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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

EUA concentram mais da metade dos gastos de brasileiros com emergências médicas no exterior durante as férias de julho

Balanço do Seguros Promo revela que imprevistos com saúde, cancelamentos de voos e bagagens somaram milhões em despesas; procura por seguro viagem cresceu 26% no período
 

As férias de julho movimentaram os aeroportos brasileiros e internacionais, mas também acenderam o alerta para os imprevistos mais comuns longe de casa. Um levantamento exclusivo do Seguros Promo, plataforma de comparação e contratação de seguro viagem, revela que os atendimentos médicos e hospitalares representaram 45% das ocorrências registradas no exterior ao longo do mês. 

O raio-X do período escancara o peso financeiro dos imprevistos de saúde em destinos internacionais. Embora os Estados Unidos tenham sido o segundo país com maior número de acionamentos (22% do total), a região concentrou mais de 50% de todos os custos com despesas médicas registrados pela empresa no mundo. Completam a lista dos países onde os brasileiros mais precisaram de assistência: Brasil (24%), Itália (5%), Portugal (4,9%), França (4,8%), Espanha (4,3%) e Argentina (3,7%).
 

Atrasos, bagagens e cancelamentos somam milhões

As emergências médicas, contudo, não foram as únicas dores de cabeça dos viajantes. A burocracia das companhias aéreas e a logística nos aeroportos também movimentaram cifras milionárias em assistências ativadas:

  • Cancelamentos de viagem: Representaram 7,15% dos casos, somando cerca de R$ 29,5 milhões em coberturas acionadas;
  • Atrasos e cancelamentos de voos: Responderam por 11,55% das ocorrências (cerca de 28 mil casos), totalizando R$ 5,5 milhões;
  • Atraso e extravio de bagagem: Corresponderam a 8,5% dos registros, gerando R$ 8,5 milhões em indenizações e suporte;
  • Despesas farmacêuticas: Ficaram em 8,5% das ocorrências, somando aproximadamente R$ 4,5 milhões.


O custo real do "perrengue chique": conta de hospital chegou a US$ 20 mil

A diferença entre encarar um imprevisto sozinho ou amparado por uma apólice fica evidente nos casos reais. Em um dos atendimentos prestados em julho, um brasileiro de 56 anos em viagem pela Flórida (EUA) apresentou fortes dores abdominais. Após uma primeira triagem por teleconsulta, a assistência organizou sua internação hospitalar para exames e controle da dor. 

A conta total da internação de 24 horas chegou a US$ 20 mil (cerca de R$ 110 mil). Como o passageiro havia contratado um plano com cobertura de até US$ 100 mil, todas as despesas médicas foram integralmente cobertas pela apólice.

"Quando o viajante enfrenta uma emergência longe de casa, o prejuízo não é apenas financeiro. Ele precisa lidar com barreiras de idioma, entender a rede hospitalar local e tomar decisões sob estresse", destaca Paulo Zamboni, CEO da Seguros Promo. "Ter uma assistência 24h transforma um momento de crise em apenas um percalço contornável, garantindo a orientação correta sem quebrar o orçamento da família."
 

Aumento na conscientização: vendas sobem 26% 

O reflexo dos imprevistos se traduz no aumento da procura por proteção. Em julho de 2026, a Seguros Promo registrou 19.165 apólices vendidas, um crescimento de 26% em comparação com as 15.202 contratações realizadas no mesmo mês de 2025. Como cada apólice pode cobrir famílias inteiras ou grupos, o número total de passageiros protegidos é ainda maior. 

"O planejamento de uma viagem não acaba na compra da passagem ou na reserva do hotel. O seguro viagem funciona como uma camada indispensável de segurança financeira e operacional, garantindo que o retorno das férias traga apenas boas lembranças, e não dívidas inesperadas", finaliza Zamboni.

 

Amo Promo

 

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