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sábado, 16 de dezembro de 2023

PETS NAS FESTAS DE FIM DE ANO

5 dicas que garantem o bem-estar do seu cãozinho durante as comemorações


O cenário se repete com a chegada do mês de dezembro: as famílias se organizam e fazem todo o planejamento para a tradicional reunião nas festas de fim de ano. Todo mundo está incluído: pai, mãe, filhos, avós, netos... e os pets! Eles já fazem parte da família e justamente por isso é muito importante seguir alguns cuidados para garantir que eles estejam em segurança e saudáveis enquanto os humanos curtem Natal e Réveillon com tranquilidade. Para ajudar nesse planejamento, a veterinária comportamental e adestradora Marcela Barbieri (@marcelabarbieri no Instagram) preparou algumas orientações para que todo cãozinho aproveite esse tempo com o tutor e familiares sem stress.


 

1- STRESS CAUSADO PELOS FOGOS

Mesmo proibidos por lei em tantos lugares, a falta de fiscalização não impede que as pessoas ainda soltem fogos de artifício. O barulho pode irritar e causar ansiedade em muitos cães. Marcela recomenda começar uma preparação um pouco antes, acostumando o pet aos sons de rojões. "O tutor pode usar vídeos associando essa experiência com algo agradável para o cachorro, como petiscos em brinquedos. Esse treino aos poucos vai ajudar quando o momento dos rojões lá nas festas de final de ano chegar, sem que o pet se surpreenda por nunca ter ouvido aquele barulho antes", diz Marcela. Considere a criação de um espaço seguro e acolhedor em casa para o animal também. "Pode ser utilizado ruído branco, músicas que acalmem e novamente o brinquedo recheado com petiscos para diminuir esse incômodo nos pets. Mas é importante que tudo seja oferecido antes do pico de stress", reforça a veterinária.


 

2- ATENÇÃO À ALIMENTAÇÃO

Família reunida é certeza de muita comida e, por ser final de ano, muito pratos festivos estão no cardápio. É crucial que os cães fiquem longe de alimentos inadequados. "Escolha petiscos seguros para ofertar, sempre com cautela com relação às quantidades. E fique atento ao parente que costuma jogar pedaços para os cães, nem tudo é liberado", explica Marcela.


 

3- ROTINA É IMPORTANTE

Mesmo com horários alterados, é importante ter um dia o mais próximo possível do que o cachorro está acostumado, com passeios e tempo de qualidade com o tutor. Marcela Barbieri lembra: "é essencial fazer caminhadas regulares e reforçar os comandos que seu cão está acostumado, como uma brincadeira mesmo. Isso vai contribuir para o bem-estar mental e físico do pet".


 

4- MANTENHA O AMBIENTE FAMILIAR

A veterinária enfatiza que mudanças bruscas podem afetar o comportamento dos cães. Ela orienta os tutores que tenham cuidado com o que pode causar irritação e até uma atitude inesperada desse pet.

 

 

5 – NA DÚVIDA, PROCURE AJUDA

Se o pet vai ficar sozinho – e já apresentou sinais de desconforto com isso – ou já sente medo dos fogos e rojões, Marcela recomenda que o tutor procure um veterinário comportamental: “como ainda há algum tempo até as festas de fim de ano, procurando o profissional com antecedência, é possível realizar um tratamento com psicofármacos para ajudar o animal a passar por esses momentos de stress”, reforça.

 

Marcela Barbieri - veterinária comportamental, zootecnista e adestradora há mais de 8 anos. Dedicada ao bem-estar e ao comportamento canino, ela transformou a vida de centenas de tutores e dos animais deles. Além de atendimentos presenciais e online, ela também compartilha conteúdo sobre comportamento canino nas redes sociais.


O que considerar ao levar seu pet para viajar

Se você pretende viajar neste final de ano com o seu pet, seja de avião ou de carro, existem regras para se atentar. Confira dicas do especialista animal Cleber Santos

 

Malas prontas, destino certo e pet em sua caixa de transporte. Não, não... isso não é tudo! Ultimamente tem crescido muito os casos de animais que sofrem no traslado de avião, acontecendo infelizmente casos de óbito, por ficarem tempo demais em suas caixas de transporte, sob alto estresse, chegando a sofrer paradas cardiorrespiratórias. Para que isso seja evitado, é necessário um preparo prévio por parte dos tutores.

Cleber Santos, CEO da Comport Pet e especialista em comportamento animal, dá dicas valiosas de como evitar problemas e garantir uma viagem segura e feliz para todos. Entenda como preparar a viagem com seu pet, seja de avião ou de carro:


Antes de uma viagem de AVIÃO:

  1. Regras da CIA aérea: Informe-se sobre as regulamentações específicas da companhia aérea, pois cada companhia tem suas próprias regras para o transporte de animais. Há casos graves de transporte incorreto, é fundamental ter certeza de que a Cia está preparada para locomover seu companheiro com segurança e bem-estar.
  2. Consulta veterinária: consulte o veterinário antes da viagem, para se certificar de que seu pet está apto a voar, além de pedir orientações sobre cuidados durante o trajeto.
  3. Invista na véspera da viagem: É ideal que os pets façam passeios ou fiquem em uma creche brincando no dia anterior, para que gastem bastante energia e estejam mais equilibrados na hora do voo.
  4. Caixa de transporte adequada: Na hora de comprar a caixa de transporte, fique atento à dimensão. A caixa precisa garantir que o pet fique de pé e que possa se esticar e fazer um movimento de 360°.
  5. Adaptação prévia à caixa: pré-adapte seu pet à caixa de transporte com antecedência. O ideal seria começar meses antes do voo. Se não, com a máxima antecedência possível. Em casa, elabore uma rotina para que a caixa seja inserida como parte do ciclo diário dele. Para isso, deixe a caixa perto de onde ele dorme, se alimenta ou brinca, de modo que o animal consiga entrar e sair da caixa sozinho sempre que quiser. Isso o ajudará a criar associações positivas entre a caixa e as situações de seu dia a dia. Como no avião eles normalmente viajam no bagageiro, isso pode gerar muito stress nos pets que não estão habituados com mudanças de ambiente. Para gatos, a atenção é redobrada. Gatos são animais naturalmente estressados, mais do que a maioria dos cães, então precisam ser treinados para isso com muito mais antecedência.
  6. Enriquecimento ambiental: o enriquecimento ambiental é a adaptação do local onde está o pet. Na caixa de transporte, deixe disponível brinquedos atrativos, lúdicos, com desafios e diversão para manter seu cão entretido e trabalhando os seus sentidos. Isso vai ajudá-lo a não se estressar durante a viagem. Só não encha muito a caixa de objetos. É importante que o pet consiga se locomover e que não fique confuso com estímulos demais.
  7. Escolha voos noturnos ou mais tranquilos: priorize viajar com seu pet durante a noite ou em horários fora do pico, isso pode proporcionar uma experiência mais tranquila para ele.
  8. Alimentação moderada: Antes da viagem, o ideal é uma alimentação sem excessos, para prevenir desconforto estomacal. A maioria dos pets acaba enjoando, então é melhor que se alimentem no destino, mas no caso de viagens mais longas, podem alimentar o pet duas ou três horas antes de viajar, assim dá tempo de fazer a digestão. Deixe para oferecer mais água assim que pousar e estiver com o animal. Não esqueça de também o levar imediatamente para fazer as necessidades em alguma área aberta.


Ao viajar de CARRO:

  1. Passeios prévios: antes da viagem, vá acostumando seu pet com passeios no carro. Aumente gradualmente a duração dos passeios, para que ele se acostume à movimentação do veículo.
  2. Paradas regulares: durante a viagem, faça paradas de tempo em tempo para permitir que seu pet se alongue e faça suas necessidades. Esticar as pernas é essencial para evitar desconfortos.
  3. Ventilação e segurança: se a viagem é de carro, lembre-se sempre do ar-condicionado ou uma boa ventilação, e use o cinto de segurança animal, que é de caráter obrigatório por lei, independentemente do tamanho do animal! Mesmo que o pet fique agitado ou barulhento, viajar com o pet solto no banco de trás não é seguro e pode causar graves acidentes de trânsito ao alcançar os pés do condutor, entrar no volante, colocar a cabeça para fora da janela ou pular do carro. No caso dos gatos, mantenha-os dentro da caixinha de transporte também com o cinto de segurança passado em torno da mesma.
  4. Itens afetivos: Santos enfatiza a importância de trazer itens familiares, como brinquedos e cobertores preferidos pelo animal, a fim de proporcionar conforto durante a viagem.

Em todos os cenários, a dica do especialista é manter a calma e a paciência. "Viagens podem ser estressantes para alguns pets. Transmita tranquilidade e segurança para ajudá-lo a relaxar”, completa Cleber.


Fogos de artificio: saiba como proteger seus pets desse stress que pode levar a morte

O Veros Hospital Veterinário traz a veterinária neurologista Nadja Jorge para falar sobre as causas e os cuidados que podem ajudar nesse período

 

Com as festas de fim de ano se aproximando, os tutores de cães e/ou gatos só pensam em como proteger seus pets do stress causado pelos fogos de artificio. E não é mais novidade o quanto os bichinhos se sentem incomodados com o barulho. Mas, poucas pessoas sabem o motivo pelo qual eles se sentem dessa forma e o que fazer para proteger desse stress que pode levar até mesmo a morte do animal.

E as causas são variadas. A principal delas é que o barulho dos fogos de artifício é prejudicial aos ouvidos dos cães e gatos. O som gerado pela explosão dos fogos pode alcançar 140 decibéis, e os pets possuem uma capacidade auditiva muito maior que os ouvidos humanos suportam, ultrapassando, e muito, 85 decibéis. Por esse motivo, sirenes, trovões e os fogos de artifício são extremamente agressivos aos ouvidos dos animais. 

Essa agressividade sonora se torna ainda mais estressante para os pets em comemorações de fim de ano, afinal, o estrondo chega sem aviso algum, os cães e gatos não conseguem entender de onde vem esse som que muitas vezes é acompanhado de gritos, luzes fortes e cheiro de queimado.  

“O stress gerado aos nossos pets pode desencadear alterações comportamentais graves: destruir objetos, se machucar, fugir etc. Se for um estresse frequente pode comprometer a imunidade, desencadear doenças e deixar danos crônicos na saúde e comportamento.” alerta a médica veterinária neurologista Nadja Jorge, do Veros Hospital Veterinário. 

 

Dicas de como proteger os pets dos fogos de artifício

É muito importante não deixar os bichinhos sozinhos, o apoio do tutor fará toda a diferença no processo de acalmar o animal. Brincar, acolher e incentivar o cão ou gato a fazer atividades em que se sinta confortável é essencial para que o animal não se machuque. Nesse momento, é imprescindível que o pet consiga se sentir seguro e confortável. 

Porém, a medida mais importante é, sem dúvida, consultar um veterinário para uma avaliação, conversa e check up, para que dessa forma, seja possível entender se será necessária alguma medicação que possa auxiliar no controle do medo e ansiedade. 

Esse tipo de medicação pode ser necessário para alguns animais muito ansiosos que costumam se machucar e/ou machucar outros animais e pessoas, em situações de stress como essa. Esse tipo de medicamento é prescrito exclusivamente por um médico(a) veterinário(a). 

“Mas atenção, algumas medicações podem demorar para terem o efeito desejado, então leve seu pet ao veterinário com pelo menos 20 dias de antecedência ao evento que gerará fogos.” alerta a médica.

Nadja também afirma que “Alguns equipamentos podem auxiliar no momento dos fogos, mas para que sejam realmente úteis o pet deve ser acostumado com o uso deles e terem reforço positivo muito antes do dia “D”. Algodão parafinado pode ser utilizado nos ouvidos para barrar um pouco do som, mas cuidado, jamais esqueça-os nas orelhas do pet para não ser a causa de infecções.” finaliza a médica neurologista.

 

Veros Hospital Veterinário


Dicas de cuidados com os pets nas festas de final de ano

Special Dog Company
Além da alimentação, a proximidade com plantas tóxicas também deve ser observada para seu pet aproveitar de forma segura e saudável

 

Na hora de confraternizar com a família, nada mais justo do que incluir os pets nas festas de final de ano, porém é necessário tomar alguns cuidados. Pensando em levar informação aos tutores, Kelly Maiara Lopes Carreiro, médica-veterinária da Special Dog Company separou algumas dicas a serem seguidas para que esses momentos sejam muito proveitosos e seguros. Confira!


Mantenha objetos pequenos longe do alcance

Deve-se ter cuidado para não deixar ao alcance dos animais objetos pequenos que possam chamar a atenção para morder ou engolir. Um exemplo muito comum é a árvore de Natal que, por conter muitos enfeites em formatos de brinquedos, acaba chamando a atenção dos animais, principalmente gatos. Outros objetos comuns nessa época também podem oferecer riscos, como velas acesas, embalagens e fitas. Por isso é sempre importante estar atento para que eles não engulam os enfeites ou até mesmo mordam as luzes e acabem tomando choques ou se machucando.


Atente-se a plantas tóxicas

Outro ponto de atenção são algumas plantas natalinas que podem ser tóxicas aos animais. Um bom exemplo é a poinsétia, também conhecida como bico-de-papagaio ou flor-do-natal, que é comumente utilizada como adorno nessa época do ano e é extremamente tóxica a cães e gatos. Caso o seu animal tenha entrado em contato com essa planta, alguns sintomas que ele pode apresentar são vômitos, diarreia, tremores, salivação e dermatites. Nessa situação, leve o seu animal para o médico-veterinário mais próximo.


Fique de olho nos cacos de vidro

Em festas de final de ano é comum que acidentes possam acontecer com vidros, garrafas, copos ou até enfeites quebrados, que podem causar lesões físicas nos pets. Para evitar que alguém se machuque, o indicado é embrulhar os cacos de vidros em um jornal ou algum material mais resistente. 


Cuidado com a alimentação

É normal que alguns tutores queiram agradar os pets com petiscos ou comidas disponíveis na mesa de jantar. Entretanto, muitos alimentos de consumo humano são tóxicos para os animais, podendo transformar um simples gesto de carinho em sérios problemas de saúde.

Para evitar que isso aconteça na sua casa, separamos alguns exemplos de alimentos comuns em festas de final de ano que são altamente tóxicos para os pets:

  • Chocolate (chocotone, bombons, sobremesas em geral)
  • Uva e uvas passas (panetone, arroz com uvas-passas)
  • Comidas temperadas com alho e cebola
  • Bebidas alcoólicas

Ao serem ingeridos pelos pets, esses alimentos podem causar vômito, diarreia, apatia, desidratação, paralisia e, em muitos casos, podem levar ao óbito. Infelizmente, o tratamento para intoxicações é somente paliativo, e pequenas doses desses alimentos já podem fazer com que não seja possível salvar a vida do animal.

Outros alimentos merecem uma atenção especial ao estarem perto dos animais, como ossos em geral (peru, chester, frango, pernil suíno), espinhas de peixe (bacalhau) e frutos do mar.

É importante ficar atento a esses alimentos e sempre contactar um médico-veterinário. Para evitar que acidentes aconteçam, há uma grande variedade de petiscos e alimentos específicos para animais, que podem ser oferecidos para eles durante a confraternização.


Previna-se quanto aos fogos de artifício

Nesta época do ano, o uso de fogos de artificio é uma prática muito comum. Para pets, eles podem apresentar uma real ameaça, principalmente porque a maioria dos fogos de artificio têm estouros altos. Para uma parcela dos animais, a queima de fogos pode ser um momento estressante. Isso acontece porque cães e gatos possuem audição mais aguçada do que os seres humanos. Dessa forma, o barulho para eles é muito mais alto e, consequentemente, mais desconfortável.

Nesses casos, os pets podem apresentar sinais de medo, estresse e ansiedade, por vezes resultando até em fuga da própria casa, numa tentativa de buscar abrigo ou se esconder dos barulhos.

Pensando nesse cenário, separamos algumas orientações:

  • Para minimizar a intensidade do barulho, pode-se colocar um chumaço de algodão no ouvido dos animais, retirando-o quando acabar a queima de fogos.
  • É importante que o proprietário transmita calma e segurança para o animal neste momento. Punições podem piorar o quadro de estresse do animal.
  • Caso o animal tenha que ficar sozinho, é preciso mantê-lo em um ambiente fechado e seguro e, se possível, onde o barulho possa ser de menor intensidade. Janelas e portas precisam estar fechadas para minimizar os sons e evitar a fuga. Se possível, pode-se afastar os móveis para impedir que o animal tente escalar e acabe por se lesionar.
  • Caso o ambiente possua telas de proteção, principalmente quando é uma residência que possui gatos, é interessante que as telas sejam checadas para garantir a proteção dos animais.
  •  É importante que os pets estejam sempre com suas coleiras com placas de identificação contendo o telefone do proprietário.
  •  Para animais que já apresentam sintomas de ansiedade com queima de fogos, a companhia do tutor durante esse momento fará com que ele se sinta mais seguro. Procure não deixá-lo sozinho.
  • Procure um médico-veterinário para obter outras instruções que garantam a segurança do seu animal. Somente ele pode sugerir o uso de uma medicação (caso seja necessário) e auxiliar com terapias especificas para este tipo de transtorno.

  A Special Dog Company lembra que cada momento que você e seu pet passam juntos é   único! Então cuide-se e cuide dele para que vocês tenham um final de ano muito especial!

 

Portal Pet
https://www.specialdog.com.br/portalpet


Fogos de artifício e pets: Como proteger seus bichinhos durante festas de fim de ano

Espetáculo pode provocar tremores, latidos e tentativas de fuga, já que a audição dos pets são bem mais sensíveis que a dos humanos

 

Com a chegada das festas de fim de ano, os espetáculos com fogos de artifício estão sempre na agenda. Apesar de trazerem encanto para muitas pessoas, podem ser uma fonte significativa de estresse e ansiedade para cães e gatos, especialmente. Eles têm a audição mais sensível que a dos humanos, tornando o barulho alto e imprevisível uma experiência assustadora. 

“Durante eventos que envolvem esse tipo de comemoração, muitos pets se sentem ameaçados e podem reagir com tremores, latidos excessivos, tentativas de fuga ou busca por esconderijos. Esses comportamentos resultam em danos ao próprio bichinho ou exposição a situações perigosas, como atropelamentos, caso tentem fugir do barulho”, explica Thiago Teixeira, diretor-geral do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo. 

Tendo em mente os períodos de festa que envolvem fogos de artifício, é importante que os tutores adotem medidas preventivas para evitar danos. Isso inclui criar um ambiente seguro em casa, proporcionando áreas confortáveis ​​e familiares para os pets se abrigarem. O uso de música suave ou ruído branco pode ajudar a minimizar os sons externos. 

Consultar um veterinário sobre opções de tratamento para a ansiedade, como medicamentos ou terapias comportamentais, é outra abordagem a se considerar. Além disso, identificar o nível de desconforto do animal e agir de acordo pode fazer a diferença. Em alguns casos, a simples presença do tutor pode ser reconfortante.
 

Treinamento anti-estresse para pets

Além dos fogos de artifício, os pets podem se sentir estressados em situações que fogem ao normal, como a chegada de novos membros na família, morte dos tutores, mudanças de rotina e até mesmo o tédio. Para ensiná-los a lidar com condições adversas, a Nouvet acaba de lançar um programa de treinamento. 

“É uma iniciativa que busca condicionar os pets para lidar com situações estressantes, incluindo o barulho dos fogos de artifício. Nele, utilizamos técnicas de dessensibilização e reforço para ajudá-los a associarem esses ruídos a experiências positivas, diminuindo assim a ansiedade”, detalha Thiago. 

Durante o treinamento para dessensibilização ao som de fogos, os especialistas utilizam de áudios e vídeos reproduzidos em caixas de som, iniciando em um volume no qual os pets não demonstram sinais de medo e aumentando gradativamente, ao longo dos dias. "Durante o treino, são oferecidos estímulos positivos, como comida, petiscos, brinquedos e carinho, de modo a parear o som com estímulos prazerosos e, assim, diminuir a resposta de medo no momento dos fogos nas festas de final de ano. Além disso, é possível identificar durante o treino quais animais têm mais sensibilidade ao som, demandando assim um acompanhamento mais minucioso pelos tutores", esclarece Marina Meireles, médica veterinária comportamental responsável pela Escola Nouvet. 

O programa total de dessensibilização integra a programação regular da Escola Nouvet para os meses de dezembro e janeiro, e as matrículas dos pets podem ser realizadas pelo atendimento do Nouvet no WhatsApp: (11) 3195-4993.

 

 Nouvet


O que considerar na hora de hospedar seu pet

 

Divulgação Comport Pet

Especialista em hotelaria pet orienta o que observar ao escolher onde hospedar seu companheiro


Se você vai viajar nessas férias e tem um pet em casa, a decisão de onde deixar o membro peludo da família pode ser crucial. Dan Batista, socia fundadora da Comport Pet, centro de comportamento e de bem-estar animal, localizado na Vila Mariana, São Paulo, orienta como escolher com segurança onde hospedar seu companheiro durante o recesso de final de ano ou durante as férias dos humanos.

Nos últimos anos, o mercado pet tem visto um crescimento significativo na oferta de serviços de hospedagem a domicílio para cães. Segundo estudo do Sebrae, a primeira metade de 2022 contabilizou mais de 18 mil empresas abertas nas atividades de serviços de cuidados pet, o que inclui essa categoria.

Dessa forma, é importante que tais locais obedeçam a alguns critérios essenciais para a segurança e o bem-estar animal. Dan acrescenta que os tutores devem estar atentos quanto a informalidade de alguns estabelecimentos, agora que esse tipo de serviço está aumentando muito rápido e sem muita regulamentação. 

“Não podemos esperar que isso seja um negócio onde os membros de uma casa apenas cuidem espontaneamente dos cães por gostarem de animais. É essencial que a equipe dessa hospedagem tenha treinamento especializado para lidar com os hóspedes. Os funcionários desse local devem ter conhecimento em comportamento animal, comandos de adestramento e primeiros socorros”, alerta.

 

A especialista no setor indica o passo a passo para a escolha da hospedagem:

  1. Reputação: antes de tudo, pesquisar a reputação da creche ou hotel. Não vá colocando naquele local só poque é perto de sua casa ou levado a preços e descontos. Pergunte principalmente a outros tutores da região sobre a qualidade dos serviços e cuidados prestados.
  2. Instalações: visite pessoalmente as instalações para observar as condições de higiene, o tamanho de espaço disponível, e se no local os animais podem correr livres: a qualidade das áreas de recreação é crucial para garantir o bem-estar do seu pet. Fuja de locais que deixam os pets presos em gaiolas. Para pais de gatos, verificar se há espaço específico, com “gatificação” (estrutura de enriquecimento ambiental para eles, como um playground felino), e separados dos cães.
  3. Políticas de vacinação e saúde: verifique se a creche ou hotel exige que todos os cães e gatos estejam com as vacinas em dia. Isso é essencial para prevenir a propagação de doenças entre os animais presentes no local.
  4. Proporção de monitores: é muito importante a atenção individual nesses espaços, principalmente para os cães. Quanto menor a proporção de cães por monitor, melhor. Isso garante que cada animal receba a supervisão necessária. A presença de adestradores qualificados no local é um forte diferencial, pois na própria rotina da creche eles podem ensinar novos condicionamentos para os cães e ajudarem na adaptação. Geralmente, o recomendado são até 10 cães para 1 monitor.
  5. Atividades apropriadas: avalie as atividades oferecidas. Uma creche ou hotel que proporciona estímulos mentais e físicos consistentes e atualizados é crucial para manter seu cão feliz durante a estadia. Não basta só ter bolinhas e brinquedos no ambiente ou um amplo espaço onde eles fiquem soltos aleatoriamente. No dia a dia, a equipe de hospedagem deve desempenhar diversas funções para garantir a segurança e o conforto dos cães. Desde atividades de entretenimento, práticas ao ar livre que respeitem os horários adequados para a saúde dos animais (até as 10h da manhã, ou após as 15h, por conta da incidência do Sol), alimentação adequada e acompanhamento constante dos animais hospedados.
  6. Políticas de emergência: certifique-se de que existem procedimentos claros para emergências médicas. Estar preparado para lidar com situações inesperadas é um sinal de responsabilidade dos locais que oferecem esse serviço. Verifique se a equipe dessa hospedagem tem curso de primeiros socorros e uma veterinária responsável. Um diferencial é o endereço estar próximo a hospitais conveniados 24 horas, caso necessário.
  7. Adaptação prévia: ao escolher a hospedagem, é crucial a adaptação prévia. Antes da estadia, permitir que o pet visite o local para se acostumar com o ambiente e com os monitores. Passar um dia na creche antes de efetivamente se hospedar por mais dias é uma ótima opção. Escolha estabelecimentos que permitam essa opção.

Barulho dos fogos de artifícios deixa os animais estressados

O ser humano ouve no intervalo entre 16 e 20.000 Hertz, já o cão, ouve de 10 a 40.000 Hertz.

 

Com a proximidade das festas de final de ano, o tutor de cão ou gato precisa se preocupar não somente com a alimentação, como também cuidar do ambiente, para que a época, considerada uma das mais alegres do ano, não se transforme em momentos de estresse, tanto para ele quanto para o animal que, cada vez mais inserido nas famílias, acaba participando das comemorações.

 

Do cardápio que é servido na ceia, não se deve oferecer nada para o animal. Além de não ser própria para eles, estes alimentos estão carregados muitas vezes de gordura e outras substâncias que pode causar distúrbios digestivos graves. Bebidas alcoólicas são extremamente nocivas para os animais e o consumo pode ser fatal", salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News.

 

Em relação ao barulho dos fogos de artifícios, para os pets, o ideal seria não acontecer. Algumas cidades já possuem leis proibindo o uso de fogos de artifício com barulho. Na capital paulista, uma lei chegou a ser aprovada na Câmara Municipal, em 2018, porém foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal, no início deste ano. Mas, muitos municípios brasileiros, provando que o grau de civilidade de um povo está diretamente relacionado com a forma que tratam seus animais, permitem somente a utilização dos fogos luminosos e silenciosos, ou seja, sem estampidos em respeito aos animais, crianças e idosos.

 

"Por possuírem ouvidos sensíveis e potentes, o barulho dos fogos de artifícios deixam os animais estressados e atordoados. O ser humano ouve no intervalo entre 16 e 20.000 Hertz, já o cão, ouve de 10 a 40.000 Hertz. A capacidade auditiva de um cão é quase quatro vezes maior", relata Vininha F. Carvalho. .

 

Dicas para amenizar o sofrimento dos animais que não conseguirão escapar dos rojões:

 

- Não se deve deixar os cães acorrentados, pois ao ouvirem os fogos de artifícios eles entram em pânico e podem acabar se sufocando. Mantenha o local seguro, livre de objetos que possam machucá-lo.

 

- Nas residências que possuem piscinas é necessário cobri-la para evitar que animais assustados caiam e se afoguem nela. Mesmo sabendo nadar, se o nível da água estiver baixo, eles não conseguirão sair sozinhos.

 

- Portas e janelas precisam ficar trancadas para evitar fuga e atropelamento.•.

 

- É importante manter os cães com comportamento mais agressivos separados, pois com o barulho ruidoso, eles podem se assustar e brigar entre si.

 

- A ração deve ser oferecida num período bem distante do momento da queima dos fogos de artifícios Com muito alimento no estômago, o animal pode ter problemas de digestão e até uma torção gástrica, caso entre em pânico.

 

- Se o animal é do tipo que fica muito descontrolado, até com taquicardia, deve-se pedir ao veterinário de confiança a indicação de ansiolíticos.

 

"No momento dos fogos de artifícios, para os animais que ficam dentro de casa é aconselhável manter o local bem adequado, com um som alto vindo da televisão ou de música ambiente. O tutor deve agir naturalmente e com tranquilidade. Caso o animal queira se esconder, deve-se permitir, sem forçá-lo a ficar no colo. Colocar algodão nos ouvidos para abafar o som é uma alternativa, lembrando que é preciso retirá-los depois", conclui Vininha F. Carvalho.


Cuidados com o pet nas festas de fim de ano

Crédito: Shutterstock/Divulgação PremieRpet®
Celebrações podem reunir perigos para a saúde de cães e gatos 


Com a chegada das comemorações de Natal e Ano Novo é preciso redobrar a atenção com os pets. Decorações, ceias e até os fogos de artifício podem ser uma ameaça à saúde dos cães e gatos! Por isso, é essencial cuidar da alimentação, da segurança e do bem-estar dos animais com atenção extra nesta época.

 

“O pet é membro da família e é desejável que ele seja incluído nas festas. Porém, é necessário que isso seja feito com brincadeiras e petiscos específicos para eles”, afirma a médica-veterinária Marina Macruz, supervisora de Capacitação Técnico-Científica e Técnico-Comercial da PremieRpet®.


 

Alimentação


Nem todos os alimentos consumidos podem ser compartilhados com os amigos de quatro patas. Por isso, é muito importante resistir aos olhares pidões, aos apelos insistentes e não partilhar as refeições e aperitivos com os pets.

 

“Alimentos que fazem a alegria dos humanos podem esconder diversos perigos para os animais. Uva- passa, chocolate, macadâmia, alho e cebola são apenas alguns exemplos de ingredientes muito usados nos pratos típicos desta época do ano e que podem intoxicar cães e gatos. Sem falar nos exageros calóricos que comprometem o equilíbrio nutricional e causam mal-estar ao animal”, destaca Marina.

 

Por isso, a PremieRpet® apresenta PremieR Cookie Natal Cães, para que os pets possam participar das confraternizações sem passar vontade e sem abrir mão da saudabilidade, do sabor e dos ingredientes naturais.

 

A médica-veterinária lembra ainda que o tutor não deve deixar copos de bebida alcoólica pela casa. Além de afetar o estômago, a bebida pode causar sérias complicações, como a intoxicação alcoólica.


 

Fogos de artifício


Principalmente no Réveillon, uma das grandes preocupações dos tutores de cães e gatos é o barulho das queimas de fogos, rojões e outros efeitos sonoros que podem gerar alto nível de estresse, ansiedade e medo nos animais.

 

Com o objetivo de aliviar os efeitos nocivos dos ruídos aos pets, a PremieRpet® oferece gratuitamente no YouTube três áudios que mascaram e reduzem ruídos de alta, moderada e baixa intensidade. Os áudios foram desenvolvidos utilizando a técnica do ruído branco (White Noise), unindo sons de diferentes frequências em uma só combinação. Os áudios se sobrepõem aos barulhos que causam ansiedade aos pets, minimizando a sensação de medo e desconforto.


 

Decoração


Os enfeites espalhados pela casa também podem causar problemas aos pets. Objetos em locais de fácil acesso, como adereços da árvore de Natal, podem causar acidentes ou ser ingeridos, causando engasgamento e asfixia.

 

Algumas plantas usadas na decoração também podem ser tóxicas para os animais. Um exemplo é a poinsétia (ou flor-do-natal), que tem uma substância que pode afetar o estômago ou esôfago do pet. “Sabemos o quanto os animais são curiosos, então para evitar problemas o ideal é manter as decorações com plantas fora do alcance”, aponta a especialista. 

Seguindo essas dicas, o melhor amigo poderá aproveitar as festas de fim de ano junto com a família, com saúde e sem sustos!

 

PremieRpet®
www.premierpet.com.br
® Responde: 0800 055 6666 (de segunda a sexta, das 8h30 às 17h30).


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