O estudo proprietário analisou mulheres
dos 30 aos 80+ e mostra como a pele muda ao longo da vida, influenciando características
como oleosidade, hidratação e equilíbrio da barreira cutânea.
Skincare, prevenção e longevidade estão cada vez mais presentes na
conversa sobre beleza. Para Natura Chronos Derma, entender a
pele para além dos sinais visíveis é uma pesquisa que acontece há décadas.
Desde sua criação, em 1986, Chronos acompanha as diferentes fases da vida a partir
de um olhar que une ciência, tecnologia para a pele e as necessidades da
brasileira, conhecimento que hoje orienta o desenvolvimento de soluções
dermocosméticas da marca.
Um dos estudos mais recentes do Centro de Pesquisa e
Desenvolvimento da Natura¹ analisou a pele de 180
mulheres brasileiras dos 30 aos 80+ anos, divididas em cinco faixas etárias. A
equipe analisou, por meio de técnicas avançadas, cerca de mil amostras para
mapear duas estruturas fundamentais: a microbiota (que é o ecossistema de microrganismos
benéficos) e os lipídios naturais que garantem a proteção da barreira da pele.
Os resultados identificaram características específicas em cada
fase. Aos 30+, foi observado um perfil mais oleoso, com
predominância de bactérias típicas.. A partir dos 45 anos,
a produção de lipídios naturais começa a cair, aumentando a tendência ao
ressecamento. Já aos 60+, o microbioma apresenta uma
mudança significativa, com aumento de sua diversidade.
Nas faixas de 70+ e 80+, a pesquisa encontrou
novas características na microbiota e na composição lipídica. Aos 70+, houve
redução importante de óleos protetores essenciais para a pele, enquanto o grupo
80+ apresentou uma diminuição do perfil de barreira e hidratação, o que deixa a
pele desprotegida nesta faixa etária.
Os achados ampliam a compreensão da Natura sobre os mecanismos
relacionados às diferentes necessidades da pele e fortalecem a base científica
de Natura Chronos Derma. Esse conhecimento se conecta à Biociência Chronos,
tecnologia exclusiva da marca que combina bioativos da biodiversidade
brasileira a dermoativos reconhecidos pela dermatologia para desenvolver
soluções de alta performance.
Compreender que a pele muda de comportamento com o passar do tempo
permite criar produtos sob medida para controlar a oleosidade, hidratar,
suavizar manchas e tratar os sinais do envelhecimento.
A pesquisa também testou a capacidade de regeneração na prática,
ao avaliar como a pele respondia ao tratamento dermocosmético. Após 30 dias de
uso de Natura Chronos Antissinais Noturno, os cientistas identificaram um
aumento de microrganismos benéficos e um reequilíbrio nos lipídios protetores
nas faixas etárias analisadas.
“Estudar a pele em nível molecular nos permite identificar
particularidades que não são percebidas apenas pela avaliação dos sinais
visíveis. Esses dados ampliam nossa capacidade de desenvolver tecnologias mais
direcionadas e avançar na personalização do cuidado em diferentes fases da
vida”, afirma Manuel Rios Krauss, Diretor Executivo de Pesquisa, Desenvolvimento
e Inovação da Natura.
A dimensão da pesquisa impressiona: foram mapeados mais de 17
bilhões de códigos de DNA e realizadas 20 mil análises de compostos lipídicos
da pele. Um marco científico que passa a integrar a base de inteligência da Natura
e apoia novas frentes de pesquisa e desenvolvimento de Natura Chronos Derma,
reforçando o compromisso da marca em unir ciência, tecnologia e biodiversidade
brasileira para acompanhar as transformações da pele ao longo da vida.
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Fontes
¹Os estudos proprietários foram conduzidos pelo Centro de Pesquisa
e Desenvolvimento da Natura, com apresentação e premiação nos seguintes
congressos científicos:
• Congresso
Internacional IFSCC (2024): "Women over 80: longevity assessed from the perspective of
the skin biophysics, metagenomics and lipidomics, before and after cosmetic
intervention with Brazilian biodiversity ingredients".
• Congresso
Nacional da Associação Brasileira de Cosmetologia (2025): "Senescência celular e saúde da
pele: resultados clínicos de intervenção tópica em uma coorte
diversificada" (Premiado como melhor trabalho na categoria
Biodiversidade).
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