Eles ocupam o topo da lista de
preferência nos lares brasileiros, esbanjam carisma e são conhecidos por sua
reconhecida energia. Não por acaso, ganharam uma data especial no calendário: o
Dia do Vira-lata, celebrado em 31 de julho.
No entanto, a popular crença de que os cães sem raça definida (SRD) possuem uma
"superimunidade" a doenças é um mito que pode colocar a saúde desses
animais em risco. Pegando carona na carinhosa celebração, a MSD Saúde Animal
alerta que, embora a diversidade genética da miscigenação traga vantagens
biológicas, os SRDs estão expostos aos mesmos riscos ambientais e podem
desenvolver quadros crônicos complexos, como a dermatite atópica canina (DAC),
exigindo tanta atenção e cuidado quanto qualquer cão de raça.
Essa paixão pelos animais sem raça
definida se reflete na própria cultura da companhia, que tem como mascote
oficial da marca Defenza o carismático vira-lata Max. No entanto, a MSD Saúde
Animal reforça que, para além do afeto, as condições alérgicas e dermatológicas
exigem atenção constante. A dermatite atópica, por exemplo, é uma condição
alérgica e inflamatória crônica que afeta a pele dos cães. Embora algumas raças
tenham maior predisposição genética, a rotina clínica veterinária mostra uma
presença expressiva de vira-latas nos consultórios dermatológicos. O motivo? O
ambiente doméstico e a exposição a alérgenos do dia a dia não escolhem
pedigree.
O mito da resistência vs. a realidade
clínica
A ideia de que o vira-lata "nunca fica doente" tem origem no conceito de heterose (ou vigor híbrido), que pode reduzir o risco de algumas doenças genéticas hereditárias mais frequentes em determinadas raças puras. No entanto, isso não os torna imunes a outras enfermidades, incluindo doenças imunomediadas, alergias e problemas relacionados ao ambiente e ao estilo de vida moderno.
A pele do cão funciona como uma
barreira de proteção. Em indivíduos geneticamente suscetíveis, a exposição
contínua a ácaros, poeira doméstica, pólens e fungos pode desencadear uma
resposta inflamatória exagerada. Kathia Soares, médica-veterinária e
coordenadora técnica da MSD Saúde Animal, explica que o diagnóstico em animais
sem raça definida muitas vezes é tardio justamente por causa desse preconceito
cultural:
"Muitos responsáveis acreditam que
o vira-lata coça mais por hábito ou, então, que feridas na pele são apenas
consequências de uma pulga casual. Esse atraso em procurar o médico-veterinário
faz com que o animal chegue à clínica com quadros de dermatite atópica já avançados,
com infecções secundárias na pele e um nível de sofrimento que poderia ter sido
evitado."
Mitos e Verdades sobre os cuidados com
o SRD
Para ajudar os responsáveis a
desmistificarem a saúde dos vira-latas e entenderem suas reais necessidades, a
especialista esclarece os principais pontos que envolvem esses pets:
Vira-latas não têm
alergia a pulgas porque são mais resistentes? MITO.
Cães sem raça definida também podem
desenvolver alergia a proteínas presentes na saliva das pulgas. Além do
desconforto causado pela reação alérgica, as pulgas podem transmitir doenças
importantes para a saúde do animal e da família. Por isso, independentemente da
raça, a prevenção contínua contra ectoparasitas é fundamental.
Cães SRD têm a
pele e o estômago "de ferro" e podem usar qualquer produto ou
alimento? MITO.
Por não terem um padrão genético
definido, os vira-latas uma caixinha biológica de surpresas. Eles podem
apresentar pele sensível e desenvolver hipersensibilidade a determinados
ingredientes da dieta. O uso de produtos inadequados, como sabões caseiros ou
xampus humanos, pode comprometer a barreira cutânea, enquanto algumas proteínas
alimentares podem desencadear quadros alérgicos. Por isso, os cuidados com a
pele e a alimentação devem ser individualizados.
Vira-latas desenvolvem menos doenças crônicas do que cães de
raça pura? MITO.
A miscigenação pode reduzir o risco de
algumas doenças hereditárias específicas, mas os cães sem raça definida
continuam suscetíveis a doenças crônicas. A dermatite atópica, por exemplo, é
uma condição que envolve coceira e inflamação da pele em resposta a fatores
ambientais. Assim como ocorre em cães de raça, o quadro exige diagnóstico
adequado e acompanhamento contínuo para o controle dos sinais clínicos.
O ambiente em que
o vira-lata vive dita as crises de alergia na pele? VERDADE.
Assim como os cães de raça, os SRDs
estão expostos aos mesmos fatores ambientais do dia a dia. Em animais
suscetíveis, a presença de ácaros, poeira doméstica, pólen e fungos pode
desencadear ou agravar crises alérgicas, levando a coceira e inflamação da
pele.
O histórico de saúde desconhecido do vira-lata exige atenção
redobrada? VERDADE.
Muitas vezes, pouco se sabe sobre a origem e o histórico de saúde de cães sem raça definida. Por isso, o acompanhamento veterinário preventivo é fundamental. Alterações na pele, nos ouvidos, no comportamento ou em outros aspectos da saúde devem ser observadas desde os primeiros sinais, permitindo o diagnóstico precoce e o manejo adequado de possíveis doenças.
Prevenção e cuidado: um direito de todos os cães
Independentemente da árvore genealógica do pet, adotar medidas preventivas e realizar acompanhamento veterinário regular são pilares fundamentais para promover saúde, bem-estar e qualidade de vida. Ignorar sinais clínicos iniciais sob a justificativa de uma suposta resistência natural pode atrasar o diagnóstico e o tratamento, favorecendo a progressão de problemas que poderiam ser manejados precocemente.
Ciente de que a saúde de qualidade deve ser acessível a todos os perfis de pets, a MSD Saúde Animal oferece soluções inovadoras de ponta para estruturar essa rotina de cuidados de forma simples e altamente eficaz. Essa dinâmica de proteção contínua é central no portfólio de soluções inovadoras da companhia, como a linha Bravecto®. Desenvolvida para atender diferentes perfis de pacientes e se adaptar à rotina de cada família, a tecnologia está disponível em formulações de administração oral (comprimidos mastigáveis) e tópica (transdermal) com ação prolongada por 12 semanas. O portfólio também inclui o revolucionário Bravecto® 365, que oferece proteção contra pulgas e carrapatos por um ano inteiro em uma única aplicação.
Complementando a proteção contra vetores perigosos, a coleira Scalibor® atua na prevenção da Leishmaniose Canina, com ação repelente e inseticida contra o mosquito-palha. Além disso, a linha de vacinas Nobivac®, referência global, contribui para a proteção dos cães contra doenças relevantes, como a Raiva, apoiando os cuidados preventivos essenciais para a saúde e o bem-estar dos animais.
Já para os casos de dermatite alérgica, especialmente a dermatite atópica, em que a coceira e a inflamação exigem intervenção direta, a MSD Saúde Animal apresenta o Numelvi®. Primeiro e único inibidor de JAK de segunda geração na medicina veterinária, o medicamento atua com alta seletividade sobre a JAK1, a principal enzima envolvida na sinalização da coceira e da resposta inflamatória. Numelvi® promove alívio rápido da coceira e contribui para o controle seguro dos sinais clínicos.
Ao unir a conscientização sobre as reais necessidades dos animais sem raça definida com o que há de mais avançado em tecnologia veterinária, a MSD Saúde Animal reafirma seu propósito de melhorar a vida das pessoas, a saúde e o bem-estar dos animais. Afinal, celebrar o afeto dos vira-latas vai muito além de exaltar seu carisma, significa proporcionar a eles o mesmo padrão de excelência em saúde, proporcionando longevidade, dignidade e uma rotina livre de incômodos para que continuem sendo a grande paixão nacional.
MSD Saúde Animal
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Declarações Prospectivas da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA
Este comunicado à imprensa da Merck & Co., Inc., Kenilworth, N.J., EUA (“empresa”) inclui “declarações prospectivas” de acordo com o significado das disposições de segurança da U.S. Private Securities Litigation Reform Act (Lei Norte-Americana de Reforma de Litígios de Ações Privadas) de 1995. Essas declarações são baseadas em suposições e expectativas atuais da direção executiva da empresa e estão sujeitas a riscos e incertezas significativos. Se as suposições subjacentes forem incorretas ou houver riscos ou incertezas, os resultados reais podem diferir substancialmente daqueles contidos nas declarações prospectivas. Os riscos e incertezas incluem, mas não estão limitados a, condições gerais da indústria e da concorrência, fatores econômicos gerais, incluindo taxa de juros e flutuações da taxa de câmbio; o impacto da epidemia global do novo coronavírus (COVID-19);impacto da regulamentação da indústria farmacêutica e legislação de saúde nos Estados Unidos e internacionalmente; tendências globais para contenção de custos com a saúde; avanços tecnológicos, novos produtos e patentes obtidas por concorrentes; desafios inerentes ao desenvolvimento de novos produtos, incluindo a obtenção de aprovações regulatórias; capacidade da empresa prever com precisão as condições futuras de mercado; dificuldades ou atrasos de produção; instabilidade financeira das economias internacionais e de risco à soberania; dependência da eficácia das patentes da empresa e outras proteções para produtos inovadores; e exposição a litígio, incluindo litígios de patentes e/ou ações regulatórias. A empresa não assume nenhuma obrigação de atualizar publicamente qualquer declaração prospectiva, seja como resultado de novas informações, eventos futuros ou de qualquer outra forma. Outros fatores que possam fazer com que os resultados difiram substancialmente daqueles descritos nas declarações prospectivas podem ser encontrados no Relatório Anual de 2020 da empresa, no Formulário 10-K e outras submissões da Empresa junto à Securities and Exchange Commission (SEC) (Comissão Norte-Americana de Valores Mobiliários), disponível no site da SEC (www.sec.gov).

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