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| Freepik Viajar deixou de ser apenas deslocamento para se tornar busca de experiências |
À
medida que o turismo global se reinventa, os perfis de viajantes também mudam.
Em 2026, as motivações para fazer as malas revelam diferenças claras entre
gerações, segundo o relatório Travel Trends 2026, do Skyscanner, que analisou
comportamentos e preferências de turistas ao redor do mundo.
Mais
do que escolher um destino, cada faixa etária tem uma relação própria com a
experiência de viajar — seja na forma de planejar, no tipo de roteiro ou no
nível de flexibilidade durante a jornada.
Para
a Coris, referência em assistência e seguro viagem, acompanhar essas mudanças
de comportamento é essencial para entender como as pessoas estão se
relacionando com o mundo. “Viajar deixou de ser apenas deslocamento e passou a
refletir valores, estilo de vida e momento de vida de cada geração. Isso muda
totalmente a forma como as pessoas se preparam para a viagem”, observa Cláudia
Brito, sócia-diretora da Coris.
Baby Boomers: conforto, previsibilidade e roteiros
clássicos
Os
viajantes da geração Baby Boomer seguem priorizando conforto e organização.
Destinos tradicionais, como capitais europeias, circuitos culturais e
cruzeiros, continuam entre os favoritos.
Esse
público valoriza itinerários bem estruturados, hospedagens de categoria
superior e suporte ao longo da viagem. A tranquilidade de ter tudo planejado é
parte fundamental da experiência — do traslado ao passeio guiado.
Geração X: vivência cultural com equilíbrio financeiro
A
Geração X busca profundidade cultural sem abrir mão do custo-benefício. Museus,
centros históricos, gastronomia local e experiências autênticas estão no topo
da lista, mas com atenção ao orçamento.
São
viajantes que pesquisam, comparam e planejam com antecedência. Misturar
atrações clássicas com experiências menos óbvias é uma forma de tornar a viagem
mais significativa sem extrapolar gastos.
Millennials: propósito, autenticidade e sustentabilidade
Para
os millennials, viajar é também uma extensão dos seus valores. Eles priorizam
vivências autênticas, conexão com comunidades locais e escolhas mais
conscientes.
Hospedagens
sustentáveis, passeios com impacto positivo e consumo de pequenos negócios
locais fazem parte do roteiro. Mais do que “conhecer um lugar”, a ideia é se
sentir parte dele — ainda que por poucos dias.
Geração Z: espontaneidade, tecnologia e experiências
visuais
A
Geração Z enxerga a viagem como experiência, conteúdo e conexão social ao mesmo
tempo. A flexibilidade é parte do plano: decidir passeios em cima da hora e
adaptar o roteiro faz parte da diversão.
A
tecnologia acompanha toda a jornada, do planejamento à publicação em tempo
real. Destinos vibrantes, cenários marcantes e atividades diferentes do comum
ganham destaque — cada viagem vira também uma narrativa digital.
Viagens mais diversas e expectativas mais personalizadas
Apesar
das diferenças, há um ponto em comum entre todas as gerações: a busca por
experiências que façam sentido para seu momento de vida.
“Hoje
vemos famílias multigeracionais viajando juntas, jovens viajando sozinhos pela
primeira vez e pessoas maduras realizando sonhos antigos. Cada perfil tem suas
prioridades e seu ritmo, e isso exige um novo olhar sobre como as viagens são
planejadas”, completa Cláudia.
Para
quem acompanha o setor de perto, o turismo de 2026 é menos padronizado e muito
mais personalizado — refletindo um viajante que quer viver o mundo à sua
maneira.
https://coris.com.br/

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