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| Divulgação Camerite |
Com o lançamento do Hórus, sua nova ferramenta de IA em nuvem, a Camerite transforma imagens em informação estratégica capaz de apoiar investigações e acelerar decisões
Durante décadas, o setor evoluiu em
quantidade, mas pouco em inteligência. Câmeras ficaram mais baratas, a
resolução melhorou, a capacidade de armazenamento cresceu e cidades, empresas e
condomínios passaram a instalar milhares de equipamentos. Um problema, porém,
seguiu praticamente intacto: encontrar, em meio a centenas ou milhares de horas
de gravação, o momento exato que importa.
É essa lógica que começa a mudar com o
avanço da inteligência artificial aplicada ao videomonitoramento. As novas
plataformas, além de gravar, agora passam a compreender o que veem, organizando
informações, identificando padrões e viabilizando pesquisas impensáveis até
poucos anos atrás.
Nesse cenário, a Camerite,
maior rede de videomonitoramento da América Latina, apresenta o Hórus, uma
plataforma de IA desenvolvida para transformar grandes volumes de vídeo em
informações estruturadas, permitindo localizar pessoas, veículos e objetos em
poucos minutos, ainda que tenham passado por dezenas de câmeras diferentes. A
proposta representa uma virada importante para um setor historicamente
associado ao simples armazenamento de imagens.
Segundo Vinicius Romano, CEO da
Camerite, o crescimento acelerado das redes de monitoramento trouxe um grande
desafio para empresas e órgãos públicos. “Nos últimos anos, vimos uma explosão
na quantidade de câmeras instaladas. Isso aumentou significativamente a
capacidade de registrar acontecimentos, mas também criou um problema novo:
ninguém consegue analisar, manualmente, todo esse volume de informação. A
inteligência artificial surge justamente para transformar imagens em
conhecimento e permitir que as pessoas encontrem respostas em minutos, não mais
depois de horas de busca”, salienta.
Inteligência artificial amplia
potencial das tecnologias de segurança
Criada em 2012, a Camerite acompanha
essa transformação desde o início da última década. Nasceu oferecendo soluções
de videomonitoramento, mas redirecionou seus investimentos para a IA aplicada
às imagens, desenvolvendo tecnologias que ampliam o valor estratégico de
sistemas já existentes.
O Hórus é um dos passos mais relevantes
dessa evolução. Em vez de operar apenas como sistema de gravação, ele
interpreta automaticamente o que aparece nas imagens captadas pelas câmeras, o
que, na prática, tira do operador a tarefa de vasculhar manualmente cada
ocorrência e a substitui por pesquisas inteligentes. Com ele, é possível
selecionar um período específico, definir quais câmeras serão analisadas e
aplicar filtros, que refinam a busca conforme as características desejadas.
Se o objetivo é localizar uma bicicleta
usada durante uma ocorrência, por exemplo, a pesquisa pode considerar sua cor.
Quando a investigação envolve veículos motorizados, a identificação ocorre por
categoria, sem depender de informações exatas sobre modelo ou fabricante. No
caso de pessoas, a busca combina critérios como faixa etária estimada, gênero,
cor das roupas e uso de mochila, chapéu ou óculos, possibilitando localizar
rapidamente quem passou por diferentes ambientes monitorados.
Chama atenção também a capacidade de
reconstruir trajetórias automaticamente, já que, em vez de vasculhar câmera por
câmera para descobrir o caminho percorrido por um suspeito, o sistema conecta
os diferentes registros e apresenta, em um mapa interativo, todo o deslocamento
entre os pontos monitorados, apresentando uma investigação bem mais rápida,
sobretudo em ambientes com dezenas ou centenas de equipamentos espalhados por
grandes áreas.
Essa capacidade ganha peso num momento
em que cidades inteligentes, empresas e operações logísticas produzem volumes
crescentes de imagens todos os dias. Estimativas do mercado global de segurança
eletrônica apontam que a combinação entre videomonitoramento e inteligência
artificial deve liderar a próxima geração de investimentos do setor, justamente
por resolver um dos maiores gargalos da atividade: transformar imagens em
informação útil.
Tal mudança de paradigma também altera
a forma como organizações públicas e privadas encaram o próprio investimento em
videomonitoramento. Se antes o valor estava concentrado na compra de
equipamentos e na ampliação da cobertura de câmeras, agora o diferencial
competitivo passa a ser a capacidade de extrair inteligência das imagens já
captadas.
No caso do Hórus, além da busca
inteligente por pessoas, veículos e objetos, ele foi projetado para operar
sobre infraestruturas já existentes. Por ser compatível com diferentes marcas
de câmeras, seus compradores podem incorporar recursos de inteligência
artificial sem substituir equipamentos já instalados, o que reduz custos e
acelera a adoção da tecnologia.
A capacidade de integração amplia as
possibilidades de uso do Hórus em diferentes segmentos. No ambiente
corporativo, a tecnologia pode apoiar investigações internas, identificar
movimentações específicas e reduzir o tempo gasto na localização de registros
importantes. Em condomínios, facilita a recuperação de eventos ligados ao
controle de acesso e à circulação de moradores e visitantes. Já em operações
logísticas e industriais, ajuda a localizar ocorrências em áreas extensas
monitoradas simultaneamente por dezenas de câmeras. No setor público, onde
grandes volumes de imagens são produzidos diariamente, ferramentas de pesquisa
inteligente representam um avanço para as equipes de monitoramento urbano,
permitindo respostas mais rápidas em processos investigativos e maior
eficiência na organização das informações.
Esse movimento acompanha uma transformação global impulsionada pelo avanço da inteligência artificial generativa e das tecnologias de visão computacional, que vêm redefinindo setores como saúde, indústria, logística e segurança. Para Romano, essa transformação ainda está apenas no início: “O verdadeiro valor do videomonitoramento nunca esteve apenas nas imagens armazenadas, mas no que elas podem revelar. A inteligência artificial muda completamente essa relação porque permite transformar vídeos em informação organizada, acessível e acionável. É uma evolução natural da tecnologia e um caminho sem volta para quem busca eficiência operacional e segurança. A aposta da Camerite no Hórus segue essa visão de futuro”, finaliza.
Camerite
https://camerite.com/

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