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sábado, 6 de outubro de 2018

Relacionamento é desafio


 Sabe qual é o nosso maior erro? Acreditar que relacionamentos e amores vêm prontos, que só trazem alegrias e que são lineares e previsíveis. Não! Está mais do que na hora de entendermos que relacionamento é bom, mas é puro desafio!


Relacionar-se talvez seja o maior dos desafios que enfrentamos durante a vida. 

Segundo a orientadora emocional para mulheres, com foco em relacionamentos, Camilla Couto, isso é maravilhoso: “é nos relacionando que aprendemos sobre nós mesmas, sobre os outros e sobre a vida”, afirma ela. “Ninguém nasceu para ser sozinho! Seja qual for o tipo de relação (amorosa, familiar, social ou profissional), é no dia a dia que aprendemos sobre limites, crenças e diferenças. Relacionamentos, principalmente amorosos, nos permitem colocar em prática nossas habilidades e expor nossas fraquezas. Nos fazem crescer, aprender e evoluir”, explica Camilla. Não acontece assim com você? Pois pode ser que você esteja fantasiando sua relação, ou mesmo fugindo dos aprendizados.

Quando pensamos em estar com alguém e construir um relacionament
o a dois, normalmente imaginamos uma série de fatores que não correspondem à realidade. “Contos de fadas, filmes de Hollywood, histórias de famílias, perfis de redes sociais – tudo colabora para que as nossas expectativas sejam imensas e que gerem um ideal quase inatingível de perfeição. Pessoas são pessoas – somos todos humanos e imperfeitos quer estejamos sozinhas ou acompanhadas. Todos temos nossos defeitos, mistérios, esquisitices, todos somos obras em constante construção. Como querer ao nosso lado alguém perfeito, se nós mesmas não somos?”, questiona a orientadora.


Por que se relacionar é desafio?

Porque o amor e as pessoas não vêm com bula ou manual de instruções! Da mesma forma, ninguém tem como conhecer de antemão nossas vontades e desejos, e talvez, por personalidade, nem queiram satisfazer ao nosso ideal de relação. “Estar com alguém tem muito mais a ver com planos em comum, visão de futuro, valores reais do que com flores, bombons e serenatas. Não que isso tudo não seja maravilhoso para quem gosta e sonha em ter um relacionamento romântico. Mas, nesse caso, a saída é encontrar alguém que já tenha esse DNA ou que esteja disposto a se encaixar nesse molde. Caso contrário, é mais fácil trazer nossas expectativas de relacionamento para um nível mais real”, lembra Camilla.

O dia a dia pode trazer lindas surpresas, presentes inesperados, café na cama e uma troca incrível. Mas também perrengues, decepções, divergências e desentendimentos. O fato é que, aos poucos, um casal vai se moldando e ambos vão entendendo o que deixa o outro feliz e infeliz. Para Camilla, “disposição para fazer com que a relação funcione é tudo! Mas achar que não encontraremos desafios e decepções é viver fora da realidade. O que também não é desculpa para simplesmente desistir de estar com alguém e optar pela solidão”.


Nascemos para nos relacionar

Somos seres sociais, nascemos para viver em comunidade, para aprender uns com os outros e para nos relacionar. “Acreditar que é melhor estar sozinho só porque relações de contos de fadas não existem é desistir de descobrir o melhor da vida”, lembra Camilla, que complementa: “é claro que podemos e devemos estar sozinhos em diversas situações da vida. Períodos de solidão são maravilhosos para que a gente possa se descobrir, entender quem realmente somos e se preparar antes de entrar numa relação sabendo melhor o que esperamos do outro. Mas ficar sozinho por medo do desafio, jamais”!

Se relacionar é difícil? Para a orientadora emocional, não! “Essa é uma das muitas crenças limitantes que temos em nossa sociedade. Relacionar-se é desafiante e incrível ao mesmo tempo. Relacionamentos nos trazem muitos aprendizados. O que acontece é que acreditamos que, para ser fácil, não pode ter problemas, para ser bom, não pode ter imprevistos. E é aí que as dificuldades começam. Uma das forças mais incríveis da natureza é o amor. A vontade de estar com alguém, de compartilhar momentos e de construir uma vida juntos faz com que amar seja um enorme desafio e a melhor das aventuras”, finaliza ela.






Camilla Couto - Orientadora Emocional para Mulheres, com foco em Relacionamentos. Criadora/ autora do Blog das Amarildas e fundadora do PAR - Programa Amarildas de Relacionamentos. Orientadora emocional, Terapeuta Floral (TF-153-17/SP) e Contoterapeuta, viveu durante 8 anos no exterior conhecendo diferentes culturas e comportamentos. No blog amarildas.com.br, compartilha seus estudos sobre amor, relacionamentos e dependência emocional - com o propósito de promover mais entendimento sobre esses temas e de incentivar as mulheres a se amarem e valorizarem cada vez mais.



Cinco passos para mudar os hábitos e se preparar para o verão


Começar uma nova rotina pode ser desafiador. Autoconhecimento e planejamento das tarefas diárias são algumas estratégias para a mudança. Confira como ter foco na estação mais quente do ano!


O início de novos projetos, a mudança de apartamento, o começo do ano e o período antes do verão. Todos esses momentos têm uma característica em comum: eles instigam as pessoas a mudarem seus hábitos, atos inconscientes que, de tanto serem repetidos, tornam-se automáticos. Exatamente por fazerem parte da rotina diária, os hábitos acabam sendo difíceis de serem modificados. 

Quem nunca falou que começaria a dieta na próxima segunda-feira e, quando a data chegou, não fez nenhuma mudança na alimentação? Mesmo com as dificuldades do início, a mudança de hábito pode ser uma atitude menos desafiadora com uma pequena preparação. Confira cinco passos para transformar sua rotina agora!


1. Entenda o que te prende ao hábito antigo

Antes de se tornar um hábito, a ação é voluntária, ou seja, a pessoa escolhe como se comportar em determinada situação. A repetição dessa ação faz com que ela se torne algo automático e o cérebro passa a realizar as tarefas diárias sem pensar. Nesse momento, nasce o hábito, que tem três momentos fundamentais: um gatilho, a repetição e a recompensa. Por exemplo, se você tem o costume de abrir aplicativos de redes sociais ao acordar quando o despertador toca, o gatilho é o barulho do despertador, a ação é abrir o app de rede social e a recompensa é se entreter com as fotos dos amigos por algum tempo.

Segundo Desirée Cassado, Psicóloga Analista Comportamental do The School of Life Brasil, o gatilho é o elemento atrelado ao hábito, que faz com que a pessoa tenha a resposta automática. Por isso, quando o objetivo é mudar aquele hábito que está te incomodando e não faz bem para a sua saúde, o indicado é analisar o que provoca aquele comportamento e quais são as recompensas que ele oferece. Assim, é possível mudar as origens dessa ação para provocar um comportamento diferente.


2. Saiba escolher uma recompensa

Parece brincadeira, mas escolher algum item para ser um prêmio quando você modifica sua rotina pode ajudar a manter o foco e continuar até transformar aquilo em um novo hábito. Sabe quando você decide comer um docinho depois de ir à academia ao longo da semana? Esse comportamento de recompensa, se usado de forma planejada e como uma recompensa saudável, pode facilitar a adaptação à nova rotina. O resultado já era explicado por Edward Thorndike, no século XIX, pela teoria da "lei do efeito". Segundo ele, qualquer comportamento que dá um resultado agradável é repetido. Um exemplo prático para quem deseja poupar dinheiro para viajar é planejar quais atividades vai cortar do seu orçamento e, como recompensa, se permitir um gasto eventual, fora do plano de viagem.


3. Avalie os gatilhos: tanto os que podem te manter no hábito passado, quanto os que te levam à mudança

Existem vários fatores que podem incentivar aquele hábito que queremos abandonar. Eles podem ser lugares, horários, estado emocional, pessoas e ações. Uma pessoa que tem o hábito de fumar pode abandonar os gatilhos que favoreçam essa ação, parando de comprar o maço de cigarros, e ainda assim manter essa rotina porque frequenta lugares onde há cigarro, possui vários amigos que também fumam e associa esse hábito aos momentos de estresse ou lazer. Por outro lado, há situações que podem estimular a reflexão de mudar determinados comportamentos. O verão, por exemplo, é um poderoso gatilho para revisar hábitos alimentares, prática de exercício físico, uso de protetor solar e alternativas para correção visual que proporcione maior conforto e liberdade para as atividades típicas da estação.


4. Planeje a mudança

A partir de todo esse processo de autoconhecimento, a pessoa tem todas as pistas que ajudam a entender porque é tão difícil abandonar alguns hábitos e adotar novos. Quem precisa de correção visual, por exemplo, tende a resistir à adaptação com lentes de contato como uma alternativa aos óculos de grau. O oftalmologista Dr. Gabriel Gorgone, explica que "mesmo que o paciente queira experimentar as lentes e saiba que elas podem dar maior liberdade e conforto, ele acaba desistindo por preguiça, despreparo e até desconhecimento – já que muitos ainda acreditam em mitos sobre as lentes". Nesses casos, a psicóloga Desirée orienta que a preparação é fundamental: "Com foco, o uso de lentes de contato pode virar uma rotina prazerosa de autocuidado. Criar passos para o novo hábito, como agendar a consulta com o oftalmologista, comprar as lentes, e tirar dúvidas com os amigos que já usam esse tipo de produto são estratégias boas para quem é iniciante".


5. Faça parte de um grupo – e influencie seus amigos

Atividades em grupo costumam ser mais estimulantes para quem está iniciando. Criar um grupo de amigos que também desejam começar a praticar esporte é uma alternativa prática para incentivar as pessoas a não faltarem nos treinos e trocarem experiências durante esse processo. A psicóloga ressalta que vários estudos evidenciam a importância do convívio em comunidades para o desenvolvimento psicológico e emocional das pessoas, desde pequenas.






Sobre a campanha de verão e o Desafio 21 Dias - Verão ACUVUE®
ACUVUE®, marca de lentes de contato da Johnson & Johnson e líder de mercado, acredita que exista uma conexão natural entre o verão e lentes de contato. É na estação mais quente do ano do ano que as pessoas passam mais tempo ao ar livre passeando, praticando atividades físicas e aproveitando o calor sob o sol, atividades que são melhor aproveitadas com uma opção de correção visual que, além de qualidade de visão e proteção UVA E UVB, ofereça liberdade de movimento e conforto em todas as situações. A campanha tem como objetivo conquistar novos usuários para lentes de contato que têm relatado dificuldade de adaptação. O desafio 21 Dias - Verão ACUVUE® é uma ação na qual clientes que não usam lentes de contato têm 21 dias para experimentar as lentes de contato ACUVUE® participantes. Caso eles não gostem ou não se adaptem, serão reembolsados em um valor pré-determinado no regulamento. Saiba como participar e quais produtos participam do Desafio 21 Dias Verão ACUVUE® em http://www.acuvue.com.br/desafio21dias desde 01/10.


Informações importantes para os usuários de lentes de contato
A escolha da lente de contato deve ser feita pelo paciente em conjunto com o oftalmologista e o uso deve ser acompanhado regularmente pelo médico. Para evitar desconforto e problemas oculares originados pelo mau uso, siga sempre as instruções de utilização e troca que acompanham o produto e são fornecidas pelo fabricante, além de seguir as recomendações extras fornecidas pelo oftalmologista. Não use lentes de contato se tiver infecção ocular ou desconforto, lacrimejamento excessivo, alterações da visão, vermelhidão ou outros problemas oculares. Se um desses problemas ocorrer, entre em contato com seu oftalmologista imediatamente. Você nunca deve compartilhar as lentes de contato com outras pessoas. Para obter mais informações sobre uso, cuidados e segurança apropriados, consulte o guia de instruções ao usuário (fornecido com o produto) ou fale com seu oftalmologista. Visite a página acuvue.com.br para saber mais sobre a lente mais adequada para cada tipo de usuário.




Johnson & Johnson Vision



Solidão: sentimento traz a sensação de perda e vazio


   (Foto: Getty Images)



A solidão é um sentimento forte, que traz uma sensação de perda e vazio. Segundo a psicóloga transpessoal e orientadora pessoal Wanessa Moreira, “o sentimento pode surgir em um momento onde você olha ao redor, olha dentro de você e tem a sensação de que nada vai te preencher”.

A especialista explica que quem enfrenta esse problema pode estar realmente só ou cercado de pessoas. “O fato é que a solidão chega e te convida a ficar tomado por esse sentimento, e muitas pessoas sofrem disso hoje em dia”, esclarece.

Para Wanessa, que também é master mentoring em coaching corpo e mente, esse sentimento também pode ser olhado como um convite a descobrir o que não está bem, e o que está faltando. “Talvez o seu trabalho, o seu relacionamento com as pessoas... Algo que não esteja mais fazendo sentido e mereça a sua atenção, para realizar mudanças”, argumenta.

Porém, muitas vezes, no caminho desse autoconhecimento, quem sofre com esse problema pode ter a sensação de estar perdido, pois existe a busca e a tentativa de se encontrar e se perceber mais inteiro, “mas ao mesmo tempo não consegue se conectar com essas pessoas. E aí vem um vazio de solidão”, diz a psicóloga transpessoal.

Ainda, de acordo com a especialista, o medo ou receio de se perceber mais inteiro, de olhar para essa solidão e ver o que ela pode sinalizar de mudança, abraçar, escutar os pensamentos que esse sentimento traz, acabam impedindo a pessoa de dar o próximo passo: “que é realizar as mudanças necessárias, preencher a você mesmo, para ficar mais inteiro e não mais sozinho, assim vai conseguir se relacionar com outras pessoas em uma frequência saudável e amorosa, sem precisar que elas preencham um vazio que é seu”, orienta.



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