Levantamento
da VR, empresa de soluções para trabalhadores e empregadores, mostra que a
licença-maternidade segue concentrada nos 120 dias legais. Com
base em dados de mais de 4 milhões de trabalhadores formais que usam os
serviços da VR, os afastamentos de 120 dias representavam 75% do total em 2023
e 2024, passou para 76% em 2025 e chegou a 78% no primeiro trimestre de 2026.
Já as licenças acima de 120 dias, que indicam adesão ao programa
Empresa Cidadã, caíram de 11% em 2023 para 9% em 2025, e são apenas
8% do total de afastamentos do primeiro trimestre de 2026.
Entre os pais, há um sutil aumento no número de pais
que se afastam do trabalho após o nascimento dos filhos, enquanto a adesão à
licença estendida está em queda. Sete em cada dez pais tiram a licença de cinco
dias prevista em lei, enquanto as licenças mais longas, acima de 20 dias, recuaram de
9% em 2023 para 5% em 2025 e 2026, sinalizando baixa adesão a
modelos mais equilibrados de cuidado nos primeiros meses de vida do bebê.
O levantamento também mostra que afastamentos do trabalho para acompanhar familiares por motivos de saúde ainda ocorrem predominantemente entre mulheres, sendo sete em cada dez dos casos ao longo da série. Por outro lado, a participação masculina avançou timidamente, saindo da faixa de 28% nos anos anteriores para atingir 33% no primeiro trimestre de 2026, o que sugere melhoria na presença masculina no apoio à família.
Levantamento
da VR, empresa de soluções para trabalhadores e empregadores, mostra que a
licença-maternidade segue concentrada nos 120 dias legais. Com
base em dados de mais de 4 milhões de trabalhadores formais que usam os
serviços da VR, os afastamentos de 120 dias representavam 75% do total em 2023
e 2024, passou para 76% em 2025 e chegou a 78% no primeiro trimestre de 2026.
Já as licenças acima de 120 dias, que indicam adesão ao programa
Empresa Cidadã, caíram de 11% em 2023 para 9% em 2025, e são apenas
8% do total de afastamentos do primeiro trimestre de 2026.
Entre os pais, há um sutil aumento no número de pais
que se afastam do trabalho após o nascimento dos filhos, enquanto a adesão à
licença estendida está em queda. Sete em cada dez pais tiram a licença de cinco
dias prevista em lei, enquanto as licenças mais longas, acima de 20 dias, recuaram de
9% em 2023 para 5% em 2025 e 2026, sinalizando baixa adesão a
modelos mais equilibrados de cuidado nos primeiros meses de vida do bebê.
O
levantamento também mostra que afastamentos do trabalho para acompanhar familiares
por motivos de saúde ainda ocorrem predominantemente entre mulheres, sendo sete
em cada dez dos casos ao longo da série. Por outro lado, a
participação masculina avançou timidamente, saindo da faixa de 28% nos anos
anteriores para atingir 33% no primeiro trimestre de 2026, o que sugere
melhoria na presença masculina no apoio à família.
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