as medidas de segurança e manter a atenção no contato digital é essencial para evitar se tornar mais uma vítima de fraude.

 

Muitas vezes, estes golpes são bem planejados, utilizando estratégias que enganam até mesmo os consumidores mais atentos. Além das perdas financeiras diretas, as vítimas podem ter seus dados pessoais comprometidos, o que pode resultar em fraudes adicionais, como a contratação indevida de serviços e compras. Segundo o último levantamento realizado pelo Serasa Experian, 42% dos brasileiros já foram vítimas de fraudes financeiras no país.

 

“Os criminosos estão cada vez mais sofisticados em suas abordagens. Muitas vezes, utilizam nomes de empresas renomadas e criam páginas falsas idênticas às originais. Por isso, é fundamental que os consumidores verifiquem a procedência das ofertas junto às suas instituições de confiança antes de fornecer qualquer dado pessoal ou efetuar pagamentos”, alerta Ana Paula Oliveira, executiva de negócios da Simplic, fintech de crédito pessoal online.

 

Para minimizar riscos, é importante entender como esses golpes funcionam, saber identificá-los e agir preventivamente para proteger suas finanças. Para isso, Ana elencou as modalidades mais comuns de fraude e como fugir delas. Confira!


 

Taxa antecipada

 

O golpe: O fraudador informa que há um empréstimo aprovado em nome da vítima e exige o pagamento antecipado para liberar o valor do crédito, justificando serem taxas administrativas, seguros obrigatórios ou cópias de documentos. Após o pagamento, o dinheiro do empréstimo nunca é liberado. 

 

Como se proteger: A orientação geral é nunca pagar taxas antecipadas. Nenhuma instituição financeira confiável solicita pagamentos antes da liberação do crédito. Não pague nada antes de fechar o contrato e receber o valor na sua conta.


 

Empréstimo falso em nome de instituições conhecidas

 

O golpe: Criminosos criam sites falsos e perfis nas redes sociais se passando por bancos e instituições financeiras legítimas. Eles fazem campanhas com abordagem pessoal, enviando mensagens diretamente às vítimas, atraindo-as com ofertas irresistíveis. Ao receberem os dados pessoais, somem sem deixar rastros.

 

Como se proteger: Confira sempre os canais oficiais, disponíveis nos sites verificados. Evite clicar em links enviados por desconhecidos. Isso ajuda a garantir que você está falando com um representante autorizado oficial e receberá ofertas reais de crédito. Se você não conhece a instituição, verifique se ela está registrada no Banco Central e consulte reclamações em sites como o Reclame Aqui.


 

Golpe do WhatsApp e redes sociais

 

O golpe: O fraudador se passa por uma financeira legítima e faz contato pelo WhatsApp ou por meio de outras redes sociais, oferecendo condições vantajosas. O cliente fornece seus dados e acaba caindo em um golpe.

 

Como se proteger: Se as condições parecem boas demais para serem de verdade, desconfie. Promoções especiais podem existir, mas é importante confirmar sua veracidade quando algo lhe é oferecido sem que você o procure.


 

Uso indevido de dados pessoais

 

O golpe: O criminoso obtém informações pessoais da vítima e, sem seu conhecimento, contrata empréstimos em seu nome, causando sérios danos financeiros. 

 

Como se proteger: Cuide bem de seus dados pessoais. Nunca forneça informações sensíveis por telefone, redes sociais ou e-mails não verificados. Isso vale para seu nome completo, endereço de residência, e-mail, documentos como RG ou CPF, conta bancária ou nome dos seus pais.

 

“Se você suspeitar de um golpe, denuncie imediatamente. Faça um boletim de ocorrência na polícia, registre a queixa no Procon e no Reclame Aqui. A informação é a melhor aliada na prevenção de fraudes, e adotar boas práticas de segurança pode evitar grandes prejuízos para você e sua família”, orienta Ana.

 



Simplic
https://www.simplic.com.br/


Quais estratégias as empresas podem adotar para tornar o ambiente de trabalho seguro para mulheres?


Quase metade das brasileiras se preocupam com a própria segurança no trabalho

 

 

A segurança das mulheres no ambiente corporativo continua um desafio global. A quarta edição do relatório Women @ Work, da consultoria Deloitte, revelou que 49% das brasileiras sentem preocupação com sua segurança no trabalho. Entre elas, 25% afirmam já ter lidado com clientes que as assediaram ou se comportaram de uma forma que as deixaram desconfortáveis. O cenário evidencia a necessidade de ações efetivas por parte das empresas para enfrentar o problema. 

 

Situações de assédio, falta de políticas de proteção e a ausência de um ambiente verdadeiramente inclusivo ainda são barreiras que impedem muitas profissionais de se sentirem seguras e valorizadas. Segundo Rennan Vilar, diretor de Pessoas e Cultura do Grupo TODOS Internacional, a construção de um ambiente seguro para as mulheres vai muito além de medidas superficiais, exigindo o comprometimento real das empresas com políticas estruturadas e uma cultura organizacional voltada à diversidade e à equidade de gênero.

 

"A segurança das colaboradoras não deve ser tratada como um tema secundário, mas sim como um princípio essencial para qualquer organização que valorize a ética, a diversidade e o bem-estar de seus funcionários", enfatiza Vilar.

 

O executivo ainda chama atenção para o movimento de grandes empresas que estão descontinuando seus programas de diversidade, equidade e inclusão (DEI). “Isso me preocupa por dois motivos principais. Primeiro, porque mostra uma falta de honestidade ao tratar políticas de DEI apenas como discurso de mercado, já que, na primeira oportunidade, algumas marcas preferem se desfazer dessas iniciativas”, afirma. “E segundo, porque como vamos mudar a realidade para as mulheres e outros grupos historicamente prejudicados no mundo corporativo se estamos desmontando essas políticas?”, questiona.

 

Liderança feminina e impacto na cultura corporativa


Para Paula Lisboa, gerente de Pessoas e Cultura do Grupo TODOS Internacional, o compromisso com a equidade para as mulheres precisa fazer parte da cultura organizacional das empresas, saindo, assim, do lugar de meta secundária para se tornar um objetivo para o negócio. Lisboa comenta, inclusive, que a representatividade das mulheres na alta gestão influencia diretamente na construção de um ambiente seguro.

 

"Empresas com maior diversidade em posições estratégicas tendem a implementar políticas mais eficazes para a proteção e valorização das mulheres", afirma. No entanto, essa ainda é uma realidade distante para muitas trabalhadoras no Brasil, visto que na pesquisa realizada pela Deloitte, por exemplo, em relação aos cargos das brasileiras participantes, 50% eram de nível não gerencial, 25% gerencial, 15% gerencial sênior e 10% c-level. O recorte mostra que a participação feminina diminui quanto mais alta a hierarquia e o poder de decisão. 

 

Sendo assim, a segurança delas no trabalho depende diretamente de diretrizes institucionais robustas, passando por uma cultura organizacional pautada em DEI, e de canais de denúncia eficazes, com a criação de um código de conduta claro e amplamente divulgado. "Organizações comprometidas com a segurança devem estabelecer regras rígidas contra assédio e violência, garantindo processos de apuração rigorosos e mecanismos de proteção às vítimas", ressalta Lisboa.

 

De acordo com a profissional, a implementação de canais de denúncia anônimos é um fator crítico para encorajar as colaboradoras a relatarem situações de assédio sem receio de retaliações. "Mais do que disponibilizar um canal, é preciso que ele funcione de forma eficiente, com garantia de confidencialidade, acolhimento adequado e ações corretivas concretas", acrescenta Lisboa.

 

Treinamentos e ações preventivas


A prevenção é a base para a construção de um ambiente laboral mais seguro. A realização de treinamentos regulares para funcionários e lideranças sobre assédio e violência de gênero deve ser encarada como um compromisso regular e não apenas em datas comemorativas como o 8 de março. "A conscientização e a educação corporativa são fundamentais para transformar a cultura organizacional. Os treinamentos não devem se restringir ao tema da identificação e combate ao assédio, mas ir além, debatendo a promoção de um ambiente respeitoso e inclusivo", reforça Vilar.

 

Além disso, é essencial que a empresa adote medidas preventivas, como a criação de protocolos específicos para lidar com denúncias, estabelecimento de comitês de diversidade e inclusão, e políticas que incentivem a equidade de gênero nos mais diversos níveis hierárquicos.

 

Monitoramento e percepção da segurança


Na busca por um ambiente de trabalho que garanta a segurança e o bem-estar das colaboradoras, Vilar destaca que as companhias devem adotar mecanismos eficazes de monitoramento e avaliação da percepção de segurança no ambiente de trabalho. "A implementação de pesquisas internas periódicas, associadas a indicadores quantitativos e qualitativos, permite um diagnóstico mais preciso da realidade enfrentada pelas mulheres dentro das organizações".

 

Além disso, métricas como o número de denúncias registradas, auditorias sobre o cumprimento de normas de segurança e avaliações anônimas de satisfação podem fornecer informações sobre a eficácia das políticas adotadas e os pontos de melhoria necessários.

 

Ações imediatas diante de denúncias


Diante de uma denúncia de assédio ou violência, a resposta da empresa tem um papel decisivo que pode incentivar ou coibir futuras queixas. "É fundamental garantir a integridade e a privacidade da vítima, conduzindo investigações rigorosas e assegurando que medidas corretivas sejam adotadas de maneira justa e eficaz", explica Vilar.


A adoção de protocolos bem definidos, aliados a um comitê independente de apuração de casos, pode contribuir significativamente para evitar impunidade e fortalecer a confiança das colaboradoras na empresa.

 

Desafios e oportunidades para o futuro 

Para Vilar, apesar dos avanços na conscientização sobre a segurança das mulheres no ambiente de trabalho, ainda há desafios significativos a serem superados. "A mudança estrutural exige um esforço contínuo e comprometido das companhias. Políticas bem formuladas, processos transparentes e um compromisso genuíno com a equidade de gênero são fundamentais para garantir um ambiente profissional seguro e respeitoso", conclui Vilar.


São Paulo é o terceiro posto diplomático dos EUA que mais emitiu vistos em 2024

Consulado da capital paulista fica à frente de cidades como Bogotá, Nova Delhi, Buenos Aires e Pequim

 

O consulado dos Estados Unidos em São Paulo foi o terceiro posto diplomático americano que mais emitiu vistos em todo o mundo em 2024. Com mais de 568 mil emissões no período, ficou atrás apenas do consulado de Monterrey (703 mil vistos), no México, e da embaixada na capital mexicana (635 mil vistos). Os dados são de um levantamento anual realizado pela Viva América – consultoria imigratória especializada em serviços para quem quer estudar, trabalhar ou morar nos EUA.

 

O consulado do Rio de Janeiro ficou na 16ª colocação, seguido pela embaixada de Brasília (20ª) e pelos consulados de Porto Alegre (25ª) e Recife (31ª).

 

Atualmente a fila  de espera para conseguir uma entrevista de visto B1/B2 (negócios e turismo) no  consulado de São Paulo é de 31 dias. Esse tempo chega a 28 dias no Rio de Janeiro, 24 dias em Porto Alegre, 22 dias em Brasília e 2 dias em Recife.

 

"O consulado de São Paulo tem um papel crucial no cenário global de emissão de vistos americanos, liderando o ranking mundial em alguns meses do ano e superando postos diplomáticos de países com fluxos migratórios intensos. Vale destacar também a posição do consulado de Porto Alegre, que teve suas operações afetadas em razão  das enchentes no Rio Grande do Sul no primeiro semestre do ano passado”, diz Rodrigo Costa, CEO da Viva América.  

 

Postos diplomáticos dos EUA que mais emitiram vistos em 2024

1. Monterrey (México): 703.489 mil

2. Cidade do México (México): 635.915 mil

3. São Paulo (Brasil): 568.312 mil

4. Bogotá (Colômbia): 498.977

5. Guadalajara (México): 425.156

6. Nova Delhi (Índia): 331.974

7. Chennai (Índia): 319.628

8. Buenos Aires (Argentina): 300.430

9. Manila (Filipinas): 286.230

10. Pequim (China): 265.755 mil 

16. Rio de Janeiro (Brasil): 195.145 mil

20. Brasília (Brasil): 163.798 mil

25. Porto Alegre (Brasil): 120.468 mil 

31. Recife (Brasil): 90.394 mil 

 

A pesquisa completa pode ser acessada neste link

 


Viva América
www.vivaamerica.com.br


Qual melhor estação do ano para viajar aos Estados Unidos e o que fazer em cada período

 

Freepik

Para quem planeja conhecer os parques de Orlando, o melhor momento é durante a primavera, que vai de março a junho

 

Os Estados Unidos é um dos melhores lugares para turistar em todos os períodos do ano, seja no calor ou no inverno. O país oferece programação para todos os gostos e estilos de viagem, mas para quem deseja aproveitar os parques de Orlando ou da Califórnia, e tem mais flexibilidade de datas, fuja do mês de julho. 

Para Marco Lisboa, CEO e fundador da 3, 2, 1 GO!, uma rede de franquias especializada em oferecer experiências de viagens completas para os parques de Orlando e outros destinos nacionais e internacionais, o período de julho, além de ser mais caro, os parques e pontos turísticos ficam lotados por conta das férias escolares. “Existe uma estação do ano adequada para cada tipo de programação. Julho, além de ser muito quente, as pessoas ficam horas na fila para curtir as atrações. O ideal para quem quer curtir parques, é de março a junho. Já para quem busca destinos na neve, a partir de dezembro é o ideal”, conta o especialista.

Confira os principais destinos para programar a sua viagem ideal e qual a melhor estação do ano:

 

  • Primavera: de março a junho

Com o clima ameno, menos turistas e valores melhores, esse é o período de baixa temporada, momento ideal para quem deseja explorar destinos ao ar livre e visitar os parques mais famosos do mundo. Os principais destinos são:

Washington, D.C.- Festival Nacional das Cerejeiras em abril

Califórnia (Napa Valley, Sonoma)- Temporada ideal para vinícolas e visitação dos parques

Orlando (Parques e Outlets)- Menos filas antes das férias escolares, valores melhores e sem superlotação

 

  • Verão: de junho a setembro

Para quem está em busca de praias, festivais e atividades ao ar livre, confira esses quatro destinos:

Califórnia (San Diego, Los Angeles, Santa Monica)- Praias badaladas e surf

Nova York- Rooftops, shows ao ar livre, Central Park vibrante

Chicago e Nova Orleans- Festivais de música, como Lollapalooza e Essence Festival

Miami e Havaí- Praias paradisíacas e clima quente 

 

  • Outono: setembro a dezembro

Já para quem prefere viajar com temperaturas amenas, menos turistas e paisagens peculiares dos Estados Unidos, vá para:

Nova Inglaterra (Maine, Vermont, Massachusetts)- Você vai encontrar a famosa "Folhagem de Outono", quando as plantas ficam mais alaranjadas. Típico dos filmes americanos. 

Vale do Napa e Sonoma (Califórnia): Época da colheita das uvas, ideal para curtir as vinícolas da região.

Salem (Massachusetts): Para quem deseja aproveitar o Halloween em uma das cidades mais famosas da festividade, esse é o lugar ideal. 

Nova York: Melhor período para assistir a shows da Broadway, sem superlotação e dar um passeio no Central Park.

 

  • Inverno: dezembro a março

O turista que está em busca de conhecer o inverno americano, praticar esportes na neve e ver uma decoração de Natal encantadora, o período costuma ter preços melhores, mas prepare os casacos e as roupas térmicas para temperaturas abaixo de zero graus.

Colorado (Aspen, Vail), Utah (Park City)- Melhor temporada para praticar esqui e snowboard.

Nova York- Patinação no Rockefeller Center, compras e decoração natalina.

Chicago, Filadélfia, Boston- Mercados de Natal charmosos e atrações festivas.

Alaska - Não é apenas na Noruega que é possível ver a Aurora Boeral. O Alaska é um dos melhores lugares para ver o fenômeno e a cidade de Fairbanks, oferece toda  uma  estrutura de hotéis e restaurantes para com conforto e segurança para esse tipo de programação.

 

3, 2, 1 GO!


Vence dia 20: pagamento do DAS dentro do prazo garante benefícios previdenciários para o MEI

Ao quitar o boleto do Documento de Arrecadação do Simples Nacional todo mês, microempreendedor individual tem direito a auxílio-doença e salário-maternidade, entre outros


Microempreendedores individuais (MEI) têm até esta quinta-feira (20) para quitar o boleto do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS). A partir de fevereiro, o valor foi reajustado com base no novo valor do salário-mínimo, com isso, a contribuição mensal obrigatória vai de R$ 75,90 a R$ 81,90, a depender da atividade exercida. Já para o MEI Caminhoneiro, o DAS-MEI fica entre R$ 182,16 e R$ 188,16, segundo o tipo de produto transportado e local para onde é destinado.

O DAS-MEI agrupa o recolhimento de tributos (INSS, ICMS e ISS) em uma só guia e estipula um valor fixo mensal de 5% do salário-mínimo, mais acréscimos segundo a atividade exercida, mesmo que o microempreendedor individual não esteja atuando. Os MEI dos setores do comércio e indústria adicionam R$ 1; enquanto prestadores de serviços somam mais R$ 5. Os empreendedores que realizam os dois tipos de atividades precisam pagar os dois impostos, ou seja, R$ 6 a mais.

O Sebrae oferece uma ferramenta gratuita de emissão do DAS-MEI no site da instituição ou via aplicativo. Para realizar o procedimento pelo portal do Sebrae é muito fácil. É necessário apenas fazer o login com CPF e senha. Na sequência, acessar o ambiente personalizado “Meu Mural”, onde estará disponível a emissão do boleto ou código para pagamento on-line, bem como a consulta ao histórico de pagamentos da contribuição. Também é possível ter acesso por meio do aplicativo Sebrae, disponível para download em smartphones.


Benefícios

A formalização e o pagamento em dia do DAS – todo dia 20 de cada mês – garante ao MEI o direito a vários benefícios previdenciários, como aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade, pensão por morte, aposentadoria por idade e auxílio-reclusão para seus familiares. O cálculo dos benefícios é efetuado com base nas contribuições realizadas pelo segurado, cumprindo o prazo de carência mínima de cada benefício previdenciário.


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