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terça-feira, 14 de julho de 2020

Tudo o que você precisa saber para driblar de vez a insônia na gravidez


Os distúrbios do sono são muito comuns na gravidez e, dentre eles, a insônia é um dos mais frequentes, acometendo cerca de 78% das gestantes. Segundo a Dra. Karina Tafner, ginecologista e obstetra, especialista em endocrinologia ginecológica e reprodução humana pela Santa Casa, e especialista em reprodução assistida pela FEBRASGO; a insônia pode estar relacionada a alterações hormonais, fisiológicas, metabólicas, psicológicas e posturais.

Um estudo recente da Universidade da Califórnia, em São Francisco, apontou que mulheres que dormiam menos de 6 horas por noite eram mais propensas a ter trabalho de parto mais prolongado e 4,5 vezes mais chances de ter uma cesariana. “Intervenções para tratar os distúrbios do sono são recomendadas para evitar resultados adversos na gravidez, como hipersonia durante o dia, fadiga, alterações de humor e dificuldade de concentração, além de afetar negativamente o relacionamento com o parceiro, interferir no vínculo mãe-bebê e alterar os exames obstétricos”, afirma Karina Tafner.


Primeiro trimestre

As mudanças nos padrões de sono começam durante o primeiro trimestre da gravidez, provavelmente influenciadas pelas rápidas alterações hormonais. “Neste período, a gestante costuma ter hipersonolência, principalmente pelo aumento da progesterona, hormônio que também pode causar diminuição do tônus-muscular, aumento do risco de apneia do sono, ronco e interrupções do sono”.


Segundo e terceiro trimestre

De acordo com Karina Tafner, no final do segundo trimestre (23-24 semanas de gestação), o tempo total de sono noturno diminui. “Mais de 98% das mulheres começa a ter insônia no terceiro trimestre, relatando despertares noturnos causados por desconforto geral, dor nas costas, frequência urinária aumentada, movimentos fetais, falta de ar e câimbras nas pernas”, conta a ginecologista.

Segundo ela, pacientes com insônia têm citocinas pró-inflamatórias altas, que também são observadas em depressão pós-parto, parto prematuro e outras complicações da gravidez. “Os médicos devem tratar os distúrbios do sono imediatamente, pois eles aumentam o risco de complicações, como depressão no final do terceiro trimestre ou após o nascimento da criança”.


Manejo da insônia durante a gravidez

O diagnóstico de insônia na gravidez deve ser feito em conjunto com distúrbios de ansiedade, transtornos do humor, distúrbios do sono relacionados à respiração e síndrome das pernas inquietas. “É importante que o médico indague sobre dificuldades no início do sono, manutenção ou despertar, e entenda os fatores ambientais e comportamentais. A obtenção de um histórico médico completo, incluindo quadros de risco, é essencial para diagnóstico e tratamento, e recomenda-se a intervenção precoce”, ressalta Karina Tafner.


Intervenções não farmacológicas

Higiene e educação do sono são consideradas como estratégias de primeira linha de tratamento. Essas incluem:

- Use luzes noturnas escuras no banheiro, pois a luz brilhante pode dificultar o retorno ao sono.

- Evite cafeína e chocolate. Especialmente no final da tarde ou à noite, pois eles podem mantê-la desperta.

- Beba bastante líquido durante o dia, mas limite a ingestão após às 17h, para diminuir o despertar frequente para urinar.

- Evite alimentos apimentados, pesados e fritos para diminuir a azia.

- Se necessário, prefira cochilos pela manhã, e não à tarde.

- Se for clinicamente apropriado, exercite-se 30 minutos todos os dias, de preferência, 4 a 6 horas antes de dormir. Dieta e exercício físico têm um impacto positivo sobre o sono.

- O ambiente do quarto deve ser o mais confortável possível.

- Evite comidas gordurosas à noite, pois a digestão fica mais pesada e prejudica o sono.

- Quando já estiver na cama, evite o tempo de tela, pelo menos uma hora antes de dormir. A luz azul da TV, do celular ou tablet pode afetar o ritmo circadiano do seu corpo, além de diminuir a melatonina, hormônio que regula o momento de dormir. Em sincronia com o fim do dia e da luminosidade, ela passa a ser liberada a fim de preparar o organismo para o período noturno.

- Durma no lado esquerdo, com as pernas dobradas e com travesseiros entre os joelhos, abaixo do abdômen e atrás das costas, para reduzir a pressão na região lombar.

- Para redefinir seu relógio interno, durma e acorde no mesmo horário, todos os dias.


Terapia comportamental e cognitiva

As terapias comportamentais para insônia incluem: relaxamento, restrição do sono, terapia cognitiva e terapia comportamental. Segundo a ginecologista, o controle de estímulos inclui o uso da cama apenas para dormir. “Se não consegue pegar no sono, levante-se e faça algo minimamente estimulante. Tomar um banho relaxante pode deixá-la sonolenta, mas a temperatura da água não pode ser muito quente. Pode ser perigoso para o bebê em desenvolvimento”, alerta Karina. Segundo ela, uma leitura leve também pode ajudar. “Ficar na cama e se preocupar em não dormir perpetua a insônia”.

Técnicas como relaxamento muscular progressivo (PMR), que inclui contração e relaxamento alternados de diferentes músculos, podem ser usadas antes de cada período de sono. A respiração profunda abdominal, com pensamentos relaxantes, também pode ser útil se usada antes de cada período de sono.

Já a terapia cognitiva é direcionada à ansiedade, ao pensamento negativo relacionado ao não dormir e às expectativas sobre a duração do sono. De acordo com Karina Tafner, algumas gestantes têm ideias pré-determinadas sobre a quantidade de sono necessária para funcionar bem. Isso costuma ser tratado a partir de pesquisa e do histórico de duração do sono das pacientes.


O que é seguro tomar para insônia durante a gravidez

Alguns auxiliares do sono são frequentemente considerados seguros para uso ocasional durante a gravidez. No entanto, segundo a especialista, não se deve tomar nenhum remédio para dormir ou outro medicamento durante a gravidez, a menos que tenha sido prescrito ou aprovado pelo médico. “Alguns chás, como o de camomila, valeriana e de erva-cidreira são excelentes para combater a insônia e dormir melhor, pois possuem propriedades calmantes que ajudam a relaxar os músculos e a mente”.

Em suma, a ansiedade é muito comum durante a gestação. “São muitas preocupações com o trabalho de parto, com a chegada do bebê e com a nova vida. Essas expectativas podem mantê-la acordada à noite e só trazem prejuízo à saúde. Em vez de remoer pensamentos, tente anotar todas as suas preocupações no papel. Isso lhe dará a chance de considerar possíveis soluções”, finaliza Karina Tafner.



SOFRE COM EXAQUECA? PESQUISA MOSTRA HÁBITO QUE PODE AJUDÁ-LO A REDUZIR ESSAS CRISES


Estudo aponta redução de 48% dos episódios nos pacientes que uniram Yoga a medicina convencional.


Adicionar a prática do Yoga no repertório de tratamento contra a enxaqueca pode ajudar a reduzir a intensidade e frequência destas dores, pelo menos é o que afirma um estudo publicado no periódico científico Neurology, no mês de maio, apontando a atividade como terapia complementar no combate à enxaqueca, ajudando a terapia tradicional e medicamentosa a chegar a melhores resultados.

Ainda segundo o estudo, levado à frente por pesquisadores do Instituto de Ciência Médicas de Nova Délhi, na Índia, acrescentar a yoga ao tratamento pode tornar as enxaquecas mais curtas, menos frequentes e menos intensas. O que seria um alívio para muitas pessoas. Priscilla Leite, professora de Yoga e criadora do Canal Pri Leite Yoga, no Youtube e da Plataforma Girassol Yoga acredita que o gatilho mais comum para enxaquecas é o estresse e por isso, o Yoga tem papel importante na redução dos casos.

O Yoga restaura e melhora o equilíbrio cardíaco através de posturas e técnicas de respiração, e o melhor, sem efeitos colaterais. Por isso, é capaz de aliviar sentimentos como ansiedade e depressão, além de ajudar a relaxar a tensão muscular e a sobrecarga sensorial, que são algumas das causas da enxaqueca. “Certas posturas ajudam a aumentar a circulação e melhorar o fluxo sanguíneo no cérebro. Isso ajuda a diminuir a dor ou sensações latejantes que muitos sentem” – complementa.

Pensando em ajudar a minimizar as dores Priscilla Leite separou algumas posturas que podem ser feitas para afastar estes momentos de crise, ajudando a aliviar os sintomas e equilibrar os estados físicos, mentais e emocionais de quem sofre com as enxaquecas. E finaliza com um convite a reflexão “A prática de yoga não promete resolver todos os nossos problemas, mas sem dúvidas nos ajuda a ter a calma necessária e discernimento para resolvê-los. Faça o teste!”.

  1. ALONGAMENTO DE PESCOÇO


Coloque sua mão esquerda na sua orelha esquerda e gentilmente leve sua orelha direita em direção ao seu ombro. Durante a postura abra a boca e relaxe os músculos do rosto. Depois, faça o movimento de ‘empurrar’ com a mão direita. Você sentirá um alongamento no pescoço e ombros.



2- VARIAÇÃO DA POSTURA DO GATO E DA VACA

           
Sentado, separe os pés em uma distância maior do que os quadris. Ao inalar, levante o peito gentilmente e faça uma respiração profunda, alongando a coluna e na exalação, arredonde a coluna. Relaxe a parte de trás do pescoço e das costas.  Realize pelo menos 4 vezes essa postura, prestando muita atenção na sua respiração.
Essa variação da postura do Gato e da Vaca ajudará a relaxar, alongar e além de aliviar dores nas costas também é excelente para o alivio da enxaqueca.


3- POSTURA DO DIAMANTE


Deitado, levante as mãos para cima, com os cotovelos relaxados. Depois, leve os dois joelhos para a esquerda e solte as pernas, deixando-as bem pesadas, mantendo a boca levemente aberta. O foco dessa postura é o relaxamento dos quadris e das costas.

E embora essas posturas ajudem durante uma crise de cefaleia, os benefícios serão ainda melhores se o Yoga for adicionado à rotina diária de quem sofre com essa condição. Quer saber mais sobre aulas que ajudam a aliviar a enxaqueca?






Priscilla Leite - Professora de yoga com formação em Vinyasa Flow, Hatha Yoga, Yoga para gestantes começou a ministrar aulas online em 2013 para uma plataforma de yoga americana. Pouco tempo depois, a empreendedora criou o canal Pri Leite Yoga, no You Tube, com aulas gratuitas, em português. Pioneira no segmento, suas aulas são divididas em categorias e semanalmente vídeos inéditos são postados. Todas as aulas são pensadas de acordo com as necessidades e feedback da comunidade do canal. Existe uma conexão real entre professora e as pessoas que praticam com ela. Para saber mais, acesse: www.prileiteyoga.com.br

Julho Verde: campanha alerta para a prevenção dos cânceres de cabeça e pescoço https://files.workr.com.br/ViewImage.aspx?image=cyQyuw18td7yY/kojQHCjQ==


Inca estima que em 2020 surjam cerca de 15 mil novos casos de câncer da cavidade oral, um dos mais comuns na região da cabeça e do pescoço


Em meio à pandemia, chegamos ao mês de julho e, diante de tantas inseguranças acerca do futuro, existe uma certeza: a prevenção contra o câncer não pode parar. Este mês é chamado pelos especialistas em Oncologia de Julho Verde, um alerta para chamar a atenção da população para os cânceres de cabeça e pescoço.
As neoplasias de cabeça e pescoço englobam todos os tumores que surgem nessa região. Os mais comuns são os tumores de orofaringe, de cavidade oral, laringe, hipofaringe e nasofaringe. Segundo o Instituto Nacional do Câncer - Inca, a estimativa é que surjam mais de 15 mil novos casos de câncer da cavidade oral, neoplasia responsável por cerca de 6 mil mortes ao ano.
“Na maior parte das vezes, são tumores evitáveis, decorrentes de maus hábitos de vida. Má higiene oral e vírus HPV são outras causas desses tumores”, explica Bruna Bonaccorsi, médica radio-oncologista do Instituto de Radioterapia São Francisco. A maior parte dos pacientes são do sexo masculino e a maioria considerável tem histórico de tabagismo e alcoolismo durante a vida. O risco do câncer da cavidade oral, por exemplo, é 30 vezes maior para quem fuma e ingere álcool.

Sintomas
Muitas vezes, o câncer aparece como uma simples dor de garganta ou uma ferida na boca que não cicatriza. Em alguns casos são percebidos nódulos no pescoço pelo próprio paciente. “Esse perfil de paciente, historicamente, demora a procurar atendimento pelo próprio desconhecimento do risco do surgimento do câncer ou mesmo por descuido”, comenta a médica.
São tumores com grande chance de cura, a maior parte com tratamento cirúrgico, outros curáveis apenas com radioterapia, e há casos em que precisarão também de quimioterapia.  

Tratamento com equipe multidisciplinar
O tratamento envolve uma equipe multidisciplinar com cirurgião de cabeça e pescoço, oncologista clínico e radio-oncologista. “O diagnóstico se dá através da anamnese e exame clínico. Quanto mais avançado o diagnóstico, mais penoso será o tratamento, e mais difícil a reabilitação do paciente após o período”, alerta Bruna Bonaccorsi.
Outros profissionais são de extrema importância na reabilitação desses pacientes. O dentista, o fonoaudiólogo e o psicólogo fazem um trabalho em conjunto com os médicos, que é essencial ao paciente com câncer de cabeça e pescoço. “A reabilitação é difícil, mas pode ser alcançada”, afirma a médica.

Cura
A manutenção dos hábitos ruins também contribui para a não obtenção da cura. “Alguns pacientes insistem no tabagismo, por exemplo, o que acaba por diminuir consideravelmente a eficácia do tratamento. Se a causa é o cigarro, continuar fumando é extremamente prejudicial para o paciente”, diz a médica.  
O temor pelo tratamento e os efeitos colaterais, e a possibilidade de sequelas permanentes são causas importantes para o paciente também não procurar atendimento médico. “Mas ressaltando, quanto mais cedo for diagnosticado, menor a chance de complicações”, alerta Bruna.

Evento online
Neste mês de julho, a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço, regional Minas Gerais, irá promover uma série de eventos online, abertos aos profissionais da área de saúde e à população em geral, principalmente pacientes e familiares, visando esclarecer as dúvidas sobre diagnóstico e tratamento das principais neoplasias de cabeça e pescoço. As aulas serão às terças e quintas-feiras, às 19h e no sábado, dia 18 de julho, às 16h. Pela rede social @sbccpmg é possível acompanhar os eventos.


Bruna Bonaccorsi - médica rádio-oncologista e Diretora Clínica do Instituto de Radioterapia São Francisco, em Belo Horizonte, especialista em Radio-Oncologia pelo Instituto Nacional do Câncer (INCA), Rio de Janeiro.



O que diferencia as marcas líderes de mercado?



Freepik 
Especialista em branding lista e analisa os principais pontos, ações e atitudes de marcas líderes de mercado e dá dicas de como se tornar uma



Pode-se observar que em todos os segmentos de mercado sempre existem marcas que se destacam mais. Algumas saem na frente em todos os sentidos e conseguem chamar a atenção das pessoas, criando laços com seus consumidores e dominando o seu segmento. Mas, afinal, o que faz as pessoas se apaixonarem pelas marcas e se tornarem embaixadores de produtos e serviços, defendendo o que uma empresa oferece?

Para D.J. Castro, especialista em branding e fundador da Nexia Branding — empresa de consultoria estratégica focada na criação, construção e transformação de marcas —, não existe um segredo, porém existem pontos em comum entre as grandes marcas líderes.  “Hoje, as marcas líderes, são as que conseguem se conectar com a mente e o coração das pessoas e que constroem relacionamentos de longo prazo com os consumidores. E para isso, é preciso que a marca tenha um propósito claro e definido”, aponta.

Por isso, o especialista em branding os principais pontos e ações de algumas marcas líderes de mercado e dá dicas de como se tornar uma:

Propósito da marca: De acordo com Castro, o propósito de uma marca é uma afirmação clara do motivo fundamental dela existir. “É uma declaração de intenção de como ela quer influenciar positivamente as pessoas e transformar a realidade e o mercado. Ele também mostra o motivo da marca existir e que diferença ela quer fazer na vida das pessoas e, em consequência, no mundo. E isso é algo poderoso, que engaja e motiva todos que tem contato com ela”.

Propósito Massivo: “Uma abordagem ampliada do propósito utilizado por empresas que realmente querem gerar impacto positivo na sociedade, consiste em definir um Propósito Massivo Transformador, ou seja, um grande objetivo de longo prazo e de grande abrangência que a empresa vai perseguir para revolucionar a sua área de atuação”. Castro informa que as marcas que lideram com propósito conseguem construir relacionamentos verdadeiros e conquistar lealdade, consistência e relevância ao longo da vida dos seus consumidores.

“Mais do que definir o propósito, a marca precisa praticá-lo diariamente com mensagens e ações que geram as percepções corretas nas pessoas, produzindo impacto positivo na sociedade como um todo e isso chamamos de propósito massivo”.  D.J. Castro revela que todos os stakeholders, ou sejam, quem tem contato com a marca - colaboradores, parceiros, fornecedores, clientes, consumidores finais, influenciadores e eco - precisam compreender a razão de existência da empresa e conectar-se com seu propósito, contribuindo para sua realização.

Princípios fundamentais: O especialista em branding informa que para realizar o propósito não adianta fazer qualquer coisa e a qualquer custo, é imprescindível que haja parâmetros que guiem a atuação da empresa e orientem as pessoas.  “Princípios são conceitos dos quais a empresa não abre mão. Eles são a base para a tomada de decisão em todos os sentidos”.

Na análise de Castro, é muito comum as marcas terem uma lista de termos que em algum momento da sua história foram definidos. “Eles vão além de uma lista de itens, cada um precisa ter um motivo sólido para existir e estar alinhado ao propósito da marca, conceitos e objetivos de marketing. A definição de princípios é parte primordial na construção de uma marca líder”.

Resistência: “Marcas fortes resistem melhor às crises”, aponta Castro. Com a pandemia do novo Covid-19 foi possível ver várias marcas se destacando no senário atual, positivamente e outras negativamente. Então o que diferencia as marcas que se destacam positivamente? “A capacidade de entender o zeitgeist e se adaptar sem perder o foco, ou seja, a compreensão clara do seu papel, buscando atender as pessoas, se tornando próxima, além de informá-las antes de tentar vender a qualquer custo”, informa Castro.

“E o que destacou negativamente algumas marcas foi a ganância exagerada, a vontade de vender sem medir as consequências e a falta de empatia. Nesse tempo complexo em que vivemos, as marcas precisam estar totalmente conectadas com a realidade que as cercam, exercitando a empatia, compreendendo as necessidades, desejos e desafios das pessoas, para poder traçar planos estratégicos, táticos e operacionais e para se adaptar, reinventar, evoluir e contribuir para fazer um mundo melhor para todos”.

De acordo com o especialista em branding, esses pontos e atitudes positivas geram conexões humanas que fortalecem as marcas. “Quando a crise econômica causada pela pandemia do novo Covid-19 passar, as marcas que agiram e agirem nesse sentido colherão os frutos do relacionamento construído nos tempos difíceis. É um grande desafio, mas vale a pena”, finaliza D.J. Castro.




Profissionais que vendem produtos e serviços têm no protesto um apoio em meio à pandemia


Valores não recebidos ganham ainda mais força no Dia do Comerciante, celebrado em 16 julho no Brasil


No país, o Dia do Comerciante é comemorado em 16 de julho. Este ano, em função da pandemia, o setor, que antes já sofria com a inadimplência, agora têm enfrentado desafios ainda maiores. Diante disso, e após o fechamento de suas portas para evitar a propagação do vírus, muitos têm migrado para o ambiente on-line, como tentativa de manter seus negócios. Mas, para alguns apenas isso não é suficiente. E é nessa hora que o protesto extrajudicial pode ser uma alternativa, já que ele possibilita a cobrança de dívidas não pagas e a intimação, com base legal, dos devedores para quitar esses valores.
“Para o comerciante que tem uma loja de utilidades, por exemplo, e trabalha com cheques, notas promissórias e realiza suas vendas em parcelas, recorrer ao protesto extrajudicial pode ajudar a continuar pagando seus fornecedores e até mesmo seus funcionários”, diz Leandro Patrício, tabelião e presidente do Instituto de Protesto-MG, entidade que representa os cartórios de protesto de Minas Gerais.
Segundo o tabelião, a recuperação do crédito via protesto em geral é rápida, principalmente quando comparada à justiça tradicional, e eficiente, pois o devedor que não negocia ou quita a dívida fica com uma série de restrições financeiras caso o protesto seja efetivado. E a dívida não prescreve. “O dono de um negócio, independentemente de seu tamanho, ramo de atuação ou quantidade de colaboradores, tem inúmeras responsabilidades financeiras, e ao recorrer ao protesto, ele tem a chance de recuperar um valor que poderá ser muito útil nesses casos, especialmente em situações de crise”, comenta.
Além disso, Leandro acrescenta que em razão da Lei da Postergação nº 23.2014/2018, em vigor desde o ano passado, o credor, ou seja, a pessoa que precisa receber a dívida, não necessita adiantar nenhum valor para iniciar com o processo de protesto extrajudicial.
Entre os documentos não pagos que podem ser protestados em cartório, estão: notas promissórias, cheques, contratos de compra e venda, duplicatas, representadas por notas fiscais, boletos ou similares.

Serviços On-line
Através do site www.protestomg.com.br, os empresários e a população em geral podem contatar o Instituto de Protesto-MG para mais informações sobre como é realizado o protesto. Além disso, outros serviços podem ser feitos virtualmente pelo site, como: consultas gratuitas para saber se há algum protesto registrado em CPFs ou CNPJs, solicitações de certidões e cancelamento de protestos.



Reclamações no comércio online aumentam 257% no período de isolamento


                          Dados do Consumidor.gov mostram que em junho de 2020 foram registradas 13.295
                                       reclamações referentes à compra e venda de produtos online
                                                                Créditos: Envato Imagens


Problemas com a entrega dos produtos estão entre os principais relatos, com crescimento de 340% no Brasil


Difícil encontrar alguém que não fez alguma compra online durante o período de distanciamento social que entra agora no quarto mês. De acordo com uma pesquisa realizada pela ACI Worldwide, empresas e-commerce de todo o mundo registraram um aumento de 89% no número de pedidos realizados por meio da internet no mês de maio, em comparação com o mesmo período em 2019.

A grande questão é que, passada a explosão da compra, vem a expectativa da entrega. E tem muita gente desapontada nessa questão. Dados do Consumidor.gov mostram que, em junho de 2020, foram registradas 13.295 reclamações referentes à compra e venda de produtos online, enquanto no mesmo período de 2019 foram 3.716 queixas -- um aumento de 257%. Somente no Paraná, o acréscimo foi 343%, com 265 reclamações em junho de 2019 e 1.174 registradas em junho de 2020.

O aumento nas reclamações revela que muitas empresas e-commerce não estão preparadas para atender à grande demanda e foram pegas de surpresa com o alto número de pedidos provocados pelo isolamento social. Para o especialista em varejo e professor da Universidade Positivo, Leandro Krug, a pandemia fez com que as empresas precisassem se reinventar. “As marcas que estavam com preguiça de desenvolver uma estratégia integrada, agora estão vendo a importância desse planejamento e buscando alternativas. A logística, por exemplo, é parte fundamental dessa evolução, juntamente com  a integração em plataformas”, explica.

As principais reclamações registradas no Consumidor.gov no setor de comércio eletrônico são referentes à entrega dos itens comprados online. Produtos não recebidos, atrasados, incompletos ou com defeitos motivaram um aumento de 340% nas reclamações no Brasil no mês de junho, em comparação com o mesmo período em 2019. No Paraná, o acréscimo chegou a 355%. 

Uma das estratégias adotadas pelas empresas de comércio online para otimizar a entrega e preservar a qualidade dos produtos é o investimento em self storage. Os boxes se tornaram uma opção rápida, fácil e prática para o armazenamento de estoque. Segundo a gerente de operações da Self Storage Espaço A+, Rousy Rojas, a procura por boxes por parte de e-commerces aumentou com a pandemia. “Nós já tínhamos clientes que alugavam nossos boxes como uma saída para armazenar estoque de mercadorias. Agora, com a pandemia, essa procura aumentou”, explica. 

Além da segurança, organização e baixo custo, a localização é o grande diferencial para quem busca esse recurso. “Percebemos isso nas duas unidades que temos, uma em um bairro central de Curitiba e outra ao lado do Aeroporto Internacional Afonso Pena. O cliente procura a mais estratégica para o seu negócio, principalmente do ponto de vista da agilidade da entrega do produto, e foi isso que nos motivou a investir em uma nova unidade no centro da cidade”, destaca Rousy.

É o caso de Fernando Haruo Okuda, diretor da FH Log, empresa que atua no setor logístico. Ele conta que a localização estratégica foi um diferencial que buscou para as entregas na rota entre São Paulo e Santa Catarina. “Essa base em São José dos Pinhais permite que nossos caminhões desviem pouco da rota e possam coletar e descarregar materiais. Isso permitiu a abertura de mais uma região de atendimento. Além disso, o acesso é fácil e o local é muito seguro, o que faz toda a diferença no nosso setor”, ressalta o empresário. 

Com o alto consumo de produtos online e ainda sem previsões para que o comércio presencial volte a funcionar normalmente, a chegada de novos consumidores e também de novas marcas à internet tende a ser uma crescente. O foco, então, deve ser na otimização dos serviços e qualidade dos produtos. 




Espaço A+ Self Storage




Comportamento pessoal de funcionário pode gerar demissão


Especialista tira dúvidas sobre o assunto 


Um profissional pode ser demitido por causa do comportamento? A dúvida surgiu em alta nesta semana, depois que Brasil inteiro se deparou com o vídeo de uma mulher flagrada pela TV desrespeitando um fiscal em um bar no Rio de Janeiro. A empresa que a empregava informou, por meio das redes sociais, que a colaboradora desrespeitou as regras de prevenção à covid-19 e as normas de segurança da companhia e, por isso, foi desligada do quadro de funcionários.  

Na avaliação do advogado especialista em direito trabalhista André Santos, as empresas têm liberdade de dispensar funcionário sem precisar de alegações. “Como via de regra, os empregados não gozam de estabilidade, salvo casos como gestação, por exemplo. Então, a empresa pode, sim, desligar a empregada porque quem tem esse poder é o empregador. Ele nem precisa revelar qual é o motivo”, afirma. 

Outra dúvida recorrente é se essa situação poderia gerar uma demissão por justa causa. André Santos aponta que uma conduta isolada não se aplica nesse caso. “Um comportamento sozinho, sem um outro ato para reiterar, não vira justa causa, a não ser que se configure como ato de improbidade. Em outros casos, é preciso de uma advertência, uma suspensão, para depois declarar uma justa causa”, explica. 

Presente no artigo 482, da Consolidação das Leis do Trabalho, a improbidade é toda ação ou omissão desonesta do empregado, que revelam desonestidade, abuso de confiança ou fraude, visando a uma vantagem para si ou outra pessoa como roubo, agressão e fraude em documentos, por exemplo. 

No caso de demissão por justa causa, o colaborar perde o direito ao aviso prévio e sofre multa de 40% sobre o saldo do FGTS. Também não pode sacar o fundo de garantia e nem pedir seguro-desemprego.  


Saiba como reduzir em até 18% sua tarifa de energia


Benefício é oferecido pela Cemig SIM para empresas, condomínios e comércios com fatura acima de R$ 450,00 ao mês


Em tempos de concorrência acirrada, pandemia do novo Coronavírus e busca incessante pela otimização de recursos, a Cemig SIM, empresa com foco em soluções inteligentes em energia, oferece energia limpa e renovável com menor tarifa. A economia se deve ao chamado modelo de "geração compartilhada”, uma modalidade de geração distribuída que possibilita o compartilhamento da energia gerada por um sistema. Os interessados em economizar podem acessar o site (www.cemigsim.com.br), solicitar uma proposta e contratar um dos planos de forma simples e ágil.

De acordo com Danilo Gusmão, CEO da Cemig SIM, o número de clientes cresceu rapidamente devido à qualidade do produto, à excelência do atendimento e à adesão simplificada e totalmente digital. "Temos nossos clientes no centro das decisões e trabalhamos para proporcionar soluções inovadoras e inteligentes com uso eficiente dos recursos energéticos. Vale ressalta que não é necessário nenhum tipo de investimento, instalação ou obras e a contratação é online e sem burocracia", destaca Gusmão.

Entidades, associações e empresas referências em Minas Gerais já aderiram ao modelo, entre elas: FIEMG, MinasPetro, CDL-BH, ACMinas, Federaminas, Sicoob-Cecremge, Sincodiv, Opala, ABIH-MG, MinasPetro, Prosind, Grupo Zelo, Pacto Administradora, CASA, construtora Patrimar e outras.

Outro fator positivo para o empreendedor é que não é necessário nenhum tipo de investimento, instalação ou obras. A energia é gerada remotamente por usinas fotovoltaicas em áreas com radiação solar mais favorável, no norte e noroeste de Minas Gerais, e chega normalmente pela rede da distribuidora, porém, com menor custo. Acesse o www.cemigsim.com.br e saiba mais!


A Energia Solar

O Sol é a principal fonte de energia natural, capaz de suprir a crescente demanda energética em todo o mundo. A energia solar recebida pela Terra é cerca de cinco mil vezes superior ao consumo mundial de eletricidade. Minas Gerais é ainda mais privilegiada neste aspecto. A maior parte do estado faz parte do chamado "Cinturão Solar", que é uma faixa onde há maior irradiação solar no país.

Considerada a energia do futuro, a geração de energia solar já é utilizada em larga escala na China, EUA, Japão e Alemanha – líderes mundiais em potência acumulada. No Brasil, este processo ainda dá os primeiros passos. Atualmente, cerca de 1% de toda energia produzida no país vem da matriz solar, evidenciando o tamanho da oportunidade que o mercado apresenta.


Em meio à pandemia do Coronavírus, a proteção de dados é fundamental para os negócios


Especialista alerta que ao ingressar no meio digital é de extrema importância prestar atenção ao tratamento, proteção dos dados e informações de seu negócio, tratados pela empresa no ambiente virtual.

Grande parte das empresas passaram a ter presença digital desde o início da pandemia do Coronavírus. Mas, atenção: ao ingressar no meio digital é de extrema importância prestar atenção ao tratamento dos dados e informações do negócio.

Por isso, a proteção de dados é tão importante para as empresas. Para a advogada especialista em direito empresarial e dos negócios e sócia do Kuppas & Araújo Advogados Associados, escritório especializado em Inovação e Proteção de Dados, Ana Grabriela de Araújo Zadrozny, a preocupação com a privacidade e proteção de dados ganha cada vez mais força em todo o mundo. "As empresas possuem dados sensíveis, com informações de funcionários e empresas parceiras, que são de sua responsabilidade proteger. "No entanto, vemos vários casos de vazamento de dados acontecendo mundialmente, gerando danos financeiros para as empresas, além de danos à imagem corporativa, que são os mais difíceis de recuperar", diz.

Gabriela salienta que com as regras e normas existentes e com o surgimento de novas leis, como é o caso da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), as empresas precisam desenvolver um programa de privacidade e de proteção de dados eficiente. "Também é essencial estar em conformidade com a LGPD", destaca.

A advogada revela que o primeiro passo é saber quais de suas atividades recolhem e armazenam dados pessoais, que tipos de dados são estes e como são utilizados e armazenados. "A partir disso, a empresa deve trabalhar para melhorar as políticas de privacidade e de segurança, seguindo o que determina a lei. A implementação de um treinamento para a conscientização dos funcionários sobre o tema também é um passo essencial durante o processo. Além disso, o controle e o monitoramento dos dados devem acontecer diariamente, assim, a empresa minimiza as chances de vazamentos de dados", aponta Ana Gabriela.


Pilares da Proteção de Dados

A especialista explica que, para que a privacidade e proteção de dados possa obter sucesso nas empresas, as organizações precisam ficar atentas aos três pilares que sustentam esse processo: confidencialidade, integridade e disponibilidade.

"A confidencialidade assegura que as informações de determinada empresa não sejam roubadas por cibercriminosos, ação que cresceu 330% em solo brasileiro, de acordo com um levantamento da empresa de segurança cibernética Kaspersky. Já a integridade faz parte do sistema de confiança da empresa, ou seja, é ter certeza de que tudo está seguro ao longo dos processos ou do ciclo de vida dos dados e informações na organização. Por último, a disponibilidade está relacionada ao fácil acesso aos dados na empresa, assim, é possível garantir que eles possam ser consultados a qualquer momento pelos colaboradores", conclui Ana Gabriela, sócia do Kuppas & Araújo Advogados Associados.




Kuppas & Araújo Advogados Associados
 www.kuppasearaujo.com.br/


Ambiente de trabalho tóxico causa estresse e reduz a produtividade

Pressão por resultados e medo do desemprego durante a pandemia do novo coronavírus tem piorado as relações em muitas empresas


Pesquisas comprovam que a falta de civilidade não é só prejudicial para quem é alvo do comportamento danoso: atitudes grosseiras no trabalho acabam tendo efeito dominó. Ou seja, elas se espalham, se multiplicam e contaminam o ambiente, tornando-o nocivo a todos. O estresse no trabalho é uma realidade que acaba prejudicando a vida de muitos profissionais - e a pandemia da Covid-19 tem agravado o quadro. 
Os custos gerados por culturas tóxicas vêm da redução da produtividade e da criatividade, do aumento de doenças físicas e mentais causadas pelo estresse (e consequentes despesas com tratamentos e licenças médicas), e dos gastos com substituição de funcionários (que acabam se demitindo frente a uma situação aguda), elevando o índice de turnover em algumas organizações.

Nos Estados Unidos, estima-se que até 80% dos acidentes de trabalho estão relacionados com o estresse, e o seu custo total é de US$ 200 milhões a US$ 300 milhões por ano. Em um estudo produzido naquele país, denominado “Does Rudeness Really Matter?: The Effects of Rudeness on Task Performance and Helpfulness”, participantes que haviam sido menosprezados demonstraram uma performance 33% inferior ao resolver um quebra-cabeças, e ao realizar outra tarefa, manifestaram ideias 39% menos criativas. Os que somente presenciaram a atitude grosseira apresentaram desempenho respectivamente 22% e 28% pior nas mesmas tarefas.

Segundo pesquisa da Isma Brasil - representante da International Stress Management Association - 72% dos brasileiros que estão no mercado de trabalho sofrem alguma sequela ocasionada pelo estresse. Desse total, 32% sofreriam de burnout. E 92% das pessoas com a síndrome continuariam trabalhando. 

“Infelizmente, há organizações, ainda, que contratam os “supervendedores” - executivos e outros líderes que apresentam ótimos resultados financeiros, apresar de serem notórios pela grosseria com que tratam os outros”, afirma a Consultora de Comportamento Organizacional e Competência Cultural e Fundadora da Rispetto Consulting Viviane Vicente.


A palavra-chave é “apesar”

Outro estudo americano comparou, em números, o que um funcionário “tóxico” causa em relação ao que um superstar traz de benefícios para a empresa. A conclusão foi de que o mau comportamento do primeiro neutraliza os ganhos de dois ou mais colegas com ótimo desempenho. Um funcionário “high talent” (e que demonstra comportamento adequado) adiciona uma média de US$ 5 mil de lucro ao ano em termos de produtividade, enquanto que o “tóxico” custa para a empresa cerca de US$ 12 mil por ano. “Isso sem considerar outros gastos com processos legais, baixo moral e clientes descontentes”, esclarece.

Nem sempre as atitudes grosseiras se manifestam por pura vontade de quem as pratica. Poucos são os gestores que agem por maldade, ou que conscientemente nutrem um sentimento de desprezo ou falta de respeito pelos colegas. “Na maior parte das vezes, os comportamentos negativos são gerados por falta de autoconsciência. Falhamos ao não perceber que aquele comentário ou gesto aparentemente inocente ou jocoso está ofendendo, magoando ou, no mínimo, causando desconforto a alguém”, argumenta a consultora Viviane Vicente.

Outros fatores como carga horária excessiva, pressão em cumprir prazos e metas e a urgência de certas funções fazem com que profissionais se expressem rispidamente ou simplesmente ignorem quem está à sua volta. O clima político polarizado, as situações de crise e a amplificação das controvérsias nas redes sociais acabam por agravar esse quadro. “A maneira com que as pessoas se sentem tratadas é que determinará se o comportamento é apropriado ou não”, frisa.


Como se prevenir?

A ideia de que atitudes descorteses se multiplicam se baseia no fenômeno denominado contágio social: somos influenciados pelo comportamento daqueles que estão ao redor, e a tendência é a adoção de comportamentos parecidos.

“O lado bom é que, da mesma forma, atitudes respeitosas e posturas civilizadas também ‘contagiam’: quando recebemos uma gentileza de alguém, nossa tendência natural é de não só nos sentirmos gratos e agirmos de forma recíproca, mas de adotarmos atitude semelhante nas nossas próximas interações”, garante Viviane Vicente.

Evidentemente, algumas atitudes devem ser reportadas aos canais apropriados, e ninguém deve se submeter a um ambiente abusivo. “Uma organização que não demonstra interesse em criar uma cultura de harmonia e respeito não merece você como profissional. Ao mantermos firmeza em nossos valores, nos tornamos menos suscetíveis a imitar comportamentos que não são da nossa natureza”, destaca.


Cinco atitudes claramente agressivas:

1.   Verbalizar provocações diretas (gozações) a membros do time;

2.   “Lembrar” os colegas sobre qual é o seu papel na empresa (cargo inferior; função “de menor importância”);  

3.   Assumir para si o mérito de conquistas da equipe como um todo, ou da ideia de colegas, e culpar os outros quando algo não dá certo;

4.   Ignorar ou interromper quem está falando; concentrar-se mais em dispositivos eletrônicos do que nas pessoas ali presentes;

5.   Publicamente criticar ou desmerecer o trabalho apresentado por um liderado.


Aprovação da MP 927 é fundamental para manutenção de empregos durante a pandemia


Para seguir em vigor, aprovação no Congresso precisa acontecer até 19 de julho


A FecomercioSP apoia a aprovação da Medida Provisória 927, que regulamenta atos trabalhistas em razão da calamidade pública decretada pela pandemia de covid-19. Contudo, para seguir em vigor, precisa ser votada pelo Congresso até o dia 19 de julho.

A Entidade também considera positivas as emendas de números 1.084 e 1.087, apresentadas pelo relator, senador Irajá Silvestre Filho (PSD/TO), possibilitando a suspensão do recolhimento das contribuições previdenciárias e do FGTS durante o estado de calamidade pública, e o pagamento dos tributos em até 12 parcelas, sem acréscimos legais, com vencimento a partir de janeiro de 2021.

Em ofícios encaminhados aos senadores e ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM/SP), a FecomercioSP ressalta que os encargos incidentes sobre a folha de pagamento, como é o caso dos recolhimentos da contribuição previdenciária e do FGTS, têm grande impacto nas despesas dos empresários.

Entre as medidas que contribuem para a manutenção do emprego e auxiliam os empresários neste momento de crise, ainda estão a flexibilização do prazo de aviso de férias para 48h, antecipação de feriados e férias coletivas, adoção de teletrabalho e adiamento do recolhimento do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS). A MP também suspendeu exigências administrativas em segurança e saúde do trabalho.

Mesmo com a retomada gradual do comércio, a Federação estima que a recuperação econômica seja lenta, uma vez que houve retração no mercado decorrente das incertezas causadas pela pandemia. Dessa forma, a aprovação da MP vai auxiliar na manutenção do número de empregados, evitando novos desligamentos e até o encerramento definitivo das atividades.



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