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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Saiba mais sobre as alterações nos gânglios



Popularmente conhecidas como ínguas, elas devem ser avaliadas por especialista para descartar relação com doenças mais graves


O aumento ou a inflamação dos gânglios linfáticos – popularmente conhecido como íngua – pode, entre outros problemas, ser o indício do desenvolvimento de tumores malignos. A doença deve acometer cerca de 600 mil brasileiros até o fim deste ano, segundo prevê o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

A hematologista Caroline Rebello, do Núcleo de Oncologia e Hematologia do Hospital Samaritano (Botafogo), explica que os gânglios linfáticos (ou linfonodos) são órgãos responsáveis pela resposta imunológica do corpo. O aumento deles – em geral nas axilas, no pescoço e na região da virilha – significa uma provável resposta a algum processo infeccioso ou inflamatório. “Quando a íngua é indolor, tem textura endurecida ou petrificada, tamanho maior que 2,25 centímetros e está presente nessas áreas por mais de 15 dias, é recomendável procurar um médico o quanto antes”, alerta.

A médica destaca ainda que, em pessoas mais magras, esses nódulos são, geralmente, mais visíveis e palpáveis. “Podem surgir na forma de pequenos caroços também após a ocorrência de lesões ou infecções, quando é importante avaliar se o tamanho do gânglio está aumentado, por meio de medição feita por especialista. Outro indicativo de que a pessoa deve procurar um médico imediatamente é quando estão associados sinais de febre, emagrecimento, sudorese repentina e perda de apetite, bem como coceira localizada ou tosse”, observa.

Os principais tipos de câncer relacionados ao aparecimento de ínguas são os linfomas, os melanomas e as leucemias, além dos de mama, de próstata, de rim, do trato intestinal, de pulmão e das regiões da cabeça e do pescoço. Apesar disso, é importante salientar que nem toda íngua representa, necessariamente, a possibilidade de um câncer. “Os nódulos podem estar relacionados à tuberculose, ao vírus HIV, ao lúpus ou à sarcoidose – estas últimas, doenças autoimunes. A melhor maneira de prevenir situações mais graves é por meio da análise de um especialista, que poderá avaliar do que se trata e orientar como proceder”, pontua.





Para cirurgiões plásticos, o conhecimento das “zonas de perigo” pode aumentar a segurança dos preenchimentos faciais



Dada a recuperação curta e os resultados imediatos, os preenchimentos faciais tornaram-se uma alternativa popular ao rejuvenescimento cirúrgico do rosto. As complicações relatadas decorrentes das injeções faciais de preenchimento incluem eritema, perda de tecido, cegueira, acidente vascular cerebral e até mesmo a morte


Os preenchimentos dérmicos tornaram-se uma alternativa popular à cirurgia para pacientes que desejam uma aparência facial mais jovem. Aprender sobre algumas "zonas de perigo" pode ajudar os cirurgiões plásticos a melhorar a segurança e a eficácia dos procedimentos de preenchimento facial, de acordo com uma atualização especializada publicada no Plastic and Reconstructive Surgery®, jornal médico oficial Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos.

O artigo é acompanhado por um conjunto de vídeos on-line que ilustram técnicas anatômicas para minimizar riscos e maximizar a segurança ao usar preenchimentos dérmicos em áreas específicas do rosto.

“Dadas as tendências atuais, torna-se ainda mais importante que cirurgiões plásticos, dermatologistas e cirurgiões oculoplásticos aprendam técnicas seguras e previsíveis para alcançar bons resultados com injeções faciais de preenchimento", afirma o cirurgião plástico Ruben Penteado, (CRM-SP 62.735), diretor do Centro de Medicina Integrada.

A injeção de preenchimentos dérmicos nos tecidos moles pode reduzir as rugas e as linhas faciais e restaurar a harmonia facial, deixando o rosto com uma aparência mais jovem. Fornecendo resultados imediatos com um curto período de recuperação, a injeção de preenchimento dérmico tornou-se o segundo procedimento cosmético não cirúrgico mais popular (logo atrás da injeção de toxina botulínica). De acordo com as estatísticas da Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos, mais de 2,6 milhões de procedimentos de preenchimento dérmico foram realizados em 2016.

“Quando o preenchimento facial é executado por um profissional experiente é um procedimento seguro. As complicações são incomuns e geralmente moderadas. No entanto, foram relatadas complicações raras, mas graves, ocorrendo especialmente danos nos vasos sanguíneos ou a injeção de material de preenchimento nos vasos sanguíneos”, explica Ruben Penteado, que é membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica.

O autor descreve sua abordagem de princípios específicos para a injeção segura de preenchimento, incluindo o uso de preenchimentos de ácido hialurônico, quando possível. A principal vantagem desses produtos é que seus efeitos podem ser rapidamente revertidos por injeção de resgate com a enzima hialuronidase. Dos 2,6 milhões de procedimentos de preenchimento dérmico realizados, no ano passado, nos EUA, 2 milhões foram realizados com preenchimentos de ácido hialurônico. Outros princípios para a injeção segura de preenchimento incluem o uso de técnicas de injeção contínua e de movimento contínuo.

“Mais importante ainda, os profissionais devem ser capazes de reconhecer complicações e abordá-las imediatamente. Eles devem prestar especial atenção às seis zonas de perigo da testa para o queixo, áreas comumente abordadas pela injeção de preenchimento facial”, diz Penteado.

Nos vídeos on-line, o autor demonstra e narra sua abordagem em relação à injeção de preenchimento dérmico em cada área. Ele explica os passos para proteger os vasos sanguíneos subjacentes, ao discutir os produtos de preenchimento e as técnicas de injeção para alcançar os melhores resultados em cada área.





Centro de Medicina Integrada





Especialista revela 7 dicas para controlar alergia ocular da primavera



Este ano, a chegada da primavera acontece em meio à predominância de sol e baixa umidade relativa do ar. Ainda assim, as ruas estão mais floridas e as árvores cheias de folhas novas. Mas o período costuma aumentar a incidência de alergia ocular. De acordo com o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos (SP), as queixas de vermelhidão, irritação e lacrimejamento espontâneo exagerado remetem a casos de alergia ocular e de síndrome do olho seco.

O especialista confirma a existência de uma conexão entre olho seco e alergia ocular provocada pelos pólens das flores. Essa condição atinge uma em cada cinco mulheres e um em cada dez homens, impactando a qualidade de vida dessas pessoas, já que nos períodos críticos se queixam de ardência, irritação e visão distorcida. “Aos primeiros sinais de irritação em torno dos olhos, é importante tomar medidas que contenham o avanço do problema e procurar um oftalmologista se a coceira persistir. Os pais também devem estar bem atentos, porque as crianças alérgicas são mais propensas a desenvolver ceratocone, doença degenerativa do olho”, diz Neves.

O especialista recomenda hidratar bem a área ao redor dos olhos, aprendendo a identificar os agentes que mais facilmente irritam a pele. “Além da poluição do ar, que se intensifica nos dias quentes e secos, a pessoa deve checar se a coceira não é proveniente de produtos que entram em contato com a pele e os olhos”, alerta o especialista.

O especialista revela sete dicas para controlar alergia ocular da primavera:

1.   Lavar os cílios durante o banho com uma gota de xampu neutro para tirar qualquer resíduo prejudicial aos olhos;

2.   Usar compressas geladas durante o dia e à noite;

3.   Pingar lágrimas artificiais para lubrificar bem o cristalino;

4.   Retirar e higienizar as lentes de contato antes de dormir;

5.   Usar óculos escuros sempre que estiver ao ar livre; 

6.   Higienizar bem os óculos todos os dias (lentes e armação); 

7.   Antes de dormir, remover a maquiagem, lavar bem o rosto com sabonete infantil ou neutro e hidratar a região ao redor dos olhos.





Fonte: Prof. Dr. Renato Neves - médico oftalmologista, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo – www.eyecare.com.br




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