Pesquisar no Blog

quarta-feira, 3 de março de 2021

Janeiro fecha com ruptura em alta com índice de 12,49%

Falta de matéria-prima para a indústria, final do auxílio emergencial e aumento dos preços fazem com que ruptura aumente no país

Índice volta ao nível do auge da pandemia, em maio de 2020; 

 Levantamento exclusivo da Neogrid mostra que ruptura vem em uma crescente desde setembro do ano passado nos supermercados brasileiros; 


A ruptura, índice que mede a falta de produtos nas prateleiras dos supermercados, fechou janeiro em alta. Conforme aponta estudo exclusivo desenvolvido pela Neogrid (www.neogrid.com.br), empresa especializada na sincronização da cadeia de suprimento, a ruptura alcançou 12,49% em janeiro contra os 12,10% em dezembro de 2020. 

Quando se analisa o histórico da ruptura ao longo do último ano, pode-se notar que o índice vem em uma crescente desde setembro de 2020. A maior porcentagem foi registrada em maio do ano passado, auge da pandemia, quando a ruptura atingiu os 12,57%. 

De acordo com Robson Munhoz, CCO da Neogrid a ruptura tão alta no varejo se dá pela falta de matéria-prima. "Está faltando papel, papelão, madeira, vidro e alumínio, entre outros materiais. E isso vem causando transtorno na indústria que impacta toda a cadeia de abastecimento. A indústria não consegue embalar e nem produzir produtos e com isso, atrasa produção e entrega"explica. 



Outro fator apontado pelo executivo é o poder de compra do brasileiros que caiu"Sem auxílio emergencial do governo temos a redução de consumo ou, no mínimo, a redução do consumo de produtos com valor mais alto. "Um exemplo prático, eu comprava uma margarina de marca mais famosa, mas passo a comprar uma marca mais barata que atende o objetivo final da mesma forma", exemplifica Munhoz. 

O terceiro fator que explica o aumento da ruptura, segundo o executivo, é a alta de preço dos produtos que acarretam uma negociação mais demorada entre o varejo e a indústria"Desta forma, o varejo demora para fazer pedido e o pedido demora mais porque falta matéria-prima. Estamos vivendo um problema generalizado na cadeia de abastecimento. As consequências são o aumento da ruptura na ponta e a consequente inflação pelo aumento constante de preços", encerra Munhoz. 

 



NEOGRID

www.neogrid.com 


Energia solar fotovoltaica ultrapassa 8 gigawatts no Brasil, informa ABSOLAR

 No total, fonte já trouxe mais de R$ 40 bilhões em novos investimentos ao País e gerou mais de 240 mil empregos acumulados 

 


Novo levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) aponta que o Brasil acaba de ultrapassar a marca histórica de 8 gigawatts (GW) de potência operacional da fonte solar fotovoltaica, em usinas de grande porte e pequenos e médios sistemas instalados em telhados, fachadas e terrenos. Desde 2012, a fonte já trouxe mais de R$ 40 bilhões em novos investimentos ao País e gerou mais de 240 mil empregos acumulados.
 
No segmento de geração centralizada, o Brasil possui 3,1 gigawatts (GW) de potência instalada em usinas solares fotovoltaicas, o equivalente a 1,7% da matriz elétrica do País. Em 2019, a fonte foi a mais competitiva entre as fontes renováveis nos dois Leilões de Energia Nova, A-4 e A-6, com preços-médios abaixo dos US$ 21,00/MWh.
 
Atualmente, as usinas solares de grande porte são a sétima maior fonte de geração do Brasil, com empreendimentos em operação em nove estados brasileiros, nas regiões Nordeste (Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte), Sudeste (Minas Gerais e São Paulo) e Centro-Oeste (Tocantins). Os investimentos acumulados deste segmento ultrapassam os R$ 16 bilhões.
 
Ao somar as capacidades instaladas dos segmentos de geração distribuída e geração centralizada, a fonte solar fotovoltaica ocupa o sexto lugar na matriz elétrica brasileira, atrás das fontes hidrelétrica, eólica, biomassa, termelétricas a gás natural e termelétricas a diesel e outros combustíveis fósseis. A fonte solar já representa mais do que a somatória de toda a capacidade instalada de termelétricas a carvão e usinas nucleares, que totaliza 5,6 GW.
 
No segmento de geração distribuída, são 4,9 gigawatts de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, que representam mais de R$ 24 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do Brasil. A tecnologia solar é utilizada atualmente em 99,9% de todas as conexões distribuídas no País, liderando com folga o segmento.
 
Em número de sistemas instalados, os consumidores residenciais estão no topo da lista, representando 73,6% do total. Em seguida, aparecem as empresas dos setores de comércio e serviços (16,6%), consumidores rurais (7,0%), indústrias (2,4%), poder público (0,4%) e outros tipos, como serviços públicos (0,03%) e iluminação pública (0,01%).
 
Em potência instalada, os consumidores residenciais lideram o uso da energia solar fotovoltaica, com 38,9% da potência instalada no País, seguidos de perto por consumidores dos setores de comércio e serviços (37,8%), consumidores rurais (13,2%), indústrias (8,8%), poder público (1,2%) e outros tipos, como serviços públicos (0,1%) e iluminação pública (0,02%).
 
De acordo com a entidade, o Brasil possui mais de 411 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e sustentabilidade a mais de 514 mil unidades consumidoras. Ela está presente em todos os Estados brasileiros, sendo os 5 maiores em potência instalada, respectivamente: Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Paraná.
 
“Embora tenha avançado nos últimos anos, o Brasil – detentor de um dos melhores recursos solares do planeta – continua com um mercado solar ainda muito pequeno, sobretudo na geração distribuída. Há mais de 86 milhões de consumidores de energia elétrica no País, porém atualmente apenas 0,6% faz uso do sol para produzir eletricidade”, afirma Ronaldo Koloszuk, presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR.
 
“Nas crises de 2015 e 2016, o PIB do Brasil foi inferior a -3,5% ao ano, mas o setor solar fotovoltaico cresceu mais de 100% ao ano. Com isso, ajudamos na recuperação do País. Agora, passada a fase mais aguda desta pandemia, a energia solar fotovoltaica irá novamente alavancar a recuperação do Brasil. A solar será parte da solução, tanto para a nossa sociedade, quanto para o meio ambiente”, acrescenta Koloszuk.
 
Segundo o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, a energia solar terá função cada vez mais estratégica para o atingimento das metas de desenvolvimento econômico do País, sobretudo agora para ajudar na recuperação sustentável da economia, já que se trata da fonte renovável que mais gera emprego e renda no mundo.
 
“A energia solar fotovoltaica reduz o custo de energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País. O setor solar fotovoltaico trabalha para acelerar a expansão renovável da matriz elétrica brasileira, a preços competitivos. Somos a fonte renovável mais barata do Brasil e ajudaremos o País a crescer com cada vez mais competitividade e sustentabilidade”, aponta o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia.

 

Atenção Primária no Brasil: o crescimento do modelo, versus o alto custo dos planos de saúde

É certo que o modelo de atenção primária de saúde tem crescido no Brasil e trazido diversos benefícios a quem tem acesso. O impacto deste modelo se dá, especialmente, na prevenção e cuidados especiais.

Os planos de saúde comuns têm um alto custo para as empresas e colaboradores. Nesse meio tempo, muitas startups vêm se dedicando à tecnologia e rapidez da telemedicina, que aliada aos atendimentos presenciais, conseguem se destacar neste mercado.

O modelo de atenção primária atende etapas, como o acolhimento e identificação médica necessária, passando também por consultas individuais e coletivas de médicos e enfermeiros. Neste modelo, a prevenção de doenças e acompanhamento do indivíduo é o principal atributo.

A atenção primária no Brasil vem crescendo, e podemos listar alguns fatores responsáveis por isso. Antes de mais nada, este modelo é muito mais acessível ao bolso das empresas e colaboradores, permitindo que exista uma personalização em cada atendimento.

Além disso, sua efetividade fica evidente quando falamos em proporcionar bem-estar para as pessoas. É importante ressaltar que a Atenção Primária é uma das grandes responsáveis por auxiliar a prevenção geral da saúde dos colaboradores, incluindo os âmbitos mental e psicológica - o que influencia diretamente na qualidade do trabalho a ser realizado.

O ideal, entretanto, é que o modelo de atenção primária ande lado a lado com o plano de saúde, quando este for acessível ao bolso dos colaboradores.

 


Rafael Weiss - Head de Marketing da Cuidas, healthtech que utiliza tecnologia para conectar médicos às empresas para realização de atendimentos de saúde. – cuidas@nbpress.com  

https://cuidas.com.br/


Aumento de circulação de moeda nos EUA é motivador para investimento em ATM's

Com o reaquecimento da economia americana, dinheiro vivo volta a circular e movimentar caixas eletrônicos no país


Devido ao projeto de estímulo de US$ 2,2 trilhões que o governo dos Estados Unidos aprovou em maio passado, junto com a impressão digital de dinheiro, o total de moeda em circulação disparou para US$ 2,07 trilhões no final do ano, de acordo com dados do Federal Reserve, o banco central americano.

Em entrevista recente ao canal de notícias americano CNBC, o analista de investimentos Nick Colas, da DataTrek Research, disse que “o crescimento anual do dinheiro em circulação nos EUA sempre atinge o pico no início dos ciclos econômicos”.

Com dinheiro vivo novamente circulando na economia americana, os ATM’s (caixas eletrônicos) surgem como opção não só para saque numa necessidade, mas também como investimento para cidadãos americanos e estrangeiros que buscam um negócio seguro e com boa rentabilidade.

Francisco Moura Junior, sócio fundador, CMO e COO do ATM Club, empresa que administra uma rede com cerca de 500 caixas eletrônicos e oferece um clube de investimentos nessa rede, informa que o mercado global do segmento prevê um crescimento de 5,2% de 2020 a 2027, com movimentação de US$ 30,5 bilhões no período.

Ele defende a longevidade e rentabilidade da rede de caixas no curto prazo. “Com o serviço de banco on-line em ascensão, a estrutura das agências bancárias está diminuindo em todo o mundo”, aponta.

Para Nilo Mingrone, também sócio do ATM Club, o caixa eletrônico facilita a disponibilidade de serviços bancários aos clientes, 24 horas por dia, 7 dias por semana. “O aumento da base de instalação e das atividades de manutenção impactou drasticamente a geração de receita. Para realizar o depósito e a dispensa de dinheiro em caixas eletrônicos, é necessária uma solução de gerenciamento de dinheiro eficiente. A reciclagem de dinheiro atua como uma solução de gerenciamento de dinheiro eficiente, que oferece benefícios aos bancos, como detecção de falsificação, precisão completa e total e melhor experiência do cliente”, enumera.

Outras informações sobre o ATM Club podem ser obtidas no site http://atmclub.cash.



Francisco Moura - Vasta experiência com mais de 15 anos no mercado de seguros no Brasil e na América Latina. Formado em Ciências Atuariais pela PUC / SP e em Gestão e Planejamento de Marketing e Vendas pela Universidade Anhembi Morumbi. Empresário em série, nos EUA, participou ativamente da criação de várias empresas em diversos segmentos dentre eles: restaurantes, valet parking e gestão de garagens, importadora de medicamentos e o principal negócio, chamado ATM CLUB, com receita nos últimos três anos que ultrapassa US $ 4 MM. 

 

Nilo José Mingrone - Vasta experiência com mais de 30 anos no segmento jurídico corporativo. Autor de vários artigos sobre Direito Empresarial. Direito Empresarial pela ESEADE Buenos Aires. Ex-Presidente dos Comitês de Direito Societário e Prerrogativas da Subseção OAB . Co-autor do livro "Investimentos no Brasil - Aspectos Legais". Também é um dos fundadores do ATM CLUB.

 

ATM Club

http://atmclub.cash

Facebook: atmclubusa


Mulheres investidoras estão em ascensão

 Estudo feito pela VLG Investimentos, que elevou sua carteira de R$ 850 milhões em 2019 para R$ 1,5 bilhão em 2020, mostra presença crescente do público feminino em sua base de clientes  

 

Um levantamento feito pela VLG Investimentos, maior assessoria de investimentos da região Centro-Oeste, em sua base de clientes, detectou aumento de 20% de mulheres em 2020 em relação a 2019. Se comparada a 2018, essa porcentagem é de 60%. Já o número total de clientes da VLG cresceu 50% em 2020 contra 2019.

Na avaliação do cofundador e CEO da empresa, Hugo Villas, o objetivo da empresa é dobrar o número de mulheres na base de clientes em 2021. “As mulheres estão assumindo seu poder sobre o próprio dinheiro deixando de delegar a ação de investir para alguém da família, geralmente o marido ou filho”, explica.

Villas observa que essa mudança de comportamento feminino se deve a diversos fatores que incluem questões sociais e culturais. Mas destaca que a ampla disseminação de informações do mercado financeiro pelas mídias sociais e o papel dos agentes autônomos na democratização do acesso aos investimentos se tornaram grandes impulsionadores do aumento de mulheres investidoras.

No caso da VLG, a empresa também atribui a expansão da base feminina a sua cultura de focar em necessidades específicas do cliente. “Nosso foco é atender necessidades individuais. As diferenças de perfis entre homens e mulheres é marcante. É muito comum as mulheres se tornarem mais conservadoras nos investimentos depois da maternidade, por exemplo. O objetivo é sempre assessorar adequadamente cada etapa”, afirma o executivo.


Crescimento de dois dígitos – A VLG registrou crescimento de sua carteira de R$ 850 milhões, em 2019, para R$ 1,5 bilhão, em 2020. Para 2021, a meta é alcançar R$ 3 bilhões sob custódia e dobrar a base de clientes, incluindo pessoas jurídicas, e avançar na oferta de serviços.


Expansão nacional - A VLG também vem investindo na expansão geográfica. A empresa, que nasceu em Brasília-DF, hoje também está presente em São Paulo (SP) e Feira de Santana (BA). Até o final deste ano, pretende abrir filiais e escritórios na Bahia (BA); interior de São Paulo; Unaí (MG); Campo Grande (MS); Goiânia (GO); Recife (PE) e Fortaleza (CE).

 


VLG Investimentos

www.vlginvestimentos.com.br

 

Contribuição e relevância do plástico na Saúde: um paradoxo para reflexão

O Covid-19 desencadeou a maior crise sanitária mundial de nossa época e isso reforçou a importância de inovações que priorizam salvar vidas. Na saúde moderna, é possível perceber um avanço significativo que não seria possível sem o uso de materiais plásticos.

Dos invólucros de máquinas de ressonância magnética aos menores tubos, os plásticos tornaram o atendimento médico mais simples, ágil e também menos doloroso. Coisas fundamentais sem as quais não é possível viver, como bolsas de sangue intravenoso, válvulas cardíacas e seringas descartáveis - tão necessárias para a vacina contra o Covid-19 - são feitas de plástico.

Ao contrário de materiais metálicos - propensos ao desgaste e corrosão, o plástico consegue superar o tempo e evitar possíveis complicações por conta da degradação. Isso não apenas reduz os custos de aquisição, como também o tempo e o esforço que seriam gastos em manutenção.

Com os avanços no setor de saúde, a versatilidade do plástico foi capaz de se adaptar à natureza dinâmica da indústria, incluindo equipamentos de proteção individual que vêm salvando vidas durante a pandemia como luvas, máscaras, toucas, aventais, proteção para os pés e óculos.

Plásticos também podem ser moldados de acordo com necessidades específicas em dispositivos minúsculos e complexos como às próteses modernas que oferecem maior flexibilidade, conforto e mobilidade. A embalagem plástica, com suas propriedades de barreira excepcionais, peso leve, baixo custo, durabilidade e transparência, é ideal para aplicações médicas. Os procedimentos médicos mais inovadores de hoje dependem de plásticos.

Já na rotina doméstica, o plástico filme com proteção contra fungos e bactérias é fundamental na conservação de alimentos, reduz possibilidade de problemas gástricos intestinais como a intoxicação alimentar e, com a pandemia, ganhou propriedades específicas contra Sars-Cov-2 sendo usado para envolver diversas plataformas e equipamentos compartilháveis - evitando a proliferação da doença. Este é o caso do Alpfilm Protect desenvolvido a base de micropartículas de prata e que, após uma série de estudos para adequações em sua composição, teve sua eficácia antiviral comprovada contra o novo coronavírus.

Não apenas na saúde, os plásticos são onipresentes na agricultura, pesca, energia renovável, transporte, tecnologia, varejo, têxteis, produtos de higiene pessoal e todos os outros setores e indústrias que afetam direta ou indiretamente nossa vida diária.

Tais exemplos mostram a infinidade de soluções que o plástico desempenha na vida das pessoas e revelam o quanto possibilitou diversas transformações no mundo. Portanto, sem fechar os olhos aos malefícios que resíduos do material podem gerar ao meio ambiente, é preciso repensar a cruzada anti-plástico que tomou conta das pautas sociais nos últimos tempos incentivando uma mudança de comportamento em relação ao descarte e à reciclagem.

Se todos os avanços que mudam a vida das pessoas para melhor possuem participação especial de itens plásticos, se faz urgente o encontro de um ponto de equilíbrio que não condene o material ao ostracismo nem tampouco ignore seus defeitos.





Alessandra Zambaldi - diretora de Comércio Exterior na Alpes. Graduada em Engenheira Química pela Escola de Engenharia Mauá e pós graduada em Negócios Internacionais e Comércio Exterior pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), possui carreira desenvolvida na indústria de plásticos, com forte atuação em projetos de exportação, com vendas de plásticos para embalagens para o mercado externo. 

Pesquisa aponta que, apesar da diminuição da renda, 40% dos brasileiros começaram 2021 com menos dívidas que em 2020

Segundo levantamento da fintech Acordo Certo, 32% mantiveram as finanças estáveis, enquanto 28% ficaram mais endividados


A Acordo Certo, empresa de renegociação de dívidas 100% online com foco no bem-estar financeiro do consumidor, realizou uma pesquisa online com mais de 1,5 mil respondentes, para compreender as perspectivas para 2021 e a situação financeira em 2020 de seus usuários. Segundo o levantamento, 40% iniciaram o ano com menos dívidas, 32% se mantiveram estáveis e 28% ficaram mais endividados em comparação ao início de 2020. 

Para Thales Becker, CMO da fintech, os números refletem uma das grandes lições aprendidas em meio a pandemia, a importância da educação financeira. “Os consumidores perceberam que o melhor caminho para sair do endividamento é poupar e manter as finanças sob controle. Desta forma, observamos um movimento mais consciente entre os brasileiros e sua relação com o dinheiro, projetando para 2021 um ano mais positivo financeiramente”, afirma o especialista. 

Para os respondentes, a grande dificuldade ainda é guardar dinheiro (56%) e fazer um planejamento financeiro para organizar as contas (50%). Apesar do impeditivos, a maioria projeta pontos positivos para o ano, tais como a melhora na situação financeira (51%),  facilidade para pagar dívidas (47%), empregabilidade (46%), dentre outras. Como ponto negativo, 42% preveem piora na economia brasileira  ao longo de 2021.


Balanço de 2020: um ano difícil

Ainda que com otimismo, 87% dos respondentes iniciaram o ano com alguma dívida e afirmaram  que está sendo difícil administrar o orçamento (54%). A situação se potencializa porque grande parte dos consumidores (68%) viu sua renda ser comprometida em 2020 - sendo que para 46% essa queda foi expressiva. 

Não bastando as finanças no vermelho, 49% identificaram aumento nos gastos familiares e 40% projetam que em 2021 eles se mantenham custosos. Como a conta não fecha, 60% precisou postergar ou atrasar o pagamento de pelo menos uma conta devido a pandemia - uma média de 3,5 contas atrasadas ao todo.  Dentre os boletos em atraso estão negociações de dívidas (44%), cartão de crédito (44%), contas de luz (37%), parcelamento de lojas (31%), contas de telefone (29%), contas de água (24%), dentre outros. 

“A pesquisa aponta nitidamente uma melhora no controle de gastos dos consumidores, ainda assim, a maioria (64%) não conseguiu regularizar todos os pagamentos. Em um cenário de desemprego, somado ao fim do auxílio emergencial, os brasileiros precisarão continuar fazendo um grande esforço para poupar e cobrir os gastos que não param de chegar, um desafio e tanto para as poucas perspectivas de melhora econômica”, afirma Becker. 


Sobre a pesquisa

O levantamento quantitativo foi realizado entre os dias 07 e 18 de janeiro com 1.514 entrevistados cadastrados na base da Acordo Certo, sendo que 55% estão concentrados na região Sudeste. Ainda sobre o perfil da amostra, 58% eram mulheres e 41% homens, a maioria na faixa dos 35 aos 44 anos (33%). 

A maioria dos consumidores possui ensino médio completo (39%) e, em média, 4 pessoas por domicílio. Quanto à empregabilidade, o perfil consiste em trabalhadores com carteira assinada (38%), autônomos (24%) e desempregados (17%).

 

Aplicativo Poupatempo Digital oferece pré-cadastro e Carteira de Vacinação para a campanha contra a Covid-19 no Estado

 Sistema desenvolvido pela Prodesp em parceria com a Secretaria da Saúde reduz em cerca de 90% o tempo de atendimento para imunização 

 

Para otimizar o fluxo de cidadãos que receberão a vacina contra a COVID-19, a Prodesp – empresa de Tecnologia do Governo de São Paulo - desenvolveu com as secretarias estaduais da Saúde e de Comunicação uma plataforma digital integrada para garantir mais agilidade, segurança e transparência ao processo de imunização realizado pelas unidades de saúde do Estado.   

Lançado em 17 de janeiro, o site Vacina Já (www.vacinaja.sp.gov.br), que traz mais celeridade à identificação do cidadão, possibilita a realização de um pré-cadastro para o atendimento, reduzindo em 90% o tempo de permanência de quem será imunizado no ambiente de vacinação.   

A solução inovadora da Prodesp permite ao Estado monitorar e gerenciar de forma integrada todas as etapas da campanha, além de apresentar em tempo real a quantidade de pessoas imunizadas.   

De acordo com o presidente da Prodesp, André Arruda, a tecnologia de automação é mais uma aliada na luta contra o coronavírus. “Desde o início da pandemia, a Prodesp não mediu esforços para manter o pleno funcionamento do Governo de São Paulo e facilitar a vida das pessoas com soluções tecnológicas de ponta. O app do Poupatempo, por exemplo, é um projeto do qual nos orgulhamos muito, pois além de estar 24 horas por dia à disposição para serviços em geral, agora também vai ajudar a dar esperança para a população, nesse momento em que o maior objetivo é garantir a saúde e segurança de todos”, afirma Arruda.   

O pré-cadastro é muito simples e rápido e exige apenas informações básicas do usuário, como nome completo, número do documento de identificação e endereço, por exemplo. Pelo celular, o interessado pode baixar ou acessar o aplicativo Poupatempo Digital, que já oferece a funcionalidade. Basta clicar em ‘Serviços', na sequência escolher a opção ‘Vacinação COVID-19’, e depois ‘Pré-Cadastro’. Atualmente o app oferece mais de 120 tipos de serviços on-line de diversas secretarias estaduais e órgãos como Saúde, Educação, Fazenda e Planejamento, Segurança Pública, além do Detran.SP, Sabesp, CDHU, entre outros.   

Com base nas informações cadastradas, o cidadão receberá alertas via e-mail e SMS, informando a proximidade das datas de recebimento da primeira e segunda dose da vacina. Mas atenção: o Governo do Estado de São Paulo não envia mensagens de texto (SMS) com links ou realiza contato telefônico para solicitar ou validar dados e informações. As mensagens encaminhadas são apenas orientativas e o cidadão não deve repassar qualquer informação.   

“Vale lembrar que o pré-cadastro não é um agendamento e que seu preenchimento é opcional. Mas é importante reforçar que a participação de cada cidadão beneficiará toda a sociedade, pois é a garantia de um atendimento mais rápido, que ajudará a evitar aglomerações nos locais de vacinação”, destaca o presidente da Prodesp.   

O site www.vacinaja.sp.gov.br oferece ainda um mapa de geolocalização em que o usuário pode digitar seu CEP e encontrar a unidade de imunização mais próxima de sua residência.   

A ferramenta está disponível para todos os cidadãos do Estado de São Paulo e já contabiliza quase quatro milhões de cidadãos cadastrados.   

Até o momento, a aplicação das doses em pessoas pré-cadastradas tem sido feita em aproximadamente um a três minutos, enquanto são necessários cerca de 10 minutos para quem não preencheu o formulário online.  

Quem não fizer o pré-cadastro não precisa se preocupar, pois a vacina também será aplicada sem ele, com realização do cadastro completo presencialmente na sala de vacinação.  

 

Carteirinha de vacinação  

Além de oferecer o pré-cadastro, o aplicativo Poupatempo Digital também conta com a opção Carteira de Vacinação, destacando informações sobre as doses recebidas, data da vacinação, profissional vacinador, nome e registro do local da imunização, além do fabricante e o número do lote da vacina aplicada. O comprovante digital não substitui o impresso, entregue presencialmente após a vacinação, mas ajuda o cidadão a manter seus principais documentos digitalizados e “em mãos” a qualquer hora.  

 

Retorno das aulas: entenda as principais dúvidas

O período de ano letivo está para começar e muitos têm dúvida sobre as aulas presenciais durante a pandemia; os advogados Denner Pires e Plauto Holtz esclarecem dúvidas sobre o assunto

 

Durante o ano de 2020, o período de pandemia fez com que as escolas precisassem se reinventar e se adaptar ao ensino à distância. Com a chegada de 2021 e o aumento nos casos de infecção causada pelas festas de fim de ano, os responsáveis ficam ainda mais receosos em relação às voltas das aulas presenciais. Muito se tem dúvida sobre isso já que, de acordo com atualizações do Ministério da Saúde, o Brasil registra mais de 8,28 milhões de casos de covid-19. 

 

É importante entender que a volta às aulas presenciais não é necessariamente uma decisão facultativa das escolas ou dos pais. “A paralisação das aulas em sistema presencial é uma decisão pautada na prevenção da disseminação do Covid-19, seguindo a recomendação das autoridades de saúde competentes. Para que ocorra a volta às aulas na forma presencial será necessário que o município onde a instituição de ensino está vinculada, possua as condições estabelecidas no plano de contingenciamento de cada estado da federação", explica o advogado e especialista em Direito do Consumidor da RGL Advogados, Denner Pires Vieira.

 

De acordo com Plauto Holtz, advogado especialista em Direito do Consumidor e sócio-fundador da Holtz Associados, a obrigatoriedade do retorno às aulas. “A flexibilização do isolamento social tem feito com que as pessoas achem que é obrigatório a volta às aulas presenciais. Entretanto, é importante ressaltar que segundo as diretrizes do MEC, não há obrigatoriedade até que se termine a pandemia. Outro ponto que pergunta-se muito é sobre o direito a descontos. Enquanto a prestação de serviço das escolas não estão em 100%, deve-se entender que o desconto é um direito”, explica. 

 

Pensando na melhor forma de orientar os responsáveis neste período tão diferente do normal, os advogados responderam algumas perguntas sobre a volta das aulas. Confira:

 

1. Os pais têm direito pedir desconto?

“A sistemática de concessão de desconto de mensalidades escolares, por hora, não está amparada por uma obrigação legal. Ocorre que para manter o faturamento, não perder alunos e por conta da impossibilidade de oferta de alguns serviços extracurriculares, algumas instituições educacionais implementaram a concessão de descontos. Por outro lado, caso o serviço educacional a distância não esteja sendo prestado corretamente ou o consumidor esteja sofrendo algum abuso, poderá recorrer aos órgãos de proteção ao consumidor de sua região”, compreende Vieira.

 

2. Quais são as principais dúvidas sobre o retorno das aulas? 

“A maior dúvida é sobre as questões de descontos. A quem recorrer quando a escola não concede: primeiramente, denunciar no Procon e, mesmo não sendo resolvido, procure um advogado, para se for o caso entrar com uma ação na justiça e realizar os pagamentos das mensalidades em conta judicial, até a solução do problema”, entende Holtz.

 

3. Caso as aulas voltem somente no início de maio de 2021, os pais têm o direito de pedir desconto na mensalidade?

A sistemática de descontos não está vinculada a uma obrigação legal, ao menos por enquanto. Sendo assim, a decisão do desconto ainda é uma situação de acordo entre a instituição educacional e os responsáveis dos alunos”, explica Vieira. 

 

4. Como fica a questão do material escolar caso os alunos não voltem às aulas presenciais? Eles também devem contribuir com materiais de artes, músicas e outras disciplinas?

“Outra dúvida dos responsáveis que tem prevalecido em relação às aulas seria sobre o material escolar. Há uma grande sobra do ano anterior que deve ser revisada pela escola e pedir somente o que estaria faltando para o novo ano escolar. A contribuição de materiais artísticos é de responsabilidade dos pais. Mas material de higiene, não. Isso é de responsabilidade da escola”, entende Holtz.

 

5. Caso a criança seja infectada na escola quais são os direitos dos pais? E da escola?

“É importante sempre seguir a recomendação das instituições governamentais responsáveis pela saúde. Em caso de infecção a criança deve ser submetida imediatamente ao isolamento e às demais determinações de seu médico. A escola deve providenciar um retorno às aulas cumprindo todas as regras de segurança e buscando atender as recomendações do Ministério da Saúde. Aos pais, cumpre o dever de fiscalizar a escola e verificar se estão sendo cumpridas as exigências sanitárias”, completa o advogado Denner Pires.

 

6. Quais são os principais cuidados que devem ser tomados na volta às aulas presenciais? 

“É importante que os responsáveis dos alunos verifiquem se a escola está adotando todos os protocolos sanitários necessários. Para além disso, é importante que os alunos sejam conscientizados que é necessário tomar os mesmos cuidados de antes, sempre aplicando um certo distanciamento, e nunca deixando de lado o uso de máscara e álcool em gel. É importante entender que essa é uma realidade totalmente diferente para todos, então a melhor solução é sempre buscar o diálogo com a escola e tomar os cuidados necessários”, conclui o advogado Plauto Holtz.

 



 

Plauto Holtz - advogado, ex-presidente da comissão de direito do consumidor da OAB Sorocaba. Com 16 anos de experiência, também é especialista em direito previdenciário, ex professor Universitário pela faculdade UNIP e perito Grafotécnico. Também é sócio-fundador do Holtz Associados um escritório de advocacia focado em oferecer soluções jurídicas sólidas e multidisciplinares na área do direito, medicina e segurança do trabalho, atende clientes dos mais variados setores da economia, seja no campo da indústrias como também pessoas físicas e clientes do setor do comércio varejista, educação, tecnologia e instituições financeiras.

 

RGL Advogados


Transações de veículos usados crescem no Brasil, mas São Paulo perde participação em função do aumento no ICMS

No Brasil, foram transacionados 1.188.887 veículos usados no segundo mês de 2021, numa alta de 2,49% sobre janeiro e de 16,83% sobre fevereiro de 2020


No entanto, o aumento de 207% na alíquota do ICMS sobre veículos usados, em São Paulo, provocou queda de quase 3% na participação das transações de usados no estado, na comparação nacional. Para automóveis e comerciais leves, a redução foi semelhante e São Paulo passou a representar 31,18% dos carros usados negociados no país, contra quase 34%, transacionados em janeiro.


Antes do aumento do ICMS, que entrou em vigor em 15 de janeiro de 2021, São Paulo representava quase 40% das transações de veículos usados no Brasil.

 

Segundo o Presidente da FENABRAVE, Alarico Assumpção Júnior, o estado de São Paulo vem perdendo representatividade na comercialização de veículos usados, como já era esperado. “Depois de elevar, em mais de 200% o ICMS para veículos usados e ainda aumentar o mesmo imposto para veículos novos, o governo está afugentando os negócios, que vêm sendo feitos em estados que não majoraram o ICMS. Isso acarretará uma importante perda de arrecadação, que já era esperada e sobre a qual o Governo foi alertado, pela FENABRAVE, nos 8 encontros que tivemos, antes do aumento vigorar. Agora, teremos cada vez mais informalidade no estado, e as consequências serão dramáticas, como o fechamento de empresas e a perda de empregos do setor”, alerta Assumpção Júnior.

Somente no estado de São Paulo, existem 1.700 concessionárias que, juntas, empregam, diretamente, mais de 70 mil pessoas. “Se, em meio a essa pandemia absurda, o governo ficar com mais de 55% da margem de comercialização dos veículos usados, e o empresário ainda tiver de pagar as outras despesas administrativas, como aluguel, salários e impostos federais, o que sobrará? Um saldo negativo, certamente. Como vamos sobreviver a isso?”, questiona o Presidente da FENABRAVE.

Antes de o Governo de São Paulo aumentar o ICMS para veículos usados, a FENABRAVE sugeriu a adoção do RENAVE- Registro Nacional de Veículos em Estoque como opção para atrair a formalização dos negócios de usados. Segundo estudo, contratado pela entidade, apenas 20% das transações de veículos usados são formalizadas, o que representa um enorme potencial de arrecadação ao estado. “Se todas as negociações fossem formalizadas, por meio do RENAVE, que traz economia de tempo e processos aos consumidores e empresários, o estado ganharia, certamente, com mais arrecadação, sem mexer nas alíquotas do ICMS. Porém, o Governo não aceitou ou não compreendeu bem a sugestão que demos, mas também não propôs nada além do aumento da alíquota. Para nós, está claro que o Governo de São Paulo errou e, agora, tem o dever de reconhecer e reparar seu erro. Além do mais, ao majorar o ICMS de usados, da forma como fez, tratou o veículo usado como se fosse novo, o que fere o princípio da igualdade”, concluiu o Presidente da FENABRAVE.


Dados nacionais

As transações de veículos usados, considerando todos os segmentos automotivos (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros), apresentaram alta de 16,83% em fevereiro (1.188.887 unidades), na comparação com o mesmo mês de 2020 (1.017.621 unidades). Quando comparamos com janeiro (1.159.997 unidades) deste ano, a alta foi de 2,49%. No acumulado de 2021, foram transacionadas 2.348.884 unidades, contra 2.228.086, no mesmo período de 2020, num crescimento de 5,42%.

“O mês de fevereiro, historicamente, apresenta queda nas vendas de usados, quando se compara a janeiro, e um dos motivos é o Carnaval. Neste ano, o cancelamento do feriado e a queda da produção de veículos nas fábricas levaram o consumidor, que tinha necessidade imediata do veículo, a optar por um seminovo”, avalia Alarico Assumpção Júnior.

Para os segmentos de automóveis e comerciais leves, as transações apresentaram alta de 15,10%, em fevereiro/2021, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram negociadas 876.306 unidades, contra 761.333 unidades, em fevereiro de 2020. Em relação a janeiro, quando foram comercializadas 869.169 unidades, houve alta de 0,82%.

Do total de automóveis e comerciais leves transacionados, os seminovos, com 1 a 3 anos de fabricação, representaram 9,88% das negociações. Em fevereiro/2021, a relação entre novos e usados ficou em 5,5 automóveis usados para cada novo comercializado no País.

Acompanhe, na tabela a seguir, os dados de transações de veículos USADOS para cada segmento automotivo



Utilização correta do plano de saúde corporativo garante economia no reajuste anual

 

Divulgação
Mercado prevê que mensalidades de planos de saúde coletivos subam até 35% até o fim de 2021; Sistema de gestão de saúde de corretora em Guarulhos gera aumento menor

Não são poucos os usuários de planos de saúde que têm reclamado do encarecimento nas mensalidades praticado pelas operadoras. Os aumentos nos valores dos contratos, segundo estimativas de mercado, podem chegar a 35% até dezembro de 2021. Isto porque o reajuste deste ano virá com aquele previsto para 2020 e que foi adiado pela Agência Nacional de Saúde (ANS) por causa da pandemia.

Uso correto baixa uso dos sinistros e, consequentemente, o índice de reajuste por parte das operadoras

Na contramão dessa tendência de aumentos elevados, a empresa Corporate Health - braço do Grupo Ritacco, sediado em Guarulhos - tem adotado um sistema de gestão de saúde corporativa que, na prática, leva mais qualidade de vida aos usuários e gera reajustes menores que o observado no mercado.

"Nós utilizamos uma tecnologia que se baseia nos sinistros, ou seja, nos próprios dados de utilização dos planos de saúde dos colaboradores das empresas que são nossas clientes. Com essa informação em mãos, partimos para análise e ações - sem custos adicionais - de prevenção e orientação. Esse direcionamento, com o tempo, leva a uma utilização mais eficaz e os reajustes anuais acabam ficando mais em conta", explica o head de Benefícios da Corporate Health, Matteo Ritacco.

Há relatos de gestores de recursos humanos atendidos pela empresa que renovaram os contratos de planos de saúde dos colaboradores sem qualquer reajuste. "Este foi o primeiro ano em que não tivemos reajuste no nosso plano de saúde aqui na empresa. O trabalho da Corporate Health foi minucioso em apontar a sinistralidade controlada e negociar na operadora pela isenção. Em um momento econômico tão difícil, isso faz muita diferença", explicou a responsável pelo RH da empresa Forseti, Michelle Valentim.

No caso desta cliente, o reajuste zero foi ainda mais trabalhoso, já que empresas com quadro entre 2 e 99 vidas (PME) têm seu Variação de Custo Médico Hospitalar (VCMH, que funciona como um índice de inflação próprio para os planos de saúde) fixado pelo conjunto das demais PMEs. "Essas empresas estão no chamado ‘pool de risco’ e têm o VCMH determinado pelas operadoras. Mas com nosso sistema de gestão de saúde conseguimos negociar com transparência e dados sólidos com a operadora para entregar à Forseti a isenção do reajuste", aponta Matteo.

Usar bem o plano de saúde

Matteo ressalta que usar bem o plano de saúde não é usar pouco, mas, acima de tudo, usar com consciência. "Quando incentivamos os funcionários de uma empresa a se cuidarem mais, indiretamente colaboramos para o aumento na mensalidade não ser tão incisivo. Ao mapear os dados de utilização, conseguimos conscientizar essa população para usar os planos de saúde de forma correta. Isso também pode baratear a mensalidade", acrescentou.

Vice-reitor do Centro Universitário Eniac, Pedro Guérios afirma que, desde que iniciou o trabalho de gestão de saúde com a Corporate Health, em 2017, os reajustes foram sempre abaixo da média de mercado. "Há três anos a gente estava com problemas com nosso seguro saúde. Precisávamos aumentar a qualidade da rede credenciada e reduzir os custos, que estavam fora de controle. De lá para cá nossos reajustes ficaram sempre abaixo da média de mercado e a visibilidade do sinistro é total. A gente sabe o que vai acontecer antes da renegociação do contrato", afirmou.

Matteo ainda chama a atenção para práticas corriqueiras, que deveriam ser normais entre os beneficiários, porém, nem sempre são obedecidas com a seriedade devida. "Sabemos que imprevistos ocorrem. No entanto, quando um paciente marca uma consulta e, por algum motivo, não consegue comparecer ao consultório, é recomendável que desmarque com antecedência. Assim, evita-se que, ao fim do mês, a operadora contabilize uma consulta que não foi realizada", destacou.


Tendências para o mercado imobiliário em 2021

 Segundo especialistas, aumento na intenção de compra e busca por imóveis maiores manterá o segmento aquecido

 

Com a taxa básica de juros da economia, a Selic, mantida em 2%, a perspectiva é que o mercado imobiliário permaneça em ascensão este ano. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), realizado com 38 dos maiores players do segmento, 97% dos empresários pretendem lançar novos projetos nos próximos 12 meses e 92% comprará terrenos no período. 

Para Altemir Farinhas, especialista em finanças pessoais, existe uma força motriz impulsionando o setor. “O financiamento imobiliário tem ajudado muito o mercado. Agora muitas pessoas têm acesso a crédito e é por isso que vemos muitos prédios sendo construídos. Além disso, a queda da Selic impactou muito na rentabilidade da poupança, do tesouro direto e alguns fundos de investimento. Nós sempre tivemos no mercado pessoas com bom valor financeiro, com quantias altas na caderneta de poupança e, esses conservadores, estão migrando para o setor imobiliário porque olham muito para a questão da segurança”, explica

 

Procura por imóveis maiores 

Já a diretora da Víncere Incorporadora, Adriana Macedo Perin, afirma: “Além dos juros baixos despertar a intenção de comprar um imóvel, há também, quem passou a trabalhar de maneira remota permanentemente e, com isso, aumentou o desejo por melhor qualidade de vida. Nos últimos meses os consumidores passaram a procurar por imóveis mais amplos. Acredito que isso seja um reflexo da demanda maior por home office. Além disso, muitas pessoas que antes investiam na bolsa passaram a comprar imóveis por ser um investimento seguro”. 

Segundo o analista de finanças pessoais, muitas pessoas que moram em apartamentos menores estão migrando para imóveis maiores. “Estamos vivendo um cenário em que as pessoas não estão vendendo o apartamento do qual estão saindo. Muitos têm optado por comprar um novo, ou seja, estão fazendo uma previdência com o aluguel de alguns imóveis e outros estão mudando para um imóvel maior e melhor. Portanto, acredito muito nesse boom no mercado imobiliário. Ao que tudo indica, o vento está a favor”, afirma Altemir Farinhas. 

Ainda sobre as perspectivas para o mercado imobiliário, a diretora da Víncere Incorporadora, Adriana, diz: “Queremos que investidores e moradores tenham uma ótima experiência ao adquirir o seu futuro imóvel. Por isso, nossos empreendimentos sempre prezam por boa localização, plantas bem resolvidas e otimização de espaços”.

 

Mentoria não é conselho e sim orientação

Ainda em crescimento no Brasil, a mentoria já é uma atividade estruturada, compreendida e atuante nos Estados Unidos. Por lá, inclusive, as empresas têm em seus times esse profissional para contribuir no desenvolvimento das equipes. Por aqui, há um campo de atividade com largo potencial de crescimento e já temos muitos mentores competentes acumulando projetos bem-sucedidos e sendo um diferencial nas carreiras de diversos segmentos econômicos.

Ser um mentor não é apenas compartilhar sua experiência com aqueles que estão ingressando no mercado. De forma alguma! O trabalho desse profissional é embasado e ancorado em conhecimento e valor de conteúdo, afinal, seu papel é conduzir o mentee ou Mentee – o cliente – para a identificação e alcance dos seus objetivos. E isso se dá a partir de uma estratégia ágil, eficiente, assertiva e inteligente que o conduza à conquista, evidenciando e estimulando as competências dele. E esse caminho não é traçado de forma milagrosa ou mágica.

Mas quem pode ser um mentor? Qualquer pessoa. A atividade não exige que esse profissional seja homem, mulher, tenha escolaridade tal, tempo mínimo de carreira e atuação em cargos determinados. A premissa é a experiência. Ora, não é possível você ser o fio condutor da evolução de alguém, se não tem o que apresentar e nem tem vivência.

Tenho experiência e quero me tornar um Mentor. É possível? Posso? Essas têm sido duas perguntas comuns e vou respondê-las aqui. A resposta é positiva para ambas. Como disse e volto a reforçar, é preciso somar experiência e qualificação a um método de atuação. Ter o domínio de uma delas apenas é andar em direção ao fracasso.

Você pode ser um Mentor na área de sua formação e atuação ou se especializar em um nicho de mercado, mas é preciso buscar continuamente formações, participar de cursos de desenvolvimento pessoal e do seu campo de atividade. Ser um profissional é saber como desenvolver o potencial do cliente, quais habilidades precisam ser trabalhadas, mapear e transformar seus limitadores, entre outras atribuições, para que ele “chegue lá”. São processos que envolvem reuniões, metas, acompanhamentos, metodologias e avaliações e demandam seriedade, comprometimento e dedicação. Sem experiência e método é quase impossível chegar lá!

Vamos a um exemplo: se você quer oferecer mentoria em comunicação digital, deve acompanhar e dominar a pluralidade do mundo online, se aprofundar nas atualizações, no comportamento do público no mundo virtual, conhecer as ferramentas, posicionamento e por aí vai. Essa especialidade, somada a outra bagagem fundamental, que é entender o ser humano, vai te possibilitar contribuir para que pessoas, quer estejam no mercado de trabalho, iniciando uma carreira ou empreendendo, obtenham êxito.

A dica fundamental para quem quer se tornar um mentor é que procure instituições referências na formação de mentores. Pesquise sobre elas, entenda seus programas e metodologias, converse com quem está há mais tempo no mercado, esteja disposto a aprender. Há diversas opções.

Fiz o curso. E agora? Faça o seu planejamento para se colocar no mercado com calma e inteligência. Não adianta se lançar para todas as pessoas e de qualquer forma sob o risco de banalizar seu trabalho. Encontre o nicho que você quer mentorar, perceba o momento oportuno para falar de seu trabalho, quem são as pessoas e o que elas precisam e qual o seu papel são alguns dispositivos que vão nortear seu ingresso.

Esteja atento à realização de encontros, palestras, treinamentos, congressos, cuida de sua comunicação, desde postura até seus canais nas redes. Cuide de si e do seu raio de atuação pois o mentor nunca tem seu aprendizado finalizado. O interesse pelo conhecimento deve permear toda a sua vida. E isso, sem dúvida, vai te levar a caminhos diferenciados.

 

Dicas para ser um mentor:

Autodesenvolvimento – procure sempre aprimorar seu conhecimento. É um caminho constante;

Especialização – não adianta querer atuar em todos os campos porque você corre o risco de falhar ao não dominar nenhuma área;

Método – a técnica é fundamental para definir como você vai se apresentar no mercado;

Público – defina quem será seu cliente e direcione para ele sua estratégia de venda;

Honestidade – seja franco com você mesmo para perceber seu raio de atuação de acordo com suas capacidades.

O mentor tem a função de analisar implicações e consequências em situações críticas e “desafia” o mentee, enquanto compartilha experiências, dá exemplos e conselhos e auxilia no networking. É aquele que identifica e discute questões éticas e incentiva a autoestima e a confiança do “discípulo”.

Ele também auxilia o mentee a dominar o conhecimento necessário para desempenhar o próprio trabalho e o prepara para crescer na empresa e na carreira. A função básica do mentor é orientar a vida pessoal e/ou profissional – seja em um novo projeto, processo de sucessão, tomada de decisões ou crescimento na corporação.

 


Claudio Brito

Global Mentoring Group

https://globalmentoringgroup.com/

@claudiombrito ou @globalmentoringgroup


Posts mais acessados