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domingo, 7 de junho de 2026

Festa Junina: descubra como cuidar das roupas e acessórios da celebração e aumentar a durabilidade das peças

Imagem gerada por Inteligência Artificial
Especialista têxtil da 5àsec compartilha dicas de limpeza, uso e armazenamento para conservar os trajes e acessórios para as próximas comemorações

 

Com tecidos delicados, estampas coloridas e muitas aplicações de fitas e paetês, as roupas de festa junina costumam dar o toque especial nas celebrações. Como geralmente são usadas poucas vezes ao ano, essas peças exigem cuidados específicos antes e depois das festas, especialmente no armazenamento, para garantir a durabilidade e preservar a aparência dos trajes típicos. Pensando nisso, Marinês Cassiano, especialista têxtil da 5àsec, compartilha dicas de como cuidar corretamente das vestimentas juninas garantindo a integridade dos tecidos, das aplicações e o bom estado deste tipo de item por mais tempo.

“Antes de usar, é importante experimentar a roupa com antecedência para verificar possíveis ajustes e evitar puxões que podem causar rasgos de última hora. Também vale conferir se os adereços estão bem costurados, evitando que se soltem durante a celebração. Caso seja necessário passar a peça, é preciso atenção, pois alguns trajes contam com tecidos sintéticos, como tule e cetim, que exigem temperaturas baixas, para não comprometer o material. Para as crianças, priorize tecidos respiráveis e verifique se não há aplicações pequenas que possam desprender facilmente”, comenta Marinês.


Durante o uso

Além dos cuidados já conhecidos, como a preocupação com possíveis manchas que podem ser causadas por maquiagem, quentão, vinho e comidas típicas, é importante redobrar o cuidado durante as festas realizadas ao ar livre. Evite sentar-se em superfícies ásperas, que podem puxar os fios ou desfiar rendas delicadas. Também é necessário atenção em ambientes com lama, poeira ou umidade, já que podem comprometer barras, manchar tecidos e prejudicar detalhes. Após o uso, o ideal é encaminhar o traje uma lavanderia especializada, que saberá identificar o tipo de tecido e a melhor forma de higienização, além de realizar a remoção correta de manchas mais difíceis sem comprometer a estrutura e os acabamentos da roupa.


Armazenamento

Para conservar as vestimentas caipiras para a próxima oportunidade, guarde as roupas limpas e completamente secas, evitando o surgimento de mofo, manchas e mau cheiro. Na hora de armazenar, prefira pendurá-las corretamente para preservar a estrutura das mangas bufantes dos vestidos ou das camisas, saias rodadas e demais detalhes que podem deformar com facilidade. Outra recomendação para evitar mofo ou poeira é utilizar capas de TNT ou sacos de tecido, que ajudam a proteger sem impedir a ventilação. Também é importante retirar tais itens do armário periodicamente para permitir a circulação de ar, evitando danos às fibras e às aplicações delicadas.


Acessórios

Os chapéus e tiaras de palha são indispensáveis nas festividades e exigem cuidados especiais para manter a aparência e a durabilidade. Durante a limpeza, é recomendado remover a poeira com um pano seco. Já em caso de sujeiras mais resistentes, basta utilizar o pano levemente úmido. O excesso de água deve ser evitado, pois a umidade pode danificar ou enfraquecer o material. Caso o acessório fique úmido, deixe secar em um lugar com sombra e arejado. Evite o uso de secador quente e a exposição prolongada ao sol forte, pois a palha pode ressecar e quebrar. Também é importante verificar os detalhes decorativos. Muitos adereços são fixados com cola quente e podem se desprender com facilidade durante a limpeza ou o uso. Antes de guardar, confira se há partes soltando ou que precisem de pequenos reparos, evitando que os enfeites se desprendam completamente enquanto estão guardadas.

No armazenamento, evite colocar os acessórios junto com as roupas ou sob objetos pesados, para que chapéus ou tiaras não percam o formato original. O ideal é armazená-los em um lugar alto ou em caixas que preservem a estrutura da peça. Outra dica é colocar papel de seda ou jornal dentro da copa do chapéu, pois isso ajuda a não amassar.


Itens de decoração

Para quem celebra a festa em casa, os cuidados com os itens de decoração, como toalhas de mesa temáticas, bandeirinhas de tecido e outros enfeites, também são necessários para garantir a conservação e o reaproveitamento nos próximos anos. Após o uso, os itens podem ser armazenados limpos e secos. Para as toalhas de mesa quadriculadas, o ideal é dobrar cuidadosamente e guardar em caixas organizadoras ou sacos de tecido para evitar poeira, umidade e desbotamento. Já as bandeirinhas exigem atenção especial: ao pendurá-las, evite esticar excessivamente o barbante, prevenindo desgastes e rompimentos. Na limpeza, prefira utilizar apenas um pano levemente úmido, evitando lavagens agressivas que possam comprometer as cores e a estrutura do material.

“Com alguns cuidados simples antes, durante e depois das comemorações, é possível conservar trajes e acessórios juninos por mais tempo. Além de econômico, o hábito ajuda a reduzir o descarte têxtil e prolonga a vida útil das peças, mantendo tanto as vestimentas quanto as decorações bonitas e prontas para o uso em novas celebrações”, finaliza Marinês Cassiano.

 

5àsec


No Inverno, os acessórios assumem o protagonismo dos looks

Como bolsas e calçados em couro ajudam a construir produções alinhadas às tendências da temporada

 

Os dias frios criam o cenário ideal para destacar texturas, acabamentos e modelagens que fazem a diferença no visual. Couro com texturas, camurça, e tons terrosos aparecem como apostas recorrentes, reforçando uma estética elegante e atemporal, sem pesar.

"Durante o Inverno, os acessórios ganham ainda mais relevância. Como a estação é marcada por contrastes sutis e uma cartela de cores mais sóbria, bolsas e calçados ajudam a traduzir personalidade e estilo de forma muito evidente", afirma Bárbara Bengua, gerente de Marketing da Luz da Lua.

Além de complementar a produção, os acessórios têm o poder de renovar combinações já existentes no armário. Uma bolsa estruturada pode transformar um conjunto básico de tricô e jeans em uma proposta sofisticada para o trabalho, enquanto uma bota de cano alto adiciona informação de moda e funcionalidade aos looks dos dias mais gelados.

A riqueza dos materiais também se destaca nesta temporada. Couros com textura croco, detalhes handmade, como o tressê em couro, e uma paleta que passeia por diferentes tons de marrom reforçam a sofisticação característica da marca. Esse movimento acompanha uma tendência crescente de consumo mais consciente, em que peças duráveis e versáteis ganham espaço em detrimento de compras impulsivas.

"Temos observado um consumidor cada vez mais interessado em peças versáteis e duráveis. A bolsa ou o calçado deixam de ser apenas complementos e passam a ser investimentos de estilo, capazes de acompanhar diferentes momentos da rotina e diversas temporadas", comenta Bárbara.

A proposta da marca, para além de acompanhar tendência, é construir um estilo que acompanhe diferentes momentos da rotina, tendo em mente que os acessórios têm o papel de potencializar a identidade de cada mulher.

 

Luz da Lua


Copa em casa: como a tecnologia da Intelbras pode facilitar o dia a dia de quem vai acompanhar os jogos

De internet estável a proteção contra queda de energia, soluções conectadas ganham espaço entre quem quer reunir amigos e família para acompanhar as partidas

 

Com a Copa do Mundo se aproximando, a casa volta a ser um dos principais pontos de encontro dos brasileiros para assistir aos jogos. Entre amigos, família, comida na mesa e emoção a cada lance, um detalhe pode fazer toda a diferença: a tecnologia funcionando sem falhas. 

Assistir à Copa em casa vai muito além da transmissão. Quando a casa vira ponto de encontro para reunir amigos e família, pequenos desafios do dia a dia, como conexão instável, dificuldade para acessar plataformas, queda de energia ou até a praticidade para receber convidados, podem impactar a experiência. Pensando nessa rotina, a Intelbras destaca soluções que ajudam a tornar esses momentos mais simples, conectados e confortáveis. 

Se o streaming trava bem no momento do gol, roteadores Wi-Fi de maior capacidade ajudam a distribuir melhor o sinal e dar conta de vários dispositivos conectados ao mesmo tempo. Quando a TV não entrega a imersão esperada, os projetores entram em cena e transformam a sala em uma verdadeira tela de estádio, reunindo a torcida em torno da partida. 

Já para quem enfrenta dificuldade para acessar plataformas ou conectar dispositivos, as smart TV boxes simplificam o caminho até o conteúdo, ampliando as opções de entretenimento sem complicação. E quando o problema é mais sério, como uma queda de energia no meio do jogo, os nobreaks ajudam a manter os equipamentos funcionando e ainda protegem contra oscilações elétricas. 

A experiência também envolve praticidade fora da tela. Em dias de casa cheia, as fechaduras digitais facilitam o acesso dos convidados sem interromper a torcida. E, com mais circulação de pessoas durante os encontros, as câmeras conectadas ajudam a monitorar o ambiente e trazem mais tranquilidade para o anfitrião. 

No fim, a tecnologia entra para resolver o dia a dia e permitir que o foco esteja no que realmente importa: aproveitar os jogos com conforto e tranquilidade. “Grandes eventos como a Copa costumam impulsionar mudanças no ambiente doméstico, especialmente entre consumidores que buscam mais conforto, conectividade e praticidade para receber amigos e acompanhar os jogos. A tecnologia entra como aliada para tornar essa experiência mais simples e funcional, ajudando a evitar contratempos e permitindo que o foco esteja no que realmente importa: aproveitar o momento com conforto, praticidade e conexão”, afirma Washington de Freitas, diretor executivo de Consumo da Intelbras.

 

A convocação da Copa saiu: agora é hora de convocar os itens certos para sua casa

Pequenos ajustes na organização e praticidade ajudam a preparar o ambiente para receber amigos e família durante os jogos


A Copa do Mundo costuma transformar a rotina de muitas famílias brasileiras. Reuniões em casa para assistir aos jogos, encontros com amigos e momentos de confraternização tornam a organização do ambiente ainda mais importante para garantir conforto, praticidade e uma boa experiência durante as partidas.

Mais do que decoração temática, preparar a casa para a Copa envolve pensar em circulação, funcionalidade e soluções simples que facilitem o momento de receber. Confira algumas dicas que a Multicoisas separou:


1. Organize o espaço da sala para acomodar melhor os convidados

Antes dos jogos, vale repensar a disposição de móveis e objetos para melhorar a circulação. Afastar mesas de centro, reorganizar cadeiras e liberar áreas de passagem ajuda a acomodar mais pessoas com conforto.


2. Crie uma estação de petiscos e bebidas

Separar um cantinho específico para snacks, pratos, copos e bebidas evita trânsito excessivo na cozinha e facilita o acesso dos convidados. Bandejas, organizadores e suportes ajudam a deixar tudo mais funcional.


3. Aposte em utensílios práticos para servir

Recipientes organizadores, bowls, garrafas térmicas e utensílios compactos facilitam o serviço e ajudam a manter a organização durante toda a partida.


4. Deixe cabos e eletrônicos organizados

Televisão, soundbar, videogame ou caixas de som costumam concentrar muitos fios. Organizadores de cabos e extensões ajudam a evitar bagunça visual e acidentes.


5. Revise iluminação e ventilação

Garantir boa iluminação e circulação de ar faz diferença, especialmente em encontros com muitas pessoas. Vale revisar ventiladores, ar-condicionado e até posicionamento de luminárias.


6. Prepare um espaço extra para itens pessoais

Separar um local para bolsas, casacos e objetos dos convidados evita acúmulo sobre sofás e cadeiras. Ganchos, caixas organizadoras e suportes podem ajudar.


7. Faça um checklist rápido antes dos jogos

Itens básicos como pilhas para controles, extensões, carregadores, guardanapos, abridores e utensílios de apoio costumam ser esquecidos e fazem diferença na hora.

Com pequenos ajustes, é possível transformar a casa em um ambiente mais funcional e confortável para aproveitar os jogos com mais praticidade e menos preocupação.

 

Multicoisas


Inteligência Artificial, automação e casas conectadas impulsionam nova fase da rotina doméstica no Brasil

 Com o avanço do mercado de smart homes, a tecnologia passa a atuar de forma integrada na gestão das casas brasileiras

 

A evolução das casas conectadas está transformando a relação dos consumidores com a rotina doméstica. A nova geração de tecnologias residenciais passa a operar de forma integrada, automatizando tarefas, adaptando comportamentos e reduzindo a necessidade de intervenção manual no dia a dia. Nesse cenário, a Roborock, empresa global especializada em soluções inteligentes de limpeza e automação doméstica, aposta na inteligência artificial e na robótica aplicada à rotina como pilares para impulsionar a evolução das smart homes no Brasil. 

O movimento acompanha o crescimento acelerado do mercado de casas inteligentes no país. Segundo relatório da IMARC, o setor movimentou USD 2,68 bilhões em 2025 e deve ultrapassar USD 6,68 bilhões até 2033, impulsionado pela expansão da automação residencial e pela busca crescente por praticidade, conectividade e eficiência em casa. Paralelamente, o uso de sistemas inteligentes se torna cada vez mais presente na rotina.Dados do Zipdo Education Report, por exemplo, apontam que 45% dos consumidores já preferem utilizar comandos de voz em suas casas inteligentes, enquanto 57% utilizam esse tipo de tecnologia diariamente. 

“Existe uma mudança clara na forma como os consumidores enxergam a tecnologia em casa. O foco deixou de ser apenas conectividade e passou a ser autonomia inteligente”, afirma Santiago Lian, Diretor Comercial da Roborock. “Hoje, o usuário procura soluções capazes de compreender o ambiente, se adaptar à rotina e operar de maneira quase invisível, reduzindo fricções e liberando tempo para atividades mais relevantes do dia a dia.” 

Fundada em 2014, em Pequim, a Roborock está presente em mais de 170 países e regiões e atende atualmente mais de 22 milhões de residências ao redor do mundo. A companhia atua no desenvolvimento de soluções inteligentes que integram robótica avançada, inteligência artificial e experiência do usuário para ampliar a automação na casa conectada. 

Segundo a empresa, a transformação do setor passa diretamente pelo avanço da inteligência artificial integrada nos dispositivos domésticos. Tecnologias de navegação inteligente, mapeamento em tempo real e reconhecimento de ambientes permitem que os equipamentos deixem de executar apenas comandos programados para atuar de forma dinâmica e adaptativa. “No passado, a automação doméstica funcionava majoritariamente por repetição de tarefas. Agora, entramos em uma fase em que os sistemas conseguem interpretar contextos, identificar padrões e tomar decisões operacionais automaticamente”, explica Santiago. 

Entre os recursos que vêm impulsionando essa evolução estão sistemas de navegação LiDAR, sensores de reconhecimento espacial e algoritmos de inteligência artificial capazes de criar mapas tridimensionais dos ambientes, identificar obstáculos em tempo real e otimizar trajetos de forma autônoma. A integração com aplicativos e assistentes de voz também amplia a personalização da experiência, permitindo controle remoto, criação de rotinas automatizadas e gerenciamento inteligente das tarefas domésticas. 

A tendência acompanha uma mudança de comportamento do consumidor brasileiro, que passa a enxergar a automação residencial como uma ferramenta de conveniência e otimização do tempo. “O mercado brasileiro ainda está em um processo importante de amadurecimento da categoria, principalmente na compreensão do que realmente significa automação inteligente na rotina doméstica. Existe uma diferença grande entre dispositivos que apenas executam funções básicas e soluções que efetivamente utilizam inteligência artificial, mapeamento avançado e adaptação dinâmica para operar de forma autônoma”, finaliza o executivo. 

Para a Roborock, o avanço da categoria deve ampliar a presença de tecnologias inteligentes em diferentes perfis de residência nos próximos anos, impulsionando um ecossistema cada vez mais conectado em casa. O consumidor busca praticidade, eficiência e integração, e a tecnologia passa a cumprir justamente esse papel ao funcionar em segundo plano para tornar o cotidiano funcional e inteligente. 



Roborock
roborock@wearesmart.com.br


sábado, 6 de junho de 2026

Você já ouviu falar do “Chip da Beleza”? Entenda os perigos desse nome para o tratamento

Unsplash
Médico especialista em saúde da mulher alerta que o nome “Chip da Beleza”, apesar de popular, é incorreto e leva a erros no uso do tratamento

 

Desde o início dos anos 2000, quando a apresentadora Hebe Camargo, ao ser questionada sobre como permanecia linda, comentou que usava um “Chip da Beleza”, o nome pegou. Você, inclusive, já deve ter ouvido falar dele por aí, não é mesmo?  

Contudo, a verdade, segundo o Dr. Luiz Augusto Junior, médico especialista na saúde da mulher, é que não existe um “Chip da Beleza” - o tratamento citado por Hebe não é um chip, e nem deve ser usado para fins estéticos.  

Entenda mais a seguir:

 

O que é o “Chip da beleza”? 

Ele é, na verdade, uma forma de reposição hormonal. “Não existe chip da beleza. O que existe é um implante hormonal, um pequeno dispositivo colocado no tecido subcutâneo, abaixo da pele, que funciona como um instrumento de liberação de medicamentos. Ele libera contínua, previsível e sustentada aquilo que o médico quer que a paciente receba por determinado período”, explica o Dr. Luiz.  

Assim, essa é apenas uma forma diferente e com um controle mais simplificado de fazer a já conhecida reposição hormonal, realizada especialmente por mulheres na fase da menopausa, quando a produção de alguns hormônios pelo organismo feminino cai bastante.  

Quando o tratamento é individualizado e a paciente recebe um implante com os medicamentos e hormônios certos nas doses corretas, é possível vencer diversos desafios e sintomas da menopausa, como os calores (fogachos), o ressecamento vaginal, a qualidade do sono alterada e o risco de osteoporose. 

 

Quando ele deve ou não ser utilizado? 

O implante hormonal foi criado para tratar de patologias ginecológicas. Contudo, com o tempo e, especialmente influenciadas pela fala de Hebe sobre o “Chip da Beleza”, muitas mulheres passaram a usá-lo apenas para fins estéticos. Todavia, isso não é nada recomendável.  

“Nós não utilizamos hormônios para deixar uma mulher mais bonita, nós os utilizamos para tratar sintomas e corrigir deficiências, para melhorar a saúde e a qualidade de vida. A melhora estética pode acontecer? Com certeza! Mas ela vem como consequência quando a mulher dorme melhor, treina melhor, tem mais energia, autoestima e volta a cuidar do seu corpo”, comenta o especialista.  

Além disso, é importante ressaltar que, assim como em outras formas de reposição hormonal, o implante também pode ter contra indicações para certas pessoas, uma vez que isso não é definido pela via do tratamento, e sim pelos hormônios usados e suas doses. Por isso mesmo, é importante que sua indicação seja feita sempre por um médico especialista e com informações o suficiente sobre você para fazer uma decisão acertada para o tratamento.  

O uso indiscriminado dos implantes hormonais pode trazer diversas consequências, como aumento do colesterol ruim, diminuição do colesterol bom, aumento da resistência à insulina e risco elevado de trombose e infarto, além de virilização nas mulheres, com crescimento de pelos, engrossamento da voz e aumento do clitóris.


Dr. Luiz Augusto Júnior - médico especializado na saúde da mulher, com foco em menopausa, equilíbrio hormonal e medicina integrativa. Formado pela Unoeste e com múltiplas pós-graduações, atua com uma visão que integra estilo de vida, nutrição, sono e saúde emocional. Fundador do Instituto Amare, Luiz se dedica a um cuidado humanizado e transformador, guiado por propósito e atualização constante. Acompanhe mais sobre seu trabalho: @institutoamarepp | @dr.luizaugustojunior


Alternativas ao PMMA em procedimentos estéticos mostram-se mais seguras e eficazes

 

TrendsetterImages

Aplicação de ácido hialurônico para preenchimento, combinada com bioestimuladores de colágeno, proporciona bons resultados com maior segurança aos pacientes

 

O PMMA (polimetilmetacrilato) como substância preenchedora em procedimentos estéticos ou reparadores está proibido em todo o Brasil. De acordo com a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), publicada no Diário Oficial da União, a única exceção é para tratamento de lipodistrofia em pacientes com HIV/Aids, a partir de critérios rigorosos do Ministério da Saúde. Referência nacional e internacional em medicina estética, Vanessa Penteado reforça que bons resultados devem sempre estar associados à segurança do paciente. Segundo a especialista, a aplicação de ácido hialurônico combinada com bioestimuladores de colágeno se destaca como recurso que agrega benefícios, eficácia e segurança em procedimentos estéticos.

O PMMA é matéria-prima para lentes de contato, cimento ortopédico e implantes de esôfago. O componente plástico com uso restrito, como destaca a médica especialista em estética Vanessa Penteado, não é absorvido pelo organismo. Por esta razão e diante de um grande número de ocorrências que resultaram em morte de pacientes, o Conselho Federal de Medicina proibiu a utilização do produto para fins estéticos.

De acordo com o CFM, a única exceção envolve tratamentos de lipodistrofia com perda de grande quantidade de gordura decorrente do uso de medicamentos antirretrovirais, como ocorre em pacientes com HIV/Aids. Mesmo assim, o procedimento deve ser realizado em unidades de alta complexidade credenciadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e em conformidade com protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas do Ministério da Saúde.

Antes de se decidir pela realização de um procedimento estético, Vanessa Penteado ressalta que a primeira preocupação que todo paciente deve ter é a busca por profissionais capacitados e clínicas habilitadas para a realização de quaisquer intervenções.

Como recurso preenchedor em procedimentos estéticos, a especialista realiza a aplicação de ácido hialurônico. “Este procedimento é muito eficiente para repor o volume perdido em regiões como maçãs do rosto, lábios e para corrigir olheiras”, diz. Segundo Vanessa, também é possível suavizar sulcos, como o chamado bigode chinês, com resultados imediatos.

A médica especialista em estética combina a aplicação de ácido hialurônico com bioestimuladores de colágeno, que agem provocando uma resposta inflamatória controlada para ativar fibroblastos, aumentando a firmeza e a textura da pele.

Todas as intervenções estéticas, ressalta, levam em conta necessidades individuais, avaliações, critérios e cuidados. “O acompanhamento médico, a partir do primeiro atendimento, é fundamental para o sucesso do procedimento e a segurança do paciente em todas as etapas”, conclui Vanessa Penteado.

 

A estação do colágeno: por que o inverno é o momento mais indicado para estimular a firmeza da pele

“O inverno oferece uma janela biológica ideal para a ação dos bioestimuladores”, afirma a Dra. Gina Matzenbacher

 

Existe uma razão técnica — e cada vez mais estratégica — para quem escolhe iniciar tratamentos estéticos no inverno: essa é a estação em que a pele responde melhor. As temperaturas mais amenas, a menor incidência de radiação ultravioleta e a ausência de suor excessivo criam um ambiente favorável à regeneração celular e à ação dos bioestimuladores de colágeno, que dependem justamente de condições biológicas estáveis para atuarem de forma progressiva e segura.

"O inverno oferece uma janela biológica ideal para a ação dos bioestimuladores, já que há menos interferência externa e mais conforto no pós-procedimento", explica a Dra. Gina Matzenbacher.

A ciência comprova que, a partir dos 30 anos, o organismo passa a perder cerca de 1% de colágeno ao ano. Essa redução compromete não apenas o rosto, mas também regiões como abdômen, braços e coxas — áreas onde a flacidez tende a se intensificar após variações de peso ou gestações. Por isso, investir em tratamentos que estimulam a produção natural de colágeno é uma forma eficaz de restaurar a firmeza cutânea e prevenir intervenções mais invasivas no futuro. E quando essa escolha é feita no inverno, os benefícios se multiplicam.

A baixa exposição solar reduz o risco de hiperpigmentações pós-procedimento, já que a radiação UV é uma das principais responsáveis por manchas e pela degradação precoce das fibras de colágeno recém-formadas. O frio também contribui para uma recuperação mais confortável, com menos inchaço, menor resposta inflamatória e possibilidade de uso de roupas compressivas ou cuidados prolongados sem desconforto. O ambiente seco e o metabolismo cutâneo mais lento favorecem ainda a durabilidade dos ativos, evitando que o calor excessivo acelere sua absorção ou eliminação precoce.

Entre os principais ativos utilizados nesse tipo de tratamento está o Hidroxiapatita de Cálcio, que apresenta ótimos resultados quando aplicado em pontos anatômicos estratégicos. No entanto, protocolos mais recentes têm adotado também a Policaprolactona (PCL), presente na técnica Harmonize Gold, que utiliza microcânulas para aplicação em camadas profundas da pele. Ambas as substâncias têm respaldo científico e funcionam com estímulo gradual à produção de colágeno tipo I, promovendo firmeza e definição de maneira progressiva.

"A Harmonize Gold é uma técnica moderna e precisa, que respeita a anatomia e potencializa a firmeza de forma natural", reforça a Dra. Gina Matzenbacher.

Estudos publicados em periódicos como o Journal of Drugs in Dermatology e o Journal of Cosmetic and Laser Therapy indicam que a PCL pode aumentar em até 66% a densidade de colágeno na pele, com efeitos clínicos visíveis a partir da 12ª semana. Os resultados seguem em evolução por até 18 meses — podendo ultrapassar dois anos em pacientes com metabolismo mais lento — e apresentam taxas de satisfação acima de 90%, segundo ensaios clínicos multicêntricos.

Mais do que uma intervenção estética, a aplicação de bioestimuladores no inverno é uma decisão estratégica. O paciente ganha tempo de recuperação em sigilo, evita os riscos típicos do verão e chega às estações mais quentes com a pele visivelmente mais firme, elástica e uniforme. Técnicas como a Harmonize Gold entregam resultados naturais e sustentáveis — respeitando a anatomia individual e a resposta fisiológica da pele. 

Planejar tratamentos com base no ciclo da pele e nas condições ambientais é uma forma inteligente de antecipar resultados e reduzir riscos. O inverno não é apenas mais seguro — é mais eficaz. E quem entende o tempo da pele, escolhe o momento certo para cuidar dela.


Dia Mundial do Running: os benefícios da corrida para o corpo e a mente — e dicas de como começar

 

Herbalife Divulgação

No Dia Mundial do Running, celebrado em 7 de junho, médico do esporte reforça como a corrida pode apoiar a saúde e o que considerar antes de começar

 

A corrida ganhou espaço na rotina de quem busca mais saúde, disposição e qualidade de vida. E não é por acaso. Além de ser uma atividade acessível e prática, ela está associada a benefícios que vão do condicionamento cardiovascular ao bem-estar mental. 

Pesquisa publicada no Journal of the American College of Cardiology observou que correr, mesmo por apenas 5 a 10 minutos por dia e em baixa velocidade, esteve associado à redução do risco de morte por todas as causas e por doenças cardiovasculares. 

De acordo com o médico do esporte Carlos Ulloa, membro do Conselho Consultivo de Nutrição da Herbalife, a corrida também pode trazer ganhos para a mente. “Além de ajudar a melhorar a capacidade cardiorrespiratória, fortalecer músculos e articulações, a corrida também está associada à liberação de substâncias relacionadas à sensação de bem-estar e prazer, contribuindo para um sono melhor”, explica. 

Além disso, trabalhos científicos, como a revisão de estudos publicada no International Journal of Environmental Research and Public Health, reforçam que a corrida está associada a efeitos positivos, especialmente na redução de sintomas relacionados à depressão e à ansiedade.

Mas, para aproveitar esses benefícios, não basta achar que é preciso começar correndo longas distâncias. Segundo o médico do esporte, é preciso que se faça uma adaptação gradual para evitar desconfortos e reduzir o risco de lesões. 

Confira algumas dicas do especialista para iniciar na corrida de forma mais confortável e segura:


Comece alternando caminhada e corrida

Para iniciantes, uma das estratégias mais indicadas é alternar pequenos períodos de corrida com caminhada. Isso ajuda o corpo a ganhar resistência progressivamente e reduz a sobrecarga muscular.

“Não existe necessidade de começar correndo rápido ou longas distâncias. O mais importante no início é criar consistência e respeitar os limites do corpo”, orienta Ulloa.

Uma forma prática de começar é fazer treinos de 20 a 30 minutos alternando 1 minuto de corrida leve com 2 minutos de caminhada em ritmo acelerado. A recomendação é repetir esse ciclo ao longo do treino, sem preocupação com velocidade ou distância.

Depois de algumas semanas, conforme o corpo se adapta, é possível evoluir gradualmente para 2 minutos correndo e 2 caminhando, depois 3 minutos correndo e 1 caminhando, até conseguir correr continuamente de maneira confortável.

Outro ponto importante é manter um ritmo em que ainda seja possível conversar durante a corrida, sem sensação intensa de falta de ar. Isso ajuda a evitar exageros no começo e torna a adaptação mais confortável e sustentável.


Respeite o tempo de recuperação

O descanso faz parte da adaptação física. Especialmente no começo, dias de pausa entre os treinos ajudam músculos e articulações a se recuperarem adequadamente.


Alimente-se e hidrate-se de forma equilibrada

A hidratação adequada é importante antes, durante e depois da corrida, principalmente em dias mais quentes. Além disso, carboidratos ajudam a fornecer energia para o exercício, enquanto proteínas contribuem para a recuperação muscular após a atividade.


Não compare seu ritmo com o de outras pessoas

Cada pessoa tem um condicionamento físico, histórico esportivo e ritmo de evolução diferente. Comparações podem gerar frustração e até excesso de esforço.


Fortaleça os músculos

O treino de musculação precisa estar na rotina de quem corre, pois são os músculos que absorvem o impacto das passadas evitando danos articulares. “Hoje sabe-se que pessoas com o ‘core’ fortalecido – região central do corpo, que envolve coxas, glúteos e abdômen — têm menos chances de lesão”, entrega Ulloa.


Valorize a regularidade

Mais importante do que intensidade no começo é manter frequência. Corridas leves e consistentes tendem a trazer melhores resultados no longo prazo do que treinos intensos esporádicos.


Herbalife
www.Herbalife.com


Saúde capilar começa pela escova: especialista explica tudo o que você precisa saber e que ainda não te contaram sobre o tema

 


Mais do que desembaraçar, a escovação diária pode transformar a aparência dos fios e o segredo está no jeito certo de fazer


Se escovar o cabelo ainda é só um hábito automático na sua rotina, pode ser hora de ressignificar esse momento. A verdade é que esse gesto simples, quando feito com carinho e de forma intencional (e com a escova certa), tem o poder de deixar os fios mais brilhantes, fortes e equilibrados. Em outras palavras: ela garantirá a saúde e integridade dos fios por completo.

A escovação regular distribui a oleosidade natural da raiz até as pontas, reduz o frizz, ativa a circulação do couro cabeludo e previne a quebra. Tudo isso sem demandar tempo extra ou passos mirabolantes. “Muitas pessoas veem a escovação apenas como uma forma de desembaraçar os fios, mas ela vai muito além disso. Quando realizada com a escova adequada, ela cuida da saúde do fio de forma profunda, respeitando a individualidade de cada cabelo”, explica Rogério Sartini, CEO e hair expert da Tangle Teezer Brasil.

Abaixo, o especialista traz um ritual com 4 dicas infalíveis para quem precisa - para ontem - começar a realizar a escovação do jeito certo:


Comece pelas pontas: Nada de ir da raiz direto para baixo. Pode parecer um detalhe, mas a ordem da escovação faz toda a diferença na saúde dos fios. Quando a escova é passada da raiz até as pontas de uma vez, corre o risco de acumular nós no meio do caminho e forçar o fio até ele se romper. Dito isso, o ideal é começar devagar, pelas pontas, desfazendo os nós com delicadeza, e só então ir subindo aos poucos até a raiz. “Esse cuidado evita a quebra, reduz a formação de frizz e deixa o cabelo mais alinhado", explica.


Fios molhados exigem cuidado redobrado: O cabelo, quando está molhado, fica mais sensível e elástico, e consequentemente, mais propenso à quebra. Sendo assim, para proteger a fibra capilar, aposte no uso de um leave-in ou creme de pentear, que ajudam a criar uma camada de proteção e facilitam o deslizar da escova. “E aqui vai um segredo de expert: escolha escovas desenvolvidas especialmente para uso em cabelos úmidos, com cerdas flexíveis que evita a tração excessiva. Seu cabelo agradece com mais maciez, menos frizz e muito mais saúde no dia a dia", afirma Rogério.


A escova ideal faz toda a diferença: Existem modelos específicos para cabelos finos, grossos, cacheados, lisos, crespos ou quimicamente tratados. Uma escova muito rígida, por exemplo, pode causar tração excessiva e quebra em cabelos mais delicados, enquanto cerdas muito macias podem não ser eficazes em fios mais densos. Por isso, o especialista reforça que é importante respeitar a textura natural do cabelo e apostar em uma versão que seja mais indicada para ela.


Massageie o couro cabeludo: A escovação pode (e deve!) ser também um momento de relaxamento e conexão. “Ao fazer movimentos suaves na raiz, você ativa a microcirculação do couro cabeludo, o que estimula o crescimento saudável dos fios e melhora a absorção de nutrientes. Além disso, esse toque extra ainda ajuda a aliviar a tensão do dia a dia, quase como um mini spa capilar caseiro", finaliza.

 

Rogério Sartini - CEO e Diretor Criativo da Tangle Teezer Brasil. Com mais de 25 anos de expertise no segmento capilar, fez parte da equipe de educação e direção artística no renomado Vidal Sassoon, teve seus próprios espaços na Inglaterra e esteve presente nas semanas de moda de Londres, Paris, Barcelona e Milão, assinando a beleza de diversas marcas. Há 12 anos trouxe para o Brasil a marca inglesa Tangle Teezer e de lá para cá busca cada vez mais disseminar informações sobre saúde capilar, técnicas de escovação, produtos e seus benefícios.

 

 

Unhas fracas e quebradiças podem indicar alterações nutricionais, hábitos inadequados ou doenças sistêmicas

SBD-RS orienta sobre cuidados com as unhas e alerta para os riscos da automedicação e do uso excessivo de produtos químicos 

 

Unhas fracas, quebradiças, descamativas ou com alterações na superfície podem parecer apenas um problema estético, mas também podem estar relacionadas a fatores nutricionais, hábitos inadequados, contato frequente com produtos químicos ou condições sistêmicas que precisam de avaliação médica. A Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS) alerta que mudanças persistentes nas unhas devem ser investigadas por um dermatologista, especialmente quando há fragilidade intensa, dor, inflamação, deformidades ou piora progressiva. 

De acordo com a delegada da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS), Dra. Vanessa Santos Cunha, nem toda unha fraca é sinal de falta de vitaminas, mas essa possibilidade deve ser considerada dentro de uma avaliação individualizada. Segundo a médica, algumas pessoas têm unhas naturalmente mais finas e frágeis por predisposição genética, assim como ocorre com os cabelos. Em outros casos, a fragilidade pode estar associada à baixa ingestão de proteínas, restrições alimentares ou deficiências de nutrientes como ferro, vitamina B12, vitamina D, zinco e silício. 

“Unhas fracas podem ter relação com a dieta e com algumas deficiências nutricionais, mas também podem ocorrer por fatores genéticos, doenças sistêmicas ou agressões externas. Por isso, não é indicado iniciar suplementação por conta própria. O ideal é investigar a causa para que a orientação seja adequada a cada pessoa”, explica. 

Entre as alterações mais comuns estão a onicosquizia, quando a unha descama em camadas, e a onicorrexe, caracterizada por fissuras ou estrias longitudinais. Essas manifestações podem estar ligadas ao envelhecimento, à exposição repetida à água, ao uso frequente de detergentes e produtos de limpeza, à retirada excessiva de cutículas e ao uso contínuo de esmaltes, removedores ou procedimentos que enfraquecem a lâmina ungueal. Profissionais que mantêm as mãos úmidas por longos períodos ou lidam com substâncias químicas sem o uso de luvas também podem apresentar maior risco. 

A especialista chama atenção para o uso de bases fortalecedoras sem orientação. Embora alguns produtos possam auxiliar em situações específicas, eles nem sempre são suficientes para tratar a causa do problema. Além disso, formulações à base de formol podem endurecer temporariamente a unha, mas também deixá-la mais quebradiça e aumentar o risco de irritações e alergias. O uso de esmaltes hipoalergênicos, com menor presença de substâncias associadas a reações alérgicas, pode ser uma alternativa para pessoas sensíveis, mas não substitui a avaliação dermatológica quando há alteração persistente. 

Outro cuidado importante está relacionado à cutícula. A SBD-RS orienta evitar a remoção profunda, já que essa estrutura funciona como uma barreira de proteção da matriz ungueal. Quando retirada de forma excessiva, há maior risco de entrada de bactérias, fungos e agentes químicos, o que pode favorecer infecções, inflamações e deformidades na unha. Em salões de beleza, a recomendação é apenas empurrar delicadamente ou remover o excesso, além de observar a higienização dos instrumentos e dar preferência a produtos mais seguros para peles sensíveis. 

A investigação médica pode incluir avaliação clínica, análise dos hábitos de cuidado, revisão da dieta e, quando necessário, exames laboratoriais para verificar possíveis deficiências nutricionais ou doenças associadas, como alterações da tireoide, diabetes e outras condições que podem se manifestar nas unhas. A automedicação com vitaminas, fórmulas manipuladas ou suplementos deve ser evitada, pois o excesso de determinados nutrientes também pode causar efeitos indesejados. 

A SBD-RS reforça que cuidar das unhas vai além da estética. Alterações persistentes, fragilidade acentuada ou mudanças de cor, espessura, formato e crescimento devem ser avaliadas por um médico dermatologista, profissional habilitado para diagnosticar e tratar doenças da pele, cabelos e unhas. Em casos de suspeita, procure um médico dermatologista. Os profissionais habilitados podem ser conferidos no site www.sbdrs.org.br

 


Marcelo Matusiak


Skincare inspira nova geração de haircare e redefine o cuidado com os fios

 

Divulgação

Avanço do setor de beleza no Brasil acompanha mudança no comportamento do consumidor, impulsionando inovação, ciência e novas abordagens no cuidado com os cabelos.

 

O mercado de beleza brasileiro vive um momento de forte expansão e relevância global. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), ele representa cerca de 2% do PIB nacional, posicionando o Brasil como o terceiro maior consumidor de beleza do mundo. Em 2025, o segmento ultrapassou pela primeira vez US$ 1 bilhão em exportações, com crescimento de 20,1% em relação ao ano anterior, o melhor desempenho em quase três décadas. 

Dentro desse cenário, a categoria capilar se destaca como principal motor de progresso. Itens para cabelos lideraram as exportações, somando US$ 301 milhões e registrando alta de 29,8%, reforçando não apenas a relevância, mas também a expertise brasileira na criação de tratamentos cada vez mais especializados. 

Esse avanço reflete uma mudança estrutural no comportamento do consumidor e na forma como a rotina capilar é percebida. Dados do WGSN Beauty Forecast 2026 indicam que em 2028/29, os consumidores buscarão soluções sob medida, com diferencial baseado em ecossistemas capazes de integrar função, cultura e emoção. 

Um dos principais vetores dessa transformação é a aproximação entre haircare e skincare. Ingredientes como antioxidantes, probióticos e ativos botânicos de alta eficácia passam a atuar não apenas na fibra, mas na origem dos problemas, promovendo a saúde do couro cabeludo e a prevenção de danos a longo prazo. Assim, o chamado “scalp care” cresce acima da média, consolidando-se como uma das frentes mais inovadoras do setor. 

Essa dinâmica já é consolidada em algumas regiões do mundo e começa a ganhar força no Brasil. Segundo o cosmetólogo e educador internacional da Keune Haircosmetics, Pedro Guimarães, “na Ásia, o couro cabeludo é tratado como extensão da pele há bastante tempo. No Ocidente, estamos começando a amadurecer esse olhar”.
 

A resposta da indústria: a reformulação da principal linha de tratamento da Keune Haircosmetics 

Esse novo cenário já se reflete nas estratégias da Keune Haircosmetics, que exemplifica como essa evolução vem sendo incorporada ao portfólio, com foco em ciência, inovação e eficácia. 

A marca reformulou sua principal linha de tratamento, a Keune Care, incorporando ativos amplamente utilizados no skincare. Entre os destaques estão a Immortelle, extrato com propriedades antioxidantes, o extrato de orquídea, conhecido por sua ação nutritiva e revitalizante e a centella asiática, presente na linha Long & Strong que se posiciona como um dos principais focos da marca, ao adotar uma abordagem híbrida que combina tratamento da raiz com cuidado da extensão dos fios. 

As novidades são resultado de um processo estruturado de estudos, conduzido ao longo de aproximadamente 5 anos, envolvendo testes rigorosos e a aplicação de tecnologias avançadas, que resultaram em 48 produtos totalmente reformulados. 

“No laboratório, combinamos fórmulas inovadoras e testes para criar o que chamamos de ‘next generation haircare’. Nosso foco em performance, sustentabilidade e experiência sensorial orientou todo o processo”, afirma Ewa Grygorowicz, Diretora Global de Inovação e Pesquisa da Keune Haircosmetics.
 

Durante o processo, cientistas da empresa participaram de congressos internacionais na Ásia, ampliando o repertório científico aplicado à saúde dos fios e incorporando referências de regiões onde o cuidado com o couro cabeludo já é mais consolidado. 

Essa evolução também se estende à experiência sensorial do consumidor. As fragrâncias foram desenvolvidas para transformar o momento de lavar os cabelos, tanto no lavatório do salão quanto em casa, em um ritual mais envolvente. Criadas por perfumistas responsáveis por composições de grandes maisons como Prada e Yves Saint Laurent, elas evocam paisagens naturais e ampliam a percepção de cuidado e bem-estar durante o uso. 

“Muitos dos componentes que utilizamos já estão presentes no skincare de alta performance, o que reforça a conexão entre as categorias. Paralelamente, buscamos elevar a jornada do consumidor com assinaturas olfativas que tornam o cuidado mais sofisticado”, explica Marcelo Raskin, CEO da Keune Haircosmetics no Brasil. 

A reformulação da linha Keune Care reflete a adaptação da indústria a um cenário em que o cuidado capilar passa a integrar bem-estar, prevenção e resultados de longo prazo como fatores centrais.
 

www.keune.com.br

 


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