Impotência
e parto prematuro são algumas das consequências provenientes da ingestão
exagerada
Considerado um dos
principais problemas de saúde pública no Brasil, o alcoolismo é responsável
pela dependência de cerca de 15% da população, dos quais, a grande maioria são
jovens com idades entre 18 e 29 anos, segundo pesquisas da Secretaria Nacional
Antidrogas (Senad).
Assim, para
conscientizar a população sobre o consumo excessivo de álcool e seus
malefícios, a data de 18 de fevereiro foi instituída como o Dia Nacional de
Combate ao Alcoolismo. Para o Dr. Renato de Oliveira, ginecologista responsável
da Criogênesis
,
além de todas as
doenças comumente já associadas a esse tipo de bebida, como infarto e cirrose,
a ingestão abusiva pode desencadear também problemas de fertilidade.
"Em relação aos
homens, além de reduzir os níveis de testosterona e a quantidade de
espermatozoides, o álcool afeta ainda o desejo sexual e pode levar à
impotência. Já nas mulheres, a produção hormonal pode ficar comprometida e
ocasionar a suspensão da ovulação, por exemplo", informa o especialista.
No caso das gestantes,
a advertência é ainda maior, uma vez que o álcool pode prejudicar o
desenvolvimento do bebê resultando em malformações, síndrome alcoólica e
alterações do sistema nervoso. "Risco de aborto, parto prematuro e morte
fetal também são algumas das consequências que podem ser desencadeadas pela
ingestão de bebidas durante a gravidez", afirma Dr. Renato.
Por fim, o
ginecologista alerta que essas alterações podem acometer até quem bebe apenas
"socialmente" e que o recomendado, principalmente para casais que
estão pensando em engravidar, é que se suspenda todo e qualquer consumo.
Criogênesis
https://www.criogenesis.com.br
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