Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São
Paulo (Fehosp) reforça que checar o registro de médicos junto ao CREMESP é
fundamental para proteger pacientes, garantir a qualidade do atendimento e
prevenir irregularidades no sistema de saúde 
Checagem do CRM garante segurança, legalidade e qualidade
na assistência à saúde, além de ser uma ferramenta eficaz no combate a fraudes
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A Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp) alerta gestores de saúde, instituições hospitalares e a população em geral sobre a importância de verificar o registro profissional dos médicos antes da contratação e da realização de atendimentos. Neste mês, um empresário foi preso após se passar por médico em uma unidade de saúde de Cananéia, no litoral de São Paulo. Ele foi descoberto após dizer ter visto a vesícula de uma paciente, que não tem o órgão, durante um exame de ultrassom.
A checagem do CRM (Conselho Regional de Medicina) no site do CREMESP (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo) é uma medida simples, gratuita e essencial para garantir segurança, legalidade e qualidade na assistência à saúde, além de ser uma ferramenta eficaz no combate a fraudes.
A Fehosp ressalta que a verificação do CRM permite confirmar se o profissional está regularmente inscrito, se possui habilitação para o exercício da medicina e se não há restrições ou sanções éticas que impeçam sua atuação. Esse cuidado contribui diretamente para a oferta de um atendimento qualificado, reduzindo riscos assistenciais e assegurando que o paciente seja atendido por um profissional devidamente capacitado.
Para o diretor-presidente da Fehosp, Edson Rogatti, a checagem deve fazer parte da rotina de todos os envolvidos no sistema de saúde. “Verificar o CRM do médico no CREMESP é uma atitude básica de responsabilidade. Para quem contrata, é uma forma de garantir que o profissional está apto a exercer a medicina; para quem recebe atendimento, é uma garantia de segurança, qualidade e respeito à própria saúde”, afirma.
Rogatti
destaca ainda que a prática ajuda a coibir irregularidades e fraudes,
protegendo instituições e pacientes. “A consulta ao CRM é uma barreira
importante contra fraudes e o exercício ilegal da medicina. Quando hospitais,
gestores e pacientes adotam esse hábito, fortalecem a confiança no atendimento
e asseguram um padrão elevado de qualidade e ética na assistência à saúde”,
completa.
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