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quarta-feira, 8 de abril de 2026

Avanço no tratamento de doenças da retina amplia acesso a terapias que podem preservar a visão

Biomm lança no Brasil o Ranivisio® (ranibizumabe), ampliando o acesso e contribuindo para a sustentabilidade do sistema de saúde


A Biomm, empresa brasileira pioneira em biotecnologia, anuncia o início da comercialização do biossimilar Ranivisio® (ranibizumabe), aprovado pela Anvisa em maio de 2025. A entrada do medicamento no mercado brasileiro representa um avanço no tratamento de doenças da retina, ampliando o acesso a terapias que podem preservar a visão de milhares de pacientes. 

No Brasil, as doenças da retina representam um importante desafio de saúde pública. Estima-se que mais de 3 milhões de pessoas convivam com a degeneração macular relacionada à idade (DMRI), segundo o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)¹. Globalmente, um estudo publicado na The Lancet Global Health aponta que 21,3 milhões de pessoas poderão perder a visão devido à doença até 2050². A esse cenário somam-se os pacientes com edema macular diabético, uma complicação do diabetes que afeta milhões de brasileiros, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes. 

O Ranivisio®, biossimilar do ranibizumabe, é indicado para o tratamento de doenças graves da retina associadas ao crescimento anormal de vasos sanguíneos, incluindo degeneração macular relacionada à idade, edema macular diabético e oclusão de veia da retina. “Ao bloquear o fator de crescimento desses vasos, o tratamento ajuda a preservar a visão dos pacientes, que antes enfrentavam o risco de complicações e até de perda da visão”, Luis Capri, oftalmologista do CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisa "Dr João Amorim". 

Resultado da colaboração entre Biomm e a biofarmacêutica suíça Bioeq, o lançamento combina experiência internacional consolidada no desenvolvimento de biossimilares da Bioeq com a capacidade local de acesso ao mercado brasileiro pela Biomm. Ranivisio® será comercializado exclusivamente pela Biomm no Brasil, reforçando o compromisso conjunto de ampliar o acesso a tratamentos inovadores, seguros e de alta qualidade. 

"A principal vantagem de um medicamento biossimilar como o Ranivisio® é a capacidade de ampliar o acesso da população a tratamentos seguros e eficazes, historicamente de alto custo. Isso se alinha à estratégia da Biomm de fortalecer seu portfólio e atuar em áreas de alta complexidade da medicina”, afirma Guilherme Maradei, CEO da Biomm. 

"A dificuldade visual causada pela degeneração macular relativa à idade dificulta a realização de atividades diárias, comprometendo a qualidade de vida das pessoas. Com o Ranivisio, especialistas em retina terão uma opção terapêutica que retarda a progressão da doença e amplia a possibilidade de mais pacientes voltarem a rotina e convívio social" complementa Katia Beltrão, Gerente de Unidade de Negócios Biomm.

 

Disponibilidade

Com todas as etapas regulatórias já concluídas, o foco da Biomm agora se volta a garantir a ampla disponibilidade do medicamento, para que médicos e pacientes em todo o país possam se beneficiar dessa nova opção terapêutica. “A expectativa é que a entrada de um novo concorrente no mercado oftalmológico não apenas amplie as opções para médicos e pacientes, mas também contribua para a sustentabilidade do sistema de saúde brasileiro”, conclui Maradei.
 

Sobre o Ranivisio® (ranibizumabe)

Ranivisio® é um biossimilar do ranibizumabe, um fragmento de anticorpo monoclonal indicado para o tratamento de doenças graves da retina associadas ao crescimento anormal de vasos sanguíneos, como degeneração macular relacionada à idade na forma neovascular, edema macular diabético, retinopatia diabética, edema macular secundário à oclusão da veia da retina e neovascularização coroidal miópica. O medicamento atua por meio da inibição do fator de crescimento endotelial vascular (VEGF), bloqueando a angiogênese. Ranivisio® foi desenvolvido pela Bioeq e é comercializado no Brasil exclusivamente pela Biomm.

 

Biomm
www.biomm.com


Bioeq
www.bioeq.ch.
 


Referências

¹As condições de saúde ocular no Brasil. Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Disponível em Link

² Casos de doença que pode provocar a perda da visão após os 50 anos devem triplicar. Associação Paulista de Medicina (APM). Disponível em Link


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