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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Com infraestrutura renovada, Sambódromo do Anhembi recebe etapa mundial da Fórmula E



Distrito Anhembi será palco da etapa de abertura da 12ª temporada da corrida de carros elétricos, c
om circuito urbano de 2,93 km e operação especial de acesso


O Distrito Anhembi está novamente no centro do automobilismo mundial ao receber, no dia 6 de dezembro, o São Paulo E-Prix, prova que abre a 12ª temporada da ABB FIA Formula E. Para esta edição, todo o complexo foi mobilizado e mais de 100 mil m² do Sambódromo do Anhembi, além do Centro de Convenções e áreas externas, que integram a infraestrutura e o circuito urbano da etapa paulistana. A expectativa é de 25 mil visitantes no evento. 

A edição 2025 marca a completa revitalização do Sambódromo, com melhorias em acessibilidade, sanitários, arquibancadas, áreas internas de circulação e conforto geral do público. Essas intervenções impactam diretamente a vivência dos visitantes — tanto nas arquibancadas quanto nas ativações do evento e no Fan Village. 

O novo Sambódromo também volta a ser protagonista no circuito. A longa reta da “Passarela Cultural” é um dos trechos mais velozes da temporada e permite que o GEN3 EVO, carro mais rápido da história da Fórmula E, atinja até 320 km/h, acelerando de 0 a 100 km/h em 1,82 segundo. 

O evento utiliza todo o Distrito Anhembi, incluindo o Centro de Convenções com salas e auditórios, além das áreas externas. O circuito urbano de 2,93 km exige montagem de barreiras, chicanes, boxes, pontes e estruturas técnicas, além de uma operação especial para receber o público.
 

Operação especial de acesso e circulação

Durante o evento, a GL events opera um esquema diferenciado de mobilidade dentro e ao redor do Distrito Anhembi. Com a interdição parcial da Av. Olavo Fontoura e da Rua Milton Rodrigues, o acesso ao estacionamento será realizado exclusivamente pelo Portão 05, na Rua Massinet Sorcinelli (via Marginal Tietê).

O público geral contará ainda com reforço de transporte público, acessos destinados a camarotes e áreas premium e sinalização especial estabelecida em conjunto com a organização do evento.

 

Fan Village ampliado e novas experiências

O Fan Village cresceu e traz ainda mais atrações de entretenimento e tecnologia, com simuladores oficiais na Gaming Arena, atividades infantis, gastronomia e ações interativas para todas as idades. O espaço reforça a vocação do Anhembi para receber grandes eventos. 

E após a bandeirada final, o público poderá assistir ao DJ Mochakk, um dos maiores nomes da música eletrônica global, transformando o Sambódromo em uma grande pista de música.


 

Informações

Data: 6 de dezembro (sábado)

Hora: a partir das 7h da manhã

Duração: 10h de evento

Local: Sambódromo do Anhembi - São Paulo

Idade: livre para todas as idades. Os menores de 16 anos deverão estar acompanhados por um dos pais ou um responsável legal

Acessibilidade: local acessível para cadeirantes

 

Informações sobre as entradas

A entrada principal do evento é a G5 localizada próximo a Concentração do Sambódromo, na Rua Professor Milton Rodrigues.

 

Desembarque e estacionamento públicos:

Os visitantes que optarem por ir de carro de aplicativo ou táxi devem considerar usar o ponto de desembarque na Av. Olavo Fontoura, 651 ou na Estação Portuguesa-Tietê.

Um serviço de transporte público estará disponível a partir da estação Estação Portuguesa-Tietê e levará os visitantes e fãs até o Sambódromo, desembarcando no estacionamento GL e, em seguida, caminhando até o setor G5.

Os visitantes deverão então seguir a sinalização que indica a entrada principal do evento. Embora esta opção exige uma caminhada adicional, ela evitará que os visitantes sejam atrasados pelo trânsito.


 

NO DIA DA CORRIDA - CHEGANDO DE CARRO

Devido aos bloqueios das ruas ao redor do local do evento, o acesso ao estacionamento será feito pelo Portão 05, com entrada via Av. Marginal Tietê. Devido a esses bloqueios das ruas, pode haver atrasos significativos e tráfego intenso nas rotas. Portanto, os visitantes podem

considerar usar o desembarque público e os ônibus para acesso mais rápido ao local do evento.

Endereço: Rua Marechal Leitão De Carvalho 503 - Portão 5 - Distrito Anhembi

 

NO DIA DA CORRIDA - CHEGANDO DE TRANSPORTE PÚBLICO

SPTrans terá linha especial para corrida da Fórmula E

Linha Especial: 179A-10 Metrô Tietê - Pq. Anhembi

Horário de funcionamento: das 5h às 19h

Embarque: Av. Cruzeiro do Sul

Desembarque: Portão 2

Valor da tarifa: R$ 5,00 (por trecho)

Formas de pagamento: Bilhete Único e dinheiro


João Carlos Martins leva “A Magia do Natal” ao palco do Teatro Santander no dia 15 de dezembro

Foto: Fernando Mucci


Concerto natalino com a Bachiana Filarmônica SESI-SP encerra a temporada 2025 em uma celebração emocionante da música clássica, popular e do ballet

 

O maestro João Carlos Martins e a Bachiana Filarmônica SESI-SP apresentam “A Magia do Natal”, no dia 15 de dezembro, às 20h, no Teatro Santander, em São Paulo. O concerto, apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Santander, promete encantar o público com um repertório que mistura música clássica, popular e dança. 

Sob a regência de João Carlos Martins, o espetáculo contará com performances instrumentais e vocais. Bailarinos também subirão ao palco, trazendo trechos do clássico Quebra-Nozes e outros momentos coreografados que traduzem o espírito natalino. Entre as principais composições estão: Bransle de la Torche, Jesus alegria dos homens, Valsa nº 2 de Shostakovich, Pas de Deux do ballet Quebra-Nozes, Jingle Bell Rock, Medley Natalino, Hallelujah, Amazing Grace, What a Wonderful World, tributo a E. Morricone e a clássica Noite Feliz.

“O Natal é tempo de união, esperança e alegria! A intenção é levar ao público não apenas música, mas sentimentos que aqueçam o coração e deixem a magia desta data tão especial presente em cada nota”, destaca João Carlos Martins.

O concerto é uma oportunidade única de celebrar o fim de ano com música ao vivo, dança e emoção a partir de composições que marcaram gerações. É um convite para que famílias e amigos compartilhem a experiência de uma noite memorável, imersos no clima natalino.

“A Magia do Natal” terá recursos de acessibilidade, incluindo libras e audiodescrição. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Sympla e também na bilheteria do Teatro Santander. 

 

Sobre João Carlos Martins

João Carlos Martins, maestro e músico brasileiro, possui uma trajetória singular no cenário musical do século XX. Reconhecido como um dos maiores intérpretes de Johann Sebastian Bach, sua carreira atingiu o ápice com a gravação da obra completa para teclado do renomado compositor. No entanto, sua jornada foi marcada por desafios físicos, que ele superou com resiliência e determinação, redirecionando sua paixão pela música para a regência.

Em 2020, João Carlos Martins emocionou o mundo ao voltar a tocar piano utilizando luvas biônicas avançadas, mostrando sua capacidade de superar obstáculos e sua criatividade em nome da música.

 

 

Repertório 

  • Canto Gregoriano
  • Bransle de la torche
  • Jesus alegria dos homens
  • Valsa nº 2 – Shostakovich
  • Ballet Quebra Nozes
    Acto II – Nº 14 – Pas de Deux
  • Suíte Quebra Nozes
    III – Fada Açucarada
    IV – Trepak
    VI – Dança Chinesa
    VIII – Valsa das Flores
  • Jingle Bell Rock
  • Medley Natalino
  • Hallelujah
  • Amazing Grace
  • What a Wonderful World
  • Tributo a E.Morricone
  • Noite Feliz 

Serviço - Maestro João Carlos Martins e Orquestra Bachiana SESI-SP no Teatro Santander

Data: 15 de dezembro de 2025

Horário: 20h

Local: Teatro Santander (Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041 – Itaim Bibi, São Paulo – SP)

Ingressos: Bilheteria do Teatro Santander e on-line no site Sympla 

Informações: fundacao@fundacaobachiana.org.br 

 

Shopping Pátio Higienópolis realiza segunda edição do “Pátio Criativo”, com arte, moda e joalheria artesanal

Pátio Criativo reúne 16 expositores e artesãos dias 6 e 7 de dezembro, no Boulevard 

 

Após o sucesso da primeira edição, o Shopping Pátio Higienópolis realiza, nos dias 06 e 07 de novembro, a segunda edição do Pátio Criativo, evento que celebra o talento de artesãos, artistas independentes. A iniciativa, em parceria com Feira Jardim Secreto, acontece no Boulevard do shopping, das 12h às 20h, com entrada gratuita.

São 16 expositores, entre joias artesanais de diferentes materiais, peças em tricô e crochê, peças e pintura em cerâmica, entre outros. 

“O Pátio Criativo é um espaço para descobrir novos talentos e reforçar nosso apoio à economia criativa”, destaca Kátia Gioacchini, gerente de marketing do Shopping Pátio Higienópolis.

Participantes: Anna Charlie (artes visuais), Blumenfee (floricultura), Brunna Mancuso (pinturas), Durga Shop (vestuário feminino e pashiminas), Fora da Terra (óleos essenciais), Geline (joias artesanais), Matilha Natureba (petiscos para cães), Mina Art (estampas, caleidoscópios, joias artesanais), Natalia Xavier (cantora), Ordinari Joias, Remino Lab (joias artesanais), Roberta Tomaz (acessórios), Rosana Rehder (joias artesanais), Ruy Obersteiner (cerâmica), Saru na Telha (vestuário), Sollar SP (vestuário).

 

 

Pátio Criativo – 2ª edição
📍 Shopping Pátio Higienópolis – Boulevard

www.iguatemi.com.br/patiohigienopolis

@patiohigienopolis 

Avenida Higienópolis 618, São Paulo (acesso pelo Piso Pacaembu)
📅 Datas: 6 e 7 de dezembro
🕛 Horário: das 12h às 20h
🎟️ Entrada gratuita.

 Parceria: Jardim Secreto


Museu do Ipiranga inaugura exposição que reescreve o Brasil de Debret sob o olhar de artistas contemporâneos

Colagem digital “Para as estratégias de sobrevivência as maiores tecnologias
são as nossas” (2020)
, Série “Atualizações traumáticas de Debret”.
Acervo da artista/Cortesia da Lima Galeria


A mostra propõe um diálogo entre as gravuras de Jean-Baptiste Debret e releituras críticas de 20 artistas contemporâneos, com obras inéditas de Rosana Paulino e Jaime Lauriano
 

 

O Museu do Ipiranga inaugurou, em 25 de novembro, a exposição Debret em questão – olhares contemporâneos, que propõe um diálogo entre a iconografia do Brasil Império estabelecida pelo artista francês Jean-Baptiste Debret (1768–1848) e sua releitura, quase sempre crítica ou irônica, por parte de 20 artistas contemporâneos. A exposição é um desdobramento do livro Rever Debret (Editora 34, 2023), do pesquisador Jacques Leenhardt, que assina a curadoria ao lado de Gabriela Longman. A iniciativa integra a Temporada França–Brasil 2025, que celebra os 200 anos de relações diplomáticas entre os dois países e foi apresentada em versão mais sucinta na Maison de l’Amérique Latine, em Paris, entre abril e outubro deste ano. A entrada é gratuita.

Debret em questão se organiza em duas partes. A primeira apresenta 35 pranchas litográficas provenientes da obra Voyage pittoresque et historique au Brésil impressa em Paris entre 1834 e 1839. O artista recusa a representação idílica e, em vez disso, assume uma postura quase antropológica, que observa e descreve o cotidiano com minúcia e senso crítico. Na época, o conjunto foi rejeitado pelo governo brasileiro na época por retratar a violência da sociedade escravista no Rio de Janeiro, então capital do Império.

Em seguida, o visitante encontra as releituras contemporâneas, que retomam essas imagens como campo de disputa simbólica e de reescrita histórica. “Trabalhos de artistas como Gê Viana, Dalton Paula e Isabel Löfgren & Patricia Goùvea, por exemplo, desarmam a violência vivida para tornar possível a escrita de uma outra história, marcada agora pela autoestima e respeito”, observa Leenhardt.

Segundo o diretor do Museu Paulista da USP, Paulo Garcez Marins, há uma coerência muito grande entre as últimas exposições temporárias realizadas no Museu: “Elas buscam interpretar o passado com as perguntas do presente. Essa é, afinal, a característica do pensamento histórico, uma operação intelectual e cognitiva sobre o passado. É o que procuramos fazer ao abordar, por diferentes caminhos, as formas de violência e resistência que moldaram o Brasil”.
 

Obras inéditas e novos diálogos 

Entre os destaques, estão duas obras inéditas. O artista Jaime Lauriano apresenta a instalação “Brasil através do espelho”, que aborda temas como etnocídio, apropriação cultural e democracia racial, além da série Justiça e Barbárie, composta por oito fotografias de violência encontradas nos meios de comunicação, em especial cenas de linchamento de homens negros que circulam na mídia. Ao usar o título de uma das obras de Debret, Lauriano tensiona o presente e o passado, questionando o que realmente mudou na dinâmica social brasileira.

Rosana Paulino, reconhecida por investigar as marcas deixadas pela escravidão e pelo racismo estrutural, também participa com a obra inédita “Paraíso Tropical”. Neste trabalho, a artista revisita a concepção histórica do Brasil como um paraíso idílico, imagem que atravessou séculos de representações, para revelar o outro lado dessa narrativa: um território marcado pelo extrativismo, cuja fauna e flora foram amplamente exploradas. A obra, um tríptico em técnica mista sobre papel, aproveita-se de motivos emprestados de Debret, aos quais associa palavras carregadas do imaginário exótico. Paulino cria com essa confrontação entre texto e imagens um choque poético que abre um caminho singular no conjunto das obras apresentadas. 

A mostra conta também com obras de Anna Bella Geiger, Bruno Weilemann, Cássio Vasconcellos, Claudia Hersz, Dalton Paula, Denilson Baniwa, Eustáquio Neves, Gê Viana, Heberth Sobral, Isabel Löfgren & Patricia Goùvea, Laercio Redondo, Livia Melzi, Sandra Gamarra, Tiago Gualberto, Tiago Sant’Ana, Val Souza e Valerio Ricci Montani em suportes como pintura, fotografia, vídeo, instalação e colagens digitais Uma sala é dedicada a um desfile sobre Debret concebido pela escola Acadêmicos do Salgueiro para o Carnaval de 1959, registrado em imagens pelas lentes do fotógrafo Marcel Gautherot (1910-1996).
 

A originalidade do trabalho de Debret 

Debret chegou ao Brasil em 1816, integrando a Missão Artística Francesa como pintor da corte luso-portuguesa. Durante os 15 anos que viveu no país, além de atender encomendas governamentais que realizava no seu “ateliê da corte”, também criou imagens sobre a diversidade social e política que caracterizava o Rio de Janeiro. Para isso, concebeu o que se poderia chamar de um “ateliê de rua”: o artista permanecia durante longas sessões sentadas na calçada, de onde registrava em cadernos de desenho o nascimento de uma nação, composta por portugueses, por povos indígenas, sistematicamente expulsos de suas terras, e africanos escravizados. Esse trabalho constitui a parte mais original de sua obra artística realizada no Brasil.

Suas aquarelas e gravuras combinavam uma descrição minuciosa e crítica, que não poupava detalhes de violência e o protagonismo do trabalho de escravizados africanos no Brasil, tradicionalmente invisibilizados nas representações artísticas do cotidiano. Tanto na França quanto no Brasil, ninguém queria enfrentar a evidência de que a economia dependia dos negros escravizados. As imagens diretas chocavam o público, que preferia representações exóticas da América, e não o peso do realismo documental. 

Após um século de quase total esquecimento, a Viagem pitoresca e histórica ao Brasil foi traduzida pelo crítico Sérgio Milliet e publicada no Rio de Janeiro em 1940. 

Nas décadas seguintes, as imagens de Debret tornaram-se uma das principais fontes de referência visual sobre o período imperial. Suas obras foram reproduzidas nos livros didáticos lidos por diferentes gerações de brasileiros. Espalharam-se, também por diferentes publicações, mídias e inúmeros objetos do cotidiano, como camisetas, calendários, objetos de cozinha, até a abertura da novela A Escrava Isaura, (TV Globo, 1976), adquirindo uma existência sem qualquer relação com o contexto e as condições em que foram produzidas.

“Com a descontextualização das imagens em relação ao texto original de Debret, as representações do artista passaram a ser reproduzidas sem suas críticas, assumindo uma função consagradora e nostálgica dos tempos da escravidão, reflexo de uma sociedade que não deixou de ser racista e que ainda cultiva a violência”, afirma Marins. 

No início do século 21 e com o bicentenário da independência em 2022, os debates sobre brasilidade e identidade nacional tornaram a ganhar força, agora com uma camada adicional. Uma nova geração de artistas, muitos de ascendência africana e indígena ressignificaram essa iconografia, que passou a ser revista, tanto por novas pinturas e gravuras, como por meio da internet e de novos meios de circulação massiva de imagens.

Essas apropriações contemporâneas, frequentemente críticas e irônicas, revelam uma nova força na vida social das imagens e encarnam uma vontade coletiva de imaginar um futuro emancipado de um passado doloroso. Nelas percebe-se a alegria de questionar a escrita oficial da história e de abrir uma perspectiva crítica e original sobre a consciência de si e dos grupos historicamente marginalizados na trajetória social e política brasileira.

A exposição tem entrada gratuita e está instalada no salão de exposições temporárias, um espaço moderno, acessível e climatizado, com 900m2, localizado no piso jardim.
 

Acesso para todos os públicos 

A acessibilidade é parte estruturante do processo curatorial das exposições do Museu do Ipiranga. A equipe do Educativo desenvolve uma série de recursos que não apenas garantem o acesso, mas ampliam a experiência sensorial e interpretativa de todos os visitantes, com e sem deficiência.

Em Debret em questão, o público encontrará recursos multissensoriais de toque, como dioramas — reproduções tridimensionais de uma obra —, mesas com placas visutáteis e textos em braille e alto-relevo. Legendas, Libras e audiodescrição também estão presentes e acompanham as instalações de vídeo.

Um dos destaques é a caixa de som que permite sentir a vibração do samba-enredo da Salgueiro, parte sonora de uma das salas dedicadas ao fotógrafo Marcel Gautherot.

 

Sobre Gabriela Longman 

Curadora, editora e jornalista, é mestre em História da Cultura pela EHESS-Paris e doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP. Trabalhando na interseção entre a literatura e as artes visuais, desenvolve projetos para instituições como Sesc-SP, Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), Instituto Inhotim, MAM-SP e Museu Judaico É autora de "Labirintos do Olhar" (ed. Bei, 2017), compilação de ensaios sobre arte urbana em São Paulo, foi curadora da exposição “Ale Ruaro: Sob o Céu sob o Chão” na Biblioteca Mário de Andrade (2024).

 

Sobre Jacques Leenhardt 

Sociólogo brasilianista dedica-se a investigar a criação literária e plástica no Brasil e na América hispânica, assinando inúmeros ensaios, catálogos e livros, como Dans les jardins de Roberto Burle Marx (Arles, Actes Sud, 1994). Membro fundador da associação Archives de la Critique d’Art, é também presidente honorário da Association Internationale des Critiques d’Art. Foi curador de diversas exposições, tanto monográficas (sobre Jean-Baptiste Debret, Frans Krajcberg, Iberê Camargo, Seydou Keïta, Antoni Tàpies e Wifredo Lam, entre outras) como coletivas (a exemplo de Villette-Amazone, Paris, 1996 e Arte Frágil, Resistências, São Paulo, 2009). Estudioso de Debret, foi responsável pelas novas edições francesa e brasileira da Viagem pitoresca e histórica ao Brasil (Imprimerie Nationale, 2014 e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2016).

 

Serviço: 

Debret em questão - olhares contemporâneos 

Curadoria: Jacques Leenhardt e Gabriela Longman
Curador institucional: Paulo Garcez Marins
 
Até 17/5/2026
De terça a domingo, das 10h às 17h. Última entrada: 16h
Sala de exposições temporárias – Museu do Ipiranga
Entrada gratuita (somente para esta exposição)
 

Artistas 
Anna Bella Geiger, Bruno Weilemann Belo, Cássio Vasconcellos, Claudia Hersz, Dalton Paula, Denilson Baniwa, Eustáquio Neves, Gê Viana, Heberth Sobral, Isabel Löfgren & Patricia Goùvea, Jaime Lauriano, Laercio Redondo, Livia Melzi, Marcel Gautherot, Rosana Paulino, Sandra Gamarra, Tiago Gualberto, Tiago Sant'Ana, Val Souza, Valerio Ricci Montani

 

Temporada França-Brasil 2025 

Iniciada por Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva, a Temporada França-Brasil 2025 marca os 200 anos de relações bilaterais e tem como objetivo fortalecer os laços entre os dois países. Ela se organiza em torno de três grandes temas: Clima e transição ecológica; Diversidade das sociedades e diálogo com a África; Democracia e Estado de Direito. Além desses temas, a Temporada, que ocorrerá de abril a setembro de 2025 na França e de agosto a dezembro de 2025 no Brasil, visa dinamizar a cooperação em áreas como cultura, economia, pesquisa, educação e esporte, com atenção especial à juventude e aos intercâmbios profissionais.

 

A Temporada é organizada e implementada: 

Para o Brasil: pelo Instituto Guimarães Rosa, sob a supervisão do Ministério das Relações Exteriores, do Ministério da Cultura, da Embaixada do Brasil na França e do Comissariado brasileiro, a cargo de Emilio Kalil; 

Para a França: pelo Instituto Francês, com o apoio do Ministério da Europa e dos Assuntos Exteriores, do Ministério da Cultura, da Embaixada da França no Brasil e do Comissariado francês, a cargo de Anne Louyot. 

A programação francesa no Brasil recebe o apoio do comitê de patrocinadores presidido por Jean-Pierre Clamadieu, presidente da ENGIE, e composto por: Fundação ENGIE, LVMH, ADEO, JCDecaux, Sanofi, Airbus, CMA CGM, CNP Assurances, L’Oréal, Fundação TotalEnergies, VINCI, BNP Paribas, Carrefour, Vicat e Scor.

 

Museu do Ipiranga 

Endereço: Rua dos Patriotas, 100

Funcionamento: Terça a domingo (incluindo feriados), das 10h às 17h (última entrada às 16h). A bilheteria abre às 9h nos dias pagos e 10h nos dias de gratuidade.

Ingressos para as exposições de longa-duração: R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada).
Entrada gratuita para exposição temporária. 

Gratuidades: Quartas-feiras e primeiro domingo do mês. Confira mais informações: museudoipiranga.org.br/visite/

 

Transporte público: De metrô, há três estações da linha 2 (verde) próximas ao Museu, Alto do Ipiranga (30 minutos de caminhada), Santos-Imigrantes (25 minutos a pé) e Sacomã (25 minutos a pé). A linha 710 da CPTM tem uma parada no Ipiranga (20 minutos de caminhada). 

Principais linhas de ônibus: 4113-10 (Gentil de Moura – Pça da República), 4706-10 (Jd. Maria Estela – Metrô Vila Mariana), 478P-10 (Sacomã – Pompeia), 476G-10 (Ibirapuera – Jd.Elba), 5705-10 (Terminal Sacomã – metrô Vergueiro), 314J-10 (Pça Almeida Junior – Pq. Sta. Madalena), 218 (São Bernardo do Campo – São Paulo). 

Pessoas com deficiência em transporte individual: na entrada da rua Xavier de Almeida, nº 1, há vagas rotativas (zona azul) em 90°.

Bicicletas: para quem usa bicicleta, há paraciclos disponíveis próximos aos portões da R. Xavier de Almeida e R. dos Patriotas.

 

Museu do Ipiranga – USP 

O Museu do Ipiranga é uma das sedes do Museu Paulista da Universidade de São Paulo, que também agrega o Museu Republicano de Itu. É um dos mais completos e modernos museus da América Latina, com 49 salas expositivas no edifício monumento, abrigando exposições de longa duração que apresentam um panorama da História e da cultura material brasileira. São elas: “Passados imaginados”, “Uma História do Brasil”, “Para entender o Museu”, “Casas e coisas”, “Mundos do trabalho”. O Museu também conta com uma sala expositiva no Piso Jardim, pronta para receber exposições temporárias que articulam os conteúdos presentes no edifício monumento a temas da atualidade. 

A acessibilidade é tema estratégico do Museu, que busca ser inclusivo para todas as esferas da sociedade. Os recursos acessíveis figuram em todos os pavimentos do edifício, integrados às exposições. 

A gestão do Museu do Ipiranga é feita pela direção do Museu Paulista, com suporte da Fundação de Apoio ao Museu Paulista (FAAMP). 

O edifício, tombado pelos órgãos de patrimônio municipal, estadual e federal, foi construído entre 1885 e 1890 e está situado dentro do complexo do Parque Independência. Concebido originalmente como um monumento à Independência, tornou-se em 1895 a sede do Museu do Estado, criado dois anos antes, sendo o museu público mais antigo de São Paulo e um dos mais antigos do país. Está, desde 1963, sob a administração da USP, atendendo às funções de ensino, pesquisa e extensão, pilares de atuação da Universidade. 

https://museudoipiranga.org.br/

https://www.instagram.com/museudoipiranga/
https://www.facebook.com/museudoipiranga/

https://www.linkedin.com/company/museu-do-ipiranga/posts/?feedView=all

 

Patrocinadores e parceiros: 

Mantenedor: Shell, Vale
Master: Itaú, Santander

Ouro: B3, Comgas

Prata: Caterpillar, Goodyear, Rede Itaú,Zurich Santander

Empresas parceiras: Atlas Schindler, Banco BV, Dimensional, Nortel, Porto Seguro, PWC, Sabesp, Singer e Smiles
Parceria de mídia: Estadão, Instituto Bandeirantes, JCDecaux, Revista Piauí e Uol


O PALÁCIO MÁGICO DO NATAL: Bradesco celebra 35 anos do espetáculo no Palácio Avenida











Em 2025, tema homenageia a criança que vive em cada um de nós e celebra o poder transformador da magia natalina 


As janelas do histórico Palácio Avenida, no coração de Curitiba, se preparam para mais uma temporada do espetáculo que emociona o país há 35 anos. Neste ano, o Natal do Bradesco apresenta o tema “O Palácio Mágico do Natal”, convidando o público a reviver o encantamento da infância e a redescobrir o olhar mágico que a data desperta em cada um de nós.

As apresentações acontecem em dois fins de semana – dias 5 (ensaio geral), 6, 7, 12, 13 e 14 de dezembro, sempre às 20h15 – e prometem encantar os visitantes com música, luz e emoção em uma celebração que une tradição, arte e solidariedade.



Uma história sobre o olhar da criança que vive em nós

Inspirado no sentimento de enxergar o mundo com mais leveza, típico desta época do ano, o espetáculo de 2025 presta uma homenagem à criança, símbolo de pureza, esperança e amor, que sempre deu voz e alma ao coral do Palácio Avenida.

A narrativa acompanha a jornada de uma menina que descobre um mundo mágico de Natal escondido dentro do Palácio Avenida. Sob a regência da maestrina Dulce Primo e direção musical de Camilo Carrara, o espetáculo convida o público a reencontrar o encantamento e a alegria genuína de acreditar no impossível, em meio a canções natalinas que prometem, mais uma vez, emocionar e inspirar todas as gerações.

“É nesta época do ano que percebemos que a criança que fomos nunca deixa de existir, ela apenas se transforma e reaparece quando o espírito natalino nos toca. Para celebrar os 35 anos do Natal do Palácio Avenida, teremos dois fins de semana de apresentações que unem gerações e convidam todos a relembrar o que realmente importa.”, diz Raquel Bonaparte, head de experiência de marca do Bradesco.



Música, emoção e tradição

O espetáculo contará com um coral de 90 crianças, entre 7 e 12 anos, de instituições de acolhimento de Curitiba, e 100 anjos voluntários, funcionários do Bradesco que acompanham e cuidam dos pequenos durante todas as apresentações.

O repertório de 2025 terá 12 músicas divididas em 9 blocos, com canções inéditas como Era Uma Vez (Kell Smith) e Vou Deixar (Skank), e outras já clássicas de edições anteriores como Aquarela (Toquinho) e Natal Todo Dia (Roupa Nova).

Para transformar o Palácio Avenida em um verdadeiro cenário encantado, serão utilizadas mais de 105 mil luzes, entre micro lâmpadas e iluminação cênica. Toda a instalação utiliza LEDs de baixo consumo, que reduzem em até 80% o gasto energético, além de controladores inteligentes, com sensores e temporizadores para otimizar o uso da iluminação conforme a luz natural.



Transmissão ao vivo

Com produção dos Estúdios Bradesco, assim como nos anos anteriores, o espetáculo será transmitido ao vivo pelo canal oficial do Teatro Bradesco no YouTube, no sábado, 6 de dezembro, a partir das 20h15, para que pessoas de todo o Brasil e do mundo possam viver a magia do Natal diretamente de Curitiba.



Acessibilidade e inclusão

O evento contará com tradução em Libras, audiodescrição e equipe de monitores para atendimento a pessoas com deficiência. As funcionalidades também estarão disponíveis na transmissão online, reforçando o compromisso do Bradesco com um espetáculo acessível e inclusivo.



Campanha de arrecadação de brinquedos 

Mantendo a tradição solidária, o Natal do Bradesco no Palácio Avenida contará novamente com uma campanha de arrecadação de brinquedos, liderada pelo Programa Voluntários Bradesco. As doações poderão ser feitas entre 17 de novembro e 21 de dezembro e terão como destino as 7 instituições que acolhem as crianças coralistas do espetáculo. Confira mais detalhes e pontos de coleta em: Voluntários Bradesco.



Ficha técnica O Natal do Bradesco em Curitiba tem direção de criação de Thiago Rodrigues, direção artística de Leda Maria de Almeida, Dulce Primo como maestrina e Camilo Carrara como arranjador e diretor musical. A produção geral é da AKM.

Serviço 

Evento: Natal do Bradesco no Palácio Avenida Tema: “O Palácio Mágico do Natal”
Datas das apresentações: 5 (ensaio geral), 6, 7, 12, 13 e 14 de dezembro
Horário do ensaio e das apresentações: 20h15
Local: Palácio Avenida – Centro de Curitiba/PR

Serviço 

Decoração do Palácio Avenida
Quando: até 6 de janeiro de 2026
Horário: acendimento das luzes às 20h
Onde: Palácio Avenida – Centro de Curitiba/PR

Serviço 

Transmissão ao vivo 
Quando: 6 de dezembro de 2025
Horário: 20h15
Onde: TeatroBradesco no YouTube



‘Suspensão’: Com exposição inédita em São Paulo, Pedro Arieta celebra a fotografia e o mergulho no Oriente Médio



Entre profundezas e silêncios, fotógrafo paulista transforma sua relação com o mar em mostra exclusiva 

 

Radicado em Nova York, o fotógrafo paulista Pedro Arieta chega a São Paulo para sua primeira exposição no país, na galeria Caribé. ‘Suspensão’ traz 25 fotografias subaquáticas de pessoas e corais em Dahab, no Oriente Médio, especificamente nos pontos de mergulho de Blue Hole, Canyon, Eel Garden, Light House e Moray Garden. 

 

Apaixonado pela fotografia desde os 12 anos e formado pela School of Visual Arts, em Nova York — cidade onde vive há 19 anos —, Pedro concilia a carreira de fotógrafo com o mergulho em alto mar, atividade que também já exerceu profissionalmente como guia em Dahab, no Egito. 

 

“Entre 2024 e 2025 pude ir a Dahab quatro vezes, somando cerca de seis meses no total. Produzi muito nesse período, e o resultado é essa exposição. Sou completamente apaixonado por essa região. Desde a primeira vez que visitei, em 2004, me sinto atraído como um ímã pela cidade e pela água. Lá desenvolvi relações profundas, amizades e conexões que hoje fazem parte da minha vida”, conta Pedro. 

 

O trabalho em si traz como protagonista a relação do ser humano com o mar e mostra a experiência subaquática de forma não convencional. “Eu mergulho e fotografo em Dahab há 21 anos, mas as fotos subaquáticas começaram a ganhar mais atenção em 2018, quando algumas imagens de pessoas aproveitando a água me inspiraram a continuar explorando esse universo”, explica. 

 

A exposição tem curadoria do fotógrafo e gestor cultural Iatã Cannabrava, responsável por ajudar Pedro a sintetizar o vasto material produzido em uma mostra coesa. Capturadas em filme fotográfico, as imagens refletem a experiência sensorial do mergulho e da convivência com o mar, evidenciando a conexão profunda entre corpo e água. 

 

“‘Suspensão’ promete transportar o público para a atmosfera silenciosa e etérea das profundezas de Dahab. As imagens revelam não apenas a beleza do mergulho, mas também um estado de pausa e entrega capturado de forma primorosa pelo Pedro”, explica Iatã. 

 

A exposição poderá ser visitada até o dia 02/01, na Galeria Caribé, em São Paulo. 

 

 

Serviço Pedro Arieta 


Instagram: @pedroarieta 

Site: www.abtp.com/photographer-director/all/1940636/pedro-arieta#portfolio 

 

Serviço Galeria Caribé 


Endereço: R. João Lourenço, 79 - Moema, São Paulo - SP, 04508-030 

Site: galeriacaribe.com.br 

Instagram: @galeria_caribe 


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