Pesquisar no Blog

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

Verão mode on: 5 receitas de milk-shake para fazer em casa

Divulgação/Açaí da Barra
Açaí da Barra separou diferentes sabores da bebida gelada para refrescar nesse verão


No auge da estação mais quente do ano, fica cada vez mais difícil de inovar quando falamos de comidas que ajudam refrescar do calorão. Os milk-shakes, além de serem uma opção versátil e saborosa, podem ser uma ótima pedida para fazer em casa para se divertir ao lado de quem mais se ama.

Pensando nisso, o Açaí da Barra, primeiro self-service de açaí do estado de São Paulo , separou algumas receitas diferentonas de milk-shake para variar o cardápio. De sobremesas clássicas, como Romeu e Julieta, a sabores saídos da telona, como o milk-shake de manga de "Coraline e o mundo secreto", a marca tem dicas para todos os gostos e idades.

Todos os sabores de sorvete das receitas sugeridas podem ser encontrados nas mais de 90 unidades da rede espalhadas pelo Brasil e também contam com o "selo de qualidade Açaí da Barra", pois saem direto da fábrica própria da marca, na qual passam por um rigoroso controle de qualidade, até chegarem nas mãos dos Açaí da Barra Lovers.

Confira a lista de receitas completa abaixo:


• Milk-shake de cappuccino

Divulgação/Açaí da Barra/Unsplash



Ingredientes:

1 e ½ xícara de chá de leite gelado
1 colher de sopa de café solúvel
3 bolas de sorvete sabor chocolate
Chocolate em pó ou raspas de chocolate para decorar
Cobertura para sorvete sabor chocolate para decorar

 

Modo de Preparo :

Bata no liquidificador o leite gelado, o sorvete e o café solúvel até obter uma mistura homogênea. Distribua nos copos, polvilhe com o chocolate em pó ou com as raspas de chocolate. Sirva em seguida bem gelado.

 

Milk-shake de Banana Split para 4 pessoas


Divulgação/Açaí da Barra/Unsplash


Ingredientes:

 

3 xícaras de sorvete de morango

2 bananas descascadas e picadas

2 xícaras de leite integral

½ xícara de gotas de chocolate meio amargo

Chantily

4 colheres de sopa de calda de caramelo

1 colheres de sopa de calda de chocolate

1/3 de xícara de nozes, picadas e tostadas

4 cerejas


Modo de preparo :

Coloque o sorvete de morango, a banana, o leite e as gotas de chocolate no liquidificador. Misture por cerca de 40 segundos até ficar homogêneo. (Deixe algumas gotas de chocolate inteiras).

Divida a mistura em quatro copos altos. Cubra cada copo com 1 onça de cobertura batida. Regue 1 colher de sopa de calda de caramelo e 1 colher de sopa de calda de chocolate sobre a cobertura batida. Divida as nozes entre os shakes. Em seguida, termine cada milk-shake com uma cereja.

 

• Milk-shake de manga

Divulgação/Açaí da Barra/Pixabay


Ingredientes:

1 xícara de chá de manga picada em cubos
2 xícaras de chá de leite
3 colheres de sopa de açúcar
4 colheradas de sorvete de creme

 

Modo de Preparo:

Coloque num liquidificador a manga junto com o leite, o açúcar e o sorvete. Liquidifique até que fique uma mistura homogênea.

 

• Milk-shake de açaí com Leite Ninho

Divulgação/Açaí da Barra/Unsplash




Ingredientes:


350 g de creme de açaí

90g de sorvete de creme

60g de leite Ninho em pó

Cobertura de sua preferencia (leite condensado, morango, chocolate, caramelo)

Chantily (opcional)

 

Modo de preparo:


Coloque no liquidificador o açaí e o sorvete de creme e bata até ficar bem homogêneo. Depois, acrescente o leite Ninho em pó e bata mais um pouco até incorporar na mistura.

Coloque a mistura em um copo ou outro recipiente para consumo, acrescente uma cobertura de sua preferencia (sugestões: leite condensado, chocolate, morango, etc), se quiser, finalize com uma camada de chantily.

 

• Milk-shake Romeu e Julieta para 4 pessoas



Ingredientes:

 - Milk-Shake

 

3 bolas de sorvete de creme

30g de cream cheese

¼ de rapas de limão siciliano

- Calda

40 g Goiabada (de preferência, cascão)

30 ml Água

- Para decorar

Creme chantili

30 g Queijo minas

30 g Goiabada

 

Modo de preparo:

- Milkshake

No copo do liquidificador coloque o sorvete, o leite e o cream cheese (ou o mascarpone). Adicione as raspas do limão-siciliano e o milkshake estará pronto para ser batido.

- Calda

Em um potinho misture a goiabada com a água. Leve ao microondas por 30 segundinhos ou até que ela derreta e vire a nossa caldinha vermelhinha.

- Finalização

Coloque a calda no fundinho do copo. Por cima, adicione o milkshake e decore com chantili a gosto. Para finalizar, faça os coraçõezinhos de queijo e goiabada.

 


Açaí da Barra

https://www.acaidabarra.com.br


Água Doce ensina coquetel Blue Sky para aproveitar o Carnaval em casa

COQUETEL BLUE SKY

Divulgação/Água Doce Sabores do Brasil


  Ingredientes:


50ml de suco de limão taiti
25ml de vodca
15ml de Curaçau Blue
Refrigerante sabor limão suficiente para completar o coquetel
2 pedras de gelo
½ colher (café) de corante comestível
3 colheres (chá) de açúcar cristal
¼ de limão taiti cortado à francesa



Preparo da taça


Posicione a taça com a boca para baixo e delicadamente deslize o limão taiti na borda. Após, passe a taça no açúcar já com o corante até formar uma camada generosa de açúcar azul nas laterais.



Modo de preparo:


Em uma coqueteleira, bata o suco do limão taiti, a vodca e o Curaçau Blue. Depois de batido, coloque na taça com duas pedras de gelo e já bordada com açúcar azul. Complete com o refrigerante sabor limão.



Rendimento: 1 porção




Fonte: Água Doce Sabores do Brasil

 www.aguadoce.com.br

Aprenda o "Ginger", drink feito com Gin e brotos de poejo

A bebida é do premiado restaurante D'autore


Que tal aprender um drink? “Ginger” é a dica do D’autore, casa especializada em alta gastronomia.  A bebida é perfeita para saborear no verão, além ser sofisticada, refrescante.

O drink leva Gin, água tônica, suco de limão siciliano, gengibre, zimbro e refrescantes brotos de poejo, uma planta da família das plantas mentoladas como o hortelã.  

Confira a receita do “Ginger” do D’autore

“Ginger”, drink feito com Gin e brotos de poejo
Divulgação


Ingredientes:

50 ml de Gin
110 ml de água tônica;
10 ml de suco limão siciliano;
3 fatias de gengibre;
4  bagas de zimbro;
2 brotos de poejo.

 

Modo de Preparo:

Numa taça de vinho coloque 2 brotos de poejo,4 bagas de zimbro,10 ml suco de limão siciliano, as fatias de gengibre picadas e encha de gelo acrescente 50 ml de Gin e 110 ml de água tônica com uma colher bailarina mexa para misturar os ingredientes.

 


D’autore

Rua dos Bandeirantes, 313, Cambuí Campinas.

Telefone: (19) 3307-3921.

http://restaurantedautore.com.br/

https://www.facebook.com/dautorerestaurante/

https://www.instagram.com/dautorerestaurante/


Drinks com vinhos

Rosé Piscine traz sugestões de drinks para brindar e se divertir em segurança

 

Nada melhor do que degustar boas variações de bebidas. Rosé Piscine preparou três receitas para se fazer em casa e curtir com responsabilidade.

Frosé Piscine



150ml de Rosé Piscine;

2 Colheres de Sorbet de Frutas Vermelhas;

3 Cubos de gelo;

1 Morango para decorar.

 

Modo de Preparo:

 Prepare o Sorbet de Frutas Vermelhas, coloque a porção diretamente na taça, acrescente o restante dos ingredientes e mexa delicadamente. Finalize com um morango para decorar

 

Dica: Você também pode bater as Frutas Vermelhas congeladas com o próprio Vinho Rosé Piscine até dar uma textura de pasta (essa pasta é que vai ser usada para compor o Drink no lugar do Sorbet).

 

Arco do Triunfo



150ml de Rosé Piscine;

3 Lascas de abacaxi;

3 Folhas de hortelã;

½ Colher de Chá de pimenta rosa;

3 Cubos de gelo.

 

Modo de Preparo:

 Corte o abacaxi em lascas, acrescente junto ao restante dos ingredientes na taça e mexa delicadamente. Finalize com as folhas de hortelã.

 


Orange Rosé



150ml de Rosé Piscine;

2 Lascas de melão orange;

3 Folhas de hortelã;

1 Lichia fresca;

½ Colher de Chá de cardamomo;

3 Cubos de gelo.

 

Modo de Preparo:

 Corte o melão orange em lascas, esmague levemente o cardamomo, acrescente o restante dos ingredientes diretamente na taça e mexa delicadamente.

 


Rosé Piscine 

www.rosepiscine.com.b


Três em cada 10 brasileiros sofrem de algum tipo de tontura no Brasil

Quem não conhece alguém que sofre de “labirintite”?


Sim, três em cada 10 brasileiros sofrem de tontura, porém a grande maioria dos casos recebem o diagnóstico errado. Infelizmente, esses pacientes passam anos tomando medicamento inadequados, que podem até mesmo gerar efeitos colaterais como ganho de peso, depressão ou Parkinson, por exemplo.

E se soubéssemos que a principal causa de “labirintite” não precisa de remédio para ser tratada e o médico, especialista, pode curar com as mãos??? 

Calma! Não se trata de religião e nem Fake News. 

Existe a “labirintite” mais comum de todas (aproximadamente 70% dos casos de vertigem) que ocorre por soltura de cristaizinhos do interior do Labirinto. Trata-se da VPPB (Vertigem Posicional Paroxística Benigna). 

Dr. Saulo Nader, neurologista pela USP, do Albert Einstein e do Departamento Científico de Vertigem da Academia Brasileira de Neurologia (conhecido carinhosamente pelos pacientes como Doutor Tontura) chama essa doença de “Labirintite dos Cristais Soltos” para  facilitar a compreensão dos brasileiros que sofrem desse mal.

A mágica por trás dessa doença tão comum, mas que poucos sabem quem tem, Doutor Tontura explica também. 

“Ela é, literalmente, curada com as mãos. Como assim? Sim, existem manobras que o médico treinado consegue realizar no atendimento que “varrem” os cristais de volta para o lugar de onde não deveriam ter escapado e voilà: doença tratada, nada mais de tontura”, enfatiza o neurologista.

Se sente vertigem (sensação de estar caindo, das coisas girando ou balançando) ao virar e mover rápido sua cabeça como exemplos colocar a cabeça no travesseiro ao deitar, girar na cama ou olhar rápido para o alto (para um gargarejo, pegar algo em um armário ou estender roupa, por exemplo), você pode ter a VPPB e não sabe. Busque ajuda médica, seu caso pode ter fácil solução com as milagrosas manobrinhas com um especialista, sabia?

 

 As mulheres que estão tentando engravidar também recorrem a essa opção para saber quando estão férteis.

Nem todas as mulheres sabem identificar quando estão no período fértil, que normalmente ocorre em média 14 dias antes da menstruação, e dura em torno de 6 a 7 dias. Porém, nem todas as mulheres têm ciclos regulares, com 28, 30 ou 31 dias. E por isso, uma calculadora do período fértil pode ajudar, dando uma previsão de quando o período fértil poderá acontecer. 

Conforme constatou o Trocando Fraldas em seu mais recente estudo, 53% das brasileiras utilizam aplicativos para fazer esse acompanhamento. Já entre as entrevistadas que estão tentando engravidar, 60% optam por usar um aplicativo de acompanhamento. 

Os dados por estado demonstram que, o Distrito Federal é o estado em que mais mulheres usam aplicativos para acompanhar seus ciclos, com 69% das entrevistadas. No Rio de Janeiro, e em São Paulo, 60% e 57% respectivamente, optam pelo uso dos aplicativos. Os estados com os menores percentuais de uso dos aplicativos são Tocantins e Amapá, com 37% e 29% respectivamente.

O uso deste tipo de calculadora têm ajudado bastante as mulheres, pois conforme também constatamos no estudo, 52% das brasileiras que estão tentando engravidar não sabem quando estão no período fértil; o que pode dificultar ainda mais as tentativas.

No Distrito Federal, pelo menos 52% das mulheres sabem quando estão no período fértil. Em Minas Gerais e em São Paulo, o percentual é de 49%. Já no Rio de Janeiro e em Santa Catarina, o percentual cai para 47% e 46% respectivamente. O estado em que menos mulheres sabem quando estão no período fértil é o Sergipe, com 34% das participantes.


População deve estar atenta aos riscos da realização de testes genéticos diretos ao consumidor

Freepik
Os problemas são a metodologia usada e a forma como os dados são interpretados

 

Tanto no Brasil como em outros países os testes genéticos, antes realizados somente por laboratórios especializados, passaram a ser feitos de forma barata, rápida e direta pelos consumidores, sem aconselhamento genético prévio.

O principal alerta da Sociedade Brasileira de Genética Médica e Genômica (SBGM) é de que as análises são superficiais e não conseguem identificar todos os genes ou alterações genéticas relacionadas a determinadas situações clínicas. Por conta disso, as famílias podem deixar de obter diagnósticos de doenças importantes.

“A sensibilidade e capacidade de detecção de alterações genéticas é diferente e menor nesses testes direto ao consumidor. Muitas vezes há um resultado positivo, mas ele é incompleto no sentido de que não enxerga possíveis alterações que podem existir. O outro problema é não seguir adiante com uma investigação. Ainda há o risco de ter um resultado que chamamos de falso negativo”, explica a médica geneticista e associada da SBGM, Patricia Ashton Prolla.

A médica explica que os testes genéticos diretos ao consumidor vão avaliar diversas questões. Uma delas é a chamada "recreativa", que são análises da ancestralidade e composição étnica, podendo avaliar traços físicos, chances de ter pêlos em determinadas partes do corpo ou predisposição a algumas doenças. Os testes podem ser feitos através de coleta de sangue ou saliva.

Outro alerta é que algumas vezes o paciente acaba obtendo uma série de informações que, sem uma análise profissional especializada, não farão sentido ou não serão úteis ou podem fazer uma interpretação equivocada e até causar danos à saúde.

“Em um processo chamado aconselhamento genético, o médico geneticista explica benefícios, riscos e transmite uma orientação para que a pessoa possa ter uma tomada de decisão adequada. Na ausência de uma consulta prévia com um especialista, o paciente pode ter uma reação negativa ou inesperada ao resultado sem saber quais medidas irá adotar”, completa a médica.

O tema é recente e há pouca regulamentação tanto no Brasil como no exterior para os laboratórios que vendem teste genético direto ao consumidor.

 


Marcelo Matusiak


Lesões no joelho: o que as causam e como se prevenir

Dores no joelho são uma das causas mais frequentes para a busca de um ortopedista. Ainda que seja comum acreditar que essas queixas venham de atletas e praticantes de exercícios físicos, é possível desenvolver algum problema nessa região mesmo durante a realização de atividades rotineiras. Sendo a maior articulação do corpo humano, o joelho certamente merece muita atenção e cuidado.

É importante, primeiramente, entender a sua estrutura. O joelho é formado por quatro ligamentos: um em cada lado (colateral medial e colateral lateral), responsáveis por evitar que ele se mexa muito para os lados, e dois internos (cruzado anterior e cruzado posterior), que impedem a movimentação excessiva para frente e para trás. Ainda, há os meniscos, estruturas que atuam como um amortecedor, e a cartilagem, tecido que recobre a ponta dos ossos, evitando o atrito entre o fêmur (osso da coxa) e a tíbia (osso maior da parte inferior da perna), e o fêmur e a patela (rótula).

O ortopedista e médico do esporte, Dr. Pedro Baches Jorge, fundador da Clínica SO.U, explica que as dores no joelho podem ser divididas em dois grupos: aquelas causadas por sobrecarga e outras geradas por lesão. "Os incômodos por sobrecarga não são oriundos de um trauma no joelho, mas, normalmente, de um desequilíbrio muscular. Já as dores geradas por lesão vêm de algum trauma sofrido, como uma entorse".

O médico ainda diz que um dos maiores fatores de risco para dores no joelho quando não há um trauma, é o desequilíbrio muscular, que não é sinônimo de fraqueza, mas de falta de balanço entre as musculaturas dos ossos do joelho. "O glúteo controla o fêmur, maior osso do corpo humano, e a musculatura da coxa controla os outros ossos do joelho. Se existe um desequilíbrio, os ossos não trabalham de forma sinérgica como deveriam. E isso leva a dor por sobrecarga, podendo ser uma condromalácia (danos à cartilagem), uma dor patelar, uma tendinite, ou, até mesmo uma bursite do joelho", conta Dr. Pedro.

Pessoas com desequilíbrio muscular podem estar expostas a uma lesão por sobrecarga na parte anterior do joelho, ou seja, do mecanismo extensor, até mesmo realizando atividades rotineiras, como agachar, subir e descer escadas ou uma ladeira.

Muito comum ainda é vermos casos de atletas, como jogadores de futebol, que sofrem lesões no joelho. Nesses casos, trata-se do segundo grupo de dor explicado pelo ortopedista, aquelas geradas por algum trauma, como uma entorse, que ocorrem com maior facilidade em atividades nas quais há mudança súbita de direção.

Apesar de nem sempre poderem ser evitadas, é possível que com uma musculatura glútea e da coxa mais fortalecidas, há menor probabilidade de a pessoa sofrer um trauma desse, uma vez que é uma barreira de proteção ao movimento brusco. Ou seja, mesmo para atletas, é necessário que se busque por um balanço correto entre o fortalecimento dos músculos relacionados ao joelho. Entre as lesões mais comuns neste grupo, estão do ligamento cruzado anterior, da cartilagem ou do menisco.

E quando é necessário buscar um médico? Dr. Pedro diz que após uma entorse ou um trauma, se o joelho inchou, é hora de procurar um especialista. "Existem pessoas que as vezes têm uma dor insidiosa, ou que passa e volta, ou, ainda, constante. Se não houver melhora na dor após um remédio ou repouso, ou o joelho começar a inchar, ou dificultar atividades diárias é indicado procurar um ortopedista para verificar a causa".

A melhor forma de proteger seu joelho e prevenir uma lesão ou surgimento de dores, é cuidar do seu fortalecimento. Mesmo que a pessoa pratique atividades aeróbicas, como corrida, não pode descuidar do treino anaeróbio ou funcional. Exercícios para os glúteos, coxa e panturrilha certamente farão com que essa grande articulação funcione melhor.


Bronquiolite, doença viral aguda preocupa pais

O que é isso? Quais os riscos? É grave? Como posso ajudar o meu bebê? Como a fisioterapia respiratória por ajudar nesse processo?


Normalmente os pais ficam um pouco assustados quando se deparam com o primeiro quadro de bronquiolite nos filhos.

Para ajudar papais e mamães, a fisioterapeuta respiratória Aline Lacerda, que também é especialista em pediatria e neonatologia, preparou um conteúdo pelo qual explica de forma breve sobre a bronquiolite viral aguda e quais são os cuidados que os pais podem adotar nesse momento.

A bronquiolite  ocorre quando a criança entra em contato com alguns tipos de vírus. Normalmente esses vírus se alojam na região do bronquíolo, que são ramificações bem pequenas das nossas vias respiratórias e são responsáveis em distribuir o ar para os pulmões.

Na maioria das vezes, em até 80% dos casos, isso acontece pelo vírus sincicial respiratório (VSR). Outros vírus também podem causar este quadro tais como: adenovírus, vírus parainfluenza, vírus influenza, rinovírus, entre outros.

O quadro clínico inicial assemelha-se a um resfriado comum com obstrução nasal, febre baixa, coriza clara, tosse, irritabilidade e até mesmo recusa das mamadas. No entanto, dependendo da intensidade da inflamação e da obstrução nos bronquíolos, a bronquiolite pode evoluir em um ou dois dias com dificuldade para respirar (cansaço), respiração mais rápida e sibilância (chiado no peito).

É muito importante os pais estarem atentos aos sinais de alerta, pois serão esses sinais que mostrarão o quanto o bebê está fazendo de esforço para respirar.

Quanto à transmissão, ela ocorre através do contato com gotículas contaminadas. Se alguém contaminado tocar os olhos, a boca ou nariz de uma criança, o vírus pode infectá-la. Adultos infectados podem transmitir para a criança e para outros adultos, embora os sintomas nos adultos sejam diferentes.

Diante disso, crianças com bronquiolite ou com algum sintoma respiratório devem evitar contato com outras crianças, além de se manterem ausentes das atividades escolares enquanto estiverem com sintomas.

Na maioria dos casos a evolução é boa. A maior parte das intervenções pode ser feita em casa, com acompanhamento do pediatra e com os cuidados necessários para manter a hidratação e a nutrição em níveis adequados, conforme a SBP.

Por se tratar de uma condição secretiva em uma via respiratória de tamanho muito pequeno, muitas vezes a criança não consegue eliminar a secreção sozinha. A fisioterapia respiratória não só auxilia no manejo da secreção e monitorização do padrão respiratório, como também acompanha atentamente a evolução da ausculta pulmonar além de proporcionar alívio da condição secretiva, refletindo positivamente na melhora da qualidade do sono, alimentação e até mesmo no humor da criança.

É importante sempre conversar com seu médico logo nos primeiros sintomas, pois certamente ele irá auxiliar com todas as intervenções necessárias para o alívio dos sintomas do bebê, até que ele entre na curva de melhora.

 


Aline Lacerda - fisioterapeuta respiratória, especialista em pediatria e neonatologia, Bacharel em Fisioterapia, pela Universidade Ítalo Brasileira (Uniítalo), Pós-Graduada em Fisioterapia Cardiorespiratória Infantil e adulto pelo Hospital da Criança (HC) e Hospital Nossa Senhora de Lourdes (HNSL), membro da Canadian Physiotherapy Association,  American Thoracic Society (ATS) e European Respiratory Society (ERS).


Leucemia: Especialista esclarece principais dúvidas sobre tipo de câncer que afeta o sangue

Fevereiro é o Mês de Combate a Leucemia; saiba mais sobre os sintomas, diagnóstico e tipos de tratamentos da doença


Fevereiro marca um período importante na conscientização sobre uma doença hematológica que todos os anos, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) afeta mais de 10 mil novos brasileiros: a Leucemia. Esse tipo de câncer, que afeta o sangue, faz com que os glóbulos brancos (leucócitos) percam a função de defesa do organismo e passem a se reproduzir desordenadamente.

Diferentemente de outros tipos de tumores malignos, as leucemias podem afetar pessoas de diferentes faixas etárias, inclusive sendo comum entre crianças. Atualmente, a doença lidera a lista de cânceres pediátricos, sendo o diagnóstico mais comum em 28% dos casos registrados na infância.

"A chamada leucemia linfoide aguda (LLA) é o tipo mais comum em crianças e jovens. Já entre os adultos, especialmente acima dos 50 anos, temos mais convencionalmente a incidência de leucemia linfoide crônica (LLC), a leucemia mieloide crônica (LMC) e a leucemia mieloide aguda (LMA)", explica o onco-hematologista Jacques Tabacof, do Grupo Oncoclínicas.

Com causas inespecíficas, que não permitem uma orientação mais voltada a métodos possíveis de prevenção e com sintomas iniciais que em raras vezes podem ser indicativos mais claros que ajudem na detecção precoce, surgem diversas dúvidas sobre a doença. Diante das inúmeras questões que surgem sobre as leucemias, o Dr. Jacques Tabacof esclarece as principais informações sobre a condição:



Há alguma faixa etária em que a doença é mais comum?

A idade de acometimento varia de acordo com o subtipo de leucemia, que em linhas gerais, se divide em mielóide e linfóide, de acordo com a célula afetada. Em ambas as categorias, ela pode ser qualificada com sendo aguda ou crônica, considerando a velocidade de divisão dessas células e portanto, a agilidade com a qual a doença se desenvolve.

As Leucemias Agudas podem ocorrer em todas as faixas etárias sendo que a LLA (Leucemia Linfóide Aguda) tem maior incidência na infância e juventude. Estima-se que a condição corresponda a 33 de cada 100 diagnósticos em pacientes de 0 aos 18 anos, segundo dados do INCA. Já a LMA (Leucemia Mielóide Aguda) é o tipo mais comum de Leucemia em adultos, correspondendo a 80% dos casos neste grupo. A ocorrência de LMA aumenta com a faixa etária (incidência maior acima de 65 anos).



Existem formas de prevenção para a doença?

A maioria das pessoas que são diagnosticadas Leucemia Mielóide Aguda (LMA) ou a Leucemia Linfóide Aguda (LLA) não têm fatores de risco conhecidos e por isso, não é possível determinar formas de prevenção.

Evitar produtos cancerígenos conhecidos, como o benzeno, podem diminuir o risco de desenvolver a LMA ou a LLA. No entanto, a exposição a produtos químicos ocupacionais ou ambientais representa apenas uma pequena fração dos casos de leucemia. Por isso a vigilância ativa a sinais de que algo não vai bem com a saúde é sempre o melhor conselho. Quando detectada precocemente, as chances de sucesso do tratamento são altas e garantem mais qualidade de vida aos pacientes.



Como é feito o diagnóstico? Existe alguma forma de rastreio preventivo contínuo para identificação da doença?

Como mencionado, a vigilância ativa da saúde no geral é muito importante para detectar sinais ou sintomas diferentes do comum.

A leucemia, no entanto, causa alteração nas células sanguíneas que podem ser observadas por meio do hemograma. O resultado do exame de sangue de uma pessoa com a doença apresentará diminuição dos glóbulos vermelhos e plaquetas, e aumento ou diminuição dos glóbulos brancos. Por isso, é importante que o exame de sangue seja realizado periodicamente como parte da rotina, já que dificilmente leucemias crônicas apresentam alterações evidentes à saúde.

Entretanto, como outras doenças não malignas também podem ter esse quadro, é necessário pedir exames complementares para fechar o diagnóstico, como a coleta de medula óssea para exames específicos (mielograma, biópsia, imunofenotipagem e cariótipo). Outros estudos complementares também podem ser sugeridos, de acordo com a subclassificação a ser estabelecida e análise de risco, para que seja assim definido o tratamento a ser adotado.



Houve algum avanço nas condutas de tratamento nessas duas décadas?

Alternativas de terapias cada vez mais personalizadas e individualizadas fazem com que o câncer se aproxime cada vez mais de se tornar uma doença considerada crônica, com benefícios efetivos à qualidade de vida do paciente. No caso dos tumores hematológicos, a terapia celular chamada de CAR-T Cell também vem conquistando grande espaço, um avanço que se mostra animador quando nos referimos a leucemias e linfomas, em especial.

Essa nova opção de tratamento usa células do próprio paciente geneticamente modificadas em laboratório para combater o câncer. A estratégia consiste em habilitar células de defesa do corpo (linfócitos T) com receptores capazes de reconhecer o tumor e atacá-lo de forma contínua e específica.

O CAR-T cell é uma combinação de várias tecnologias, envolvendo a terapia gênica, imunoterapia e terapia celular. Nos Estados Unidos e na Europa já existem produtos comercialmente disponíveis para leucemia linfóide aguda e também para casos de linfoma não Hodgkin. O Brasil ainda estuda uma autorização que regulamenta o uso desse tipo de medicação.

Além dela, algumas alternativas que já faziam parte do nosso arsenal na luta contra as leucemias, caso da terapia-alvo molecular - medicamentos orais que atacam apenas as células doentes - e a Imunoterapia, que provoca uma reação do sistema imunológico para que ele reconheça as células doentes e as ataque, têm trazido resultados importantes para alguns tipos de leucemia.



E que tipos de alternativas terapêuticas são indicadas no combate à doença?

Para cada tipo de leucemia existem abordagens específicas, mas, em linhas gerais, a quimioterapia, os transplantes de medula óssea e as terapias-alvo são as alternativas de tratamento mais adotadas. Transfusões de sangue também podem ser recomendadas e a radioterapia é usada mais raramente nas leucemias, mas pode ser indicada antes de transplantes. Além delas, a terapia com células geneticamente modificadas, imunoterapia e anticorpos bi-específicos compõem o arsenal de opções.

O transplante de medula óssea, por sua vez, pode ser indicado para alguns casos de leucemias agudas, após a quimioterapia. O paciente pode receber células-tronco formadoras do sangue de um doador compatível e em alguns casos, há como usar células retiradas do cordão umbilical de um doador compatível. É possível ainda, em determinadas situações, realizar um transplante autólogo, em que são usadas células-tronco do próprio paciente como alternativa de conduta terapêutica.



Em quais casos a doação de medula se torna a única alternativa para uma possível cura da leucemia?

A indicação de transplante irá depender do tipo de leucemia e da resposta inicial do paciente a outros tratamentos, como quimioterapia, transfusões de sangue como complemento e a terapia-alvo, que utiliza medicamentos específicos para as células doentes. Porém, pacientes que não respondem satisfatoriamente a esse esquema terapêutico podem beneficiar-se com o recurso do transplante de medula óssea. Mas vale lembrar: cada caso deve ser avaliado de forma individualizada e a decisão sobre a melhor conduta a ser adotada cabe à equipe médica e multidisciplinar responsável pela linha de cuidado do paciente.



As manchas roxas são efetivamente aspectos comuns em casos de leucemia? E quais outros sinais podem servir de alerta para a busca de aconselhamento médico especializado?

As manchas roxas pelo corpo estão entre os principais sintomas da leucemia e devem ser investigadas quando surgem sem motivo aparente. Elas são provocadas pela queda na produção das plaquetas, que são responsáveis pelo processo inicial da coagulação do sangue.

As leucemias agudas, no entanto, possuem outros sinais que também precisam de atenção, como palidez, cansaço e sonolência, pequenos pontos vermelhos na pele e sangramentos mais intensos e prolongados após ferimentos leves.

Febre e infecções constantes resultantes da baixa imunidade também são sintomas que devem ser levados em consideração, além de dores ósseas e perda de peso.



Irmãos filhos de um mesmo casal são efetivamente os que possuem as maiores probabilidades de se tornarem doadores?

Quando o doador é uma pessoa da própria família, em geral um irmão ou um dos pais, há cerca de 25% de chances de encontrar um doador compatível. Havendo um irmão totalmente compatível (100%) este será a primeira escolha para ser um doador. Caso contrário, começam as buscas alternativas para a realização do transplante.



E quando irmãos e familiares próximos não são compatíveis, qual é o processo para encontrar um doador de medula?

De acordo com o INCA, as informações dos pacientes que necessitam de transplante sem um irmão compatível são incluídas no Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (REREME). Já os doadores, são cadastrados no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (REDOME). Ambos os registros têm seus dados cruzados em uma busca automática para verificação da compatibilidade entre pacientes e doadores.

O médico deve cadastrar o paciente no REREME para assim, iniciar a busca por um doador. A partir disso, o próprio sistema refaz a busca diariamente. Um resultado preliminar aponta uma lista de possíveis doadores compatíveis. O médico, junto com a equipe especializada do REDOME, analisa qual dos doadores tem chance de ser mais o compatível com o paciente. Na sequência, são feitos contatos com os voluntários e solicitados os exames complementares.



Como fazer para ser um doador de medula óssea?

Os Hemocentros Regionais (Bancos de Sangue Públicos) são encarregados de cadastrarem os interessados em serem doadores. Os dados são agrupados em um registro único e nacional (REDOME). É possível ser voluntário para a doação de sangue, doação de medula ou de ambos, basta que este desejo seja explicitado no momento do cadastro.

Para aumentar as chances de localização de um doador compatível para um paciente que necessita do transplante é imprescindível manter o cadastro no REDOME atualizado, com endereço, telefone e outras informações. O doador deve lembrar que irá permanecer no registro até completar 60 anos de idade e que a convocação para realizar a doação pode demorar alguns anos.

Para se candidatar é preciso realizar um cadastro como doador voluntário de medula óssea em um dos 106 hemocentros localizados em todos os estados do país. Esses são alguns requisitos:

- Ter entre 18 e 55 anos de idade;
- Estar em bom estado geral de saúde;
- Não apresentar doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico.



Houve uma queda importante nos registros de doadores de medula óssea no Brasil. O que a população em geral deve saber para que a prática se torne mais comum no país?

Após preencher uma ficha com informações pessoais, são retirados apenas 10 ml do sangue do candidato a doador a fim de fazer o exame de HLA (histocompatibilidade), que cruza com os dados de pacientes à espera do transplante.

A doação de medula óssea só acontece efetivamente quando é localizado um paciente que apresente compatibilidade - e isso pode demorar meses e até anos para acontecer devido à dificuldade em encontrar perfis que se encaixem devidamente. Quando esse cruzamento de dados é positivo, o doador precisa passar por um procedimento de baixo risco.

Dependendo de alguns fatores, essa doação pode ser realizada pelo sangue periférico através de um processo chamado de citaférese ou pela coleta da medula óssea nas cristas dos ossos ilíacos, sob anestesia geral. É um processo feito em centro cirúrgico que requer internação de 24 horas.

Por fim, é importante que os candidatos sempre mantenham seus dados atualizados, como telefone, e-mail e endereço, para quando houver compatibilidade, eles poderem ser contatados.


Hábitos de vida influenciam no desenvolvimento do câncer

Existem mais de 200 tipos de câncer e muitos deles podem ser evitados se as pessoas tiverem um estilo de vida mais saudável


O câncer é uma doença silenciosa que afeta pessoas de todas as idades. Devido a sua relevância, o mês de fevereiro é marcado por duas importantes datas: o Dia Mundial de Combate ao Câncer e o Dia da Mamografia. Para a CAPESESP (Caixa de Previdência e Assistência dos Servidores da Fundação Nacional de Saúde), a prevenção e o tratamento da doença sempre foram prioridade, a partir de programas que buscam minimizar o impacto da doença no paciente.

De acordo com o médico e presidente da CAPESESP, João Paulo dos Reis Neto, as medidas de prevenção e os tratamentos contra o câncer são de suma importância para a sociedade. "Essa doença tem grande impacto na saúde da população, por isso, buscamos disponibilizar o que existe de mais moderno aos nossos beneficiários. Durante a pandemia, por exemplo, cuidamos para que os tratamentos contra o câncer continuassem normalmente, sem interrupções. Temos uma grande preocupação com a melhoria da saúde, a diminuição dos fatores de risco e a prevenção contra o câncer", ressalta o médico.


Hábitos saudáveis

Um estudo realizado em conjunto com a Universidade de São Paulo (USP) e a Harvard University aponta que estilo de vida pouco saudável causa, por ano, 114 mil novos casos de câncer e 63 mil mortes pela doença no Brasil. Conforme os dados, a chave para prevenção é conhecer os fatores de risco e evitá-los ao máximo, com base na mudança de hábitos e estilo de vida. É o que conclui essa pesquisa, segundo a qual os números da doença poderiam ser reduzidos ao incluir ações, como manter uma alimentação saudável, priorizando verduras, frutas, legumes, cereais integrais, grãos; praticar atividade física; manter o peso corporal ideal; realizar exames preventivos; evitar a ingestão de bebidas alcoólicas e o tabagismo, assim como o consumo de embutidos e enlatados; proteger-se do sol, se expondo apenas nos horários adequados, para sintetização da vitamina D - essencial para manter ativo o sistema imunológico.

Esses hábitos saudáveis podem reduzir o risco de até 20 tipos de câncer: leucemia mieloide, mieloma múltiplo, tireoide, ovário, próstata, esôfago, orofaringe, laringe, cólon, pulmão, reto, cavidade oral, bexiga, fígado, estômago, colo e corpo de útero, rim, vesícula biliar, mama e pâncreas.

Existem mais de 200 tipos de câncer, os quais podem ser causados por fatores externos, como vírus, substâncias químicas e radiação; e internos, como condições imunológicas, hormônios, e mutações genéticas. Em 2020, os casos de maior incidência da doença no Brasil foram câncer de próstata, com 65.840 (29,7%); e de mama, com 66.280 (29,7%), conforme dados do Inca - Instituto Nacional de Câncer.


Fatores de Risco X Bons Hábitos

Com relação ao câncer de mama, um estudo relacionado a Fatores de Risco para o Câncer - realizado ao longo de 10 anos com beneficiários da CAPESESP - concluiu que mulheres que consomem álcool por tempo e quantidade excessiva têm duas vezes mais chances de desenvolver este tipo da doença. Além disso, a pesquisa também constatou uma relação entre obesidade e o desenvolvimento da doença no ovário.

Nos homens, os tipos de câncer mais comuns levantados na pesquisa foram próstata (36%) colorretal (7%), rim (4%) e bexiga (4%). Nas mulheres, mama (28%), tireoide (7%), colorretal (7%), pulmão (3%) e ovário (2%).

 


CAPESESP - Caixa de Previdência e Assistência aos Servidores da Fundação Nacional de Saúde.


Fevereiro Roxo e Laranja: conscientização sobre doenças autoimunes e a leucemia

As campanhas deste mês têm nos exercícios físicos um forte aliado, que traz entre os benefícios a melhora na qualidade de vida do paciente


De janeiro a dezembro as cores invadem o calendário da saúde como um alerta para a necessidade de conscientização da população. E junto com a chegada do segundo mês do ano vem também as campanhas do Fevereiro Roxo, que aborda doenças como Lúpus, Fibromialgia e Mal de Alzheimer, e do Laranja na conscientização sobre o combate à leucemia.  

Todas doenças de muito impacto no organismo, sendo que três delas ainda não têm cura. O que reforça ainda mais a importância de um diagnóstico precoce, que pode garantir uma melhor qualidade de vida para o paciente. Ações deste tipo se espalham pelo mundo dando informações e mostrando para as pessoas como lidar com as diferenças. E de quebra, atuam no combate ao preconceito gerado com algumas doenças.  

Se no passado a recomendação médica para tratamento de doenças crônicas era ficar em repouso. Hoje, pesquisas demonstram que a prática de exercícios não só é segura e possível, como também pode melhorar o desempenho físico e a qualidade de vida do paciente. Segundo análise feita pela The American College of Sports Medicine (ACSM), em centenas de estudos que relacionam a atividade física e o câncer, por exemplo, os praticantes ativos apresentaram 20% a menos de chance de desenvolver tumores. Além disso, também tiveram 43% de redução na mortalidade por diversas doenças e 38% pela doença em si. 

Para Walter Oliveira, professor e influenciador técnico da Fit Sul, franqueada da Smart Fit em Santa Catarina, além dos índices indicados acima, há também o benefício fisiológico.  “O exercício ajuda o organismo a produzir substâncias anti-inflamatórias, que vão atuar em todo o nosso corpo. Ajudando na recuperação do órgão com câncer, ou aliviando as crises de dores causada pela fibromialgia”, destaca o especialista. Como a doença baixa a oxigenação do paciente, ele tende a ficar mais sedentário e, com isso, os movimentos acabam comprometidos. E o exercício físico vem justamente para melhorar esse quadro e reforçar o sistema imunológico do corpo, que irá resistir melhor aos impactos da doença e poderá ter uma recuperação mais rápida.  

Oliveira reforça ainda que cada fase do tratamento precisa de cargas e orientações diferentes. “Quando falamos em condicionamento físico o treino deve ter uma intensidade mais elevada. Já para os que estão em tratamento, a prescrição é outra. O exercício vem para atenuar os efeitos da doença, melhorando a qualidade de vida. Nestes casos, os órgãos de saúde indicam em média 150 minutos de atividade moderada por semana”, explica.


Posts mais acessados