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sexta-feira, 8 de maio de 2026

CARTAS PARA UM TEMPO QUE NÃO É AGORA, ESPETÁCULO INÉDITO DO NÚCLEO BARTOLOMEU DE DEPOIMENTOS, ESTREIA EM FORMATO DE "PEÇA-PODCAST” COM 24 PERSONALIDADES CONVIDADAS

Luaa Gabanini e Eugênio Lima Foto: Sérgio Silva 


Obra foi desenvolvida ao longo do processo de ocupação do grupo no Instituto Capobianco; a temporada vai de 8 de maio a 28 de junho   

 

 

O espetáculo inédito ‘Cartas para um Tempo que Não é Agora’, desenvolvido ao longo do processo de ocupação do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, no Instituto Capobianco, estreia no dia 08 de maio.

 

A obra, apresentada em formato de “peça-podcast”, nasce de um olhar sobre os quase 26 anos de pesquisa continuada do grupo e do material gerado ao longo de sua trajetória. Em 24 encontros, o espetáculo contará com a participação de nomes de diversas áreas da cultura e das artes como o escritor Marcelino Freire, a cantora Ellen Oléria, a dramaturga Ave Terrena, o ator Celso Frateschi, a atriz Sandra Nanaya, a jornalista Bianca Santana e o rapper Xis, que serão entrevistados e apresentarão sua “Carta para um tempo que não é agora” encomendada previamente pelo Núcleo Bartolomeu e que será lida ou performada durante o espetáculo. Um detalhe importante é que os nomes dos convidados não serão divulgados previamente, sendo revelados apenas no momento de início de cada espetáculo.

 

A temporada de “Cartas para um Tempo que Não é Agora” segue até 28 de junho, encerrando a residência artística do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, no Instituto Capobianco. A programação conta ainda com dois ensaios abertos e gratuitos, nos dias 1 e 2 de maio, além das atividades formativas como oficinas, rodas de conversa, mostra de filmes e o ZAP! SLAM.


 Cartas para um tempo que não é agora 

Algo como..

Uma espécie de ...

ponto de encontro

que atiça escuta

que aguça a vista

dispositivo

plataforma

café no meio da tarde da lida da vida

que se desdobra 

onde pessoas se abordam 

onde pessoas discorrem 

sobre elas

sobre outres

sobre história

onde inquietudes acordam

desfiam assuntos

desfolham memórias

campo vasto que atravessa fronteiras

que as borram

gente cruzando gente 

gente trocando ideia

papo milgrau 

material e matéria 

é notícia urgente

é comédia, 

educação e tragédia

é sobre vida

impactando olhos e ouvidos 

uma dança dos olhos

uma dança da carne e ossos

um abraço sem plágio

uma trepada sem tela

corpos-humanidade sem tanta gangrena

olhares que se atravessam 

escuta posta na mesa

Algo como pedaços mosaicos recortes vislumbres fragmentos trechos lembranças pílulas frames fotogramas imagens samples e tudo que fala de partes ....

  

Café Capô 

No subsolo do Instituto Capobianco, o público encontra no Café Capô, um espaço em diálogo direto com o teatro. Seu funcionamento não é circunstancial, mas parte de uma proposta: ampliar a experiência teatral para além da sala. 

O espaço foi estruturado para estimular a permanência do público antes e depois dos espetáculos, criando um ambiente em que a chegada se prolonga e a saída se transforma em oportunidade de convivência. A iniciativa reflete um posicionamento cultural do Instituto voltado à valorização do encontro e da troca entre pessoas que fazem e vivem do teatro. O Café Capô oferece um ambiente que reúne público, artistas e equipe, incentivando o diálogo e a continuidade da experiência cênica. 

A cozinha é operada por Dasturca, que apresenta um cardápio com comida de afeto, ancorada em aconchego, herança e memória. Mais do que uma oferta gastronômica, trata-se de uma extensão sensorial da experiência proposta pelo Instituto: assim como o teatro mobiliza afetos, a comida também se realiza como linguagem, no tempo presente e no encontro. 

 

Sobre o Instituto Capobianco 

 

Localizado na região central da cidade de São Paulo, o Instituto Capobianco desenvolve um incansável trabalho de estímulo e fomento ao teatro e às artes, com ênfase em projetos artísticos voltados ao desenvolvimento de linguagem, e capazes de projetar olhares e pensamentos plurais sobre a contemporaneidade. Com ação continuada neste campo, o Instituto atua como uma incubadora de processos de criação, acessível a todos os públicos, tendo participado como incentivador do trabalho de diversos artistas e grupos teatrais brasileiros ao longo de sua trajetória.

 

Em 2025, após um período de reestruturação, o espaço reabriu com uma proposta de Residência Artística, composta por atividades ininterruptas ao longo de 10 meses, com uma das companhias teatrais de maior significância no cenário teatral da cidade de São Paulo: a mundana companhia. agora, durante o primeiro semestre de 2026, a parceria com o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos reforça a vocação do Instituto em fomentar processos artísticos críticos, experimentais e profundamente conectados com os debates contemporâneos.  

 

Sobre o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos

 

Fundado em 2000, em São Paulo, o Núcleo Bartolomeu de Depoimentos é um coletivo pioneiro do teatro hip-hop no Brasil. Formado por um núcleo criativo central composto por Claudia Schapira, Eugênio Lima, Luaa Gabanini e Roberta Estrela D’Alva, o grupo desenvolve uma pesquisa continuada que articula oralidade, rap, slam e cultura urbana, expandindo as possibilidades estéticas e políticas da cena teatral contemporânea. 

 

Sinopse

Cartas para um tempo que não é agora é uma “peça-podcast” que nasce de uma inquietação, uma tentativa de dialogar no presente com inteligências que evoquem suas visões e perspectivas a partir de perguntas disparadoras sobre o tempo que nos toca viver. A cada noite, personalidades convidadas participam de uma entrevista atravessada por intervenções cênicas. 24 apresentações, 24 distintos encontros e fricções. 

 

FICHA TÉCNICA  


Concepção Geral, Roteiro e Direção: Núcleo Bartolomeu de Depoimentos (Claudia Schapira, Eugênio Lima, Luaa Gabanini e Roberta Estrela D’Alva)

Apresentação: Eugênio Lima e Luaa Gabanini

Samples Dramatúrgicos: Adeleke AjiyobiojoBertold Brecht, Bianca Santana, Carlos Drummond de Andrade, Célia Xakriabá, Chico Science e Nação Zumbi, Claudia Schapira, Frantz Fanon, Guimarães Rosa, Heiner Muller, Stevie Wonder, Walter Benjamin, Wally Salomão.

Assistência de Direção: Rafa Penteado

Vídeo: Vic Von Poser

Desenho de Luz: Matheus Brant

Desenho de Som: João de Souza Neto

Identidade Visual (Podcast): Murilo Thaveira

Costureira: Cleusa amaro da silva barbosa

Operação de vídeo: Vic Von Poser e Ricardo Kenji

Operação de luz: Filipe Batista (Pi)

Operação de som: João de Souza Neto e Clevinho de Souza

Cenotecnia: Wanderley Wagner

Produção Administrativa: Corpo Rastreado

Produção Executiva: Thais Cris

Assistente de Produção: Stefany de Oliveira

Coordenação das Redes Sociais: Jorge Ferreira

Fotos de Divulgação: Sérgio silva

FOTOS:

Fotos Cartas Fotógrafo Sérgio Silva

 

Serviço

"Cartas para um tempo que não é agora” - Peça-podcast

Temporada de 08 de maio a 28 de junho de 2026

Onde: Instituto Capobianco

R. Álvaro de Carvalho, 97 - Centro Histórico de São Paulo, São Paulo - SP, 

Telefone: (11) 3237.1187.

Sexta e sábado, 20h; domingo, 18h. R$30

 

Café Capô

Sextas, sábados e domingos

Abertura: 2 horas antes da apresentação

Encerramento: Sábados, 02h e Domingos, 00h

 

Bilheteria - Horário de funcionamento: 1 hora antes da apresentação

Classificação Indicativa: 12 anos

Duração: 90 minutos

Instagram: @institutocapobianco


Dois sucessos de bilheteria, O Pai e O Filho, ambos do autor francês Florian Zeller, voltam em cartaz ao mesmo tempo em São Paulo



Dirigidas por Léo Stefanini, as peças mergulham, a partir de diferentes perspectivas, na teia complexa das relações familiares 

 

Celebrado em todo o mundo, o premiado dramaturgo francês Florian Zeller teve nos últimos anos duas de suas peças dirigidas pelo brasileiro Léo Stefanini. E agora esses trabalhos de sucesso podem ser conferidos simultaneamente em São Paulo. O Pai ganha uma nova temporada de 22 de maio a 26 de junho no Teatro Renaissance; e O Filho, sucesso mundial montado nos 5 continentes, fica em cartaz de 6 de junho a 5 de julho no Teatro B32.

Estrelada por Fulvio Stefanini, que ganhou o prêmio Shell de melhor ator por este trabalho e comemora 71 anos de carreira, O Pai conta a história de André, um idoso de 80 anos, rabugento, mas extremamente divertido, que começa a enfrentar os efeitos do Mal de Alzheimer. 

Com a memória falhando, sua filha se vê diante de um dilema profundo: cuidar dele ou interná-lo em um asilo para seguir sua vida ao lado de um novo amor. A história se desenvolve com delicadeza, alternando momentos de humor e emoção, e tocando o público pela humanidade com que aborda as relações familiares. 

O espetáculo estreou em 2016 e já foi visto por mais de 200 mil pessoas em suas mais de 400 apresentações. E um dos destaques desta temporada é que o próprio diretor Léo Stefanini estará em cena ao lado de seu pai, Fulvio Stefanini, com seu irmão Fulvio Stefanini Filho. É a primeira vez que os três contracenam. O elenco ainda conta com Carol Gonzalez, Lara Córdula e Carol Mariottini. 

O Filho acompanha Nicolas, um adolescente de 16 anos que se sente perdido em um difícil processo de depressão. Filho de pais separados, ele deixa a casa da mãe para morar com o pai enquanto tenta reencontrar o sentido em sua vida. 

O texto provoca uma reflexão sobre as relações familiares, os mistérios insondáveis da mente e a depressão na adolescência, que tem aumentado exponencialmente nos últimos anos em todas as classes sociais. Nesta temporada, a atriz Maria Flor substitui Maria Ribeiro e o elenco ainda conta com Andreas Trotta, Gabriel Braga Nunes, Bruna Miglioranza, Marcio Marinello e Luciano Schwab.


O PAI

Ficha Técnica

Texto: Florian Zeller da Academia Francesa

Tradução: Carol Gonzalez e Lenita Aghetoni

Elenco: Fulvio Stefanini, Carol Gonzalez, Fulvio Stefanini Filho, Lara Córdula, Carol Mariottini e Leo Stefanini.

Direção: Léo Stefanini

Luz e som: Diego Cortez

Figurinos: Lelê Barbieri

Produção: Foco3 Produções Artísticas

Realização: Cora Produções Artísticas

Sinopse

Fulvio Stefanini interpreta André, um idoso de 80 anos, rabugento, mas muito simpático e divertido. Com sua cabeça começando a falhar, sua filha vive um dilema: cuidar de seu pai, ou interná-lo em um asilo e ir curtir a vida com seu novo namorado.

Serviço


O Pai, de Florian Zeller da Academia Francesa

Temporada: 22 de maio a 26 de junho de 2026

Sextas-feiras, às 21h30

Teatro Renaissance - Alameda Santos, 2233 - Jardim Paulista, São Paulo

Ingressos: R$150 (inteira) e R$75 (meia-entrada)

Vendas online em https://www.sampaingressos.com.br/o+pai+teatro+renaissance

Bilheteria: (11) 3069-2286 - sextas, sábados e domingos, das 14h até o início do espetáculo.

Duração: 70 minutos

Classificação: 12 anos

Capacidade: 432 lugares

Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida



O Filho


Ficha Técnica

Autor: Florian Zeller da Academia Francesa

Tradução: Carolina Gonzales

Elenco: Maria Flor, Gabriel Braga Nunes, Bruna Miglioranza, Andreas Trotta, Marcio Marinello e Luciano Schwab.

Direção Geral: Léo Stefanini.

Direção de Produção: Thiago Wenzler.

Trilha Sonora Original: Sérvulo Augusto.

Desenho de Luz: Cesar Pivetti.

Figurinos: Yakini Rodrigues (Kiki)

Camareira: Iara Margarida

Operação de Luz e Som: Vinicius Souza

Técnico de palco: Bruno Caraíba

Fotografia: Ronaldo Gutierrez.

Beleza: Gabriel Ruiz

 

Sinopse

Nicolas é um jovem de 16 anos, apresentando sinais de depressão. Sente-se perdido. Filho de pais separados, troca a casa da mãe (Maria Flor) pela do pai (Gabriel Braga Nunes). Na peça O FILHO, o dramaturgo francês Florian Zeller mergulha na teia complexa das relações familiares para refletir sobre os mistérios insondáveis da mente e o imenso desafio em tentar ajudar um jovem a reencontrar sentido na vida. 


Serviço

O Filho, de Florian Zeller da Academia Francesa

Temporada: 6 de junho a 5 de julho de 2026

Sábados, às 20h, e domingos, às 18h

Teatro B32 - R. Lício Nogueira, 92 - Itaim Bibi, São Paulo

Ingressos: de R$40 a R$150 (preços variam de acordo com o setor)

Vendas online em https://teatrob32.com.br/o-filho/

Capacidade: 518 lugares

Duração: 65 minutos

Classificação: 16 anos

Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida

 

ESTREIA NESTA SEMANA | TOY STORY AO INFINITO E ALÉM: A Exposição

 

                                                                 Créditos: Disney


VOCÊ DENTRO DO INCRÍVEL MUNDO DE TOY STORY: EXPOSIÇÃO IMERSIVA REVELA OS BASTIDORES DA PIXAR E O UNIVERSO DA FRANQUIA COMO NUNCA VISTO 

 

Com obras inéditas de grandes artistas brasileiros e ambientes que te transportam para dentro do filme, a mostra celebra os 30 anos de Toy Story em uma experiência sensorial e criativa inesquecível. 

A partir de 8 de maio, no Shopping Cidade São Paulo.

Ingressos estão disponíveis no site da Ticketmaster e na bilheteria oficial.


Celebrar três décadas de uma história que atravessa gerações e segue viva no imaginário coletivo é também revisitar memórias, afetos e descobertas que marcaram diferentes momentos da vida. É com esse espírito que TOY STORY AO INFINITO E ALÉM: A EXPOSIÇÃO chega a São Paulo, convidando o público a mergulhar em um universo onde passado e presente se encontram de forma sensível, lúdica e surpreendente. Em uma experiência que emociona e desperta o olhar, a mostra reúne materiais inéditos da Pixar Animation Studios e obras exclusivas assinadas por grandes artistas brasileiros, criando um diálogo potente entre nostalgia, criatividade e inovação.

Com produção e operação da Businessland, a exposição ocupa mais de 1.100 m² e propõe um percurso envolvente, capaz de transportar o visitante para dentro da história. Ao longo do trajeto, conteúdos raros como esboços, storyboards e testes iniciais de animação revelam os bastidores e o cuidado por trás de personagens que cresceram junto com o público, despertando lembranças e reconectando gerações. Em paralelo, a presença de artistas contemporâneos brasileiros amplia essa narrativa, trazendo novas camadas de interpretação por meio de obras inéditas criadas especialmente para o projeto.

Entre pinturas, esculturas, instalações, toy arts e peças de design, o visitante é convidado a enxergar esse universo por diferentes perspectivas, mais íntimas, mais sensoriais, mais profundas. Cada obra carrega não apenas uma releitura estética, mas também uma carga emocional que ressignifica personagens e histórias, reforçando o poder da imaginação como elo entre o que fomos, o que somos e o que ainda podemos ser.

Mais do que uma celebração, a exposição se apresenta como um encontro grandioso e emocionante entre uma das franquias mais icônicas da animação e a potência da arte contemporânea brasileira. Um convite aberto para sentir, lembrar e se reconectar com a magia que, há 30 anos, nos ensinou que a imaginação pode nos levar ao infinito e além.

Entre os artistas confirmados estão Eduardo Kobra, Ana Lage, Anny Schafer, Filipe Rocha, Gabriel Pessoto, Geraldo Lopes, Guilherme Matsumoto, Ivanildo dos Bocejos, Jaqueline Konrath e Marcus Aquino, que assinam obras inéditas criadas especialmente para a mostra. 

“Trazer Toy Story ao Infinito e Além: A Exposição para o Brasil é um marco importante para a Businessland e reflete nosso compromisso em criar experiências que vão além do entretenimento, valorizando criatividade, narrativa e a conexão entre o público e conteúdos de grande relevância cultural. A curadoria dos artistas convidados foi um dos pontos centrais do projeto: buscamos nomes que dialogassem com o universo de Toy Story a partir de diferentes linguagens e olhares, agregando relevância artística e novas camadas de interpretação à exposição.” comenta Marcelo Flores, CEO da Businessland.

“Desde seu lançamento, Toy Story marcou a história da animação e construiu uma conexão duradoura com públicos de diferentes gerações. Ver esse universo retratado em uma exposição como esta é uma forma de celebrar essa trajetória e aproximar ainda mais o público das histórias e personagens que seguem relevantes até hoje.” comenta Luiza Queiroz, Diretora de Live Entertainment Brasil da The Walt Disney Company Brasil.

Toy Story ao Infinito e Além: A Exposição estreia em São Paulo, no Shopping Cidade São Paulo, no dia 8 de maio. Os ingressos custam a partir de R$25 (meia-entrada) e podem ser adquiridos pelo site ou pela bilheteria oficial. Mais informações no serviço abaixo.

A mostra contará ainda com uma loja com produtos Disney e Pixar relacionados ao universo de Toy Story.

Acompanhe a exposição nas redes sociais: @toystory_exposicao 


SERVIÇO
TOY STORY AO INFINITO E ALÉM: A EXPOSIÇÃO

LOCAL
Shopping Cidade São Paulo – 4º andar
Av. Paulista, 1230 - Bela Vista, São Paulo - SP, 01310-100.

DATA
A partir de 8/5.

SESSÕES
De terça a quinta: 12:00 às 21:00
Sexta e sábado: 11:00 às 21:00
Domingos e feriados: 12:00 às 20:00

INGRESSOS

ONLINE
A partir de R$25,00 (meia entrada).
https://www.ticketmaster.com.br/event/toy-story  

BILHETERIA FÍSICA

SHOPPING IBIRAPUERA
Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis, São Paulo/SP
Piso Jurupis (subsolo)
Referência: próximo ao restaurante Frutaria e à Academia Bio Ritmo


HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO
Terça a sábado, das 10h às 22h
Domingos e feriados: 14h às 20h
Não abre nas segundas-feiras.

Importante:
- Para meia-entrada, é obrigatória a apresentação do comprovante tanto na compra quanto na entrada do evento.
- Baixe o app Quentro antes de vir à bilheteria! Com ele, você compra seu ingresso digital de forma rápida e prática.


CAIXA CULTURAL SÃO PAULO APRESENTA “ODE AO MODERNISMO”, EXPOSIÇÃO EM HOMENAGEM A RIOLAN COUTINHO

 

 

N.171 Nanquim – 0,50x0,43cm – Obra de Riolan Coutinho


Mostra reúne obras de Riolan Coutinho, Bel Borba, Murilo Ribeiro,
Else Coutinho e Elisabeth Roters

 

A CAIXA Cultural São Paulo apresenta, até 05 de julho, a exposição “Ode ao modernismo: uma homenagem a Riolan Coutinho”. Com entrada gratuita, a mostra reúne obras do artista baiano Riolan Coutinho e de Bel Borba, Murilo Ribeiro, Else Coutinho e Elisabeth Roters. 

A exposição é realizada no mês em que Riolan Coutinho completaria 94 anos. O artista teve formação na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia e realizou estudos em Paris. A partir da década de 1960, atuou na cena artística baiana, desenvolvendo produção em diferentes linguagens e exercendo atividades como professor. 

A mostra apresenta oito obras de Riolan Coutinho e nove obras de cada um dos demais artistas participantes, entre pinturas, esculturas e desenhos. Os artistas foram alunos de Riolan Coutinho, estabelecendo um recorte que reúne produções de diferentes períodos e trajetórias. 

Entre as linguagens expostas, Else Coutinho apresenta desenhos em bico de pena; Bel Borba e Murilo Ribeiro apresentam pinturas e Elisabeth Roters apresenta esculturas. Else Coutinho e Elisabeth Roters mantiveram, além da relação acadêmica, vínculo familiar com o artista, como irmã e esposa, respectivamente. 

Com curadoria de Bel Borba, a exposição reúne trabalhos que utilizam diferentes técnicas, materiais e procedimentos artísticos. Além das obras, o público tem acesso a livros, registros e materiais biográficos relacionados aos artistas e aos seus contextos de produção.

 

SERVIÇO

[Artes Visuais]

“ODE AO MODERNISMO: UMA HOMENAGEM A RIOLAN COUTINHO”

Local: CAIXA Cultural São Paulo
Endereço: Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP (a 200 m da Estação Sé do Metrô)


Período: até
05 de julho de 2026
Visitação: de terça a domingo, das 9h às 18h

Entrada: franca
Classificação indicativa: Livre
Informações: (11) 3321-4400 e @caixaculturalsp | https://www.caixacultural.gov.br
Patrocínio: CAIXA e Governo do Brasil
Acesso para pessoas com deficiência


Pavilhão do Brasil na 61ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia: Comigo ninguém pode


A Fundação Bienal de São Paulo apresenta Comigo ninguém pode, projeto curatorial de Diane Lima que reúne Adriana Varejão e Rosana Paulino em um diálogo inédito no Pavilhão do Brasil. A exposição ocupa integralmente o espaço com obras históricas das trajetórias de mais de três décadas de ambas as artistas e com produções desenvolvidas especialmente para este encontro. A exposição é realizada em parceria com o Ministério da Cultura e o Ministério das Relações Exteriores, e é oferecida pela Petrobras. 

O título evoca a planta homônima, conhecida tanto por sua toxicidade quanto por seu uso popular como símbolo de proteção e resiliência. Essa ambiguidade orienta o projeto: a exposição propõe formas de perceber as relações entre natureza, história e espiritualidade, rompendo a linearidade do tempo para articular processos de metamorfose e liberação poética. A exposição desafia a arquitetura moderna do Pavilhão, criando uma experiência instalativa em que o edifício se torna parte ativa do trabalho, reunindo pinturas, esculturas e desenhos escolhidos por meio de sobreposições, tensionamentos e aproximações simbólicas, cromáticas, matéricas e iconográficas. 

“O projeto faz um convite para que nos conectemos a uma frequência que abre a possibilidade de ver o transcendente no visível”, afirma Diane Lima. “Comigo ninguém pode reflete sobre as manifestações da fé e da espiritualidade na cultura brasileira, destacando sua estreita relação com a natureza e com as dimensões mais-que-humanas. Ao reescrever a história, a exposição reconstrói as paredes da memória e atribui novos significados às ruínas e feridas coloniais por meio de seres fantásticos, celestiais e mágicos”.

“Meu trabalho e o de Rosana Paulino se cruzam na potência das feridas coloniais”, afirma Adriana Varejão. “Estou trabalhando intensamente em muitas obras novas para o Pavilhão que foram pensadas em diálogo direto com a arquitetura do edifício. As pinturas se distribuem de maneira imprevisível no espaço, assumindo um caráter instalativo.” 

Para Rosana Paulino, “estar no Pavilhão do Brasil em Veneza, ao lado de Adriana Varejão, é a oportunidade de investigar feridas coloniais a partir de perspectivas femininas distintas que se encontram num diálogo inédito. Em trabalhos como Aracnes e Ninfa tecendo o casulo, retomo a imagem da mulher negra como aquela que extrai do próprio corpo a matéria para sustentar a continuidade, obras que afirmam a força da reconstrução, da sutura e da permanência diante da violência histórica”. 

A curadora Diane Lima destaca: “Desde o momento em que surgiu a ideia de convidar Rosana e Adriana, meu maior desafio foi apresentá-las como uma composição, uma única voz repleta de harmonias e dissonâncias, de modo que este gesto e as nossas próprias presenças tivessem, como num jazz, uma dimensão muito mais performativa e sensorial do que didática sobre a nossa história.” 

“A curadoria de Diane Lima e o encontro entre Adriana Varejão e Rosana Paulino consolidam um célebre projeto para a presença brasileira em Veneza. É uma proposta que fundamenta nosso compromisso institucional com uma participação consistente, contemporânea e conectada ao debate global”, afirma Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo.

 

Recuperação do Pavilhão do Brasil

O Pavilhão do Brasil, projetado por Giancarlo Palanti, Henrique Mindlin e Walmyr Lima Amaral em 1964, foi recuperado pela Fundação Bienal de São Paulo em parceria com o Ministério da Cultura e o Ministério das Relações Exteriores. O processo foi realizado em três fases: a primeira concentrou-se em reparos estruturais essenciais; a segunda recuperou elementos-chave do projeto arquitetônico original, mais notadamente as paredes laterais de vidro e a fachada do Pavilhão; e a fase final foi concluída em 2026.

A Fundação Bienal de São Paulo agradece seu parceiro estratégico Itaú e seus patrocinadores máster Petrobras, Bloomberg, Bradesco, Citi, Vale e Vivo.

 

Sobre a Fundação Bienal de São Paulo

Estabelecida em 1962, a Fundação Bienal de São Paulo é uma instituição privada sem fins lucrativos e vinculações político-partidárias ou religiosas, cujas ações visam democratizar o acesso à cultura e estimular o interesse pela criação artística. A Fundação realiza a cada dois anos a Bienal de São Paulo, a maior exposição do hemisfério Sul, criada em 1951, e suas mostras itinerantes por diversas cidades do Brasil e do exterior. A instituição é também guardiã de dois patrimônios artísticos e culturais da América Latina: um arquivo histórico de arte moderna e contemporânea referência na América Latina (Arquivo Histórico Wanda Svevo), e o Pavilhão Ciccillo Matarazzo, sede da Fundação, projetado por Oscar Niemeyer e tombado pelo Patrimônio Histórico. Também é responsabilidade da Fundação Bienal de São Paulo a tarefa de idealizar e produzir as representações brasileiras nas Bienais de Veneza de arte e arquitetura, prerrogativa que lhe foi conferida há décadas pelo Governo Federal em reconhecimento à excelência de suas contribuições à cultura do Brasil.

 

Pavilhão do Brasil na 61ª Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia

Exposição: Comigo ninguém pode

Comissária: Andrea Pinheiro, presidente da Fundação Bienal de São Paulo

Curadoria: Diane Lima

Participantes: Adriana Varejão e Rosana Paulino

Expografia: Daniela Thomas

Assistente de curadoria: Giovanna Querido

Local: Pavilhão do Brasil

Endereço: Giardini Napoleonici di Castello, Padiglione Brasile, 30122, Veneza, Itália

Data: até 22 de novembro de 2026


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