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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Solidão entre jovens reforça papel da saúde social no bem-estar

Especialistas apontam a importância de conexões sociais profundas como parte do bem-estar físico e emocional 


Por muito tempo, o bem-estar foi entendido a partir de dois pilares: saúde física e mental. Hoje, especialistas ampliam essa leitura ao incluir a chamada saúde social, que envolve a capacidade de construir e sustentar relações significativas e influencia diretamente tanto o equilíbrio emocional quanto o próprio funcionamento do corpo. 

“Não se trata apenas de estar cercado de pessoas, mas de vivenciar vínculos que promovam pertencimento, apoio e troca genuína”, afirma a psicóloga Rozane Fialho, CEO da Rede Psicoterapia. 

A crescente atenção ao tema acompanha mudanças no comportamento social, como o uso de redes sociais como nova forma de convivência que, embora amplie as possibilidades de interação, nem sempre resulta em conexões profundas e pode intensificar a sensação de isolamento, mesmo entre pessoas constantemente conectadas. 

Apesar da hiperconectividade, a especialista aponta que relações mediadas por redes sociais não substituem interações presenciais. “Interações espontâneas envolvem elementos fundamentais para a construção de vínculos, como empatia e linguagem não verbal. Já as relações digitais tendem a ser mais superficiais e podem intensificar comparações e sensação de inadequação”, afirma. 

Os impactos da solidão vão muito além da esfera emocional. “Quando crônica, ela está associada ao aumento de ansiedade, depressão e sensação de vazio, mas também a alterações físicas relevantes, como elevação do estresse, prejuízos no sono e até maior risco de doenças cardiovasculares”, afirma. 

O tema ganha ainda mais relevância entre jovens que deixam a casa dos pais para estudar em outras cidades, um movimento cada vez mais comum no Brasil. Segundo a psicóloga, essa fase envolve uma ruptura importante na estrutura emocional. 

“Ao sair de casa, o jovem perde uma rede de apoio já estabelecida e precisa reconstruir vínculos do zero. Existe uma ideia equivocada de que ser autônomo é dar conta de tudo sozinho. Mas, na prática, a autonomia saudável inclui a capacidade de construir e sustentar relações”, diz Fialho. 

Nesse contexto, ambientes que favorecem convivência presencial podem facilitar a criação de vínculos, especialmente entre pessoas na mesma fase da vida. É o caso de residenciais estudantis com gestão profissional, que oferecem não apenas quartos individuais ou compartilhados, mas também áreas comuns planejadas para uso coletivo, espaços de convivência e rotinas que incentivam a interação entre moradores. 

“A vida no residencial permite que o estudante veja aquele espaço como mais do que um quarto. Ele se torna ponto de encontro, de troca de experiências e de cultura”, conta Juliana Onias, gerente regional de operações da Share Student Living, que em parceria com a Rede Psicoterapia oferece consultas com valor 77% menor em referência ao valor da tabela do Conselho Federal de Psicologia para os moradores. “Nas semanas de prova, por exemplo, as salas de estudo ficam cheias. Os alunos se organizam em grupo, revisam conteúdos juntos e criam uma dinâmica de colaboração que favorece conexões profundas”, diz. 

Entre os sinais de que a solidão pode estar afetando a saúde estão sensação de desconexão, dificuldade de criar vínculos próximos, alterações no sono e uso excessivo de redes sociais sem sensação real de pertencimento. “É importante entender que solidão não é ausência de pessoas, mas ausência de conexão significativa”, diz Fialho. 

As estratégias para reverter o quadro são investir intencionalmente em relações significativas, manter vínculos anteriores enquanto constrói novos, criar rotinas que favoreçam convivência e desenvolver espaços seguros de troca. 

“Na Share, a convivência não é tratada como um elemento acessório, mas como parte da experiência de morar. A ideia não é impor interação, mas criar oportunidades para que ela aconteça de forma espontânea ao longo da rotina”, aponta Onias. “Pertencer não anula a autonomia. Pelo contrário, a sustenta”, complementa Fialho.

 

Currículos internacionais ganham força no Brasil: veja modelos e vantagens para estudantes

Foto: Divulgação
The British College of Brazil

A crescente demanda por qualificações reconhecidas internacionalmente reflete mudanças nos processos de admissão universitária e nas expectativas do mercado de trabalho

 

 

A procura por currículos escolares internacionais vem crescendo no Brasil à medida que famílias passam a considerar oportunidades globais de estudo e carreira. Com processos seletivos em países como Estados Unidos, Reino Unido e Canadá dando cada vez mais peso a perfis holísticos, qualificações internacionais vêm se tornando uma vantagem estratégica.

 

O mercado de trabalho atual, caracterizado pela alta competitividade, exige, acima de tudo, adaptabilidade, inteligência emocional e capacidade de trabalhar em equipe. Educadores apontam para uma mudança mais ampla no que universidades e empregadores valorizam. 

 

Habilidades como pensamento crítico, adaptabilidade e colaboração são hoje consideradas tão importantes quanto o desempenho acadêmico — e frequentemente fazem parte dos modelos de educação internacional.

 

“Uma qualificação internacional não apenas abre portas para universidades, mas prepara os alunos para o tipo de pensamento independente e adaptabilidade que essas instituições esperam desde o primeiro dia”, afirma Ceris Flew, diretora do Ensino Secundário da The British College of Brazil. “Hoje vemos cada vez mais famílias planejando ativamente trajetórias internacionais desde fases iniciais”, complementa. 

 

Essa mudança é particularmente relevante no contexto brasileiro. Embora um número limitado de universidades internacionais, principalmente em Portugal, aceite o ENEM como forma de ingresso, a maioria das instituições no exterior exige um conjunto mais amplo de credenciais, como histórico acadêmico, atividades extracurriculares e cartas de recomendação. Como resultado, estudantes que buscam oportunidades globais precisam apresentar um perfil acadêmico e pessoal mais completo.

 

Em resposta, escolas vêm adotando modelos curriculares integrados, que apoiam múltiplas trajetórias e permitem que os alunos se candidatem tanto a universidades brasileiras quanto a instituições no exterior.

 

Principais currículos internacionais disponíveis no Brasil

 

Diversos modelos de educação internacional contribuem para essa tendência, cada um com abordagens distintas de aprendizagem e preparação universitária:

 

Currículo Britânico (A-Levels): percurso especializado em que os estudantes se concentram em três a quatro disciplinas alinhadas ao curso universitário pretendido. Os A-Levels são conhecidos pelo rigor acadêmico e profundidade, com avaliações baseadas em exames finais que valorizam pensamento analítico e domínio de conteúdo.

 

Currículo Americano (K–12): modelo amplo e flexível que permite aos estudantes construir um perfil acadêmico personalizado. Além das disciplinas obrigatórias, os alunos participam de eletivas, esportes e atividades extracurriculares, que também influenciam a admissão universitária.

 

Bacharelado Internacional (IB): amplamente reconhecido por universidades em todo o mundo, o Diploma IB combina exigência acadêmica com forte ênfase em pesquisa, pensamento crítico e engajamento comunitário, preparando estudantes para diferentes sistemas de ensino superior.

 

Modelos inspirados na Finlândia: baseados no sistema educacional finlandês, priorizam o bem-estar do aluno, a colaboração e a aprendizagem personalizada, com menor foco em testes padronizados e maior atenção ao desenvolvimento integral.

 

Preparando alunos para um futuro global

 

Para muitas famílias, o apelo dos currículos internacionais vai além do acesso à universidade. A exposição a diferentes perspectivas, métodos de ensino e formas de avaliação ajuda os alunos a desenvolver confiança, autonomia e uma visão de mundo mais ampla. 


À medida que a mobilidade internacional e a competição por vagas nas principais universidades continuam a crescer, educadores esperam que a demanda por qualificações reconhecidas globalmente no Brasil aumente, consolidando os currículos internacionais como uma parte cada vez mais relevante do cenário educacional do país.

 

BCB - The British College of Brazil

 

Competências invisíveis: o que a maternidade desenvolve e o trabalho não nomeia

 As minhas filhas me convocam para sair do meu mundo todos os dias.

E, nesse deslocamento, entre conversas no carro, passeios atravessados por imprevistos, fases que vão embora num piscar de olhos e outras começam, momentos de dar contorno e limites, eu aprendo, na prática, habilidades que o mundo do trabalho diz buscar, mas ainda reconhece pouco quando não nascem dentro dele. 

Nos últimos tempos, vozes como as de Elisama Santos, Vera Iaconelli, Maria Homem; Dani Junco, Ruth Manus e Camila Antunes têm ajudado a trazer a maternidade para o centro dessa conversa. Não como idealização, mas como experiência concreta de desenvolvimento. Ainda assim, o debate costuma parar na valorização simbólica, e avança pouco na tradução prática dessas aprendizagens para o contexto profissional.

 

Porque o ponto talvez seja menos reconhecer e mais tornar visível. 

No cotidiano, a maternidade exige leitura de contexto, priorização sob pressão, negociação constante e consistência ao longo do tempo. Não como exceção, mas como rotina. Uma conversa difícil com um filho adolescente pede escuta e firmeza ao mesmo tempo. Um limite precisa ser sustentado mesmo diante de resistência. Um dia inteiro pode precisar ser reorganizado em poucas horas. 

São experiências que desenvolvem competências muito próximas das listadas pelo World Economic Forum — pensamento analítico, adaptabilidade, empatia, liderança. Ainda assim, raramente entram como evidência em avaliações, promoções ou processos seletivos. 

Há um descompasso evidente. O que se aprende na maternidade é intenso, repetido, refinado. Mas permanece pouco visível porque não cabe na linguagem dominante de “projetos”, “entregas” e “resultados mensuráveis”. 

E, quando tentamos nomear, muitas vezes simplificamos: “paciência”, “jogo de cintura”, “amor”. Palavras que dizem pouco sobre a complexidade do que está sendo exercitado. 

Talvez por isso esses aprendizados sejam subestimados. Não por serem menores, mas por não estarem traduzidos. 

E aqui há um ponto que merece atenção: nem tudo que desenvolve competência passa por cursos, certificações ou trilhas formais de aprendizado. Há experiências que formam pela intensidade, pela repetição e pela responsabilidade envolvida — e a maternidade é uma delas. 

Isso não significa romantizar. A maternidade também cansa, sobrecarrega e expõe limites. Mas justamente por isso, ela produz um tipo de aprendizado que dificilmente se simula em ambientes controlados. 

Talvez o desafio para as organizações não seja criar um novo espaço para falar de maternidade. Mas ampliar o repertório do que reconhecem como desenvolvimento. 

Porque, no fim, essas competências já estão em circulação. Influenciam decisões, relações e formas de trabalhar todos os dias.


O que falta não é desenvolvimento.

É linguagem, visibilidade — e, sobretudo, disposição para reconhecer como experiência profissional aquilo que não nasceu dentro dos formatos tradicionais do trabalho.

 


Vivian Rio Stella - doutora em Linguística pela Unicamp, pós-doutora pela PUC-SP e idealizadora da VRS Academy e participantes do TEDx Jundiaí. Colunista da revista Você RH e professora da Fundação Dom Cabral, Escola Aberje e de curso de comunicação na Audible/Casa do Saber, Vivian é reconhecida por sua abordagem humanista, crítica e contextual, que foca na comunicação para promover colaboração, respeito e diálogo nas organizações. Ao longo dessa jornada, já realizou palestras, workshops e consultorias para mais de 300 empresas de diferentes portes e setores.



Quem cuida do ar que respiramos?

A qualidade do ar é uma responsabilidade coletiva e exige ação coordenada entre governo, indústria e sociedade. Ainda assim, na prática, essa agenda costuma ficar diluída entre diferentes setores, sem a organização necessária para gerar avanços consistentes. 

Nos grandes centros urbanos e em regiões industrializadas, os impactos da poluição atmosférica são cada vez mais evidentes. O aumento de doenças respiratórias, a sobrecarga dos sistemas de saúde e a piora na qualidade de vida da população são alguns dos efeitos mais visíveis de um problema que, muitas vezes, permanece invisível aos olhos.

 

Diante do problema, é natural buscar responsáveis. 

O poder público tem papel determinante na formulação de políticas, na regulação e fiscalização. Cabe ao Estado estabelecer limites de emissão, incentivar tecnologias mais limpas e garantir que a expansão urbana e industrial ocorra de forma sustentável. 

A indústria, por sua vez, também exerce uma função decisiva. Ao investir em eficiência energética, inovação e modernização de processos, o setor produtivo não apenas reduz seu impacto ambiental, como também contribui para a construção de um modelo de desenvolvimento mais equilibrado. Em muitos casos, esses avanços já estão em curso, impulsionados tanto por exigências regulatórias quanto por demandas de mercado. 

Mas essa equação não se fecha apenas com governo e empresas. A sociedade também tem um importante papel, seja por meio de escolhas de consumo mais conscientes, seja pela cobrança por políticas públicas mais eficazes. A forma como nos deslocamos, consumimos energia e nos posicionamos em relação a temas ambientais influencia diretamente a qualidade do ar. 

Ainda assim, há um ponto importante que precisa ser reconhecido. Mesmo com esforços em andamento, a melhoria da qualidade do ar é um processo gradual. Mudanças estruturais levam tempo, exigem investimentos e dependem de múltiplos fatores. 

É nesse intervalo entre o diagnóstico e a solução que surge uma lacuna pouco debatida. Como proteger a população enquanto as transformações necessárias ainda estão em curso? 

A resposta passa pela combinação entre ações estruturais e medidas de proteção imediata. Em ambientes com maior exposição a poluentes, como grandes centros urbanos, regiões afetadas por queimadas ou determinados setores produtivos, a adoção de práticas de prevenção pode fazer diferença concreta na saúde das pessoas. 

O uso de máscaras de proteção respiratória, especialmente em situações de maior exposição à poluição, poeira ou fumaça, é uma dessas medidas. Quando utilizadas de forma adequada, elas ajudam a reduzir a inalação de partículas nocivas e funcionam como uma barreira importante para a preservação da saúde. 

A proteção respiratória deve ser compreendida como uma aliada, e não como uma solução isolada. Ela não substitui políticas públicas nem reduz a responsabilidade dos diferentes agentes envolvidos, mas oferece uma camada adicional de segurança em situações de risco. 

Mais do que reagir a crises pontuais, é preciso avançar na construção de uma cultura de prevenção. Isso inclui ampliar o acesso à informação, incentivar boas práticas e reconhecer que a qualidade do ar impacta diretamente o bem-estar coletivo. 

Ao final, a pergunta que dá título a este debate, “quem cuida do ar que respiramos?”, não tem uma resposta única. Ela exige um compromisso conjunto, no qual cada agente tem um papel claro a desempenhar. 

Garantir um ar mais limpo é, sem dúvida, um desafio complexo. Mas proteger a saúde da população, enquanto esse objetivo não é plenamente alcançado, é uma responsabilidade que não pode esperar.

 

J. A. Puppio - empresário e autor do livro “Impossível é o que não se tentou”

 

Tomar boas decisões é uma habilidade treinável

Muita gente acredita que tomar boas decisões é uma espécie de dom, que ou a pessoa “nasceu com isso” ou está condenada a escolher mal. Contudo, a neurociência e a psicologia cognitiva mostram o contrário, que decidir bem não depende apenas de inteligência ou sorte, mas é uma habilidade treinável. 

Um dos aspectos mais intrigantes é que, muitas vezes, seu cérebro decide antes de você saber. Parte da atividade neural envolvida na escolha acontece antes de ela chegar à consciência. Isso não elimina nossa liberdade, mas revela que decidir é resultado de processos complexos, muitos deles automáticos, que antecedem a nossa percepção consciente. 

Além disso, a tomada de decisão não é uma função isolada. Ela é fruto da integração de várias funções executivas como atenção, controle inibitório, regulação emocional, memória de trabalho e flexibilidade cognitiva. Ou seja, decidir bem exige foco, contenção de impulsos, organização de informações, avaliação de cenários e capacidade de ajuste. 

Daniel Kahneman ajuda a compreender esse processo ao descrever dois modos de pensar. O Sistema 1 é rápido, intuitivo e econômico, útil em situações familiares ou que exigem agilidade, mas suscetível a vieses. O Sistema 2 é mais lento, analítico e deliberado, essencial para decisões complexas, embora mais custoso em termos de energia mental. Boas decisões pedem discernimento para saber quando confiar na agilidade do Sistema 1 e quando e como acionar a profundidade do Sistema 2. 

Também é um erro imaginar que decidir bem seja escolher “pela razão” e excluir as emoções. Emoções não são inimigas da lucidez, visto que elas trazem informações valiosas. O problema surge quando dominam completamente o processo ou quando são ignoradas. Boas decisões exigem, portanto, equilíbrio entre razão e emoção. 

O mesmo vale para instinto e intuição. O instinto é mais primário, ligado à sobrevivência. Já a intuição costuma vir da experiência e da leitura sutil de padrões. Ambos podem ajudar, mas não devem substituir a análise criteriosa em decisões complexas. 

Mas veja, tão importante quanto saber decidir é saber quando não decidir. Cansaço, estresse, fome, prazos curtos ou excesso de informação comprometem a qualidade das escolhas, levando o cérebro a buscar alívio imediato ao invés de boas decisões. Por isso, também é essencial buscar dados confiáveis, reconhecer vieses inconscientes, alinhar a decisão aos seus valores e objetivos de longo prazo e considerar seu impacto no coletivo. Afinal, decidir nunca é um ato neutro e as nossas escolhas individuais também reverberam nos outros. 

Tomar uma boa decisão não é um processo simples. Por isso mesmo em meu livro “Neurociência Positiva”, dedico todo um capítulo a essa tão importante Função Executiva e apresento um fluxograma de tomada de decisão não para dar respostas prontas, mas para estimular perguntas melhores. Porque a qualidade da decisão depende menos de certezas imediatas e mais de clareza. Treinar essa habilidade é treinar a forma como conduzimos a própria vida. 

 

Juliana Zellauy - especialista em Neurociência e Comportamento, com formação em Psicologia Positiva e em Mindfulness, autora de “Neurociência Positiva – Uma rota prática para cultivar o equilíbrio, desenvolver clareza mental e viver com mais leveza”. 

 

Imposto de Renda: fraudes digitais aumentam durante o recolhimento da declaração e exigem atenção redobrada dos contribuintes

  • Com o início da temporada de declaração do Imposto de Renda, crescem os ataques de phishing e smishing direcionados aos contribuintes, com criminosos se passando pela Receita Federal para roubar dados pessoais, bancários e credenciais

 

O período de entrega da declaração do Imposto de Renda volta a colocar os contribuintes no centro das ações de criminosos digitais. Dados da Receita Federal mostram que, até 13 de abril — pouco mais de três semanas após a abertura do prazo — mais de 11 milhões de declarações já haviam sido enviadas, com expectativa de chegar a cerca de 44 milhões. Esse alto volume de contribuintes conectados e compartilhando informações sensíveis transforma o período em um dos mais visados por criminosos online 

A Cipher, unidade de cibersegurança do Grupo Prosegur, identificou um crescimento expressivo de campanhas de phishing e smishing (golpes digitais realizados por meio de e-mails e mensagens de texto que simulam comunicações oficiais) com o objetivo de roubar dados pessoais, credenciais de acesso e informações bancárias. “Os cibercriminosos estão cada vez mais estratégicos e aproveitam momentos de grande movimentação, como a declaração do Imposto de Renda, para tornar os golpes mais convincentes. Hoje, vemos ataques mais personalizados e sofisticados, que exploram tanto a urgência dos prazos quanto a confiança dos contribuintes em comunicações aparentemente oficiais”, afirma Catarina Viegas, CEO Latam da Cipher. 

Diante desse cenário, os especialistas observaram padrões recorrentes nas campanhas ativas, que revelam o nível crescente de sofisticação dos golpes:

  • Falsificação direta da Receita Federal: por meio de e-mails e SMS que reproduzem a linguagem administrativa e a identidade visual do órgão. As mensagens costumam mencionar restituições pendentes, problemas no processamento ou solicitações de documentação adicional.
  • Redirecionamento para páginas fraudulentas altamente realistas projetadas para imitar o site oficial: nesses ambientes solicita-se que o usuário insira credenciais como certificado digital, CPF ou códigos de acesso.
  • Distribuição de malware por meio de anexos apresentados como documentação fiscal: esses arquivos podem conter trojans bancários ou ferramentas de acesso remoto capazes de capturar informações sensíveis ou assumir o controle do dispositivo.
  • Campanhas automatizadas e segmentadas: impulsionadas por ferramentas de inteligência artificial e sistemas de envio em massa, que permitem adaptar as mensagens a diferentes perfis de contribuintes e aumentar a taxa de sucesso.
  • Exploração do contexto fiscal: com mensagens que apelam para a urgência, como bloqueios no processo ou prazos iminentes, ou para incentivos financeiros, como supostos reembolsos imediatos.


Principais medidas de segurança

Nesse contexto, Catarina Viegas reforça que a atenção dos contribuintes deve ser redobrada durante todo o período de declaração. “É fundamental se certificar de que está acessando o site correto da Receita Federal, verificando com atenção a URL. Muitos golpes usam endereços muito parecidos, com pequenas alterações na escrita ou sem o domínio específico, que identifica páginas oficiais do governo. Também é importante confirmar se a conexão é segura. Além disso, dados sensíveis, como senhas e códigos de verificação, nunca devem ser compartilhados ou armazenados em ambientes não protegidos”, orienta. 

A executiva também destaca a importância de utilizar dispositivos atualizados e redes confiáveis no momento de enviar a declaração. “Outro ponto crítico é evitar abrir anexos ou clicar em links de origem desconhecida, especialmente quando se trata de mensagens inesperadas relacionadas ao imposto de renda. Muitos desses arquivos podem conter softwares maliciosos capazes de comprometer completamente o dispositivo”, alerta. 

Este é um dos períodos do ano com maior incidência de fraudes digitais, o que exige uma postura mais vigilante por parte dos usuários. “Identificar rapidamente qualquer comportamento fora do padrão em contas ou dispositivos pode fazer toda a diferença. Mais do que nunca, manter uma atitude crítica diante de comunicações inesperadas e agir com rapidez ao menor sinal de alerta são medidas essenciais para evitar golpes e proteger as informações pessoais”, conclui Viegas.


Cipher
Para mais informações visite o site
www.cipher.com



90% das mães brasileiras afirmam que equilibrar responsabilidades domésticas e profissionais ainda é um desafio

  • 7 em cada 10 já recorreram a trabalho informal para complementar a renda;
  • 79% das mães afirmam buscar cada vez mais conhecimento sobre educação financeira.

 

Para marcar o Dia das Mães, a Serasa, em parceria com o Instituto Opinion Box, apresenta um estudo especial que analisa o papel das mulheres com filhos na organização financeira dos lares brasileiros. De acordo com o levantamento, 90% das entrevistadas afirmam que equilibrar responsabilidades domésticas e profissionais continua sendo um desafio, evidenciando a sobrecarga enfrentada no dia a dia. 

Outro dado relevante é que 78% das mães solicitaram crédito no último ano. Entre os principais motivos estão o pagamento de despesas inesperadas (25%), dívidas de cartão de crédito (21%) e contas básicas (21%). 

 

“Mesmo com o aumento do protagonismo financeiro, muitas mães ainda enfrentam um cenário de pressão constante. A necessidade de equilibrar múltiplas responsabilidades, somada ao acesso limitado ao crédito e ao endividamento, impacta diretamente a saúde financeira e emocional dessas mulheres”, afirma Monica Seabra, especialista da Serasa em educação financeira.

 

Renda extra e informalidade fazem parte da realidade 

Para lidar com a pressão financeira, a busca por renda extra se tornou uma estratégia comum. Segundo a pesquisa, 7 em cada 10 mães já realizaram algum tipo de trabalho informal para complementar a renda. 

Entre aquelas que empreendem ou atuam como autônomas, os principais desafios no início da trajetória incluem a dificuldade de conseguir crédito (37%) e de juntar capital para iniciar o próprio negócio (24%). 

Além disso, fatores como a necessidade de flexibilidade e a busca por autonomia também impulsionam esse movimento: 31% afirmam que optaram por esse caminho para trabalhar com seus próprios horários, enquanto 37% sempre quiseram ter o próprio negócio.

 Educação financeira ainda é desafio, mas interesse cresce 


O estudo também mostra que, apesar do protagonismo, muitas mães ainda não possuem conhecimento financeiro: apenas 3 em cada 10 afirmam entender bem de finanças. 

Por outro lado, há um movimento claro de evolução: 79% das mães afirmam buscar cada vez mais conhecimento sobre educação financeira, principalmente por meio de redes sociais (32%), sites e aplicativos de bancos (27%) e amigos e familiares (25%). 

Esse interesse crescente se reflete também nos hábitos do dia a dia: 49% das mães fazem controle mensal dos gastos, enquanto 28% realizam esse acompanhamento de forma esporádica ou acabam pulando alguns meses. 

"Os dados mostram que, mesmo diante dos desafios, as mães brasileiras estão cada vez mais engajadas em melhorar sua relação com o dinheiro, um movimento que reforça o protagonismo feminino na construção da saúde financeira das famílias", explica Monica.

 

Metodologia 

Pesquisa realizada pelo Instituto Opinion Box entre 10 e 18 de fevereiro de 2026 para o Dia das Mulheres, com recorte especial para o Dia das Mães, sendo realizadas 738 entrevistas com mães de todo o país. Margem de erro: 3,6pp.

 

Serasa
www.serasa.com.br
@serasa.


Como sustentar o que é invisível na gestão?


Empresas que crescem não são as que fazem mais, mas aquelas que possuem melhor estrutura. Mesmo diante das constantes mudanças e do surgimento de novas tecnologias, um pilar permanece inalterado: a importância da gestão para guiar e suportar todo o processo.

O setor de TI tem se tornado cada vez mais dinâmico. Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), o mercado brasileiro de tecnologia da informação alcançou US$ 67,8 bilhões em 2025, registrando um crescimento de 18,5%. No entanto, após essa expansão promissora, a projeção para 2026 é de 5,3%, índice inferior à média mundial prevista de 9,7%.

Ainda de acordo com o estudo, o Brasil entra em uma nova etapa, na qual os investimentos em TI passam por uma consolidação, tornando-se mais seletivos e orientados por produtividade, otimização de custos e impacto no negócio.

É justamente aí que reside o desafio a ser superado. Muitas organizações, mesmo inseridas no atual contexto de transformação, ainda cometem erros comuns. Entre eles está a crença de que o ERP, sozinho, irá sanar todos os problemas. Na verdade, de nada adianta um sistema robusto sem clareza de processos e governança.

Outro obstáculo frequente é a falta de integração entre as áreas. Quando cada frente atua de forma isolada, torna-se necessário reestruturar os fluxos para que todos os departamentos estejam alinhados. O software é a ferramenta ideal para consolidar essa mudança, mas a iniciativa precisa partir da gestão.

Ou seja, mais do que implementar um sistema, o desafio é implementar gestão. Nos bastidores do dia a dia, é comum vermos usuários simplesmente "apertando botões" sem compreender as etapas que devem ser consolidadas antes de se utilizar a automação.

Com o avanço da Inteligência Artificial, tem sido possível implementar melhorias de forma ágil e funcional, garantindo que a tecnologia trabalhe mais e, consequentemente, o cliente sofra menos. No entanto, nesta realidade de alta velocidade, é preciso primeiro entender o cenário da organização para traçar um caminho assertivo, evitando que os problemas continuem orbitando a operação.

Toda mudança é positiva, desde que a empresa esteja preparada para ela. Ao conectar projetos, desenvolvimento e infraestrutura, além de eliminar erros ocasionados pela falta de confiabilidade nas informações, a organização ganha praticidade e fluidez na comunicação, uma vez que todo o processo passa a ser gerenciado de forma centralizada.

Vivemos em uma era na qual tendências surgem a todo momento. Um exemplo é a ascensão da Cloud Computing que, embora não seja um conceito novo, foi adotada massivamente nos últimos anos. No entanto, mesmo com evidências sobre sua segurança e escalabilidade, dúvidas sobre a aplicabilidade e as diferenças entre nuvens públicas e privadas mostram que o assunto ainda gera debates.

Diante do leque de possibilidades tecnológicas, é necessário ser consultivo e estratégico. Assim, contar com o apoio de uma consultoria especializada em toda a jornada de implementação do sistema de gestão continua sendo a melhor decisão para garantir escolhas assertivas e a integração real dos processos.

O futuro da gestão aponta para operações guiadas por dados que precisam ser analisados e transformados em estratégia. Nesse cenário, a IA certamente é a grande orquestradora dessas informações e continuará se destacando. Contudo, essa tecnologia não anula o fato de que, independentemente das mudanças do mercado, o acompanhamento humano e analítico das operações é o que garante o sucesso e sobrevivência dos negócios.

 

Antônio Machado - gerente de P&D na Okser.

Okser


Festival APAS SHOW 2026 oferece metrô gratuito para visitantes e expositores

Edição 2025 da APAS SHOW: corredores lotados
e muitas novidades para o setor supermercadista divulgação
Benefício garante transporte sem custo durante o evento, com retirada de cartões no local e operação especial para reforçar a segurança no acesso ao Expo Center Norte

 

Visitantes e expositores da 40ª edição do Festival APAS SHOW contarão com acesso a transporte de metrô gratuito durante os dias de realização do evento, entre 18 e 21 de maio de 2026, no Expo Center Norte, em São Paulo. A iniciativa busca facilitar o acesso ao local e reduzir preocupações com deslocamento. 

Para utilizar o benefício, será necessário retirar um cartão de metrô no balcão localizado no Pavilhão Vermelho, mediante apresentação da credencial do evento e de um documento com foto. A distribuição acontece de segunda a quarta-feira, das 15h às 19h, e na quinta-feira, das 14h às 16h. Os cartões são limitados a 1.200 unidades por dia e serão entregues por ordem de retirada, tanto para visitantes quanto para expositores. 

Segundo a organização, o trajeto entre a Estação Tietê e o Expo Center Norte contará com esquema especial de apoio, incluindo equipes de orientação, além de reforço na segurança e no policiamento ao longo do percurso. 

Organizado pela Associação Paulista de Supermercados (APAS), o Festival APAS SHOW é considerado o maior evento do setor de alimentos e bebidas das Américas e a maior feira supermercadista do mundo. A edição de 2026 deve reunir cerca de 900 expositores e representantes de 24 países: Argentina, Bélgica, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coréia do Sul, Espanha, França, Holanda, Índia, Indonésia, Itália, México, Polônia, Portugal, Suíça, Tailândia, Tunísia, Turquia, Emirados Árabes Unidos, Uruguai, Estados Unidos e Ucrânia. Em 2025, o evento movimentou R$ 16,5 bilhões em negócios. A expectativa da organização é superar esse resultado na edição comemorativa de 40 anos.



Dia das Mães deve impulsionar vendas do varejo paulistano em até 2%, projeta Sindilojas-SP

Emprego e renda sustentam consumo, mas juros altos, inadimplência e inflação dos presentes limitam avanço mais expressivo nas vendas  


O varejo da capital paulista deve registrar crescimento de até 2% nas vendas relacionadas ao Dia das Mães em 2026, segundo projeção do Sindilojas-SP. Considerada a principal data comemorativa do comércio no primeiro semestre, a celebração deste ano deve movimentar especialmente os setores de vestuário, calçados, acessórios, perfumaria, cosméticos, eletrônicos e alimentação. 

A expectativa positiva é sustentada principalmente pela resiliência do mercado de trabalho. Apenas no primeiro trimestre de 2026, a cidade de São Paulo registrou a criação de 54.551 empregos com carteira assinada, número 15,75% superior ao observado no mesmo período do ano anterior. Para a entidade, a manutenção da renda e da ocupação formal continua sendo um fator importante para estimular o consumo, mesmo em um ambiente econômico mais restritivo. 

“O Dia das Mães continua sendo uma das datas mais relevantes para o varejo porque mobiliza o consumo emocional e movimenta diferentes segmentos ao mesmo tempo. Apesar do cenário econômico mais desafiador, emprego e renda ainda sustentam parte importante das compras”, afirma Aldo Nuñez Macri, presidente do Sindilojas-SP. 

Apesar da perspectiva de crescimento, a entidade avalia que o desempenho poderia ser mais robusto se não houvesse fatores que continuam pressionando o orçamento das famílias, como juros elevados, crédito caro, inflação acumulada e altos índices de endividamento e inadimplência. 

Segundo dados da FecomercioSP, cerca de 71% das famílias paulistanas estão endividadas e aproximadamente 21% possuem contas em atraso. Entre consumidores com renda de até dez salários mínimos, os índices sobem para 74,5% e 25,6%, respectivamente. Na avaliação do Sindilojas-SP, esse cenário reduz a capacidade de consumo e limita principalmente compras de maior valor agregado ou dependentes de parcelamento. 

Além disso, diversos itens tradicionalmente associados ao Dia das Mães apresentaram alta acumulada de preços acima da inflação média nos últimos 12 meses. Produtos como flores, chocolates e joias registraram aumentos superiores ao IPCA-15 acumulado até abril, de 4,37%. Outros itens bastante procurados na data, como calçados femininos, produtos para cuidados com a pele, livros e bijuterias, também apresentaram reajustes relevantes.
 


“O consumidor está mais cauteloso e seletivo. Hoje existe uma preocupação maior com preço, parcelamento e percepção de custo benefício. Isso faz com que muitos consumidores pesquisem mais antes de comprar e priorizem presentes úteis ou promocionais”, destaca Aldo Nuñez Macri.
 

Por outro lado, alguns produtos duráveis, especialmente eletrodomésticos, registraram redução de preços no período. Ainda assim, o Sindilojas-SP avalia que o comprometimento da renda familiar e o custo do crédito podem limitar a conversão dessas compras.
 

Diante desse cenário, a entidade recomenda que os varejistas apostem em estratégias voltadas ao aumento do giro de mercadorias, diversificação de faixas de preço e fortalecimento das campanhas promocionais. Kits prontos, experiências de compra diferenciadas e integração entre canais físicos e digitais devem ganhar ainda mais relevância neste Dia das Mães.
 

“A competitividade neste ano passa pela capacidade do varejista de entender um consumidor mais racional, mas que continua valorizando a experiência e o apelo emocional da data. Quem conseguir equilibrar conveniência, preço e experiência terá maior potencial de conversão”, conclui o presidente do Sindilojas-SP.



Duas estações da CPTM recebem cadastramento para vagas de estágio nesta sexta-feira (8)

Divulgação/CPTM
Jovens de 14 a 24 anos poderão se inscrever para uma das oportunidades de estágios e cursos de aprendizagem nas estações Santo André e Tatuapé

 

Jovens que passarem pelas estações Santo André e Tatuapé da CPTM, nesta sexta-feira (8), poderão participar da ação realizada para cadastramento em vagas de estágio e cursos de aprendizagem.
 

Na Estação Tatuapé, das 11h às 15h, a atividade acontece em parceria com o Centro de Integração Empresa Escola (CIEE). As oportunidades são direcionadas aos estudantes entre 14 e 24 anos, matriculados no ensino médio, técnico ou superior, que podem se inscrever e concorrer a vagas, conforme o perfil. 

Durante o evento, haverá divulgação de cursos online, orientações e atendimento pelos profissionais do CIEE, que prestam apoio a quem está à procura de vagas de estágio e auxiliam na solução de dúvidas em relação ao mundo do trabalho. 

Na Estação Santo André, das 12h às 18h, a oportunidade será oferecida pela equipe do NUBE, que estará disponível para atendimento e cadastro de vagas de estágios para estudantes de ensino médio, técnico ou superior, gratuitamente. No local ainda haverá oferta de vagas de aprendizagem para jovens de 14 a 24 anos.
  
 

Serviço

Cadastramento para estágio e aprendizagem
Data: sexta-feira (08/05)
Local: Estação Tatuapé (Linhas 11-Coral e 12-Safira)
Horário: das 11h às 15h 

Local: Estação Santo André (Linha 10-Turquesa)
Horário: das 12h às 18h


NAF Uniube realiza segundo mutirão gratuito de declaração de imposto de renda, neste sábado (9)

O mutirão será ofertado por ordem de chegada e de forma individualizada - (MKT UNIUBE/DIVULGAÇÃO)

 

O Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF) da Uniube realizará a segunda edição do “Declare Certo Uniube” no próximo sábado (09/05), das 14h às 17h, na sala 2A013 (Bloco A), no Campus Aeroporto. O serviço gratuito realizado por alunos dos cursos de Administração, Ciências Contábeis e Direito, sob a supervisão de professores, tem como objetivo orientar a população sobre a declaração do imposto de renda 2026.

 

O mutirão será ofertado por ordem de chegada e de forma individualizada. Para participar, o interessado deve apresentar documentos pessoais com foto (CPF e RG), informes de rendimentos, comprovantes de despesas (como saúde e educação), documentos de bens e direitos, além de dados bancários.

 

A coordenadora do NAF e dos cursos de Gestão, Alcione Bononi, destaca a importância dessa segunda oportunidade. “Muitas pessoas deixam para a última hora ou acabam tendo dúvidas no preenchimento. Esse segundo momento foi pensado para atender quem ainda não conseguiu fazer a declaração, teve dificuldades ou insegurança no processo e quer evitar erros que possam levar à malha fina. Além disso, ao participar do mutirão, o cidadão regulariza a situação com mais tranquilidade, evita multas e aumenta as chances de receber de forma mais rápida a restituição”, afirma.

 

Para mais informações, ligue: (34) 3319-8979.

 

UniFAJ oferece atendimento gratuito para declaração do Imposto de Renda

Atendimento é gratuito e ocorre no campus 2 da UniFAJ
Imagem: Igor Carreira/Divulgação UniFAJ
 IR Solidário é promovido pelo curso de Ciências Contábeis e ocorre de 11 a 15 de maio, em Jaguariúna


O Centro Universitário de Jaguariúna (UniFAJ) promove, de 11 a 15 de maio, orientação gratuita aos contribuintes que precisam fazer a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), ano-base 2025. Os plantões de atendimento do IR Solidário serão realizados das 19h às 21h30, na sala coworking do bloco 6 (cinza), no campus 2 da UniFAJ em Jaguariúna. 

Os atendimentos serão realizados por alunos do 5º e 7º semestres do curso de Ciências Contábeis, sob supervisão dos docentes que são especialistas no assunto. Na ocasião, o contribuinte poderá tirar dúvidas sobre o IR e, dependendo do caso, ter a sua declaração montada e enviada à Receita Federal.    

Para isso, o contribuinte deve comparecer ao local da ação com documento pessoal que tenha o número do CPF. Ele deve levar ainda: informes de rendimentos de trabalho e dos bancos onde possui contas; comprovantes de despesas com saúde, educação e de bens em nome do titular; e ter em mãos a senha Gov.br, que será digitada por ele no momento do envio da declaração.

Para o organizador do evento e docente do curso de Ciências Contábeis da UniFAJ, professor Luis Fernando, a ação tem por objetivo permitir que o contribuinte envie a sua declaração de forma segura. “O IR Solidário aproxima o conhecimento contábil da comunidade, oferecendo orientação gratuita, cidadania fiscal e formação prática aos alunos”, destaca. Em 2025, em torno de 50 pessoas passaram pelo IR Solidário para tirar dúvidas e fazer a declaração.

Além de auxiliar na declaração, o IR Solidário busca incentivar os contribuintes a ajudarem os projetos voltados ao bem-estar das crianças, adolescentes e idosos, com a doação de 3% a 6% do Imposto de Renda para entidades assistenciais de Jaguariúna.


Quem declara?

Devem prestar contas ao Leão pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 anuais ou que tenham posse ou propriedade de bens com valor superior a R$ 800 mil. O prazo para envio da declaração do IR em 2026, ano-calendário 2025, vai até às 23h59 do dia 29 de maio. A Receita Federal estima receber 44 milhões de declarações neste ano. Em 2025, 43,5 milhões de pessoas físicas enviaram a declaração do Imposto de Renda dentro do prazo legal.


SERVIÇO


IR Solidário – UniFAJ 2026 

Datas: 11 a 15 de maio
Horário: 19h às 21h30
Local: Sala Coworking - bloco 6 (cinza), Campus 2 da UniFAJ –
Av. Guido Tozzi - Tanquinho Velho, Jaguariúna 

Atendimentos gratuitos

 

 UniFAJ e UniMAX

 

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