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quinta-feira, 14 de julho de 2016

Como evitar os transtornos à saúde causados pela estação mais fria do ano



Mudanças de hábito causadas pela chegada do inverno muitas vezes atrapalham a saúde e despertam os sintomas alérgicos


As pessoas que sofrem com algum tipo de alergia representam cerca de 30% da população e são as mais atingidas pela chegada do inverno. Nessa época do ano, os alérgicos sofrem com o desencadeamento de crises decorrentes do vírus da gripe e com as infecções das vias aéreas superiores. É o que explica a médica infectologista Dra. Ligia Pierrotti, do Lavoisier Medicina Diagnóstica.

As mudanças de hábito durante o inverno também colaboram para prejudicar a saúde, pois é nesta estação que as pessoas tendem a ficar mais tempo em ambientes fechados. Estudos mostram que, durante o inverno, cerca de 86% do tempo a população fica de portas e janelas fechadas, seja no ônibus, na escola, no trabalho ou no shopping. “A aglomeração de pessoas favorece a transmissão de vírus e bactérias”, diz a médica.

A infectologista também lembra que o inverno é o momento de tirar as roupas de lã e cobertores do armário. “O vestuário da estação costuma ficar dentro do guarda-roupa por um ano inteiro e, quando é retirado, está cheio de bolores, fungos e outros agentes alérgicos que ficam em suspensão no ar por muito tempo”, explica. A médica recomenda que se deixe as peças secando ao sol e, finalmente, passa-las a ferro quente. O próprio guarda-roupa também deve ser limpo com pano úmido e fungicida.

Quanto ao quarto, o ideal é que o piso seja lavável, sem cantos que acumulem pó. Caso haja carpete no ambiente, ele deve passar por tratamento periódico contra fungos e bactérias, o que não pode ser acontecer em casas com animais domésticos. A cama merece uma atenção especial, já que é nela que se acumula a maior quantidade de ácaros - grande inimigo da saúde dos alérgicos.

Dessa forma, colchões e travesseiros devem conter capas antiácaros e as cobertas não podem ser felpudas, priorizando o uso de edredons. A estante de livros ou outros objetos deve estar sempre limpa. Nas janelas, deve-se dar preferência a persianas, em vez de cortinas de pano. Essas medidas visam evitar o acúmulo de poeira, principal alimento do ácaro, e diminuir a chamada poluição doméstica. "Cuidados como esses podem, pelo menos, ajudar a melhorar a qualidade do ar de nossas casas, onde passamos a maior parte do nosso tempo", conclui a médica.




Sem férias para o diabetes



Dicas simples ajudam a manter o controle da doença, mesmo no período de descanso


De acordo com publicações recentes, três em cada quatro portadores de diabetes tipo 2 no Brasil estão fora de controle e a maioria está acima do peso1. Manter o controle glicêmico não é uma tarefa fácil para pacientes com diabetes tipo 2, e pode se tornar um grande desafio no período de férias.

“Apesar do aumento das tentações nos cardápios e da mudança na rotina, é possível manter o diabetes controlado com pequenos cuidados diários”, afirma o endocrinologista João Paulo Iazigi, do Hospital Vera Cruz e Chefe do Ambulatório de Diabetes Tipo 2 do Hospital Dr. Mário Gatti.

O especialista deu algumas dicas para que os pacientes com Diabetes Tipo 2 consigam manter as taxas de glicose equilibradas durante as férias:

·         Para compensar a falta de exercício regular, procure utilizar escadas, ao invés de escadas rolantes e elevadores. Além disso, opte por fazer os trajetos sempre a pé ou de bicicleta. Vale a pena também pegar o caminho mais longo e aproveitar para conhecer melhor o lugar, a paisagem e a vizinhança.

·         Tente fazer boas escolhas na hora da refeição. As novidades nos cardápios são grandes, mas se esforce para pedir alimentos saudáveis, balanceado a quantidade de proteínas, carboidratos e gorduras.

·         Tire o foco da comida. Se estiver na cidade, aproveite para curtir a agenda cultural, museus e parques. Se a viagem for para a praia ou para o campo, aproveite o contato com a natureza para praticar atividades físicas como a caminhada.

·         Tomar os medicamentos logo ao acordar ou antes de dormir são ótimas opções para evitar o esquecimento quando se está fora da rotina.

  • Evite fumar e consumir bebidas alcoólicas, pois essas atitudes também contribuem muito para manter o controle glicêmico.


Atualmente há medicamentos orais que auxiliam no controle diário da glicemia, como é o caso dos inibidores do SGLT2, uma proteína transportadora que atua na reabsorção da glicose filtrada pelos rins, permitindo assim a eliminação do açúcar em excesso pela urina. Ao impedir essa reabsorção, os medicamentos dessa classe, como a empagliflozina, eliminam o excesso de açúcar que seria reabsorvido pelo rim, permitindo que, diariamente, haja a eliminação de 78 gramas de glicose, em média, o que equivale a cerca de seis colheres de sopa de açúcar e a 312 calorias2. Como benefício adicional, a empagliflozina confere, aos pacientes com diabetes tipo 2 e alto risco cardiovascular, uma redução de 38%4 do risco de morte cardiovascular e também uma redução 39%3 na probabilidade de desenvolver doença renal ou de ter o quadro agravado, lembrando que essa é uma complicação comum entre esses indivíduos.


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Quase metade dos episódios de doença renal grave é desencadeada pelo diabetes. Mas é possível prevenir essa complicação.



 
A doença é responsável por quase 44% dos novos casos graves de problema renal, de acordo com o Centers for Disease Control and Prevention (CDC), dos Estados Unidos.  O pior é que, silencioso, o problema pode passar despercebido até que a pessoa perca 90% de sua função renal—situação extrema que exige tratamentos radicais, como diálise e transplante. 

Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, cerca de 10 milhões de brasileiros apresentam alguma disfunção nos rins. E é bem provável que, incluindo-se os pacientes não diagnosticados, esse número seja muito maior. Basta fazer uma comparação com outros países, como os Estados Unidos, em que a  prevalência chega a 10% da população adulta. A boa notícia é que é possível prevenir ou, pelo menos, retardar o surgimento de doenças renais em pacientes diabéticos. O primeiro passo é manter os níveis de glicose no sangue sob controle.

Existe solução
Felizmente, existem tratamentos de última geração, a exemplo da empagliflozina, que não só ajuda a eliminar o açúcar excedente como diminui, em 39%, os riscos de início ou agravamento das doenças renais em pacientes com diabetes tipo 2 e alto risco cardiovascular. O benefício acaba de ser divulgado no renomado periódico científico The New England Journal of Medicine. Pacientes diabéticos devem, portanto, discutir com seu endocrinologista sobre essas possibilidades modernas de tratamento.

Aliados dos rins
Veja outros cuidados importantes para afastar as doenças renais:

  1. Manter-se em forma, praticando atividade física regularmente.
  2. Controlar o nível de açúcar no sangue (glicemia) para evitar ou controlar o diabetes.
  3. Monitorar a pressão arterial, já que a hipertensão é nociva aos rins.
  4. Manter uma alimentação saudável.
  5. Garantir a hidratação, bebendo líquidos não alcóolicos.
  6. Não fumar.
  7. Não tomar remédios sem orientação médica.
  8. Consultar um médico regularmente para verificar a situação dos rins.
 

Fonte: Sociedade Brasileira de Nefrologia

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