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quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

As profissões do futuro realmente existem?


De acordo com o Indeed, entre setembro de 2015 e setembro 2019, os cargos ligados à criptomoedas cresceram 1.46%


Já faz algum tempo que a tecnologia está revolucionando o mercado de trabalho e todo mundo consegue ver que diversos segmentos estão sendo automatizados, os processos estão ficando mais simples e, consequentemente, ocorre a diminuição da necessidade da mão de obra humana. Por outro lado, existe a necessidade crescente de pessoas que desenvolvam essas tecnologias. Essas oportunidades estão criando espaço para o surgimento de novas profissões. 

As novas profissões criam, consequentemente, novas vagas no mercado de trabalho, porém as chances que surgem são desconhecidas por muitos, já que o sistema educativo desajuda as empresas e os candidatos a se conhecerem. A maioria das oportunidades requerem a aprendizagem de habilidades exclusivas, reciclagem e visão ao longo prazo.

"Fizemos algumas pesquisas e identificamos um relatório da Janco Associates, publicado em abril de 2019, que nos mostrou que as vagas para atuar com blockchain e ativos digitais permanecem não preenchidas. Nós entendemos  que as pessoas têm medo de se aprofundar em algo que não é conhecido por muitos e, também, de não terem as profissões de fácil entendimento dos outros. Mas, conseguimos identificar que aquelas que se deram a chance de aprender algo novo, estão fazendo muito sucesso", afirma Roberto Cardassi, fundador da BlueBenx.

Mas, a pergunta que fica é: as tecnologias, como a blockchain, criarão novas profissões? O fundador da BlueBenx acredita que o mercado está exigindo profissionais com habilidades específicas e que será necessário colocar, em todos os cursos das graduações, um viés tecnológico no plano de ensino, pois assim, terão mais capacidade e visão para conseguir se preparar para as novas oportunidades de trabalho do mercado do futuro e as vagas disponíveis serão preenchidas.   

Profissionais de diversos ramos podem trabalhar com o mercado digital, não importando a formação. Mas, para conseguirem se destacar, precisam ter um interesse a mais e ir além do que os cursos de graduação oferecem, pois o ambiente tecnológico avança e se atualiza muito mais rápido que que o sistema formal de ensino. 

"As pessoas precisam conhecer as novas oportunidades de emprego. Um advogado sai da faculdade achando que só poderá atuar nas áreas comuns e as empresas de criptoativos estão buscando jovens formados na área para atuarem com esse novo segmento. Isso não significa fugir do escopo da graduação e do que eles aprenderam, afinal, lidamos com as leis de todos os segmentos. A mesma coisa acontece com os outros cursos", relata o fundador. 

Trabalhar no mercado de ativos digitais é como em qualquer outro lugar. Conforme a pessoa vai gostando, consequentemente, sente a necessidade de se atualizar e se especializar, porque todos os empregos são assim. A grande diferença do mercado de tecnologia é que está indo contra a crise, ou seja, enquanto muitas empresas demitem, as de tecnologia contratam aqueles que estão interessados e empenhados em acreditar no futuro. 

Além das novas profissões que a tecnologia cria, fica claro que as atuais precisam de uma revolução e assim serão construídas os "profissionais e profissões do futuro." Uma faculdade brasileira já está oferecendo curso de Blockchain, Criptomoedas e Finanças na Era Digital para preparar esses profissionais para um futuro brilhante. 




BlueBenx

6 dicas para começar 2020 guardando dinheiro

O Professor de economia do UniMetrocamp, Chayene Peterson Martini, preparou orientações para começar o ano com o pé direito nas finanças 


O ano novo se aproxima junto ao momento de idealizar novas metas, objetivos, buscar melhorias e também de se planejar financeiramente. Porém, economizar dinheiro nem sempre é uma tarefa fácil para os brasileiros.

Segundo pesquisa realizada recentemente pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), cerca de 67% dos brasileiros não conseguem poupar dinheiro. Com o objetivo de auxiliar os consumidores, o Professor de Economia do UniMetrocamp, Chayene Peterson Martini, separou 6 dicas para começar o ano da melhor forma: economizando. 


1 – Guarde dinheiro todo mês

Por mais que seja difícil, seria importante estipular um percentual da renda para poupar todo mês, seja 5% ou 10%. Reduzir o consumo nos presentes pode ser o primeiro passo para estabelecer uma base de expansão futura sem grandes endividamentos. 


2 – Evite gastar o 13º

Tente entender o 13º salário, ou qualquer ganho inesperado, como uma renda transitória, evitando consumir esse valor imediatamente. Procure colocá-lo na poupança como fundo de reserva para um momento futuro de dificuldade. Assim, há uma grande probabilidade de deixar de recorrer ao cheque especial ou outra forma cara de obter crédito rápido. 


3 – Aumento de renda significa aumento de investimento

Se houver um aumento na renda individual ou familiar, tenha em mente que não é necessário elevar o padrão de vida na mesma proporção caso você já possua todos os bens que precisa para satisfazer as necessidades orgânicas e materiais. Além disso, o ideal é aumentar o percentual que você poupa em relação ao montante da nova renda. 


4 – Faça bom uso dos bens duráveis

No padrão de consumo, é um equívoco comprar, por exemplo, um novo celular se o antigo ainda está em boas condições. Ao invés de gastar esse dinheiro, você pode colocar na poupança e só utilizá-lo quando realmente precisar do produto.


5 – Evite parcelas

O consumo parcelado é, literalmente, o consumo com renda futura, ou seja, renda que você ainda não auferiu. Essas parcelas, além de fazerem com que você deixe de consumir até terminar de pagá-las, possuem juros embutidos que encarecem a mercadoria. Se você puder, adie esse tipo de compra para não comprometer sua renda futura. 


6- Substitua os alimentos com preços elevados

É interessante que o consumidor faça uma pesquisa no mercado e troque os produtos que estão com valores altos por substitutos perfeitos, que atendam às mesmas necessidades e tenham custo benefício melhor.


A transformação digital no dia a dia do novo profissional de RH



Quando o assunto é gestão de pessoas, o americano Dave Ulrich, um dos maiores especialistas do mundo em Recursos Humanos, nos coloca para refletir ao lançar três questões: Quem somos? (parceiros, aliados ou especialistas?). O que entregamos? (talentos, liderança, cultura...?). Por que existimos? (Qual o real valor do nosso trabalho? Qual o nosso propósito?).

São essas indagações que o novo profissional de RH deve se ater não apenas para encontrar respostas, mas, essencialmente, para direcionar o perfil desse especialista em gente, que vem se destacando no cenário transformador que desponta no mundo corporativo e que, de certa forma, vai se moldando ao incorporar todos os fatores que envolvem a atual jornada da transformação digital.

A partir de aprendizados contínuos, o novo profissional de RH deve atentar-se com o grande capital humano que está nas organizações e estar, mais do que nunca, preparado para as mudanças. E, sem dúvida, a tecnologia ocupa um lugar de destaque, uma vez que é ferramenta de apoio constante para impulsionar todo o movimento digital futuro do RH.

Para tanto, um componente importante nesse processo é trazer a inovação para esse novo contexto. No entanto, isso só será possível se contarmos com indivíduos de formação e experiências diversificadas. Como este perfil pré-definido, o próximo passo é saber combinar as habilidades de cada colaborador e direcionar esse profissional de acordo com os objetivos dos variados setores dentro da empresa. A resposta será um ganho maior de produtividade e melhora acentuada da qualidade, consequentemente, evitando-se a rotatividade de pessoas.

Para manter-se inovador, o profissional de RH precisa também desenvolver outras habilidades e competências para acompanhar o ritmo da transformação que vivemos. Há uma mudança de mindset a ser trilhada, na qual essas pessoas devem buscar a compreensão de informações. E para aplicar as estratégias que a área requer, esse novo RH deve saber explorar ferramentas que auxiliam na leitura adequada da coleta e análise dos dados que tiver em mãos.

Entre as tantas transformações que circulam no mundo físico e digital, há modelos e ideias disruptivas da tecnologia que podem ser aplicados também na gestão de pessoas como Inteligência Artificial ou até a Internet das Coisas (IoT), onde é possível trabalhar com a coleta de dados de forma prudente e com engajamento tecnológico socialmente responsável. Além de usar essas tecnologias não para substituir as pessoas, mas para ajudar na produtividade delas rumo à aceleração do alcance dos melhores resultados para a empresa.

Toda essa jornada nos faz ter a convicção de que há uma infinidade de características deste novo profissional de RH a ser explorada, vale destacar que ele deve promover mudanças, inovar, integrar os diferentes setores da empresa e tornar os relacionamentos mais humanos dentro da organização, com efeitos positivos para todo a ciclo corporativo.






Alex Winetzki - Diretor de P&D da Stefanini


Praias impróprias e o risco à saúde



A estação mais quente do ano se aproxima e com ela as férias e as viagens. Destino preferido da maioria das pessoas, as cidades litorâneas recebem milhares de visitantes que buscam sua principal atração: as praias. E como muitas vezes algumas dessas cidades não possuem estrutura de saneamento que comporte um número tão acima de sua população local, o mar acaba recebendo uma alta quantidade de dejetos e, por sua vez, a água torna-se imprópria para banho. Mas como é possível saber se a praia está segura para que todos se divirtam com saúde?

Para ter esse cuidado, é preciso procurar as bandeiras distribuídas nas praias pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB). O órgão, que também disponibiliza a consulta da balneabilidade pela internet, é responsável pela análise da água, identificando a densidade de bactérias fecais presentes nas amostras durante cinco semanas consecutivas. Se a bandeira estiver verde, a diversão está garantida, mas se estiver vermelha, todo cuidado é pouco.

Quando a bandeira estiver sinalizada em vermelho, deve-se evitar tanto o contato com a água quanto com a areia, principalmente por crianças e idosos, que costumam apresentar imunidade mais baixa. Nessas condições, a contaminação é praticamente certa, pois a presença de microrganismos nocivos é muito alta. Os principais problemas causados pela água imprópria são a gastroenterite, a hepatite A, as micoses e a conjuntivite.  
    
A gastroenterite, popularmente conhecida como “virose”, é a mais comum das doenças transmitidas pela água contaminada. Em geral, as pessoas apresentam episódios de vômitos, diarreia, cólicas, febre e, às vezes, sangue nas fezes. Os sintomas duram, em média, de dois a cinco dias e não há tratamento específico, apenas cuidados, como manter a hidratação e o repouso.

Já a Hepatite A é um pouco mais complicada, pois é causada por um vírus que inflama o fígado. Entre duas a quatro semanas após o contágio, aparecem sintomas como: dores nas articulações, no abdômen ou nos músculos, fadiga, febre baixa, perda de apetite, vômitos, náuseas, diarreia e em alguns casos, coceira, pele e olhos amarelados, perda de peso e urina escura. Em casos muito raros, ela pode levar a óbito, o que chamamos de hepatite fulminante ou aguda grave. Todo tratamento deve ser feito com orientação médica.

As micoses são infecções causadas por fungos, que normalmente acometem a pele ou as unhas. Os sintomas variam, mas em geral causam coceira, vermelhidão e descamação na pele. Para casos de micose na pele, o tratamento é feito, normalmente, com um creme ou medicamento tópico. Se a micose atingir as unhas, o tratamento é um pouco mais extenso e requer acompanhamento.

A conjuntivite, inflamação que atinge os olhos, na maior parte dos casos é causada por vírus e pode acontecer por meio da água contaminada. Os principais sintomas são vermelhidão, coceira, inchaço e secreções, que podem ser tratados com uso de colírios, específicos para cada caso.

Por isso é preciso cuidar da saúde, mesmo nos momentos de diversão. Afinal, ninguém quer antecipar o final das férias, principalmente, por um problema de saúde, não é mesmo? Ao apresentar qualquer um dos sintomas descritos acima, procure um médico o quanto antes.




Dr. Marcelo Levites - médico clinico geral do Grupo Trasmontano.


Como assegurar suas férias num imóvel alugado?




Confira 6 dicas para o contrato de locação para temporada

Férias na praia, tomando sol e ouvindo o mar, relaxando em uma cadeira de sol, é o sonho da maioria dos trabalhadores. Para isso, não pode faltar preparações e uma das mais importantes é alugar a moradia durante a temporada, para que você e a família possam ficar tranquilos.

A pior situação possível é entrar em contato com o proprietário alguns dias antes e descobrir que há algum problema que pode estragar as férias. “Para evitar isso e tornar a situação mais segura para ambas as partes, é preciso elaborar um bom contrato de aluguel por temporada”, conta Dra. Sabrina Rui, advogada em direito tributário ou imobiliário.

Com base nisso, a especialista oferece seis dicas sobre como proteger suas férias elaborando um bom contrato de temporada:

1. Se atente ao detalhe de que se o imóvel é rural ou urbano, há algumas diferenças, pois nem todas as regras se aplicam a ambos.
2. O contrato não deve exceder o período de 90 dias, mesmo com renovações, pois não irá mais se caracterizar como contrato de locação por temporada.

3. Não se pode permanecer no imóvel após o término do contrato, caso isso aconteça, o proprietário poderá entrar com uma ação de despejo. Se isso não acontecer e o tempo de estadia após o término ultrapassar 30 dias, o contrato automaticamente será de locação comum e pode haver compromisso.

4. Sempre certifique-se de que há cláusulas como: em caso de danificação do imóvel, quebra de contrato sem motivo aparente ou aviso prévio ao locador, desistência, entre outros. Não só para o proprietário, isso também é benéfico a quem aluga, pois impede que um locador de má-fé o faça pagar custos exorbitantes ou desnecessários caso haja algum problema.

5. Solicite uma vistoria antecipada do imóvel, principalmente em caso de aluguel online. Fotos e descrições podem não condizer com a realidade.

6. Não dispense testemunhas e fiadores (se for o caso) ao assinar o contrato!

“Alguns modelos de contrato podem ser encontrados na internet, e o locatário que já faz isso a algum tempo também costuma disponibilizar um padrão, mas o ideal é que tudo seja personalizado e o locador tenha certeza antes de assinar”, finaliza a Dra.






Dra. Sabrina Marcolli Rui - Advogada em direito tributário e imobiliário
SR Advogados Associados
@sradvogadosassociados
@sradvassociados
Rua Riachuelo, nº 102 - 20º andar - sala 202, centro – Curitiba.
(44) 3028-9219
Av. Paraná, n. 466, sala 1, centro - Maringá – PR


Expectativa x realidade: como os consumidores se comportaram na Black Friday



Toluna traz estudo exclusivo que compara previsão de clientes e compras realmente efetivadas em uma das maiores datas voltadas para o comércio no ano


A Black Friday, fenômeno de compras com origem nos Estados Unidos que se espalhou por diversos países, deixou de ser apenas mais uma data de um nicho para atingir muita gente e praticamente todos os setores do comércio, de roupas a brinquedos, de eletrônicos a pedidos de comida, se mobilizam atualmente neste momento do ano.

Mas será que a ansiedade e espera pela data se converte em vendas quando ela chega? A expectativa corresponde com a realidade? A Toluna, empresa fornecedora líder de insights do consumidor sob demanda, levou isso em consideração e traz um estudo exclusivo que compara o comportamento do consumidor antes e depois da Black Friday. Valor gasto, produtos comprados e meios utilizados foram alguns dos dados apurados em duas pesquisas complementares - uma realizada na semana anterior à data, e outra na semana seguinte, após o “black weekend”.

A pesquisa, respondida por 1.217 pessoas, mostrou que a expectativa de gastos correspondeu quase que totalmente à realidade. Na primeira fase foi perguntado quanto os consumidores pretendiam gastar na Black Friday. Para 38% dos entrevistados o gasto seria acima de R$ 500,00, para 31% seria entre R$ 251,00 e R$ 500,00, para 18% seria entre R$ 101,00 e R$ 250,00, para 10% seria entre R$ 51,00 e R$ 100,00 e para apenas 4% seria menos de R$ 50,00. 

Já após a última sexta-feira de novembro - data da Black Friday -, a questão era quanto efetivamente as pessoas gastaram. Novamente, a faixa acima de 500 reais liderou, sendo que 36% das pessoas afirmaram ter gasto isso. Na sequência vieram as faixas de R$ 101,00 a R$ 250,00 (22%), R$ 251,00 a R$ 500,00 (20% - a maior discrepância entre o antes e depois), R$ 51,00 a R$ 100,00 (14%) e, por fim, até R$ 50,00 (7%), com esses números mostrando que as pessoas acabaram gastando um pouco menos do que a expectativa.

Roupas e acessórios lideram vendas

O estudo também procurou saber quais foram quais os tipos de produtos que as pessoas estavam interessadas e quais elas efetivamente compraram, com roupas e acessórios ficando (em uma questão de múltipla escolha) no primeiro lugar nas duas pesquisas, com 54% das pessoas com vontade de comprar esses artigos antes da Black Friday e com 37% delas adquirindo eles na data.



Americanas favoritas

Uma das mais tradicionais varejistas do país também fez muito sucesso na Black Friday. A Americanas apareceu nas pesquisas como a loja em que as pessoas mais esperavam fazer compras (prévia), e também como a que foi mais acessada ou visitada durante o dia 29 de novembro. Enquanto 60% das pessoas esperavam comprar lá, 55% efetivamente adquiriram produtos na Americanas. A partir do segundo lugar existem grandes diferenças no resultado comparativo. O varejo mais esperado para compras antes da data era o Mercado Livre, no entanto os mais utilizados para compras foram outros sites, que não constam entre os grandes varejistas.

Link para os estudos




Pesquisa realizada entre 27 de novembro e 7 de dezembro de 2019 com 1217 pessoas das classes A, B e C, segundo critério de classificação de classes utilizado pela Abep – Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, onde pessoas da classe C2 tem renda média domiciliar de R$ 1.625 por mês. Estudo feito com pessoas acima de 18 anos, todas as regiões brasileiras, com 3% de margem de erro e 95% de margem de confiança.



terça-feira, 17 de dezembro de 2019

5 dicas financeiras para começar bem 2020


Segundo especialista, é necessário planejamento para começar o ano fora do vermelho


Com a chega do fim do ano, vêm também as promessas de mudança, a renovação dos desejos para 2020 e os planos para transformar as diversas áreas da vida. Para que isso seja realmente possível, é importante traçar estratégias, principalmente financeiras. Por essa razão, o professor de finanças do ISAE Escola de Negócios (www.isaebrasil.com.br), Aleksander Kuivyogi Avalca, listou cinco dicas para quem quer começar o novo ano de forma mais organizada e sem sustos na conta bancária.


1 - Cautela com festas e férias

Com as festas de final de ano e férias, é comum que as pessoas aumentem seus gastos sem pensar no quanto isso irá lhes custar. Presentes, mesa farta, viagens e roupas novas estão nos planos de milhões de brasileiros. “Se a sua conta bancária não está planejada para isso, você pode entrar em uma grande furada que vai comprometer todo o seu novo ano. Por essa razão, é importante fazer um planejamento de quanto se tem e quanto se pode efetivamente gastar”, comenta Aleksander. 


2 - Dinheiro de férias e 13º

Para quem está endividado, com o cartão de crédito estourado ou em cheque especial, é interessante utilizar o valor das férias e 13º para quitar as despesas maiores. Mas é importante que isso não vire rotina para os anos seguintes. “O ideal é que você possa usar esse dinheiro para aproveitar as férias, entretanto se você está endividado, quite todo o valor e se planeje melhor para o próximo ano”, detalha o especialista. 


3 - Promessas de virada de ano

Para muitas pessoas, a virada de um ano é um novo ciclo. É tempo de se redimir dos pecados, agradecer as bençãos e se propor a novos desafios que, geralmente, são criados a partir de promessas. “Uma boa forma de garantir que o seu novo ano seja positivo financeiramente, é prometer para si mesmo de que irá trabalhar a mentalidade financeira”, sugere o professor. “Ou seja, prometer que em 2020 você vai buscar aprender mais sobre finanças pessoais, seja pesquisando por conta própria ou através de um curso”, completa.


4 - Ano de eleição

Em um ano de eleição, mesmo que municipais, o país sofre várias alterações. Esse momento pode afetar os juros, a inflação e, consequentemente, o crescimento do país. Por isso, é preciso estar preparado. Fazer uma reserva financeira é um ótimo plano para evitar ser pego desprevenido. Fazer investimentos, de forma que o dinheiro “trabalhe para você”, também é um passo importante. Isso serve para qualquer tipo de pessoa, tanto as que sabem muito sobre assuntos financeiros, quanto as que não sabem nada. “É importante lembrar que investimento não é poupança. Poupança é reserva. Investimento pressupõe CDB's, LCI, tesouro direto ou fundos de investimentos e ações”, explica. 


5 - Planejamento financeiro

O ponto mais importante para que a receita esteja alinhada com as despesas é fazer um planejamento financeiro. De acordo com Avalca, o ideal é criar um plano para os três meses seguintes. Colocar em uma planilha o quanto recebe, o quanto a família recebe (neste caso, incluir a renda de quem mora com você e ajuda nas contas de casa). Depois disso, listar todas as despesas: aluguel, prestação, seguro, condomínio, presentes de datas comemorativas, Carnaval e férias. “Se ao final do planejamento o saldo estiver negativo, é necessário voltar nas despesas e começar a fazer cortes. Dessa forma, é possível fazer ajustes para não ficar no vermelho logo após os três primeiros meses do ano”, completa o especialista. 


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