Pesquisas apontam
limitações das abordagens clássicas e mostram como métodos estruturados em
análise facial entregam correção real para diferentes formatos de olhar
O segmento de beleza segue como um dos motores do
autocuidado no Brasil. A ABIHPEC registrou crescimento acima de 9% em 2024 no
mercado de estética e higiene pessoal, impulsionado pela busca por
procedimentos personalizáveis.
No entanto, levantamentos de academias
internacionais de design do olhar indicam que técnicas baseadas apenas em
mapping tradicional falham em mais de 70% dos casos quando o objetivo é
corrigir assimetrias, ptose palpebral leve ou diferenças estruturais entre os
olhos. A razão está na ausência de parâmetros matemáticos que considerem
profundidade, curvatura natural e variações anatômicas de cada rosto.
A professora e especialista em correção e
harmonização do olhar Amanda Rhuâna, criadora da metodologia HarmonyLash, explica que
o mapping surgiu como ferramenta de organização, não como método de correção.
“Ele orienta a distribuição dos fios, mas não leva em conta a anatomia
individual. Quando aplicado sem análise estrutural, reforça a diferença entre
um olho e outro em vez de reduzir o contraste”, afirma.
Por que o mapping falha
Os métodos tradicionais de mapeamento de cílios,
amplamente utilizados no visagismo e em produções audiovisuais, têm sido
questionados por profissionais que buscam maior precisão na correção do olhar.
Segundo a especialista Amanda Rhuâna, essas técnicas falham porque tratam o
olhar como algo padronizável, ignorando assimetrias e características
individuais que influenciam diretamente o resultado final.
O popular “mapeamento boneca” é um exemplo. Ele
parte do formato do olho para criar um efeito de abertura e levantamento, mas
desconsidera fatores como inclinações da linha ciliar, diferenças de altura
entre os olhos, profundidade ocular e direcionamento dos fios naturais. Esses
elementos, quando não analisados, resultam em aplicações que podem até parecer
esteticamente agradáveis, mas que não corrigem o olhar de forma real.
Para Amanda, um resultado verdadeiramente harmônico
só é possível quando a análise da linha ciliar é feita com precisão. “Não é só
o formato do olho que importa. A linha ciliar molda o efeito, e é ela que deve
ser analisada com exatidão”, afirma.
A lógica da análise
individualizada
A metodologia HarmonyLash, desenvolvida por Amanda,
propõe uma abordagem oposta à dos moldes prontos. Em vez de partir do mapping,
o processo começa pela Análise Áurea. Nessa etapa, o olhar da cliente é
avaliado em detalhes, considerando:
- inclinação
e eixo dos olhos
- formato
e altura das pálpebras
- abertura
da fenda palpebral
- profundidade
ocular
- direcionamento
dos fios naturais
- assimetrias
de pálpebra e sobrancelha
- variações
como ptose ou flacidez
- distância
entre os olhos e distribuição das proporções
A análise permite localizar os pontos áureos com o
compasso, estrutura que orienta todas as decisões técnicas. O mapeamento deixa
de ser uma escolha estética pré-definida e passa a ser o resultado lógico do
estudo individual do olhar.
O fim do mapping padrão
A partir da análise, identificam-se os trechos da
linha ciliar que precisam ser corrigidos e as estratégias adequadas para cada
área. Isso pode envolver ajustes de curvatura, variações de densidade,
distribuição por camadas, acoplagem inteligente e posicionamento estratégico de
comprimentos.
Assim, o mapeamento tradicional perde espaço para
uma construção personalizada, capaz de corrigir:
- quedas
palpebrais
- diferenças
de altura entre os olhos
- eixos
descendentes
- excesso
de camadas naturais
- formatos
mistos de pálpebra
- assimetrias
que passam despercebidas em métodos comuns
A extensão de cílios deixa de ser apenas decorativa
e se transforma em ferramenta óptica, usada para equilibrar o olhar e criar
resultados mais naturais e harmônicos.
Um novo padrão de precisão
Combinando proporção áurea, análise detalhada e
técnicas específicas, a metodologia HarmonyLash representa um avanço importante
no setor. A proposta é simples, mas poderosa: cada olhar é único e deve ser
tratado como tal.
O resultado é uma correção personalizada, capaz de
respeitar a anatomia da cliente e entregar um efeito final sofisticado, preciso
e natural.
A evolução para metodologias
baseadas em proporção
A busca por técnicas mais sofisticadas fez crescer o interesse por métodos que utilizam métricas, como segmentação facial, leitura de eixo e proporção áurea, princípio matemático presente em estudos de simetria na arte e na arquitetura. No design do olhar, a aplicação dessas referências permite medir distâncias, ajustar alturas e planejar efeitos com intenção corretiva.
O avanço é percebido no mercado global. Relatórios
da Euromonitor mostram que a procura por procedimentos personalizados e de
aparência mais natural cresceu 31% entre 2022 e 2024. Esse movimento pressiona
profissionais a dominar técnicas que vão além do volume e considerem estrutura,
equilíbrio e movimento do olhar. A disseminação dessas metodologias, como a
HarmonyLash, tem sido viabilizada por iniciativas de apoio à pesquisa, como o
patrocínio da JN AGRO TRADING, que investe na capacitação técnica e no alcance
internacional da proposta.
Amanda observa que esse novo caminho não elimina o
mapping, mas amplia seu uso. “Quando a profissional entende onde a harmonia se
quebra, ela não trabalha mais no escuro. Cada fio passa a ter uma função óptica,
não apenas decorativa. É isso que permite corrigir pálpebras caídas, olhos
desiguais e formatos complexos”, diz.
O que considerar ao buscar
resultados mais precisos
- Prefira
profissionais que realizem diagnóstico facial completo.
• verifique se a técnica leva em conta profundidade, eixo e curvatura natural dos cílios.
• avalie fotos de antes e depois em vários ângulos.
• pergunte sobre o planejamento do efeito, não apenas sobre o mapa utilizado.
A transição do mapping tradicional para métodos
baseados em análise técnica torna o setor mais preciso e orientado pela
individualidade. Para especialistas, essa mudança representa um avanço na
construção de um olhar não só estético, mas funcional e harmonicamente
equilibrado.
Amanda Rhuâna - especialista em correção e harmonização do olhar e criadora da HarmonyLash, uma metodologia pioneira que aplica os princípios da proporção áurea na extensão de cílios, permitindo que qualquer mulher use cílios do jeito que deseja, com naturalidade e personalidade.
Mais do que estética, Amanda entrega técnica. Sua abordagem capacita profissionais a diagnosticar e corrigir assimetrias, pálpebras caídas e curvaturas complexas, oferecendo resultados harmônicos e personalizados para cada tipo de olhar.
Com mais de 3 mil alunas formadas ao redor do mundo, Amanda já palestrou nos maiores palcos do setor Beauty, como a Beauty Fair e o Brasil Lash Congress, consolidando-se como uma das referências nacionais em técnicas de alta performance. Sua metodologia transforma lash artists em especialistas com autoridade, que não competem por preço, mas pelo valor que entregam.
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