Cirurgião plástico David Di Sessa explica como a combinação de ativos injetáveis pode melhorar contorno, volume e qualidade da pele
O desejo por glúteos mais firmes, definidos e com
aparência natural impulsiona a busca por procedimentos estéticos sem cirurgia.
Nos consultórios, a procura se concentra em tratamentos capazes de melhorar
contorno, textura da pele, celulite e perda de volume. A tendência acompanha pacientes
que desejam resultado visível, mas com menor impacto na rotina e sem
internação.
Para o cirurgião plástico David Di Sessa, membro da
Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, a evolução dos tratamentos corporais
amplia as possibilidades para quem busca harmonia corporal. “O objetivo não é
padronizar corpos, e sim entender o que incomoda cada paciente, como flacidez,
celulite, perda de volume ou falta de contorno”, afirma.
Entre as alternativas está o B2S, protocolo
desenvolvido e executado exclusivamente por David Di Sessa para o tratamento
dos glúteos. A técnica reúne, em uma única aplicação, recursos voltados à
melhora da firmeza, do volume e da aparência da celulite. A proposta atende
pacientes que buscam um resultado imediato e progressivo, natural e alinhado ao
próprio corpo.
Segundo o especialista, o protocolo combina três
produtos com funções complementares. O bioestimulador de colágeno atua no
combate à flacidez e na melhora da firmeza da pele. O ácido hialurônico
contribui para volume e contorno dos glúteos, enquanto a toxina botulínica
auxilia na redução da formação da celulite, favorecendo uma superfície mais
uniforme.
“A combinação estratégica desses produtos permite
tratar as principais queixas em uma única sessão, sem prótese, sem cirurgia e
sem internação. A aplicação exige conhecimento anatômico e planejamento
preciso, porque a quantidade de produto, os pontos de aplicação e a indicação
variam conforme o objetivo e as características de cada paciente”, explica Di
Sessa.
A indicação do B2S depende de uma avaliação
presencial, com análise da anatomia, da proporção corporal e da qualidade da
pele. Fatores como tônus muscular, espessura da pele, grau de celulite,
histórico de saúde e rotina de vida influenciam a resposta ao tratamento. Por
isso, o planejamento individual é parte central da segurança e da naturalidade
do resultado.
De acordo com o cirurgião, o protocolo também
acompanha uma mudança no comportamento de quem procura tratamentos estéticos
corporais. Muitos pacientes desejam melhorar pontos específicos, mas sem
alterar de forma artificial a própria imagem. “Quando o tratamento respeita a
estrutura corporal e a individualidade do paciente, o resultado tende a ser
mais harmônico e seguro”, ressalta.
O especialista alerta para a importância de procurar profissionais habilitados e evitar promessas de resultados padronizados. Procedimentos injetáveis exigem técnica, produtos regularizados e acompanhamento adequado. “Mesmo sem cirurgia, todo tratamento estético precisa de indicação médica, segurança e responsabilidade. Beleza e bem-estar caminham melhor quando existe critério”, finaliza Di Sessa.
David Di Sessa - CRM-SP 112566 - RQE 32162médico cirurgião plástico, graduado pela Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA), com residência em Cirurgia Plástica em Campinas e estágio de aperfeiçoamento na Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, sob orientação do professor Ivo Pitanguy. Com mais de 15 anos de experiência e mais de 5 mil procedimentos realizados, atua com foco em resultados naturais e na melhora da qualidade de vida dos pacientes, realizando cirurgias plásticas faciais, corporais e das mamas. É membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), da American Society of Plastic Surgeons (ASPS), da Associação Paulista de Medicina (APM) e da Associação Médica Brasileira (AMB).
Instagram: @daviddisessa

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