Dado de estudo com pacientes no Brasil, México e
Argentina reforça a urgência do diagnóstico e do acompanhamento médico para uma
condição que vai além da pele
A dermatite atópica (DA) é uma doença crônica, inflamatória e recorrente que se manifesta na pele, mas impacta a vida como um todoii. O que para muitos parece apenas um “ressecamento” ou “incômodo pontual”, para quem vive com a forma moderada a grave da doença, representa uma rotina marcada por coceira incessante, noites mal dormidas e um profundo impacto na saúde mentaliii, na confiança e na produtividade.
A percepção de que a DA "não é nada demais" é um dos maiores desafios para o diagnóstico correto. Enquanto a forma leve pode ser bem controlada com cuidados direcionados, a moderada a grave exige um acompanhamento mais próximo e especializado.iv No Brasil, onde a DA pode afetar até 2,3% dos adultos4 havendo estudos que apontam taxas de até 20,1% em crianças e adolescentesv, muitos pacientes normalizam um sofrimento que poderia ser controlado.
Esse ciclo de normalização pode se intensificar em períodos como o inverno, quando fatores como o ar mais seco e os banhos quentes agravam as crises, que são muitas vezes confundidas com um simples 'ressecamento da estação'. Em estudo com pacientes com DA moderada a grave no Brasil, México e Argentina, 48,3% relataram que problemas de sono interferiram na rotina diária na semana anterior1. Além disso, cerca de 25% dos pacientes chegam a apresentar sintomas depressivos.vi
A boa notícia é que esse cenário começa a mudar. O avanço da medicina tem trazido novas perspectivas para o controle da doença e representa um ponto de virada na jornada do paciente. Se antes muitos pacientes conviviam com tratamentos voltados principalmente para o controle das crises e dos sintomas, hoje o diálogo entre médico e paciente pode se concentrar em estratégias para manter a doença estável ao longo do tempo. Essa nova mentalidade traz uma esperança não apenas para adultos, mas também para os adolescentes, permitindo que vivam uma fase importante da vida com mais confiança e bem-estar.
“Nosso compromisso na Lilly vai além de desenvolver tratamentos inovadores, ele se estende a avançar a ciência e capacitar a sociedade com informação de qualidade”, afirma Luiz André Magno, Diretor Médico Sênior da Lilly do Brasil. “Acreditamos que, ao ajudar as pessoas a reconhecerem a seriedade da dermatite atópica e a importância de uma jornada de cuidado bem acompanhada, estamos abrindo caminho para que milhares de brasileiros deixem de ‘conviver’ com a doença e passem a controlá-la de forma eficaz, com dignidade e qualidade de vida.”
O
primeiro e mais importante passo para quem se identifica com esse cenário é
procurar um médico dermatologista. Apenas um especialista pode realizar o
diagnóstico correto, avaliar a gravidade da doença e, em conversa com o
paciente, definir um plano de cuidado individualizado.
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