Mães, filhas e avós costumam compartilhar
características parecidas na pele, algo que especialistas associam à genética,
hormônios e estrutura corporal
Foto gerada por IA
CO ASSESSORIA
Dr. Roberto Chacur (@drchacur)
Nívea Bordin Chacur (@niveabordinchacur)
| @goldincision
Muitas mulheres crescem
ouvindo dentro de casa que herdaram a celulite da mãe, da avó ou das tias. E,
segundo especialistas, isso realmente pode acontecer. Fatores genéticos ajudam
a explicar por que diferentes mulheres da mesma família costumam apresentar
características parecidas na pele, principalmente em regiões como pernas e
glúteos.
A celulite atinge entre 80% e 90% das mulheres após a puberdade e não está
ligada apenas ao excesso de gordura. Mesmo mulheres magras e fisicamente ativas
podem apresentar os furinhos por influência hormonal, anatômica e hereditária.
Revisões científicas apontam que fatores genéticos podem contribuir para
características relacionadas ao desenvolvimento da celulite, como estrutura da
pele, distribuição de gordura, circulação e organização das fibras abaixo da
pele. Alterações hormonais ligadas ao estrogênio também são apontadas como
fatores importantes no processo.
Além da predisposição genética, especialistas afirmam que o ambiente familiar
também influencia a forma como muitas mulheres passam a enxergar a própria pele
desde cedo. Comentários sobre corpo, celulite e aparência acabam fazendo parte
da relação feminina com autoestima ainda durante a adolescência.
Para Nívea Bordin Chacur, CEO das clínicas Leger, é muito comum receber
pacientes que cresceram acreditando que a celulite era inevitável justamente
porque outras mulheres da família também conviviam com o problema. “Muitas
chegam ao consultório dizendo que ouviram durante anos que aquilo fazia parte
da genética da família e que precisariam apenas aprender a conviver com os
furinhos”, afirma.
Segundo ela, essa percepção faz com que muitas mulheres demorem para procurar
tratamentos mais específicos. “Existe uma diferença entre predisposição
genética e ausência de solução. Hoje já existem abordagens muito mais
direcionadas para tratar a estrutura da celulite”, explica.
De acordo com o médico Roberto Chacur (CRMRJ 95368 RQE 24521), criador da
GoldIncision, reconhecida pelo segundo ano consecutivo como o melhor tratamento
não cirúrgico para celulite do mundo, a predisposição genética influencia
diretamente o desenvolvimento da celulite estrutural. “A celulite acontece
abaixo da pele e não depende apenas de gordura ou peso corporal. Por isso,
muitas mulheres convivem com os furinhos mesmo após dieta, treino e mudanças no
estilo de vida”, explica.
Segundo o especialista, um dos erros mais comuns é acreditar que cremes e
soluções superficiais conseguem tratar a causa real da celulite. “Hoje já
existem técnicas desenvolvidas especificamente para atuar na estrutura
responsável pelas irregularidades da pele, buscando uma melhora mais profunda e
duradoura”, afirma.
Chacur explica que a procura por tratamentos mais definitivos cresceu justamente
entre pacientes que convivem com a condição desde cedo. “Muitas mulheres
cresceram acreditando que a celulite fazia parte da genética da família e que
precisariam apenas esconder os furinhos. Hoje a procura já é por tratamentos
que tragam uma melhora real da pele”, conclui.
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