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quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Fórmula mágica: dicas para substituir os alimentos e emagrecer



Especialista em emagrecimento ensina quais alimentos devem ir para o banco de reservas e quais devem se tornar titulares na sua alimentação


Na tentativa de emagrecer, é comum que as pessoas apostem na troca de qualquer alimento da dieta por versões “light”. No entanto, o criador do programa online de emagrecimento Código Emagrecer de Vez, Rodrigo Polesso, alerta que este é o caminho errado. Defensor de uma alimentação com alimentos reais que o corpo humano sempre foi geneticamente programado para consumir, Polesso ensina que o segredo não está na quantidade de alimentos a ser consumida, mas na qualidade. “As proteínas e gorduras boas podem ser consumidas na quantidade que for necessária para se sentir satisfeito, enquanto os carboidratos refinados e processados (como massas, bolos, pães) e as gorduras de má qualidade (como óleos vegetais e margarinas) devem ser reduzidos”, explica o especialista, que é certificado em Nutrição Otimizada para Saúde e Bem-Estar pela Universidade Estadual de San Diego, Califórnia.

Polesso explica que existem alimentos aceleradores, que devem ser mais consumidos, os moderadores, cujo consumo deve ser feito com parcimônia, e os alimentos retardadores, que devem ser evitados por quem deseja emagrecer. Baseado nas pesquisas científicas mais recentes das principais universidades do mundo, o especialista ensina que o que define estes alimentos é a capacidade de regularem a produção de hormônios como a insulina, que são os verdadeiros responsáveis pelo acúmulo de gordura corporal.

O especialista lista alguns alimentos categorizados como Retardadores e sugere quais as opções que podem funcionar no lugar como Aceleradores.

 Sai o presunto, entra o frango, atum e bacon
Segundo Polesso, o consumo de proteínas e gorduras de origem animal são bem-vindos porque garantem estes macronutrientes ao organismo e não possuem carboidratos refinados. “Como o presunto e outros tipos de embutidos típicos do café da manhã são processados e cheios de condimentos, é importante retirá-los da dieta e fazer esta troca”, explica, destacando que frango, bacon e atum podem ser facilmente incluídos no desjejum. “Não existe nenhuma lei que te obrigue a comer pão, margarina e leite pela manhã, isso é mais uma questão cultural”, brinca.

Segunda troca: o leite pelo ovo
O especialista explica que, com exceção da manteiga, o leite e seus derivados estimulam consideravelmente a insulina no sangue, o que impede o emagrecimento eficiente. A troca pode ser feita pelos ovos, que são fonte de gordura de ótima qualidade. “Se houver a necessidade de trocar o leite, você pode utilizar o leite de coco, que não é laticínio e faz uma ótima substituição, especialmente em receitas”, explica.

Sem feijão, mas com espinafre
Rico em carboidratos e compostos conhecidos como anti-nutrientes, o feijão faz parte dos alimentos retardadores para quem está priorizando o emagrecimento, assim como a lentilha. Segundo Polesso, ele pode ser facilmente trocado pelo espinafre, que é um acelerador, igualmente rico em ferro. “Assim, se a sua desculpa para consumir o feijão está nisso, o legume vai substituir muito bem”. Outros vegetais que fazem parte dos alimentos aceleradores são a ervilha, vagem, couve e brócolis.

Cartão vermelho para as frutas industrializadas
Polesso conta que as principais frutas que funcionam como alimentos retardadores são as tâmaras e as versões industrializadas, como enlatadas, frutas secas e geleias. No entanto, o especialista alerta para as frutas moderadoras. “A maioria das frutas entra na categoria de moderadores, que não precisam ser expulsas, mas merecem um cartão amarelo, como laranja, banana, manga, abacaxi”, explica. Abacate, coco, limão, mirtilo e morango fazem parte do grupo de frutos que podem ir para o time principal.

Adoçantes artificiais banidos, chás bem-vindos
Por fim, o especialista destaca que todos os elementos doces, como açúcar, mel e adoçantes industrializados devem ser banidos da dieta. “A ciência demonstra que todos eles, até mesmo sem conter calorias, estimulam a secreção de insulina no sangue ou impactam negativamente na habilidade do corpo de metabolizar glicose, pisando no freio do emagrecimento”, conta. Assumindo de vez o papel de “técnico da boa alimentação”, ele afirma que a melhor substituição para a vontade de comer doces pode ser encontrada nos chás, frutas de baixa carga glicêmica e no uso de adoçantes naturais como stévia, xilitol e eritritol. “Qualquer tipo de chá pode ser um ótimo substituto, desde que não seja adoçado com açúcar ou adoçantes artificiais”.


A Oneomania e o endividamento pessoal




Nos últimos anos o Brasil assistiu a ascensão e queda do poder aquisitivo de sua população, incluindo as classes C e D. Essa busca desenfreada pelo consumo gerou o endividamento de boa parte dos brasileiros, que, sem a cultura do crédito, apresenta bastante dificuldade em lidar com as inúmeras ofertas de empréstimos e financiamentos. Segundo dados recentes da FEBRABAN, aproximadamente, 53% da população brasileira está endividada. Atrelado a este comportamento está a oneomania, uma doença psicológica caracterizada pelo comportamento de consumo compulsivo e a consequente sobrecarga das finanças pessoais.

Nesse aspecto, há que se correlacionar 2 assuntos: Psicologia Econômica e Consumo. O primeiro pode ser definido como o estudo do comportamento econômico dos indivíduos, dos grupos e das populações em geral, bem como do processo de tomada de decisão. No âmbito micro, ela vai examinar ações como poupar, comprar, investir e pagar impostos. No âmbito macro, vai tratar dos aspectos da inflação, desemprego ou a vida das populações de baixa renda.

De forma resumida, podemos dizer que a psicologia econômica procura entender de que forma tomamos decisões econômicas. Enfocando a vida do cidadão comum, percebe-se que muitos não entendem que não existe mágica quando o assunto é dinheiro. Essas pessoas são movidas pelo princípio do prazer imediato, não esperando o melhor momento para comprar. São desprovidas de inteligência emocional e seguem sempre o chamado “efeito manada” – copiam o modelo de consumo da maioria desinformada.

Normalmente não sabem lidar com frustrações, acreditando, de forma infantil, que seus desejos precisam ser atendidos por sentirem-se merecedoras daquele prazer. Por trás desse comportamento existem questões afetivas (o endividamento é afetivo, na verdade). A sensação de prazer, de satisfação adquiridas no momento da compra, acabam desvanecendo-se após a mesma, e com isso, depois da quitação total ou parcial das dívidas, sentem a necessidade de comprar novamente. E esse ciclo repete-se numa sequência interminável. Invariavelmente arrependem-se, desenvolvendo um quadro de ansiedade e depressão, inclusive com tendências ao suicídio.

Ao comprar um objeto, o indivíduo não está comprando apenas o mesmo, mas todas as propriedades simbólicas que existem por trás daquela aquisição. No caso de indivíduos compulsivos, quando os mesmos são impedidos de comprar, acabam por desenvolver uma crise de abstinência. 

Para retomar as rédeas da saúde financeira, é fundamental que o indivíduo faça uma análise crítica de sua situação e analise as possibilidades de renegociação e quitação de compromissos financeiros vencidos e a vencer: 

A) CONSCIENTIZAÇÃO: A pessoa deve assumir para si mesma o que a levou a essa situação, e que pode demorar a conseguir solucioná-la. Afinal, a chamada oneomania é uma doença do consumismo. Com persistência e ajuda psicológica o indivíduo consegue curar-se;

B) DIAGNÓSTICO: Levantamento rigoroso de todas as dívidas;

C) PLANEJAMENTO PARA QUITAÇÃO: Pensar antes de agir; Priorizar o pagamento dos débitos com taxas de juros mais caras; Apurar se o que se vai cortar não faz parte do atendimento das necessidades básicas – moradia, alimentação, saúde, transporte, aluguel, financiamento imobiliário, etc;

D) PROCURAR APOIO E NEGOCIAR COM CREDORES: A pessoa tem que eliminar toda e qualquer situação de estímulo que a leve à compulsão para compras. Além disso, precisa negociar junto aos credores como fará para quitar suas pendências. 

Vale lembrar que ainda que o mercado de trabalho melhore, as taxas de juros devem continuar altas por um bom tempo. Logo, a renegociação de dívidas deve começar o quanto antes. Em relação às opções de crédito, o consignado acaba sendo a opção mais barata. Já os juros rotativos do cartão de crédito e do cheque especial devem ser evitados.



Fernando Pinho - economista e consultor financeiro da Prospering Consultoria. Em suas análises relaciona estatísticas, matemática financeira, ciência política e história econômica para tratar de realidades complexas que impactam no cenário econômico do Brasil e do mundo. Fernando gosta de trabalhar em cenários econômicos amplos, mostrando causas e consequências de como a economia afeta diretamente a vida de todos, considerando diversos assuntos e variáveis, como Geopolítica, Política Partidária, Política Monetária, Política Câmbial, Ideologias Econômicas, Psicologia do Consumidor, fenômenos e aspectos da globalização. Formado em Economia pela ITE – Instituição Toledo de Ensino (Bauru-SP), Fernando é Pós-graduado em Psicologia Econômica pela PUC SP e Mestre em Finanças pela Universidade Mackenzie



Ponto chave para ações criminosas, estacionamento de condomínios necessitam de atenção



Entrada de carros e motos pode ser a porta de entrada para assaltos aos condomínios

A atenção que é dada a portaria de condomínios é essencial, mas muitas vezes os próprios moradores acabam “esquecendo” da entrada de veículos. Atualmente, muitas ações de criminosos se iniciam por alguma falha de segurança na portaria do estacionamento – alguns condomínios nem mesmo possuem um porteiro de plantão, o que facilita ainda mais a entrada de bandidos. Qualquer coisa como uma placa de veículo ou o controle da garagem, que forem clonados, podem gerar problemas. 

Essa fragilidade dos portões da garagem devem ser evitadas com medidas simples, a começar pelo próprio controle remoto do portão que deve ser anticlonagem e com sistema de acionamento de pânico que possa notificar o porteiro caso ocorra algum incidente. O sistema de controle é importante porque quando o portão for acionado ajuda a identificar se é realmente o morador ou não, mas mesmo assim é fundamental conferir os dados do veículo e realizar uma identificação visual minuciosa para verificar se é mesmo o condômino em questão. O que pode facilitar muito também são as regras internas de identificação das pessoas realizada na maioria das vezes pelos próprios condôminos.

É de extrema importância que os porteiros, ao abrir os portões de entrada, não identifiquem somente através de placas ou reconhecimento dos carros; é necessário também verificar de fato quem está dentro do veículo. Além disso, são as próprias atitudes preventivas dos condôminos que podem auxiliar, e muito, o trabalho do porteiro para liberar o portão de entrada.

Visto isso, investir em profissionais de portaria qualificados e treinados é vantajoso, pois evita riscos à segurança e qualquer prejuízo aos condôminos. Não se deve contratar qualquer pessoa para esta função e é aconselhável a contratação realizada através de uma empresa terceirizada que ofereça apenas profissionais preparados e capacitados, pois o colaborador para a função certamente precisa ser uma pessoa de confiança. Além de estar sempre em alerta, o porteiro precisa saber ler, ter facilidade de memorização e concentração. Estas qualificações são fundamentais ao recrutar e selecionar pessoas, porque o ideal é escolher sempre perfis de profissionais capazes e adequados para cada trabalho. Investimento e pessoal qualificado, então, estão fortemente relacionados a um bom resultado quanto à segurança. 

É por isso que de nada adianta ter pressa para liberar a entrada de automóveis no condomínio se isto pode proporcionar brechas de vulnerabilidade e resultar na invasão de ‘espertalhões’ no domicílio.


Amilton Saraiva - especialista em condomínios da GS Terceirização (http://www.gsterceirizacao.com.br/). 


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