De tradutores a mapas, plataformas de transporte e pagamentos digitais, tecnologia se tornou uma aliada para quem viaja ao exterior
Viajar para um país onde não se fala o idioma local
já não significa enfrentar as mesmas barreiras de comunicação e de deslocamento
de décadas atrás. Com a evolução da tecnologia, smartphones e aplicativos
passaram a acompanhar o viajante em praticamente todas as etapas da
experiência, ajudando a traduzir conversas, encontrar endereços, pedir
transporte, fazer pagamentos e descobrir restaurantes e atrações. A
conectividade móvel também ocupa um papel cada vez mais relevante nesse
cenário. Um estudo da Ookla,
divulgado em 2025, mostrou que brasileiros em viagens internacionais apresentam
maior propensão a utilizar redes móveis em roaming do que redes Wi-Fi,
reforçando a importância de permanecer conectado mesmo fora do país.
A adoção desses aplicativos também vem crescendo
entre os viajantes. Segundo a Booking.com,
63% dos brasileiros utilizaram ferramentas de inteligência artificial no
planejamento ou durante viagens em 2025, enquanto 80% afirmaram que pretendiam
utilizar a tecnologia em 2026. E em escala global, a IATA
identificou que o uso de carteiras digitais durante viagens passou de 20% em
2024 para 28% em 2025. Já uma pesquisa da Global
Rescue mostrou que 59% dos viajantes utilizam aplicativos de tradução
durante suas viagens, principalmente para se comunicar com moradores locais,
ler cardápios e pedir informações.
“Hoje, a tecnologia ajuda o
viajante a resolver pequenos desafios que, no passado, poderiam se transformar
em grandes barreiras durante uma viagem. Seja para entender uma placa,
encontrar um endereço, pedir um carro ou realizar um pagamento, essas
ferramentas oferecem mais autonomia e segurança para tomar decisões em tempo
real. Para que isso aconteça, porém, é fundamental contar com uma conexão
confiável durante toda a jornada”, afirma Carlos
Torres, Growth Director da Airalo.
Entre as ferramentas que podem facilitar a
experiência no exterior estão os aplicativos de tradução, como o Google
Tradutor, que permitem traduzir textos, áudios e até imagens em tempo real.
Eles podem ser especialmente úteis em situações cotidianas, como ler cardápios,
compreender placas, conversar com moradores locais ou esclarecer dúvidas em
estabelecimentos. Recursos de tradução integrados a smartphones e ferramentas
de inteligência artificial também vêm ampliando as possibilidades de
comunicação entre viajantes e destinos.
Para que essas soluções estejam disponíveis ao
longo da viagem, é preciso contar com uma conexão de internet confiável. É
nesse contexto que entram os eSIMs internacionais, como os da Airalo,
que permitem ao viajante adquirir um pacote de internet para o destino e se
conectar sem precisar trocar o chip físico. Com a conexão ativa, aplicativos de
mobilidade, como Waze e Uber, ajudam a encontrar rotas e solicitar transporte,
enquanto carteiras digitais, aplicativos bancários e ferramentas de conversão
de moedas facilitam pagamentos e o controle de gastos. Assim, a conectividade
funciona como uma camada que integra diferentes recursos digitais utilizados
pelo viajante durante a jornada.
“O ponto em comum entre todas
essas ferramentas é a necessidade de conectividade. Mesmo quando alguns
recursos oferecem funcionalidades offline, uma conexão ativa amplia
significativamente o que o viajante consegue fazer em tempo real — desde
consultar uma nova rota e traduzir uma conversa até solicitar transporte,
acessar reservas ou realizar um pagamento” , completa
Carlos Torres.
A conectividade deixou de ser apenas uma conveniência durante uma viagem. Ela funciona como uma espécie de infraestrutura digital que permite ao viajante acessar os serviços e informações de que precisa para navegar por um destino com mais independência. Ter internet disponível significa poder reagir às situações que surgem ao longo da viagem, sem depender exclusivamente de planejamento prévio.
www.airalo.com

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