
Créditos: @revionclinic
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CO ASSESSORIA
“A procura deixou de estar concentrada
em uma única cirurgia e passou a incluir novas tecnologias e tratamentos para a
região íntima”, afirma Leandro Faustino
A estética íntima feminina deixou de estar associada a poucos procedimentos e
passou a reunir tratamentos cada vez mais diversos. Nos consultórios, cresce o
interesse por abordagens voltadas ao contorno corporal, à firmeza dos tecidos e
à qualidade da pele da região íntima, ampliando um tema que durante muito tempo
permaneceu fora das conversas sobre bem-estar feminino. O movimento acompanha
uma mudança na forma como muitas mulheres enxergam conforto, autoestima e
qualidade de vida.
Entre os procedimentos que passaram a ganhar espaço está a chamada
lipoaspiração íntima, realizada no monte pubiano, região localizada acima da vulva
que até pouco tempo raramente aparecia entre as principais queixas levadas aos
consultórios. Segundo Leandro Faustino, CEO da Revion International Clinic, em
São Paulo, muitas pacientes chegam sem saber exatamente qual estrutura
anatômica está relacionada ao desconforto que percebem no dia a dia. “O monte
pubiano faz parte do contorno corporal feminino e pode sofrer mudanças
importantes ao longo da vida. Em alguns casos existe apenas excesso de gordura
localizada. Em outros observamos também flacidez e excesso de pele, o que exige
uma avaliação individualizada para definir a melhor abordagem”, explica.
Para o especialista, o interesse pela região pubiana faz parte de uma
transformação mais ampla dentro da estética íntima feminina. “Durante muito
tempo a procura estava concentrada em poucos procedimentos. Hoje recebemos
mulheres com dúvidas e objetivos muito diferentes daqueles que víamos há alguns
anos. Existe uma preocupação maior com conforto, bem-estar e com a forma como
essas mudanças impactam o dia a dia”, afirma.
Além da lipoaspiração íntima, tratamentos destinados à reposição de volume dos
grandes lábios com gordura autóloga e tecnologias de estímulo de colágeno
também passaram a despertar interesse crescente. Segundo Leandro, muitas
pacientes passaram a prestar mais atenção às mudanças que acontecem na região
íntima ao longo da vida. “Hoje existe uma busca maior por tratamentos
personalizados. Algumas mulheres procuram melhorar o contorno da região, outras
buscam reposição de volume ou melhora da firmeza dos tecidos. O mais importante
é compreender que cada queixa possui uma origem diferente e precisa ser
avaliada de forma individual”, diz.
Na avaliação do médico, o principal avanço não está apenas no surgimento de
novas tecnologias, mas na naturalidade com que o tema passou a ser discutido.
“Durante muito tempo muitas mulheres acreditavam que precisavam simplesmente
conviver com essas mudanças. Hoje existe mais informação, mais diálogo e mais
possibilidades de tratamento. O mais importante é entender que cada caso é
único e merece uma avaliação individualizada”, conclui.
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