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sexta-feira, 13 de março de 2026

50% dos viajantes ainda não usam IA para planejar viagens por medo de erros, revela Civitatis


Pesquisa inédita, parte da campanha “Viajar é humano” da Civitatis, chama atenção para erros em informações dinâmicas e reforça a importância da curadoria humana no planejamento de experiências turísticas
 

Apesar do crescimento do uso de inteligência artificial no planejamento de viagens, metade dos viajantes ainda prefere confiar em informações verificadas e no planejamento próprio. É o que revela uma pesquisa inédita realizada pela Civitatis, que mostra que 50% de uma amostra de mais de 7.000 entrevistados ao redor do mundo ainda não utilizam IA para organizar suas viagens. 

Os dados sustentam o lançamento da nova campanha da plataforma, “Viajar é humano”, que busca refletir sobre os limites da tecnologia no planejamento de viagens e reforçar o papel da curadoria humana na escolha de experiências.

 

IA ou planejamento próprio? O veredito dos viajantes 

Segundo a análise da Civitatis, mesmo entre viajantes frequentes, perfil predominante entre os entrevistados (65% realizam entre 2 e 5 viagens internacionais por ano), o uso da inteligência artificial ainda não conseguiu substituir os métodos tradicionais de planejamento de viagens. 

Entre os motivos dessa resistência, destacam-se dois fatores identificados pela plataforma:

  • O valor do planejamento próprio: muitos usuários afirmam que gostam de montar seus itinerários de forma pessoal e direta.
  • Falta de familiaridade com a tecnologia: há uma considerável parcela de usuários que desconhece as aplicações da IA para esse tipo de uso ou não se sente confortável utilizando essas ferramentas de forma geral.

Entre os principais problemas apontados por usuários na pesquisa de viagens com IA está a ocorrência de erros críticos em informações dinâmicas, especialmente: horários e preços atualizados; links que não funcionam; atrações indicadas como abertas quando estão fechadas, ou até mesmo atividades que sequer existem. 

“Os viajantes ainda têm receio, com razão, das informações que surgem na IA, inclusive por, muitas vezes, elas sugerirem experiências ou destinos que nem mesmo são reais”, pontua Alexandre Oliveira, Country Manager da Civitatis Brasil.

“A verdade é que a IA é muito inteligente, mas também muito artificial. É inevitável que mais viajantes passem a utilizar a IA em suas pesquisas, mas é ainda mais inevitável que o olhar e curadoria humana ganhe cada vez mais relevância para discernir o que é informação útil e real, e o que é apenas ruído digital.”

 

“Viajar é humano”: a importância da curadoria humana


Ilha fictícia de San Elías, criada por IA pela Civitatis para alertar
 sobre os riscos do uso da inteligência artificial no planejamento de viagnes


Como parte da campanha “Viajar é humano”, a Civitatis criou a fictícia Ilha de San Elías, um destino inexistente que aparece como recomendação em algumas respostas geradas por inteligência artificial. A iniciativa busca ilustrar os riscos de confiar cegamente em recomendações automatizadas sem validação humana. 

Os dados indicam que a inteligência artificial costuma ser utilizada principalmente como ponto de partida para dúvidas logísticas. No entanto, diante do risco de receber recomendações incorretas ou incompletas, muitos viajantes recorrem a buscadores ou a plataformas com curadoria e atendimento humano, como a Civitatis, para confirmar informações essenciais, como disponibilidade real e preços atualizados. 

Assim, com o objetivo de criar “Perfect Memories” e reforçar seu compromisso com a autenticidade, o novo app da Civitatis amplia o acesso a informações em tempo real e a milhões de avaliações verificadas. Esses dois fatores também aparecem na pesquisa como os elementos mais valorizados pelos usuários em uma ferramenta de viagem para garantir a qualidade da experiência.


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