Proporção
de adultos ativos no tempo livre sobe para 49% no Brasil, ampliando importância
dos cuidados antes, durante e após os treinos
Celebrado
em 6 de abril, o Dia Mundial da Atividade Física ganha relevância em um cenário
de transformação no comportamento do brasileiro. Dados do Ministério da Saúde
mostram que a prática de atividade física no país tem crescido de forma
consistente. Entre 2009 e 2023, a proporção de adultos que atingem o nível
recomendado no tempo livre passou de cerca de 33% para 49%1. O
movimento, impulsionado por saúde, bem-estar e qualidade de vida, consolida uma
nova relação com a rotina de exercícios.
Ao mesmo tempo, esse avanço traz um desafio importante: manter a
regularidade dos treinos ao longo do tempo depende de cuidados adequados com o
corpo. Nesse contexto, a recuperação muscular passa a ganhar relevância como
parte essencial da rotina. Essa tendência é confirmada pela
pesquisa “Adequa Brasil: reflexões da atividade física em nosso país”, do
Instituto Locomotiva em parceria com a Apsen Farmacêutica.
O
estudo mostra que 71% das pessoas das classes A e B praticam alguma atividade
física, enquanto apenas 7% o fazem por estética ou controle de peso. A maioria
se exercita por saúde geral (36%), bem-estar (27%) e preparo para o
envelhecimento (12%), reforçando o exercício como parte do autocuidado.
Com mais pessoas ativas, surge também um ponto de atenção: a
dificuldade de sustentar essa rotina de forma consistente. Nesse cenário, a
recuperação muscular deixa de ser um aspecto secundário e passa a desempenhar
papel central na continuidade dos treinos.
Evidências científicas mostram que o exercício físico,
especialmente quando intenso ou frequente, pode provocar microlesões nas fibras
musculares, inflamação e aumento da fadiga, impactando diretamente o desempenho
e o tempo de recuperação do organismo2,3.
A ausência desse cuidado pode levar ao acúmulo de fadiga, maior
risco de lesões e redução da capacidade funcional, além de intervalos mais
longos entre as atividades, comprometendo a evolução e a adesão à prática4.
De
acordo com o Ministério da Saúde, a prática regular de atividade física está associada
à prevenção de doenças crônicas, melhora da capacidade funcional e promoção do
bem-estar mental5,6. Para que esses benefícios se mantenham ao longo
do tempo, é fundamental equilibrar estímulo e recuperação. Nesse processo, a
nutrição assume papel central, ao contribuir para a reposição de energia e a
reparação muscular após o exercício. Aliada à hidratação e ao descanso, ela
ajuda o organismo a se adaptar ao esforço físico e sustentar a regularidade dos
treinos6.
O
papel da recuperação e o avanço das soluções naturais no pós-treino
Com
o aumento da frequência dos exercícios, cresce também a busca por estratégias
que apoiem a recuperação energética e o equilíbrio do organismo após o esforço
físico. Alimentação adequada, hidratação e descanso deixam de ser coadjuvantes
e passam a desempenhar papel central na recuperação. Diretrizes em medicina
esportiva apontam que o período pós-treino é determinante para a adaptação do
corpo e a continuidade da prática.
Nesse
contexto, aumenta a procura por alternativas que possam complementar o suporte
à recuperação pós-exercício, especialmente aquelas baseadas em ingredientes de
origem natural. A literatura científica tem avançado na investigação de
compostos com potencial antioxidante e papel no metabolismo energético,
associados à recuperação do organismo após o esforço físico.
Esse
cenário se reflete também no comportamento dos praticantes: segundo o Instituto
Locomotiva, 60% utilizam vitaminas ou suplementos regularmente, enquanto 63%
demonstram preferência por opções com ingredientes naturais.
A
partir desse movimento, compostos de origem natural têm sido investigados por
seu potencial no suporte à recuperação pós-exercício, como a Opuntia
ficus-indica, planta associada a propriedades antioxidantes e à atuação no
metabolismo energético descrita na literatura científica7.
No Brasil, desde 2025, esses avanços já se traduzem em
alternativas como o Adequa, suplemento alimentar voltado ao suporte da
recuperação muscular e energética após o exercício. Disponível em todo o
território nacional, o produto foi desenvolvido para auxiliar na recuperação
energética e apoiar o desempenho físico de pessoas fisicamente ativas7.
"A gente está vivendo uma virada importante na forma de cuidar
da saúde no Brasil, cada vez mais pessoas estão escolhendo se movimentar, se
priorizar, se olhar com mais consciência, e isso muda tudo. Esse movimento
exige que a ciência acompanhe essa transformação, evoluindo de forma
consistente para oferecer soluções que dialoguem com a rotina real das pessoas
e apoiem uma jornada mais contínua de cuidado!”, reforça Renata Spallicci,
vice-presidente executiva da Apsen.
A
expansão dessas alternativas reforça uma mudança na forma como o brasileiro se
relaciona com a prática esportiva, mais orientada à continuidade, ao equilíbrio
e à saúde de longo prazo. Nesse conjunto, o desempenho e a recuperação deixam
de ser etapas isoladas e passam a caminhar juntas na construção de um dia a dia
sustentável de exercícios.
Apsen
https://www.apsen.com.br
Referências:
1. BRASIL. Ministério da Saúde. Vigitel Brasil 2023: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico. Brasília: Ministério da Saúde, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/v/vigitel. Acesso em: 30 mar. 2026.
2. Feugang, J. M. et al. Nutritional and medicinal use of Opuntia ficus-indica: a review. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/19609453/ Acesso em março de 2026
3. Mielgo-Ayuso, J., & Fernández-Lázaro, D. (2021). Nutrition and Muscle Recovery. Nutrients, 13(2), 294. https://doi.org/10.3390/nu13020294
4. Dupuy, O., Douzi, W., Theurot, D., Bosquet, L., & Dugué, B. (2018). Uma abordagem baseada em evidências para escolher técnicas de recuperação pós-exercício para reduzir marcadores de dano muscular, dor, fadiga e inflamação: uma revisão sistemática com meta-análise. Fronteiras na fisiologia, 9, 403. https://doi.org/10.3389/fphys.2018.00403
5. Ministério da Saúde. Prática regular de atividade física previne doenças crônicas e melhora a qualidade de vida.
Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/marco/pratica-regular-de-atividade-fisica-previne-maioria-das-doencas-nao-transmissiveis
Acesso em março de 2026
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