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sábado, 6 de dezembro de 2025

Manual básico de francês: 15 expressões que você precisa conhecer antes da sua viagem

Plataforma disponibiliza curso completo de Conversação Básica de Francês com acesso vitalício e certificação gratuita

 

A Kultivi, maior plataforma de ensino gratuito do Brasil, disponibiliza o curso Conversação Básica de Francês, com foco em diálogos reais e construção de confiança para quem vai viajar ou iniciar no idioma. O curso foi desenvolvido para quem busca aprender francês de forma prática e objetiva. A formação utiliza o Método Thales, baseado em perguntas e respostas, permitindo que iniciantes formulem frases completas e se comuniquem em situações reais. O conteúdo abrange desde cumprimentos até interações do cotidiano, com lições sobre pronúncia, estrutura interrogativa, números e construção de diálogos simples. 

Com acesso vitalício e certificação gratuita, o curso reúne 15 aulas em vídeo e materiais extras em PDF e Word, que reforçam gramática, vocabulário e compreensão auditiva. Entre os benefícios estão a prática de conversação, técnicas para aprimorar a pronúncia e exercícios que permitem ao aluno sustentar ao menos dez minutos de diálogo em francês ao final da formação. “O objetivo do curso é oferecer ferramentas simples e eficazes para quem precisa desenvolver comunicação funcional em pouco tempo. A combinação entre videoaulas, prática guiada e expressões essenciais ajuda o estudante a ganhar autonomia rapidamente”, afirma Claudio Matos, fundador da startup. 

Para dar um panorama do conteúdo e apoiar viajantes que estão a caminho de países que falam a língua francesa, a Kultivi também reuniu 15 expressões essenciais, úteis em restaurantes, aeroportos, lojas e interações básicas. Confira:

 

15 expressões em francês essenciais para viajar 

  1. Bonjour ! — Bom dia / Olá
  2. Bonsoir ! — Boa noite (para cumprimentar)
  3. Salut ! — Oi / Tchau (informal)
  4. Merci beaucoup. — Muito obrigado(a)
  5. S’il vous plaît. — Por favor (formal)
  6. Excusez-moi. — Com licença / Desculpe-me
  7. Parlez-vous anglais ? — Você fala inglês?
  8. Je ne parle pas français. — Eu não falo francês
  9. Pouvez-vous m’aider ? — Você pode me ajudar?
  10. Où est… ? — Onde fica…?
  11. Combien ça coûte ? — Quanto custa?
  12. Je voudrais… — Eu gostaria de…
  13. L’addition, s’il vous plaît. — A conta, por favor
  14. Les toilettes, s’il vous plaît ? — Onde fica o banheiro?
  15. C’est très bon ! — Está muito bom!

 

Kultivi
Para mais informações, acesse Link


O problema dos três corpos: o terapeuta, o paciente e o código

Uma das características mais marcantes da civilização humana é a busca por progresso. Marcada por pólvora, germes e aço, a história cambaleia em direção da diminuição da fome, extensão da longevidade e acúmulo de capital (notavelmente de maneira desigual). Examinando as mais diversas inovações tecnológicas que ficaram, geralmente todas têm uma característica marcante: são eficientes do ponto de vista de custo-benefício. Uma dose de penicilina custa centavos, a iluminação de LED consome 75% menos energia e um celular básico tem custo baixo e conecta bilhões de pessoas. Baixo custo de replicação em escala, impacto exponencial e acessibilidade crescente. 

Agora, modelos de linguagem (LLMs) têm se sofisticado a ponto de replicar a nuance da conversação humana, inaugurando uma nova e delicada fronteira: o uso de confidentes artificiais para suporte emocional e terapia. Adotar IA para tratar de temas pessoais parece natural. Afinal, quem nunca buscou a resolução dos seus problemas num motor de busca? 

Mas como qualquer tecnologia incipiente, a trajetória é repleta de acidentes. Apenas em novembro de 2024, sete processos judiciais foram movidos contra a OpenAI, acusando seu chatbot de ter conduzido usuários a estados delirantes e, em alguns casos, ao suicídio. Uma possível conclusão é que o ser humano já não distingue quem está do outro lado “da linha”.. 

Se a IA consegue simular a empatia e auxiliar na mitigação de sintomas de depressão e ansiedade de forma comparável a um humano, surge a provocação: acolhimento reside na biologia ou na técnica? Uma meta-análise de 2024 (NPJ Digital Medicine) demonstrou que chatbots especializados conseguem reduzir sintomas depressivos comparável à terapia cognitivo-comportamental humana em casos leves a moderados. Os pacientes relatam "sentir-se compreendidos", desenvolvem "vínculo" com suas IAs, e — aqui está o golpe — preferem a IA em 40% dos casos. Não por ela ser melhor. Mas por estar sempre disponível. Nunca julgar. Nunca se cansar. Nunca olhar o relógio. Não há dúvida de que computadores são melhores que humanos para processar dados. Parecem nos alcançar em processar emoções, também. 

Para que a "confidente artificial" se torne um apoio benéfico e não um abismo, a solução passa pela regulamentação rigorosa e pelo desenvolvimento de IAs especializadas. Esses sistemas devem promover a exploração de prós e contras em vez de oferecer conselhos diretos, e devem orientar o usuário a buscar ajuda profissional em momentos de crise. Estamos acostumados a regular tarefas complexas como serviços bancários até empresas aéreas. O receio aqui é maior de enfrentar as big tech do que as consequências desastrosas da falta de regulação de IA. E mais importante: a regulação deve proteger primeiramente a pessoa, e a empresa em segundo lugar. 

Talvez a pergunta esteja errada. Não se trata de biologia versus técnica, mas de testemunho versus reflexo. O terapeuta humano não apenas ouve — ele testemunha. Sua própria mortalidade, suas cicatrizes, sua finitude compartilham do mesmo peso existencial que o paciente. Quando um humano diz "eu compreendo sua dor", há um registro implícito: "porque eu também sangro". A IA opera num regime diferente. Ela não compreende no sentido de "ficar junto na incompreensão" — ela processa, otimiza, responde. É a diferença entre alguém segurar sua mão num velório e um algoritmo tocar uma música triste perfeitamente escolhida. 

A pergunta que surge não é se a IA pode substituir o terapeuta, mas o que significa buscar consolo em algo que simula compreensão sem jamais compreender. Onde termina o código e começa a alma? Talvez na mesma fronteira onde começamos a confundir presença com disponibilidade, empatia com processamento de linguagem. O algoritmo nos oferece ouvidos infinitos. Mas ouvir não é o mesmo que testemunhar. Com o tempo, teremos que aprender a fazer essa escolha. 

  

Alex Lopez Lima - economista e autor do livro “A Paixão de Schrödinger”, em que assina com o pseudônimo Nala Macallan para tensionar as fronteiras entre humanidade e I.A., realidade e ficção.


Neste Dia Nacional da Família (08/12), neurocientista alerta: “Família não é sobre perfeição, é sobre vínculo, presença e segurança emocional”

 

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Data reforça a importância do ambiente familiar na saúde emocional das crianças e no desenvolvimento cerebral, destaca Telma Abrahão

 

O Dia Nacional da Família, celebrado em 08 de dezembro, é mais do que uma data simbólica no calendário brasileiro. Instituída pelo Decreto nº 52.748/1963, a data reforça a importância da família como base estrutural da sociedade e, sobretudo, como pilar essencial para o desenvolvimento emocional e cerebral das crianças. 

Para a neurocientista, autora best-seller e especialista em desenvolvimento infantil, Telma Abrahão, a ocasião deve servir não apenas para celebrar laços, mas para refletir sobre o impacto profundo que o ambiente familiar exerce ao longo de toda a vida. “Família não é sobre perfeição. É sobre vínculo, presença, segurança emocional e a certeza de que existe um lugar no mundo onde a criança pertence”, afirma Telma. 

Segundo a especialista, quando a criança cresce em um ambiente onde é vista, ouvida e acolhida, seu cérebro se organiza de forma mais saudável, construindo circuitos de confiança, autorregulação, empatia e capacidade de relacionamento. “Isso não é apenas afeto, é neurodesenvolvimento em ação”, completa. 

Os primeiros anos de vida representam um período crítico para a formação da arquitetura cerebral. É no convívio familiar que o sistema nervoso aprende a se regular e que a criança desenvolve sua autoestima, senso de valor próprio e habilidades socioemocionais essenciais para a vida adulta. “Uma base segura hoje é um adulto mais estável emocionalmente amanhã”, explica Telma. 

No entanto, quando o ambiente familiar é marcado por violência física ou emocional, negligência, gritos, humilhações ou ausência de conexão, as consequências podem acompanhar o indivíduo por décadas. “Essas marcas invisíveis aumentam o risco de ansiedade, depressão, doenças autoimunes, dificuldades nos relacionamentos e uma série de comportamentos desadaptativos. O que acontece na infância molda o cérebro, o corpo e a forma como essa pessoa vai se relacionar com o mundo”, reforça. 

Para Telma, o Dia da Família é também um convite à autoavaliação: que memórias estamos construindo nas casas brasileiras? Que referências emocionais nossas crianças levarão para o futuro? “Família é o primeiro território de amor, mas pode se tornar o primeiro território de dor quando falta afeto, comunicação e segurança”, ressalta. 

Ela destaca ainda que investir em famílias é investir em saúde mental pública e na prevenção de traumas que sobrecarregam a sociedade. “Educar com respeito não é permissividade, é responsabilidade com o futuro”, afirma. 

Em um momento em que dispositivos eletrônicos, pressões cotidianas e rotinas aceleradas ameaçam a qualidade das relações, Telma deixa um recado direto às famílias: “Que possamos oferecer mais conexão do que cobrança, mais presença do que telas, mais escuta do que julgamentos. Uma infância segura é o maior presente que podemos entregar ao mundo”. 

O Dia da Família surge, portanto, como uma oportunidade de fortalecer vínculos, repensar práticas e construir bases emocionais mais sólidas para as próximas gerações.

 

Especialista alerta: festas de fim de ano aumentam risco de recaída entre dependentes químicos


O fim de ano costuma ser sinônimo de celebração, encontros e euforia. Mas, para quem enfrenta a dependência de álcool ou outras drogas, esse período pode representar exatamente o oposto: um terreno fértil para recaídas. O terapeuta Sandro Barros, referência em tratamento e prevenção, explica que os gatilhos emocionais e sociais se intensificam entre dezembro e o Carnaval e que a família precisa aprender a ajudar sem provocar riscos involuntários. 

“Os principais gatilhos surgem nos convites para festas, no clima de euforia coletiva e até dentro da própria família, que muitas vezes quer ajudar, mas acaba pressionando o dependente a participar de ambientes que ele não está preparado para frequentar”, afirma Sandro. Segundo ele, o próprio paciente costuma estar mais vulnerável nessa época: “A luta para se manter sóbrio é mais intensa”.
 

Como evitar recaídas no período mais crítico do ano

O primeiro passo, segundo o especialista, é evitar lugares, pessoas e ambientes associados ao uso de álcool e outras drogas. “Se o paciente precisar ir a um evento inevitável, como um casamento, ele pode aplicar a regra dos 3 S: Saudar, Sorrir e Sair. É uma estratégia simples, mas extremamente eficaz”, explica.

Além disso, práticas terapêuticas e rotinas saudáveis são fundamentais:

• Fazer terapia e verbalizar sentimentos

• Praticar esportes, meditação e leitura

• Aproveitar momentos de lazer como praia, sauna, filmes

• Manter sono regulado, alimentação no horário e uma rotina mais caseira

• Transformar a própria casa em um “refúgio de tratamento”

 

“O final do ano ativa traumas, memórias de prazer e gatilhos antigos e atuais. A terapia ajuda a ressignificar essas experiências. E a participação em grupos como NA e AA reforça a memória do prejuízo, evitando que a pessoa se iluda com a ‘primeira dose’”, completa.
 

Recomeçar: compromisso com a vida

Para Sandro, recomeçar significa mudar de estrada: sair do caminho do consumo e entrar no caminho da sobriedade com hábitos novos e compromisso emocional consigo mesmo.

“Uma meta realista que realmente muda vidas é decidir evitar a primeira dose. Sem ela, todo o restante se torna possível. É a base para recuperar a dignidade, o respeito próprio, a saúde e os vínculos familiares”, afirma o terapeuta. 

Ele também destaca a importância da comunicação dentro de casa: “O dependente precisa avisar a família sobre suas dificuldades e pedir apoio. Algo simples, como não colocar essa pessoa para comprar cerveja para outras pessoas, já evita situações de grande risco”.

Com a chegada das festas, o alerta é claro: sobriedade é decisão diária, e o apoio familiar pode ser determinante para transformar um período de vulnerabilidade em um momento de recomeço.



Sandro Barros - terapeuta especializado em dependência química


75% dos homens relatam aumento de estresse em dezembro, e publicação cria o Dia da Libido Masculina


Crédito: Stefanamer
 CO - Assessoria
 @belladasemana.ofc

Segundo o CEO da Revista Bella da Semana, Alexandre Peccin, “a libido também é um sinal da saúde do homem, e não deveria ser assunto proibido”

  

A data de 1º de dezembro foi escolhida para marcar a primeira edição do Dia da Libido Masculina, iniciativa inédita de uma publicação digital voltada ao público adulto masculino, a Revista Bella da Semana, que acompanha há mais de duas décadas o comportamento do chamado homem raiz. A decisão surge a partir de dados internos sobre o perfil dos leitores e da constatação de que, apesar de falarem abertamente sobre temas como estética, corpo e virilidade, muitos homens ainda evitam abordar questões ligadas ao próprio desejo. 

O movimento também se apoia em levantamentos da International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR), que mostram que os níveis de estresse dos brasileiros podem aumentar até 75% no mês de dezembro. Segundo especialistas citados pela entidade, tensão emocional, sobrecarga profissional e expectativas acumuladas no fim do ano são fatores que interferem diretamente no bem-estar e influenciam a libido masculina. 

Para o CEO Alexandre Peccin, a criação da data reflete um cenário que já vinha sendo observado há anos pela equipe editorial. Ele afirma que o público masculino fala sobre virilidade e conquista com naturalidade, mas demonstra dificuldade quando o assunto envolve inseguranças, desejo e queda de libido. Em suas palavras, “o homem raiz sempre foi percebido como forte e resolvido, mas isso não significa que ele não sinta pressão. A libido muda com rotina, estresse e ansiedade. Criar essa data é uma forma de legitimar um tema que muitos vivem, mas quase ninguém admite”. 

Crédito: Stefanamer
CO - Assessoria
@belladasemana.ofc
A escolha de começar a data justamente em 1º de dezembro tem relação com a dinâmica do próprio comportamento masculino no fim do ano. É o período que inaugura semanas de maior estresse, excesso de compromissos e desgaste mental, elementos que dialogam com o que a publicação observa entre seus leitores. A proposta da nova data é reconhecer esse contexto e abrir espaço anual para discutir o papel da libido como parte da saúde emocional e sexual do homem adulto. 

A iniciativa pretende aproximar especialistas e leitores, atualizando a cada ano a conversa sobre masculinidade, desejo e autocuidado, sempre com linguagem direta e sem tabu. Para os idealizadores, transformar 1º de dezembro no Dia da Libido Masculina é uma forma de inserir no calendário um tema que historicamente ficou à margem das discussões sobre saúde do homem.

 

 




 



Infância e direitos: ONU alerta para aumento de violações e especialistas pedem políticas permanentes de proteção

Instituto Suassuna propõe ações de prevenção e educação emocional para enfrentar o avanço da violência e da negligência infantil no Brasil 

 

A Organização das Nações Unidas (ONU) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) divulgaram neste ano um alerta global sobre o crescimento das violações de direitos contra crianças e adolescentes. O relatório aponta aumento nos casos de exploração sexual, trabalho infantil, evasão escolar e violência doméstica, tendência agravada por crises econômicas e pela ausência de políticas públicas permanentes de proteção.

No Brasil, os dados reforçam o cenário de alerta. O Disque 100, canal do governo federal para denúncias de violações de direitos humanos, registrou mais de 657 mil ocorrências em 2024, crescimento de 22,6 por cento em relação ao ano anterior. A ONU destaca que, embora o país seja signatário da Convenção sobre os Direitos da Criança, ainda existem lacunas na aplicação prática de políticas intersetoriais voltadas à infância.

Segundo Danilo Suassuna, doutor em Psicologia e diretor do Instituto Suassuna, a proteção das crianças exige a ampliação da rede de escuta e acolhimento. “A violência infantil não se limita ao ato físico. Ela se manifesta na negligência, na ausência de diálogo, na falta de cuidado emocional e na desproteção institucional. A escuta ativa nas escolas e o trabalho de psicólogos educacionais são fundamentais para prevenir danos e reconstruir vínculos”, afirma.

O especialista acrescenta que a garantia de atendimento psicológico não é suficiente sem o investimento na formação continuada de profissionais que lidam diariamente com crianças e adolescentes. “Professores, assistentes sociais e conselheiros tutelares precisam estar preparados para reconhecer sinais de sofrimento emocional e encaminhar adequadamente cada caso. A prevenção começa na escuta qualificada e na construção de ambientes seguros”, explica Suassuna.

O Instituto Suassuna, que já apoiou campanhas nacionais como a Faça Bonito, propõe agora um conjunto de ações voltadas à educação emocional nas escolas públicas. Entre as iniciativas estão oficinas, conteúdos educativos e formação técnica em saúde mental infantil, com o objetivo de fortalecer o papel da escola como espaço de proteção e parte integrada da rede de defesa dos direitos humanos.

O último relatório global do Unicef e da Organização Internacional do Trabalho (OIT) aponta que cerca de 138 milhões de crianças e adolescentes estavam em situação de trabalho infantil em 2025. Entre elas, aproximadamente 54 milhões exerciam atividades perigosas, muitas vezes em condições insalubres e prejudiciais ao acesso à educação. Para Suassuna, esses números evidenciam o impacto direto da violação de direitos na saúde mental. “Proteger a infância não é apenas um compromisso legal. É uma responsabilidade coletiva que exige ação constante”, destaca.

Além das mobilizações pontuais, o Instituto defende o avanço na implementação de políticas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente e nas metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que incluem o fim do trabalho infantil. “A infância é o alicerce do futuro de um país. Sem políticas permanentes e bem estruturadas, corremos o risco de naturalizar a violência e perpetuar ciclos de exclusão”, afirma Suassuna.

O Instituto Suassuna também prevê novas campanhas de comunicação social e produção de materiais técnicos sobre prevenção à violência e fortalecimento de vínculos familiares, com distribuição gratuita para escolas e profissionais da saúde mental em todo o país. Para Suassuna, iniciativas desse tipo ampliam o alcance das informações e ajudam a consolidar uma cultura de proteção. “Cuidar das crianças é cuidar do futuro. Isso exige presença, responsabilidade e políticas que não se limitem a datas específicas”, conclui.  



Danilo Suassuna - psicólogo e doutor em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás). Atua com adolescentes e jovens adultos, unindo ciência, escuta e presença para compreender os desafios emocionais da vida contemporânea. Autor de mais de oito livros em áreas como psicologia clínica, reprodução humana e assistência psicológica ao parto, é também presidente do Instituto Brasil Central de Educação e Saúde (IBCES) uma organização voltada à integração entre educação, saúde e cultura e fundador do Instituto Suassuna, referência na formação de psicólogos atuantes. Pelo Instituto, Danilo lidera iniciativas que ampliam o mercado de trabalho da psicologia, mostrando o bem potencial máximo da profissão na vida das pessoas. É também diretor da Editora Suassuna, que publica obras de referência na área, e coordenador da SUA Rádio, canal reconhecido pelo YouTube Health por levar conteúdo sobre saúde mental ao grande público. Sua trajetória une pesquisa, clínica e comunicação, com o propósito de tornar a psicologia mais próxima das pessoas, uma ferramenta real de transformação individual e coletiva.
Para mais informações acesse o instagram: @danilosuassuna.

Instituto Suassuna
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Esgotamento mental no fim do ano: quando a celebração vira sobrecarga

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Especialista do Sírio-Libanês orienta como identificar sinais de alerta e agir antes que o corpo peça socorro.

 


Embora culturalmente associado à alegria, união e festividades, o fim do ano pode ser um período de grande desgaste emocional. Um levantamento, realizado em 2022 pela American Psychiatric Association (APA), mostrou que 31% dos adultos esperavam estar mais estressados durante as festas em relação ao ano anterior, um aumento de 9 pontos percentuais. Entre as principais preocupações estavam o custo dos presentes (50%) e das refeições (39%), além da dificuldade em administrar múltiplas obrigações pessoais, profissionais e sociais.

O psiquiatra Guilherme Trevizan Kortas, do Hospital Sírio-Libanês, confirma a percepção do aumento de sobrecarga neste período. “Na clínica, noto que novembro e dezembro são os meses em que mais pessoas procuram ajuda especializada - muito mais do que em janeiro ou fevereiro. Muitas chegam já no limite”, afirma.

Entre os sinais de alerta para o esgotamento mental estão alterações no sono e no apetite, irritabilidade, crises de ansiedade e dificuldade de ‘desligar a mente’. “Quando o corpo está presente, mas a cabeça não consegue parar, é um sinal de que algo não vai bem”, explica o especialista.

A pressão social, potencializada pelas redes, é outro fator relevante. Segundo o psiquiatra, a expectativa de ter a “melhor festa” ou a “viagem perfeita” gera comparação constante e, em muitos casos, sensação de inadequação. “Há uma exigência implícita de que todos precisam estar bem. Isso cria um cenário irreal e muitas vezes solitário”, observa Kortas.

Além disso, os excessos típicos da temporada, como o consumo elevado de álcool e alimentos, podem agravar quadros emocionais. “Esses comportamentos, vistos como parte da diversão, acabam piorando o estado mental e podem levar a consequências graves”, alerta o médico.

Kortas reforça que autocuidado não é luxo, e sim prevenção. “Não espere a bomba estourar. Buscar apoio profissional antes que o sofrimento se agrave é um gesto de responsabilidade consigo mesmo”, finaliza

Confira cinco estratégias para prevenir o esgotamento emocional no fim do ano:

  1. Planeje com antecedência compras e compromissos;
  2. Selecione os eventos mais importantes, evitando sobrecarga;
  3. Reduza o uso de redes sociais para escapar de comparações e estímulos excessivos;
  4. Cuide do sono e da alimentação para manter o equilíbrio físico;
  5. Procure ajuda psicológica ou psiquiátrica ao primeiro sinal de dificuldade.

 

Hospital Sírio-Libanês
Saiba mais em nosso site: Link


Natal potencializa comportamentos compulsivos, aponta psiquiatra Maria Fernanda Caliani

Com a chegada do Natal, o aumento natural do consumo ganha um contorno mais delicado: para muitas pessoas, essa época do ano funciona como gatilho para comportamentos que ultrapassam o simples entusiasmo por presentes e entram no território do descontrole. A psiquiatra Dra. Maria Fernanda Caliani explica que dezembro reúne todos os ingredientes capazes de intensificar impulsos: forte apelo emocional, pressão social, cansaço acumulado e explosão de estímulos de marketing. 

Esse cenário pode exacerbar um quadro conhecido na psiquiatria como Transtorno de Compulsão por Compras (TCC) — um distúrbio comportamental caracterizado pela perda de controle sobre o ato de comprar, acompanhada de sofrimento emocional e consequências financeiras significativas.

 

Quando a compra deixa de ser hábito e vira transtorno

Segundo a Dra. Caliani, é importante diferenciar o impulso comum do período natalino de um padrão que sugira adoecimento.

O TCC envolve comportamentos como: 

  • Comprar para aliviar ansiedade, tristeza ou tensão;
  • Incapacidade de interromper o ciclo, mesmo percebendo prejuízos;
  • Culpa intensa após as compras, seguida de repetição do impulso;
  • Mentir ou esconder gastos;
  • Descontrole financeiro contínuo, não apenas sazonal. 

“Quando a pessoa perde autonomia sobre sua decisão de compra e passa a usar o consumo como válvula de escape emocional, estamos diante de um sinal de alerta. O transtorno não é apenas excesso de consumo, é um padrão repetitivo que causa sofrimento e afeta a vida pessoal, emocional e financeira”, explica a psiquiatra

 

Festas de fim de ano: um terreno fértil para a compulsão 

Dezembro cria um ambiente em que gatilhos emocionais se intensificam. Além do apelo comercial, existe a simbologia das festas: a busca de pertencimento, a comparação com outras famílias, a sensação de obrigação de presentear e até o desejo de “compensar” ausências durante o ano. 

Para quem já apresenta tendência à impulsividade ou fragilidade emocional, o período torna-se especialmente vulnerável. A Dra. Caliani ressalta que o Natal funciona como um amplificador, não como a causa: ele potencializa emoções que já existiam.

 

A dopamina e o ciclo da recompensa 

O comportamento compulsivo não é apenas emocional: ele tem base neurobiológica.

Toda compra libera dopamina, neurotransmissor ligado ao prazer, motivação e sensação de recompensa. A Dra. Caliani explica que, em pessoas predispostas, o cérebro começa a buscar essa descarga de dopamina como forma de alívio rápido para tensões internas. 

“Comprar traz uma sensação imediata de alívio, mas é um prazer de curta duração. O efeito cai rápido, e a pessoa volta a sentir desconforto, iniciando um ciclo que pode se tornar cada vez mais frequente”, aponta a especialista. 

Isso significa que o problema não está no objeto adquirido, e sim no alívio momentâneo que a compra proporciona, criando um circuito repetitivo semelhante a outros comportamentos compulsivos.

 

O risco de evolução para doença 

Se não identificado, o TCC pode evoluir para consequências sérias:

  • endividamento crônico;
  • conflitos familiares;
  • ansiedade e depressão secundárias;
  • isolamento social;
  • uso de crédito como mecanismo de fuga. 

Por isso, o reconhecimento precoce é essencial. Embora muitas vezes romantizado, especialmente no fim do ano, comprar sem controle não é “frescura”, nem “comportamento consumista”, mas um quadro que pode exigir acompanhamento profissional.

 

Como se proteger durante o período natalino? 

A Dra. Caliani destaca estratégias que ajudam a atravessar a estação mais consumista do ano com mais consciência: 

  • Planejamento financeiro rígido para o mês de dezembro;
  • Lista fechada de presentes, evitando “compras adicionais” por impulso;
  • Afastar-se de gatilhos, como visitar lojas após dias estressantes;
  • Desativar notificações de ofertas e remover cartões salvos em apps de compra;
  • Aguardar 24 horas antes de finalizar qualquer compra não planejada;
  • Conversar com alguém de confiança sobre metas e limites.

 

Natal não precisa significar excesso

Para especialistas, a mensagem é clara: o desafio não é eliminar as compras, mas recuperar o controle sobre elas. O Natal deve ser um período de conexão e significado, não de endividamento, culpa ou perda de autonomia. 

“A festa passa, mas as consequências ficam. O importante é reconhecer o próprio funcionamento emocional para que as compras de fim de ano não virem um peso que seguirá pelos próximos meses”, conclui a psiquiatra. 

 

Dra. Maria Fernanda Caliani - Psiquiatra – CRM – 140.770 / RQE 71653

 

Férias escolares: como o descanso e a continuidade dos estudos impactam no desenvolvimento e no aprendizado

Especialista fala sobre a importância do equilíbrio entre lazer e rotina durante o recesso escolar

 

As férias escolares representam muito mais do que uma pausa na rotina de estudos. Para as crianças, esse período é fundamental para o desenvolvimento físico, emocional e cognitivo. Longe dos horários rígidos e das exigências do ambiente escolar, elas têm a oportunidade de relaxar e descobrir novos conhecimentos por meio da imaginação, da curiosidade e das experiências cotidianas.

 

Segundo Mariana Bruno Chaves, pós-graduada em psicopedagogia e especialista em educação na rede Kumon, momentos de lazer, brincadeiras e convivência familiar também ensinam. “O descanso favorece a saúde mental e cria espaço para que a criança desenvolva habilidades fundamentais, como autonomia, raciocínio, imaginação e socialização”, afirma.

 

No entanto, mesmo durante as férias, manter uma rotina leve de estudos pode ser um grande aliado no processo de aprendizagem. “A continuidade dos estudos, com atividades diárias de cerca de 30 minutos, por exemplo, ajuda a reter o que foi aprendido ao longo do semestre, a evitar lacunas no conhecimento e a facilitar o retorno às aulas com mais segurança e confiança”, conta Mariana.

 

A seguir, a especialista explica como o equilíbrio entre descanso e estudo pode beneficiar ainda mais o desenvolvimento infantil.

 

Descanso e recuperação

Durante o ano, aulas, avaliações e tarefas podem gerar estresse acumulado. “As férias oferecem a pausa necessária: noites de sono mais longas e momentos de relaxamento restauram as energias e favorecem o equilíbrio emocional, condição essencial para consolidar novos conhecimentos”, detalha. Quando aliado a um tempo curto, porém contínuo, de estudo, esse período se torna ainda mais proveitoso.

 

Criatividade e imaginação

Sem os horários tradicionais da escola, a criança pode explorar livremente jogos, artes, leitura ou qualquer brincadeira que inventar. Essa liberdade amplia a capacidade criativa, incentiva a resolução de problemas e fortalece a autoconfiança. A continuidade dos estudos de forma leve também contribui para manter o cérebro ativo e engajado.

 

Aprendizado no lazer

Museus, parques, zoológicos, cozinhar em família ou aprender um instrumento: experiências fora da sala de aula transformam diversão em conhecimento. Segundo Mariana, ao vivenciar descobertas de modo espontâneo, crianças e adolescentes assimilam conteúdos de forma mais prazerosa e duradoura. Atividades complementares ao estudo contribuem para uma formação mais completa.

 

Fortalecimento de laços familiares

Passeios, viagens ou simplesmente assistir a um filme juntos criam memórias afetivas e reforçam vínculos. “Nesse convívio, os pais também podem estimular a autonomia com pequenas responsabilidades, como arrumar a cama ou organizar brinquedos, ajudando a desenvolver senso de organização e planejamento desde cedo”, detalha a especialista.

 

A rotina com o método Kumon favorece o desenvolvimento de habilidades essenciais, proporcionando um aprendizado com mais disciplina e organização. De forma objetiva, o estudo privilegia o aluno de modo que ele consiga se organizar e ter uma rotina clara e leve para realizar suas atividades — inclusive nas férias. O Kumon oferece as disciplinas de matemática, português, inglês e japonês, para todas as idades e ao longo de todo o ano.

 

kumon.com.br


O mar dentro da gota


Entre as tantas promessas que o fim do ano inspira, poucas sobrevivem ao cotidiano. As grandes resoluções se perdem, mas talvez a real transformação esteja nos gestos quase invisíveis — aqueles que não aparecem nas listas resolutivas, mas moldam silenciosamente quem somos.

Não são as solenes declarações as principais sobreviventes do Ano Novo, são as melhores observações que conseguimos coletar nos pequenos detalhes da nossa enorme insignificância. Lancemos mão da ajuda de alguns elementos para melhor esclarecer esse ponto.

A terra, por exemplo, ensina o valor da presença: cuidar do que está ao alcance, regar o que se tem e que precisa crescer, reconhecer a textura do instante, valorizar a concretude de nossa passagem pela existência.

O fogo lembra que toda mudança começa com um pequeno estalo — o entusiasmo de sair um pouco da casa velha e sempre acolhedora, de se mobilizar em direção a algo novo e imprevisível.

O mar convida à escuta: seu movimento lembra que nada é fixo, que a vida pulsa entre o vai e vem das marés internas e que tudo tem um fim e um recomeço, até mesmo a morte é o início da vida para alguns organismos, um verdadeiro coice no autocentrismo.

E o tempo, paciente e discreto, mostra que amadurecer é menos sobre pressa e mais sobre continuidade.

Quando não assumimos essas pequenas escolhas, buscamos refúgio num “paraíso interior”, confortável e previsível, onde tudo parece sob controle. Mas é nesse abrigo que também se entrincheiram o medo de errar e o hábito de responsabilizar o mundo por aquilo que deixamos de viver. A verdadeira coragem talvez esteja em abrir espaço para o incerto — em aceitar o desconforto de mudar uma rotina, um pensamento, uma palavra.

A arte é o território onde esse exercício se torna visível e público. É ela que nos lembra que a vida também se expressa no inacabado, no imperfeito, no instante em que algo dentro de nós se desloca e que ainda não chegou à perfeição.  Talvez nunca chegue a esse estágio de completude e precisamos encarar essa pequena derrota a cada instante. Assim pensado, é nas pequenas renovações, que o humano se refaz — um gesto de cada vez, uma gota que forma o oceano e que o contém completamente.

  

Ricardo Pegorini - escritor e autor do livro “Contos do Tempo e da Terra, do Fogo e do Mar”, que explora a condição humana e suas múltiplas dimensões.


Qual o preço da eternidade?

A humanidade nunca esteve tão próxima de vencer o tempo. A promessa de prolongar indefinidamente a vida, outrora restrita à mitologia, hoje é pauta científica, tecnológica e cultural. Projetos como o AlphaFold, do Google DeepMind — capaz de prever a estrutura de todas as proteínas conhecidas e abrir caminho para a cura de praticamente todas as doenças — são celebrados como marcos de uma nova era. Pela primeira vez, o sonho da imortalidade parece possível. Mas o que essa obsessão por viver para sempre revela sobre nós? 

A busca pela eternidade expõe uma angústia profunda: o medo da finitude. Por trás da corrida por terapias genéticas, inteligência artificial e aprimoramento biológico, há o desejo de escapar daquilo que mais nos define: a vulnerabilidade. Vivemos em uma cultura que trata o envelhecimento como defeito, o erro como fracasso e a morte como tabu. Nesse processo, a vida perde sua espessura, transformando-se em um projeto interminável de manutenção e controle. 

A imortalidade, tão almejada, traz consigo um paradoxo. Ao eliminar os limites, elimina-se também o sentido. O tempo deixa de ser medida e torna-se apenas repetição. Sem a urgência do fim, desaparece a necessidade de escolher, de amar, de arriscar. O ser humano passa a existir, mas não necessariamente a viver. A promessa de eternidade pode se tornar uma prisão invisível, onde tudo é possível, e nada é essencial. 

Talvez o verdadeiro avanço não esteja em estender a existência, mas em reaprendermos a habitá-la. Em reconhecer que é justamente a transitoriedade que confere significado à vida. A consciência da morte é o que transforma cada instante em algo precioso, irrepetível. A imortalidade biológica pode até ser alcançada um dia, mas, sem propósito, continuará sendo apenas uma vitória técnica sobre o corpo, e uma derrota silenciosa da alma.  



Sebastian Dumon - autor de “Ascensão Imortal”, da trilogia “Sete Imortais”, que reflete sobre os limites da ambição humana e da ciência em um mundo distópico


PRELIMINARES: CINCO FORMAS DE TRANSFORMAR A CONEXÃO E AUMENTAR O PRAZER, SEGUNDO SEXÓLOGO

 

Sexólogo explica que, com pequenas técnicas de toque, respiração e presença, é possível aumentar a intimidade do casal

 

As preliminares ainda são tratadas como um detalhe por muitos casais, mas seu impacto na qualidade da vida sexual é maior do que se imagina. Esse começo, quando o ritmo diminui e a interação ganha intenção, ajuda o corpo e a mente a entrarem em sintonia, favorecendo uma experiência mais confortável e prazerosa.

Apesar de serem vistas como um simples “aquecimento”, as preliminares cumprem funções decisivas: facilitam a comunicação, aumentam a confiança e fortalecem o vínculo entre os parceiros. Segundo o sexólogo Vitor Mello, esse momento inicial redefine toda a dinâmica do encontro. “Quando os dois prestam atenção um no outro, o prazer deixa de ser um objetivo e passa a ser algo construído em conjunto. É nesse processo que o corpo entende que é seguro sentir prazer”, explica. Para ele, é também nessa fase que elementos essenciais como respiração, conexão e expectativa começam a se alinhar.


Cinco formas de deixar as preliminares mais gostosas, segundo o sexólogo


Vá com calma: Criar clima exige tempo e isso não significa longas horas, mas alguns minutos dedicados sem pressa. “Quando tudo começa de forma tranquila, o corpo responde melhor”, orienta Mello.


Varie estímulos: Beijos demorados, toques leves, massagem, aproximações mais lentas… tudo isso ajuda o corpo a relaxar e entrar no clima. Essas variações também estimulam diferentes áreas sensíveis e reduzem a tensão acumulada do dia.


Converse, mesmo que pouco: Uma comunicação suave, feita com frases curtas ou perguntas simples, muda totalmente a experiência. “O diálogo torna tudo mais confortável e evita adivinhações”, diz o sexólogo.


Use todos os sentidos a seu favor: Uma música que vocês gostam, uma luz mais baixa, um cheiro agradável. O ambiente faz diferença e muita.


Cultive o afeto ao longo do dia: Mensagens carinhosas, pequenos gestos e atenção fora do quarto preparam o terreno emocional. A intimidade não começa na hora, começa na relação que o casal constrói diariamente.


Por que isso importa para mulheres e homens?

Grande parte das mulheres precisa de estímulos progressivos para alcançar a excitação plena, e isso é completamente natural. “A lubrificação e o relaxamento muscular acontecem aos poucos. Sem essa etapa, a experiência pode até ser desconfortável”, explica Vitor Mello.

Para os homens, o impacto também é significativo. As preliminares ajudam a reduzir a ansiedade de desempenho e tiram o foco do “resultado”. Como destaca o especialista, quando o encontro começa de forma mais conectada, o corpo responde com mais estabilidade, e toda a experiência flui melhor.

No fim, as preliminares funcionam como um convite para desacelerar, prestar atenção e aproveitar o momento. “O corpo precisa de estímulo progressivo. É como preparar o terreno para uma experiência mais intensa e prazerosa”, conclui.
  


Dr. Vitor Mello - Biomédico, referência nacional em harmonização íntima masculina, criador do método Overpants e sexólogo. Ele realizou diversos procedimentos estéticos íntimos em famosos e anônimos. Além de ser uma figura renomada no campo da sexualidade, Dr. Mello é conhecido por sua abordagem inovadora e seus métodos que visam melhorar a confiança e a satisfação pessoal de milhares de homens no Brasil.


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