Pesquisar no Blog

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

No Dia do Bailarino, executiva da Evidence Ballet lista artigos essenciais que não podem faltar na mochila



Para celebrar o Dia do Bailarino, comemorado hoje, dia 1º de setembro, Rose Prock, fundadora da Evidence Ballet, marca de roupas e acessórios para a prática de dança e esportes, elaborou uma lista com itens que não podem faltar na bolsa de um bailarino. A data homenageia os dançarinos de balé, estilo de dança que teve início na Itália e se desenvolveu na França.

Para ser um bailarino é preciso de muito esforço e treino para diversas situações. Os artigos vão desde itens para compor o uniforme completo até uma simples presilha de cabelo. Veja abaixo a lista completa:


 Sapatilha reserva

Por melhor que seja sua sapatilha, sempre existe o risco de algo danificá-la repentinamente, como por exemplo, soltar a fita. Rose explica: “Para não correr o risco de perder parte do ensaio por conta desse contratempo, tenha sempre com você uma sapatilha extra”.


 Toalha de treino

“A toalha de treino é ideal para ser usada durante e pós um treino intenso. Uma simples toalha é capaz de absorver todo o suor da pele de maneira rápida e eficiente”, afirma Rose Prock.


 Acessórios e produtos para o cabelo

Além de fazer parte da cartilha, é muito mais confortável treinar com os cabelos presos e bem arrumados. “Acessórios como fitas, grampos, gel, presilhas, redes, elásticos e pentes são grandes aliados na hora de dançar. Eles devem estar na mala e em locais de fácil acesso”, comenta a diretora.


 Kit primeiros socorros 

É sempre bom estar preparado para pequenos imprevistos. Tenha sempre em mãos: curativos adesivos, pomada para dor ou mesmo um relaxante muscular para o pós-treino. Lembre-se: ao persistirem os sintomas, procure orientação médica.


 Água 

Manter a hidratação é fundamental para a saúde, por isso, carregue com você uma garrafa para facilitar o consumo de água. O consumo de água é vital para o funcionamento do nosso organismo e desta forma, é preciso repor os líquidos perdidos durante o ensaio.


 Blusa ou casaco

Durante o ensaio, os saltos e os movimentos da dança não deixam o corpo esfriar. No entanto, é importante saber que na hora que você sai do ensaio, o seu organismo leva um tempo para se adaptar à temperatura diferente da qual estava acostumado. Um simples casaquinho pode evitar um resfriado causado pelo choque térmico.





A primavera vem aí. Renove-se!



No hemisfério Sul, setembro marca o início da primavera – tempo de flores e renovação. A natureza ganha vida nova, os pássaros cantam e se acasalam, enchendo nossas almas de alegria, renovando nossas esperanças e sonhos de felicidade. Esse novo impulso da natureza nos invade e influencia nossa vontade de lutar, trabalhar, conquistar e amar com mais intensidade.

Mais do que nunca, seria maravilhoso se todas as pessoas do mundo pudessem ser contaminadas por esse espírito de renovação da vida. Vivemos dias difíceis não só no Brasil, como em várias partes do mundo. Um número cada vez maior de pessoas está perdendo o rumo e abandonando a fé em Deus. Conflitos raciais, políticos, econômicos e religiosos se multiplicam por todo lado.

No livro As Leis da Justiça, o autor japonês Ryuho Okawa afirma que “as pessoas que odeiam religião costumam achar que as religiões são a causa de muitas guerras. Na realidade, porém, as guerras ocorrem devido a essa maneira estreita de pensar que os humanos construíram ao longo do tempo, e também porque as religiões foram incapazes de rever seus ensinamentos originais. As pessoas que seguem os ensinamentos originais por longo tempo não conseguem acompanhar as mudanças na sociedade, então entram com frequência em choque com as outras, como fazem os fundamentalistas”.

A humanidade precisa de uma primavera, de um novo horizonte, de sentimentos religiosos capazes de livrar este mundo de várias incoerências e de reduzir o ódio e o conflito. Como é sábia a natureza que, a cada ano, deixa cair suas velhas folhas para se revestir de novas, mais verdes e carregadas de seiva. Como as árvores, nós também precisamos trocar de roupa, nos revestir de uma nova vida, deixando que a fé percorra nossas veias e alimente nossos corações. Como jardins que se enchem de flores, devemos deixar que novos sentimentos de amor, esperança e confiança envolvam nossas vidas.

Vamos aproveitar a chegada da primavera para abrir as janelas de nossas vidas e as portas dos nossos corações. A partir do exemplo das árvores e das flores, vamos sentir, também dentro de nós, essa força da natureza e perceber como toda essa renovação pode dar um novo rumo a nossas vidas, com mais fé em Deus. Quanto mais pessoas se renovarem, mais fácil será a construção de um mundo novo. E a primavera do amor será eterna.






 Kie Kume - gerente da editora IRH Press do Brasil, que publica em português as obras de Ryuho Okawa.
Um dos autores mais prestigiados no Japão, Okawa tem mais de 2.200 livros publicados, ultrapassando 100 milhões de cópias vendidas, em 28 idiomas.





SAÚDE MENTAL




Com identificação de problemas, Ministério quer melhorar a execução da Saúde Mental 

Subnotificação nos registros de atendimentos, baixa ocupação de leitos de saúde mental e erros na gestão dos recursos foram algumas das falhas identificadas pelo Ministério da Saúde


O Ministério da Saúde prepara diagnóstico da Saúde Mental em todo o país. Nos últimos meses, a partir de levantamento nacional, a pasta identificou diversas inconsistências em ações nos estados e municípios, como má gestão dos recursos destinados às obras, baixa ocupação de leitos de saúde mental em hospital geral, e subnotificação nos registros de atendimentos e produção. Com o objetivo de elaborar medidas efetivas para aprimorar o controle e o modelo de financiamento, o Ministério da Saúde criou um Grupo de Trabalho, que já conta com atuação ativa de representantes da União, estados e municípios.  

Atualmente, o orçamento federal destinado à saúde mental é de R$ 1,3 bilhão por ano.

“Todos esses problemas apontados podem ser resultado de subnotificação ou de serviços inexistentes. Com a criação do grupo de trabalho, o Ministério da Saúde quer de forma tripartite, com apoio das secretarias municipais e estaduais de Saúde, buscar a melhor forma de monitorar, fortalecer e qualificar o atendimento à população, que busca os serviços relacionados à saúde mental”, afirma o secretário de Atenção à Saúde, Francisco Figueiredo.

Em dez anos, a pasta repassou mais de R$ 185 milhões para financiar serviços que não foram concretizados. Os valores, não corrigidos pela inflação, destinaram-se à habilitação de leitos para internação em hospitais gerais, criação e custeio de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Unidades de Acolhimento, Residências Terapêuticas e construção de obras. A ausência da execução dos serviços está presente em todas as regiões do país.
Outro problema identificado é a subnotificação da produção dos CAPS.  Cerca de 16% dessas unidades – de um total de 2.465 -, ou seja, 385 serviços, não registraram atendimentos nos últimos três meses. Em 2016, mais de 200 centros não registraram qualquer tipo de produção durante o ano todo. Desse modo, não há como o Ministério da Saúde saber se esses serviços efetivamente existem. Apenas a metade do total das unidades tem relatado mensalmente sua produção.

Em relação aos leitos de internação em hospital geral, a situação é ainda mais grave. Ao todo, são 1.164 leitos destinados à Saúde Mental em hospitais gerais no país. Destes, a metade não registra qualquer ocupação. A taxa de ocupação destes leitos, hoje, é de menos de 15%, enquanto deveria estar próxima a 80%. Por outro lado, o diagnóstico do Ministério da Saúde mostrou que 44 hospitais psiquiátricos especializados tiveram atendimento acima da capacidade. Essas unidades recebem por atendimentos realizados. Ou seja, quanto maior a produção, maior o repasse federal. O Ministério da saúde paga, anualmente, cerca de R$ 80 milhões para o custeio do total desses leitos (1.164).


MEDIDAS TOMADAS - O Ministério da Saúde, junto com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS) criaram um grupo de trabalho tripartite para elaborar mecanismos para identificar e corrigir os problemas encontrados.

A pasta também já está notificando os municípios que não relataram os seus atendimentos, e que receberam verbas, mas não executaram as obras e ações previstas na Política de Saúde Mental. Se comprovado a não execução dos serviços, os municípios deverão devolver os recursos recebidos. Também se estuda a possibilidade de descredenciamento de centros e unidades que deixarem de informar os serviços prestados.

Outra ação em execução é a criação de um sistema de monitoramento da aplicação dos recursos e da realização dos atendimentos nos estados e municípios. A medida dará mais transparência aos processos e permitirá uma melhor fiscalização por parte do Ministério da Saúde. O mecanismo também possibilitará identificar se os serviços estão com problemas na notificação ou se estão sem funcionamento.


CENÁRIO DA SAÚDE MENTAL – A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é formada por 2.465 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), dos quais 424 são especializados no atendimento em álcool e drogas; 35 Unidades de Acolhimento infanto-juvenil (UAI); 21 Unidades de Acolhimento para adultos (UAA); e 1.163 Leitos de Saúde Mental em Hospital Geral, além de 104 Consultórios na Rua, que ficam sob responsabilidade da Atenção Básica. São 493 Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT) para moradia de pessoas em situação de vulnerabilidade que ficaram longo período internadas em hospitais psiquiátricos ou de custódia.

Entre 2014 e 2017 houve aumento de 36% no número de leitos de Saúde Mental em hospital geral, passando de 858 para 1.164 leitos.

O Ministério da Saúde, por meio do SUS, adota a Política Nacional de Saúde Mental, estabelecida pela Lei Federal 10.216/2001, que consolida a Reforma Psiquiátrica (Lei 10.216/2001) como estratégia de estado. As premissas da política, reconhecida pela estratégia de proteção e defesa dos direitos humanos, consolidam um modelo humanizado de atenção à saúde de base comunitária, promovendo a reinserção social e reabilitação psicossocial a essa população. Desta forma, desde 2001, a estratégia de Saúde Mental é desenvolvida no âmbito da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 23 milhões de brasileiros apresentam algum tipo de transtorno mental, sendo 5 milhões em nível de moderado a grave. Entre 2012 e 2016, o Ministério da Saúde investiu mais de R$ 5 bilhões em investimento e custeio dos estabelecimentos da RAPS em todo o país, e R$124 milhões para custeio dos Consultórios de Rua. Os repasses financeiros para sustentação de todos esses serviços implantados são realizados regularmente mês a mês.




Nicole Beraldo
Agência Saúde





Posts mais acessados