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segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Brasileiros ampliam gastos com viagens ao exterior e impulsionam mercado de vistos

tawatchai07 no Freepik
Pesquisa aponta expansão recorde nas viagens ao exterior, reforçando a busca por planejamento e consultoria especializada. 

 

O turismo internacional vive um dos momentos mais aquecidos da década entre os brasileiros. Segundo a pesquisa Brazil Media Intelligence & Insights Report, da MassCom Global, os viajantes brasileiros realizaram 12,8 milhões de viagens internacionais em 2024, um crescimento de 18,5% em relação ao ano anterior. O avanço vem acompanhado de um aumento expressivo no ticket médio, que chegou a R$ 15.200 por viagem, e saltou para R$ 28.500 entre viajantes premium. Esse movimento tem impulsionado diretamente empresas especializadas em mobilidade global, como a Legale, rede de franquias focada em assessoria para vistos.

Para Marco Lisboa, CEO da Legale, o novo ciclo de expansão do turismo tem criado uma janela inédita de oportunidades para quem opera no setor. “O brasileiro não está apenas viajando mais. Ele está viajando melhor, por mais tempo e para destinos mais caros. Isso elevou a demanda por vistos turísticos, de estudo, residência e investimento, e transformou a assessoria consular em uma etapa estratégica do planejamento internacional”, afirma Lisboa.

O estudo da MassCom Global também aponta que 72% dos brasileiros pretendem aumentar seu orçamento para viagens em 2025, reforçando um cenário de continuidade no crescimento do setor. Lisboa explica que esse comportamento sofisticado do viajante premium fortalece ainda mais o segmento de vistos.

“Quando uma viagem envolve roteiros personalizados, cursos, oportunidades profissionais ou até planos de imigração, o visto deixa de ser burocracia e passa a ser um projeto de vida. Para não perder tempo e dinheiro, a assessoria ajuda esse cliente a estruturar documentação, comprovação financeira, planejamento familiar e até caminhos de investimento no exterior de forma assertiva para conquistar a documentação”, explica.

Outro ponto destacado pela pesquisa é o aumento do interesse por experiências exclusivas, viagens de longa duração e destinos distantes, tendência que, segundo Lisboa, amplia o alcance de serviços especializados. Com a expectativa de que o fluxo internacional siga crescendo nos próximos anos, a Legale projeta novas frentes de expansão e reforça sua presença no mercado.

“Isso nos coloca como uma peça fundamental nesse novo ecossistema de brasileiros que querem internacionalizar sua vida, seus estudos ou seu patrimônio. Além disso, a proximidade do Campeonato Mundial de Futebol em 2026, fomenta ainda mais a busca por vistos para os Estados Unidos, México e Canadá ”, diz o CEO.

  

Legale

 

Ainda dá tempo para uma campanha de vendas de Natal

Estratégias simples e validadas seguem impulsionando empreendedoras em dezembro, aponta especialista 

 

Faltando poucas semanas para o Natal, a expectativa de consumo segue alta no varejo brasileiro. Segundo dados recentes da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o período deve movimentar mais de R$ 65 bilhões em 2024, mantendo o fim de ano como a principal data do comércio. 

Mesmo com o calendário apertado, especialistas afirmam que micro e pequenas empreendedoras ainda podem lançar campanhas eficientes, desde que apostem em ações rápidas, práticas e orientadas ao comportamento do consumidor.

A análise é de Sabrina Nunes, CEO e fundadora da Francisca Jóias, reconhecida como a maior loja online de semijoias do Brasil e referência nacional em estratégias de vendas digitais. Com 14 anos de experiência no e-commerce e histórico de grandes operações de Black Friday, ela afirma que dezembro permanece como um mês estratégico, especialmente para quem consegue ativar a audiência com campanhas objetivas. “O consumidor chega ao fim do ano buscando praticidade. Quando a empreendedora oferece soluções prontas, como kits, cartões personalizados e opções de entrega mais claras, ela reduz a indecisão e aumenta a conversão”, diz.


Ações rápidas que funcionam

Levantamentos do setor mostram que quase 40% das compras natalinas no Brasil são decididas na primeira quinzena de dezembro, de acordo com pesquisa do Google Consumer Survey. Para Sabrina, isso abre espaço para campanhas de curta duração que resolvam problemas reais do cliente.

Entre as estratégias que seguem gerando resultado estão:

Kits inteligentes para presentes de última hora, amigo secreto ou familiares específicos.


Presentes prontos, já com cartão, embalagem e laço, formato que pode elevar as vendas em até 30%, segundo estimativas de varejistas do setor.


Frete estratégico, com opções de frete fixo ou reduzido, facilitando a tomada de decisão em uma época marcada por alta demanda logística.


Rodízio de produtos do dia, criando sensação de novidade sem necessidade de descontos.


Lives de presentes, que resolvem a indecisão de quem busca sugestões rápidas.
Combos para quem deixou para o último minuto, com mensagens claras sobre prazos: “Compre hoje e receba antes do Natal”.


Ativações diárias, como cupons relâmpago ou “presente do dia”, que mantêm o engajamento constante.


Estoque e reposição: o cuidado que evita prejuízos

Outro ponto decisivo para dezembro é a gestão do estoque. Um estudo da Abcomm mostra que mais de 60% das pequenas lojas online perdem vendas por falta de reposição adequada nesta época. Sabrina alerta para o risco oposto: comprar itens de baixa saída enquanto os produtos de maior demanda esgotam.

“A reposição precisa ser inteligente. Não é necessário reabastecer tudo, mas focar no que realmente gira. Em dezembro, o erro mais comum é gastar com o estoque errado enquanto o certo fica indisponível”, afirma.


Para quem vai começar agora

Mesmo quem ainda não iniciou nenhuma ação pode, segundo Sabrina, montar uma campanha de impacto em poucas horas, desde que o foco seja resolver rapidamente as necessidades do consumidor. “É o mês mais emocionante do ano. Quem facilita a vida da cliente, vende. Quem reduz passos, vende. Quem oferece atalhos, vende. Ainda dá tempo para estruturar tudo isso e transformar o fim do ano em faturamento”, explica. 

 

Sabrina Nunes - CEO e fundadora da Francisca Jóias, considerada a maior loja online de semijoias do Brasil. Atua no mercado digital desde 2011 e acumula 14 anos de experiência em grandes operações de vendas, especialmente no período de Black Friday. Desenvolveu estratégias práticas e validadas para aumentar o faturamento no varejo online, formando e mentorando mais de 36 mil mulheres que hoje empreendem com produtos físicos na internet. Hoje, dedica-se a ensinar empreendedoras a venderem de forma estruturada, acessível e orientada a resultados. Para mais informações, acesse @sabrinanunesfj ou pelo portal https://sabrinanunes.com.br/


Como planejar viagens em 2026 reduzindo custos e evitando imprevistos

Destinos do RS ganham visibilidade para o verão de 2026, e a Unicred Porto Alegre orienta como viajar com mais previsibilidade e controle de gastos 

 

Com a aproximação da alta temporada, o planejamento financeiro volta ao centro das decisões de quem pretende viajar pelo Brasil em 2026. Entre os destinos que mais despertam interesse dos turistas estão cidades gaúchas como Encantado, Gramado, Canela, Bento Gonçalves e São Francisco de Paula conforme levantamento da Booking.com. No Sudeste, Armação dos Búzios também segue entre as escolhas frequentes dos viajantes.

A preferência por viagens domésticas e de curta distância, consolidada nos últimos anos, está diretamente ligada ao desejo de previsibilidade de gastos e melhor custo-benefício. Para especialistas, essa tendência amplia a importância da organização financeira antes e durante o deslocamento, especialmente em um cenário de demanda aquecida e maior concorrência por hospedagens e serviços turísticos.

Segundo Fernanda Casalini Pileri, consultora de produtos e serviços da Unicred Porto Alegre, o uso consciente do cartão de crédito tem se mostrado uma ferramenta estratégica para quem busca segurança e organização no orçamento. “O viajante de hoje quer experiências, mas também quer controle. Planejar cada etapa, desde o transporte às despesas diárias, torna a viagem mais tranquila. O cartão, quando utilizado com responsabilidade, reúne benefícios que ajudam a evitar surpresas e a manter o orçamento equilibrado”, afirma Fernanda.

Entre as opções disponíveis aos cooperados, o Ímpar Unicred Visa se destaca por reunir conveniência e recursos que facilitam a organização financeira durante viagens nacionais. O cartão oferece concierge 24 horas, cashback, programa de pontuação robusto que pode chegar a 4,5 pontos por dólar gasto e controle de despesas em tempo real pelo aplicativo. Para deslocamentos mais longos dentro do país, o acesso às salas VIP também contribui para uma experiência mais confortável.

Além dessa oferta, a cooperativa também mantém soluções destinadas a perfis de relacionamento mais elevados, como o Unicred Visa Infinite Privilege, atualmente disponível exclusivamente por convite. Entre seus diferenciais, estão serviços como o Lifestyle Manager, que oferece suporte personalizado na organização de demandas do dia a dia, como reservas facilitadas e acesso prioritário a eventos culturais por meio do programa Unicred Único. Embora não voltado ao perfil de consumo da maioria dos viajantes, o cartão reforça a diversidade do portfólio da Unicred e o compromisso da cooperativa em atender diferentes necessidades dentro do seu ecossistema.

A consultora da Unicred Porto Alegre comenta que, para roteiros pelo Rio Grande do Sul, explorando Encantado, Gramado ou outras cidades da região, antecipar reservas, aproveitar programas de fidelidade e concentrar pagamentos no cartão são estratégias que ampliam o controle financeiro da viagem. A mesma lógica vale para quem pretende combinar destinos regionais com localidades de maior movimentação turística, como Búzios.

“O turista busca hoje previsibilidade, segurança e conveniência. Um planejamento financeiro bem estruturado permite aproveitar cada momento da viagem sem comprometer o orçamento”, completa Fernanda.

Com destinos regionais ganhando visibilidade e um cenário favorável ao turismo doméstico, organizar-se com antecedência e adotar estratégias financeiras adequadas pode ser o diferencial para uma viagem mais tranquila, confortável e responsável em 2026.



Para equilibrar as contas: FecomercioSP pede ao governo estadual que postergue ICMS de dezembro do varejo para 2026 em duas parcelas

Medida teve efeitos positivos sobre o setor em 2024, quando foi adotada após proposta da Federação

 
A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) solicitou, ao governo paulista, a postergação do prazo de vencimento do ICMS de dezembro para as empresas do Varejo, pedindo, ainda, que o recolhimento do tributo seja feito em duas parcelas mensais em 2026 — 50% do imposto relativo às vendas de Natal até 20 de janeiro e os outros 50% até 20 de fevereiro, conforme datas tradicionalmente estabelecidas em decretos anteriores, sem multas e juros.
 
Solicitação comum da Entidade nesta época do ano, tem o objetivo de ajudar o empresariado do setor a equalizar as finanças de fim de ano e planejar meses seguintes com algum fôlego tributário, já que, em janeiro, outros impostos entram no orçamento dos negócios.
 
Para o Estado, vale dizer, essa medida não teria impacto arrecadatório, já que, pelo mecanismo de substituição tributária, parte do imposto já é paga, de forma antecipada, pelos contribuintes. Mais do que isso, o governo alinharia a decisão com o programa São Paulo na Direção Certa, voltado para a eficiência da gestão pública e a expansão de investimentos. Além disso, o próximo ano será marcado pelo início da implementação da Reforma Tributária, que tem ampliado a complexidade para as empresas, obrigadas a adaptarem sistemas, processos e obrigações acessórias em um curto espaço de tempo.
 
Já para o Varejo, a postergação viria em boa hora: como o fim do ano marca as festas tradicionais, quando o Comércio vive o seu melhor momento, o fôlego do ICMS ajudaria o setor a entrar em 2026 mais estruturado. Vale lembrar que, em setembro, na última atualização do IBGE, o Varejo perdeu 3,6% de suas vendas em relação ao mesmo mês do ano anterior. No ano, por sua vez, a retração acumulada já é de 3,1%.
 
Em 2024, quando o governo acatou a medida (Decreto Estadual 69.206/2024) proposta pela Federação, o empresariado varejista não apenas conseguiu quitar os tributos dentro do prazo, como ainda pôde se planejar melhor para os meses seguintes. O pedido foi feito diretamente ao secretário da Fazenda e Planejamento de São Paulo, Samuel Kinoshita, e ao governador Tarcísio de Freitas.


 
FecomercioSP
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Saiba a diferença, vantagens e desvantagens entre bacharelado e licenciatura para escolher a graduação sem medo em 2026

FreePik
Leonardo Andreoli, diretor nacional da Prepara IA, descomplica conceitos e reforça a importância de alinhar a escolha acadêmica ao projeto de vida

 

Decidir qual graduação fazer ainda é um dos maiores dilemas para jovens que estão ingressando no ensino superior. Para apoiar estudantes nesse momento decisivo, Leonardo Andreoli, diretor nacional da Prepara IA, explica, de maneira objetiva e acessível, as diferenças entre bacharelado e licenciatura, formatos de cursos que geram dúvidas para aqueles que buscam uma graduação para começar 2026 com o pé direito. 

“Muitos jovens escolhem a graduação sem ter clareza sobre as diferenças entre os formatos. Por isso, é importante considerar fatores como estilo de vida desejado, rotina profissional e objetivos de longo prazo para que a escolha seja segura e coerente com os sonhos de cada um”, revela Leonardo Andreoli. 

Segundo o especialista, o bacharelado proporciona uma formação mais ampla, voltada para o mercado de trabalho e para múltiplas áreas de atuação, incluindo empresas, consultorias, indústria e pesquisa. 

Os cursos desta categoria têm foco na teoria e prática da profissão escolhida, como Direito, Fisioterapia, Administração e Marketing. Uma das vantagens para quem opta por este tipo de graduação é ter mais vagas para atuação no setor público e privado, proporcionando mais empregabilidade no ambiente corporativo. 

Já a duração dos cursos, que costumar ser de quatro anos, pode ser um ponto negativo para quem busca uma especialização mais curta. Outra desvantagem que pode ser destacada é a exigência de estudos complementares, como estágios obrigatórios e cursos extras. 

A licenciatura tem como objetivo aprender para ensinar seu ofício em sala de aula, com disciplinas pedagógicas e estágio supervisionado que fortalecem a prática docente. Os cursos para esta modalidade variam entre Matemática, Física, Educação Física e Ciências Biológicas, por exemplo. 

Para estudantes que querem se especializar em alguma área para ministrar aulas, como Psicologia e Pedagogia, é recomendado concluir pós-graduação ou mestrado após a conclusão da licenciatura. 

No mercado de trabalho, quem opta por licenciatura encontra alta demanda em diversas redes de ensino, especialmente em STEM, que são carreiras em Física, Química, Tecnologia, Engenharia e Ciência. Porém, uma das desvantagens deste tipo de formação é a limitação de atuação, que é destinada para a educação. Além disso, a competitividade de salários pode ser um ponto a ser analisado neste tipo de carreira. 

“É necessário apoiar os jovens e adultos na construção de carreiras sólidas e alinhadas às novas demandas do mundo do trabalho. Quando o aluno compreende o que cada opção oferece, ele ganha autonomia para construir a própria trajetória. É essa visão de futuro que queremos estimular. Dessa forma, a Prepara IA conta com um portfólio robusto de cursos com metodologia de inteligência artificial para que o aluno saia de dentro da sala de aula preparado para os desafios do ambiente corporativo”, finaliza.

 

Prepara IA

 

Exame toxicológico passa a ser obrigatório para obtenção da CNH A e B no Brasil

Medida amplia proteção à vida nas estradas e fortalece um mecanismo que possui trajetória de impacto positivo na sociedade


O Congresso Nacional derrubou, na tarde de ontem (04), veto parcial da Presidência da República ao Projeto de Lei 3.925/201, restaurando a obrigatoriedade do exame toxicológico para candidatos à primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A e B. A decisão consolida uma política pública que, desde 2016, quando o exame se tornou obrigatório no processo de obtenção da habilitação nas categorias C, D e E, demonstra resultados expressivos na redução de acidentes, na identificação do uso frequente de substâncias psicoativas e na promoção da saúde no trânsito.

A experiência acumulada ao longo dos últimos anos comprova o impacto positivo da medida. Apenas no primeiro ano de aplicação plena, o exame toxicológico evitou uma perda estimada de R$ 74 bilhões ao PIB, valor associado a afastamentos e sinistralidades envolvendo motoristas sob efeito de drogas. Entre 2016 e 2019, mais de 28 mil condutores que haviam testado positivo retornaram às atividades após tratamento e reabilitação, reforçando o caráter educativo e restaurador do exame.

A ampliação da testagem também dialoga com um contexto alarmante entre jovens, pois os acidentes de trânsito seguem como uma das três principais causas de morte na faixa de 14 a 29 anos. Estudos internacionais, como o World Drug Report (UNODC), também apontam crescimento relevante no consumo de drogas sintéticas entre jovens – justamente o público que ingressa no trânsito ao buscar a primeira habilitação.

“O exame toxicológico é uma ferramenta comprovadamente eficaz para salvar vidas”, afirma Marcio Liberbaum, Presidente do Instituto de Tecnologias para o Trânsito Seguro (ITTS). “Ao identificar usuários frequentes de substâncias psicoativas, o exame protege não apenas o próprio condutor, mas toda a sociedade. Sua aplicação na primeira habilitação é um passo natural para reforçar a cultura de responsabilidade e prevenção no trânsito brasileiro”, completa.

A medida acompanha ainda a percepção da população: pesquisa Ipec de fevereiro de 2025 aponta que 83% dos brasileiros são favoráveis à obrigatoriedade do exame toxicológico para quem busca a primeira CNH. 

Com resultados sólidos e apoio social amplo, a extensão do exame para novos condutores fortalece a política de prevenção de acidentes, reduz a pressão sobre o sistema público de saúde e contribui para um trânsito mais seguro e humano. A ampliação do exame para candidatos à CNH A e B é um avanço essencial para um país que ainda é o terceiro do mundo em número de mortes no trânsito, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), e que busca construir uma cultura permanente de segurança viária.


Inventário: garantia de um futuro seguro e sem complicações para os herdeiros

Por que contar com um advogado especializado faz toda a diferença no processo sucessório? 

 

O momento da perda de um ente querido é sempre delicado, mas para além da dor emocional, ele também traz a necessidade de lidar com questões práticas e burocráticas, como o inventário. Essencial para a organização e partilha dos bens deixados, esse processo exige cuidado e precisão. Segundo o advogado Henrique Hollanda, especialista em Direito de Família, um inventário mal conduzido pode gerar conflitos familiares, prejuízos financeiros e entraves legais.

“Um inventário mal elaborado pode resultar em atrasos, disputas judiciais e até mesmo na perda de bens. Já um bom inventário garante que os herdeiros recebam o que lhes é de direito de forma justa e sem complicações”, explica Hollanda.

As consequências de um inventário mal conduzido

Quando o inventário não é feito ou é conduzido de forma inadequada, uma série de problemas pode surgir. Entre as principais complicações estão:

Atrasos na partilha: Sem organização, o processo pode levar anos, especialmente se for necessário resolver pendências judiciais.

Conflitos familiares: Divergências entre os herdeiros sobre a divisão de bens podem gerar desentendimentos e até litígios.

Perdas financeiras: Multas por atraso na abertura do inventário e custos extras com advogados e impostos podem comprometer o patrimônio herdado.

Impedimentos legais: Enquanto o inventário não é concluído, os bens ficam bloqueados, impossibilitando a venda, uso ou transferência?

A importância de um advogado especializado

Um advogado especializado em Direito de Família desempenha um papel crucial no processo de inventário. Ele não apenas orienta a família, mas também assegura que todas as etapas sejam realizadas dentro da lei e com o menor impacto possível.

“O advogado auxilia na organização de documentos, identificação de bens e dívidas e na mediação de conflitos entre os herdeiros. Além disso, ele garante que as obrigações tributárias sejam cumpridas corretamente, evitando multas e problemas com o Fisco”, ressalta Hollanda.

O papel preventivo do planejamento sucessório

Além de conduzir inventários, muitos advogados familiaristas incentivam o planejamento sucessório como forma de prevenir conflitos e simplificar o processo de transmissão de bens. Ferramentas como testamentos e doações em vida ajudam a deixar claro como o patrimônio deve ser dividido, reduzindo incertezas e disputas futuras.

“O planejamento sucessório é uma forma de cuidar da família mesmo após a partida. Ele permite que o titular dos bens defina como eles serão distribuídos, assegurando harmonia e tranquilidade para os herdeiros”, explica o advogado.

O inventário como um recomeço

Embora seja um momento de despedida, o inventário também representa um recomeço para os herdeiros. Com um advogado qualificado, o processo pode ser transformado em uma oportunidade de organização e fortalecimento dos laços familiares.

“Um inventário bem conduzido é mais do que uma solução legal; é uma forma de honrar a memória de quem partiu, garantindo que seu legado seja protegido e valorizado”, conclui Hollanda.

 

 

Dr. Henrique Hollanda
Advogado especialista em Direito da Família e Sucessões
Hollanda e Sinhori Advogados Associados
@henriquehollandaadvogado
+55 41 98468-8650
contato@hollandaesinhori.adv.br
https://www.hollandaesinhori.adv.br/
Rua Ébano Pereira, 11, conjunto 1.802. Curitiba/PR.

 

Caso Banco Master: a responsabilidade dos distribuidores na venda do risco

A liquidação do Banco Master expõe uma responsabilidade que vai muito além dos gestores da instituição. Ela coloca sob os holofotes o papel dos distribuidores — plataformas, corretoras e agentes autônomos — que intermediaram a venda de seus produtos ao investidor de varejo. Nos últimos anos, a oferta de CDBs de bancos médios foi massificada com um discurso sedutor, que prometia taxas elevadas combinadas à suposta segurança conferida pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O problema é que essa narrativa muitas vezes ignorou, ou deliberadamente minimizou, os riscos reais envolvidos. 

Do ponto de vista jurídico, a atuação desses intermediários será examinada sob aspectos cruciais. O primeiro é o dever de informação. A comercialização de um produto de risco acompanhada de frases como “100% garantido” ou “tão seguro quanto um bancão”, sem esclarecer de forma clara que a proteção do FGC é limitada a R$ 250 mil por CPF e que qualquer valor excedente está integralmente sujeito ao risco de insolvência do emissor, constitui falha grave de transparência. Soma-se a isso a análise de suitability (adequação ao perfil do investidor): é legítimo questionar se a recomendação para que investidores conservadores concentrassem parcelas relevantes de seu patrimônio em um único ativo mais arriscado respeitou seus perfis, ou se foi motivada pela busca de comissões. 

O cenário se torna ainda mais sensível diante das investigações que apontam para possível fraude com ativos financeiros, tipificada no art. 171-A do Código Penal, envolvendo a emissão de títulos sem lastro para inflar artificialmente o balanço do banco. Esse contexto eleva substancialmente o dever de diligência dos distribuidores. Não é admissível alegar desconhecimento quando havia sinais de irregularidades estruturais. Nesses casos, sua conduta pode gerar responsabilização não apenas cível, mas também penal. 

Para os investidores com valores acima do limite do FGC, a responsabilização dos distribuidores representa um caminho adicional, e mais concreto, para a recuperação das perdas, especialmente diante da incerteza e da morosidade inerentes ao processo de liquidação. O reconhecimento da fraude coloca o investidor na posição de vítima, amparado tanto pela Lei dos Crimes contra o Sistema Financeiro quanto pelo Código Penal. 

O caso Master, portanto, não é um episódio isolado. Ele expõe a fragilidade de um modelo de distribuição que, ao priorizar a “taxa mais alta” como argumento de venda, pode ter negligenciado seu dever fundamental de cuidado. Para preservar a integridade do mercado e proteger o investidor, é imprescindível que a responsabilidade seja estendida a todos os elos da cadeia. Afinal, o investidor é um sujeito de direitos, não um mero canal de captação de recursos.

 

Jorge Calazans - advogado especializado na defesa de investidores vítimas de fraudes e sócio do escritório Calazans e Vieira Dias Advogados

 

O muro invisível da linguagem

 

Imagine a cena, infelizmente comum em muitos lares brasileiros: um cidadão, após meses de espera por um benefício previdenciário ou uma resposta sobre um processo administrativo, recebe finalmente uma carta oficial. Ao abri-la, no entanto, a esperança ou a ansiedade dão lugar à confusão. Rebuscado, o texto traz palavras como “pleito”, “indefere-se”, "outrossim" ou “hipossuficiência” –e o destinatário, muitas vezes com escolaridade básica, fica sem entender nada. Nesse momento, o Estado não se comunicou, mas  ergueu um muro. Aquilo que deveria ser um serviço público tornou-se um instrumento de exclusão.

Foi com o objetivo de demolir essa barreira linguística que o Congresso aprovou recentemente o Projeto de Lei 6256/19, que institui a Política Nacional de Linguagem Simples nos órgãos da administração pública. À primeira vista, pode parecer uma medida meramente cosmética, uma simples diretriz de redação ou estilo. Ledo engano. Trata-se, na verdade, de uma iniciativa fundamental de democratização do acesso aos direitos no Brasil contemporâneo. A nova legislação parte de uma premissa tão óbvia quanto revolucionária: não existe transparência pública se não houver compreensão por parte da população. O direito de entender é o pré-requisito para todos os outros direitos.

O Brasil é um país marcado por abismos sociais profundos, e a linguagem burocrática tem servido historicamente como uma ferramenta de manutenção dessas distâncias. Existe uma cultura enraizada no serviço público e no sistema de justiça de que a complexidade do texto é sinônimo de erudição, competência técnica e autoridade. Criou-se um dialeto próprio, muitas vezes apelidado de “juridiquês” ou “burocratês”, que acaba funcionando como um código de acesso restrito –e quem não o domina, torna-se refém de intermediários ou acaba desistindo de perseguir o que lhe é de direito.

A Lei da Linguagem Simples chega para inverter essa lógica perversa. Ao obrigar órgãos federais, estaduais e municipais a se comunicarem de forma direta e acessível, o Estado brasileiro admite que a responsabilidade pela compreensão da mensagem é do emissor, não do receptor.

É importante deixar claro que a adoção da Linguagem Simples — internacionalmente conhecida como "Plain Language” — não é uma proposta de empobrecimento do idioma ou de infantilização do público. Pelo contrário, trata-se do desafio intelectual de depurar a informação até que ela revele sua essência sem ruídos. É uma técnica de comunicação sofisticada que coloca o leitor no centro do processo, garantindo que a senhora na fila do INSS e o grande empresário tenham o mesmo acesso inequívoco aos seus direitos e deveres.

O impacto dessa mudança transcende a esfera dos direitos individuais e toca o coração da eficiência econômica e administrativa. A falta de clareza custa caro. Textos prolixos geram erros no preenchimento de formulários, aumentam as filas de atendimento presencial de pessoas que buscam apenas explicações sobre o que está escrito, e abarrotam o Judiciário e as ouvidorias com demandas que poderiam ter sido resolvidas na origem. A incompreensão gera retrabalho para a máquina pública e perda de tempo para a sociedade. Em governos digitais, onde o autoatendimento é a meta, a linguagem simples é a infraestrutura básica. Não adianta ter um aplicativo ou site governamental moderno se o texto contido nele é analógico e incompreensível.

No entanto, a aprovação da lei é apenas o primeiro passo de uma longa jornada. O verdadeiro desafio será a mudança cultural dentro das repartições. Nossas faculdades passaram décadas ensinando que escrever difícil é escrever bem. Muitos servidores ainda acreditam que a simplicidade retira a solenidade do ato administrativo. Será necessário um esforço massivo de capacitação e, principalmente, de mudança de mentalidade para que a técnica seja aplicada não como uma obrigação burocrática a mais, mas como um valor ético do serviço público. A clareza deve ser vista como um ato de empatia e respeito ao tempo e à dignidade do outro.

Num país onde a informação é um recurso valioso e muitas vezes escasso, democratizar a linguagem é democratizar o poder. Ao traduzir o Estado para a língua do povo, fortalecemos o tecido democrático e reduzimos a desigualdade no acesso à justiça e aos serviços essenciais. Afinal, uma República que se preze deve falar a língua de todos, para que todos possam, de fato, fazer parte da República.

 

Dimas Ramalho - vice-presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo


Mais de 2 mil vagas seguem disponíveis para quem deseja terminar 2025 empregado

 

As inscrições serão aceitas até o dia 10 de dezembro no Portal Cate, da Prefeitura de São Paulo. 

Os candidatos podem optar pelo atendimento presencial em um dos 46 postos, fixos ou móveis

 

O Cate - Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo, da Prefeitura de São Paulo, está disponibilizando mais de 2 mil vagas de emprego em setores como comércio, serviços, construção civil, gastronomia, entre outros. Os salários variam de acordo com os cargos, indo de R$ 700 (estágio) até R$ 4.973 (encarregado de obras). Para participar do processo seletivo, os interessados devem se cadastrar no Portal Cate ou comparecer a uma das 46 unidades do centro – incluindo postos fixos e móveis – até 10 de dezembro. Quem optar pelo atendimento presencial deve levar RG, CPF e carteira de trabalho (física ou digital).

Há mais de 200 vagas permanentes na área de limpeza, distribuídas por todas as regiões da cidade. A maior parte dos postos requer experiência prévia e escolaridade compatível, oferecendo salários entre R$ 1.598 e R$ 2.308.

Para a função de atendente em estabelecimentos comerciais, são disponibilizadas mais de 300 vagas permanentes, a maioria sem exigência de experiência, com remuneração que pode chegar a R$ 2.366.

O setor de gastronomia também segue com demanda: são mais de 50 oportunidades abertas no Cate, em sua maior parte destinadas a candidatos com ensino fundamental completo e experiência na área. Os salários variam entre R$ 1.609 e R$ 2.400.

Já no segmento de telemarketing ativo e receptivo, estão disponíveis 30 vagas na Capital. Grande parte das empresas não exige experiência, com salários que vão de R$ 1.518 a R$ 1.738.

 

Mutirão de emprego

No dia 12 de dezembro, sexta-feira, os moradores da região de Cidade Ademar terão acesso ao Contrata SP, ação de empregabilidade com cerca de 500 vagas nas áreas do comércio e serviços. A seleção contará com a presença de equipes de recursos humanos das empresas participantes, que farão etapas do processo.

Entre as oportunidades estão auxiliar de limpeza, manobrista, agente de estacionamento, controlador de acesso, atendentes, entre outros. As inscrições ocorrem até a véspera do evento no Portal Cate. O processo seletivo ocorrerá no Cate Cidade Ademar, Av. Yervant Kissajikian, 416, das 9h às 17h. Os interessados devem levar RG, CPF e carteira de trabalho, física ou digital.

 

Serviço

Contrata SP – Cidade Ademar

Local: Cate Cidade Ademar - Av. Yervant Kissajikian, 416 – Vila Constância

Inscrição: Portal Cate, até 11 de dezembro

Dia: 12 de dezembro

Horário: 9h às 17h

 

Processos Seletivos Cate 

Inscrições até 10 de dezembro (quarta-feira), 18h

Portal Cate

 

Zona Central 

  • Cate Central - Av. Rio Branco, 252 – Campos Elíseos
  • Cate Central - Rua Quinze de Novembro, 268 (Descomplica SP)

 

Zona Norte 

  • Cate Freguesia/Brasilândia - Av. João Marcelino Branco, 95 – Vila dos Andrades (Descomplica SP) 
  • Cate Jaçanã/Tremembé - Rua Luis Stamatis, 300 - Jaçanã (Descomplica SP)
  • Cate Jaraguá - Estrada de Taipas, 990 – Pq. Nações Unidas (Descomplica SP)
  • Cate Perus - Rua Ylídio Figueiredo, 285 – Perus (Descomplica SP)
  • Cate Pirituba - Rua Paula Ferreira, 1708 – Vila Pirituba (Descomplica SP)
  • Cate Santana - Av. Tucuruvi, 808 – Tucuruvi (Descomplica SP)
  • Cate Casa Verde - Avenida Ordem e Progresso, 1001 (Descomplica SP)
  • Cate Vila Maria/Vila Guilherme - Rua General Mendes, 111 – Vila Maria Alta (Descomplica SP)
  • Cate CIC Norte - Rua Ari da Rocha Miranda, 36 - Conjunto Habitacional Jova Rural
  • Cate Parque Novo Mundo - Avenida Ernesto Augusto Lopes, 100 (CEU)

 

 

 Zona Sul 

  • Cate Campo Limpo - Av. Giovanni Gronchi, 7143 - 4º andar - Vila Andrade (Descomplica SP)
  •  Cate Cidade Ademar - Av. Yervant Kissajikian, 416 – Vila Constância (Descomplica SP)
  • Cate Interlagos - Av. Interlagos, 6122 - Interlagos
  • Cate Ipiranga - Rua Breno Ferraz do Amaral, 425 – Ipiranga (Descomplica SP)
  • Cate Jabaquara - Av. Eng. Armando de Arruda Pereira, 2314 - Jabaquara (Descomplica SP)
  • Cate M’Boi Mirim – Av. Guarapiranga, 1695 – Vila Socorro (Descomplica SP)
  • Cate Parelheiros - Estrada Ecoturística de Parelheiros, 5252 – Jd. Dos Alamos (Descomplica SP)
  • Cate Santo Amaro - Praça Floriano Peixoto, 54 – Santo Amaro (Descomplica SP)
  • Cate Vila Mariana - Rua José de Magalhães, 500 - Vila Clementino (Descomplica SP)
  • Cate Capela do Socorro - Rua Cassiano dos Santos, 499 – Jd. Clipper (Descomplica SP)
  • Cate CIC Sul - Rua José Manoel Camisa Nova, 100

 

 

Zona Leste 

  • Cate Aricanduva – Av. Aricanduva, 5777 – Aricanduva (Descomplica SP)
  • Cate Cidade Tiradentes - Av. Ragueb Chohfi, 7001 – Guaianases (Descomplica SP)
  • Cate Guaianases - Rua Copenhague, 92 – Guaianases (Descomplica SP)
  • Cate Itaim Paulista - Av. Marechal Tito, 3012 – São Miguel Paulista (Descomplica SP)
  • Cate Itaquera - Rua Augusto Carlos Bauman, 851 - Itaquera
  • Cate Itaquera 2 - Av Itaquera 6735 (Descomplica SP)
  • Cate Penha - Rua Candapuí, 492 – Vila Marieta (Descomplica SP)
  • Cate São Mateus - Av. Ragueb Chohfi, 1400 – Jd. Três Marias (Descomplica SP)
  • Cate São Miguel Paulista - Rua Dona Ana Flora Pinheiro de Souza, 76 – Vila Jacuí (Descomplica SP)
  • Cate Sapopemba - Av. Sapopemba, 9064 – Jd. Aurora (Descomplica SP)
  • Cate Vila Prudente - Av. do Oratório, 172 – Jd. Independência (Descomplica SP)
  • Cate Ermelino Matarazzo - Rua Boturussu, 1180 – Parque Boturussu (Descomplica SP)
  • Cate Mooca – Rua Hipódromo, 1552 – Mooca (Descomplica SP)

 

Zona Oeste 

  • Cate Butantã - Rua Doutor Ulpiano da Costa Manso, 201 – Jd. Peri (Descomplica SP)
  • Cate Pinheiros - Avenida Dra. Ruth Cardoso, 7123 (Descomplica SP)
  • Cate Lapa - Rua Guaicurus, 1000 – Água Branca (Descomplica SP)
  • Cate Pinheirinho D'agua - Rua Camillo Zanotti (CEU)

 

Linha que salva: o metrô que liga São Paulo a seus principais hospitais

Estação AACD-Servidor, da Linha 5-Lilás. Foto: divulgação interna. 

 No trajeto da Linha 5–Lilás, o metrô se tornou parte invisível da rotina hospitalar paulistana, encurtando distâncias entre casa, tratamento e esperança

 

 

Há uma linha do metrô em São Paulo cujo papel vai além de transportar passageiros: ela conecta vidas. No percurso da Linha 5–Lilás, operada pela ViaMobilidade, estão concentrados alguns dos principais hospitais da capital, públicos e privados, que recebem milhares de pessoas diariamente. Para muitos pacientes, acompanhantes e profissionais da saúde, o trajeto lilás é o elo silencioso entre o diagnóstico e a cura.

Com 17 estações e integração com as linhas 1-Azul, 2-Verde e 9-Esmeralda, a Linha 5 transporta cerca de 600 mil passageiros por dia útil. Entre eles, estão usuários em busca de atendimento no Hospital São Paulo, Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), Hospital Santa Cruz, Hospital Edmundo Vasconcelos, AACD e Hospital do Rim — instituições de referência que, em muitos casos, têm estações praticamente à porta.

Entre esses passageiros está Daniela Fuseto, auxiliar de enfermagem do HSPE e usuária da Linha Lilás desde sua inauguração. Ela conta que passou a depender do metrô para chegar ao trabalho e a consultas na região da Chácara Klabin e AACD. “Uso a Linha Lilás desde que inaugurou a estação Vila das Belezas e, de lá para cá, só foi melhorando até chegar à AACD-Servidor. O metrô facilita muito a minha vida; tornou meu dia a dia mais leve e mais rápido”, explica. Daniela afirma ainda que a rotina no transporte trouxe novas relações: “A Linha Lilás trouxe mais tempo e mais qualidade de vida para mim, e ainda ganhei amigos nessa jornada: os agentes Márcio Rocha e Rosângela Alves. Dois queridos, simpáticos e muito atenciosos, que levarei para a vida”.

Outra história marcada pelos trilhos lilases é a de Hélio Costa Rodrigues, morador de São Mateus, na zona leste, que utiliza diariamente o metrô para realizar fisioterapia na AACD. Ele relata que o apoio dos agentes da Linha Lilás foi fundamental em momentos difíceis do tratamento. “Eu uso a Linha 5–Lilás desde 2024 e ela foi muito importante na minha vida. Os agentes da linha foram meus anjos da guarda. Passei por momentos maravilhosos, mas também por dias difíceis, em que pensei que não ia dar em nada. A equipe do agente Márcio levantou minha autoestima, e por isso sou muito grato”, afirma. Seu trajeto envolve múltiplas integrações até chegar ao centro de reabilitação: “Pego o monotrilho até Vila Prudente, depois sigo pela Linha Azul até a Chácara Klabin e, de lá, vou pela Linha Lilás até a AACD. Nessa rotina, só tenho a agradecer a toda equipe do metrô”.

Hélio Costa Rodrigues
Foto: arquivo pessoal
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Desde o início da concessão, a ViaMobilidade vem realizando investimentos em manutenção preventiva, acessibilidade e modernização tecnológica. Entre as melhorias estão escadas rolantes, elevadores, sinalização e sistemas de orientação ao passageiro, fundamentais para quem circula com mobilidade reduzida ou acompanha pessoas em tratamento.

Segundo Antônio Márcio Barros Silva, diretor das Linhas 5 e 17, o foco da concessionária é oferecer um serviço que acolha quem depende do metrô em situações sensíveis. “Nosso compromisso é oferecer uma viagem segura, previsível e acolhedora, especialmente para quem precisa do metrô para chegar a um hospital. Mobilidade também é cuidado”, destaca.

A relação entre o metrô e os hospitais paulistanos reflete o cotidiano de uma cidade que pulsa entre a pressa e a esperança. Para Nathália Martins, gerente executiva de atendimento da ViaMobilidade, cada deslocamento carrega uma história única: “Cada passageiro que desembarca perto de um hospital carrega uma história. Uns vão trabalhar, outros vão se cuidar. Todos buscam, de alguma forma, chegar ao mesmo destino: o bem-estar”, afirma. 

Mais do que um meio de transporte, a Linha 5–Lilás se consolida como um corredor humano de solidariedade, resiliência e movimento, onde São Paulo se encontra entre o barulho dos trilhos e o silêncio das preces, sempre seguindo na direção da vida.


Quatro estações da CPTM recebem ação para cadastro de vagas de estági

Divulgação
CPTM
Estudantes entre 14 e 24 anos poderão se cadastrar e tirar dúvidas em relação ao mundo do trabalho com profissionais do CIEE

 

As estações Tatuapé, Brás, Luz e Palmeiras-Barra Funda da CPTM recebem ações para inscrição de vagas de estágio nesta semana. Durante a atividade, realizada sempre das 11h às 15h, serão oferecidos serviços como cadastramento em vagas de estágio e cursos de aprendizagem. 

Nesta segunda-feira (8), a equipe do Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) realiza atendimento gratuito aos estudantes que estiverem na Estação Tatuapé. Na terça-feira (9), a ação ocorre na Estação Brás, na quinta-feira (11) será a vez da Estação Luz e na sexta-feira (12), a atividade estará na Estação Palmeiras-Barra Funda. 

As vagas são para estudantes entre 14 e 24 anos matriculados nos ensinos médio, técnico ou superior. Durante o evento, haverá divulgação de cursos online, orientações e atendimento pelos profissionais do CIEE, que prestam apoio aos jovens à procura de vagas de estágio e auxiliam na solução de dúvidas em relação ao mundo do trabalho.



Serviço

CIEE: cadastramento para estágio e aprendizagem
Data: hoje (08/12)

Local: Estação Tatuapé (Linhas 11-Coral e 12-Safira)
Data: terça-feira (09/12)

Local: Estação Brás (Linhas 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira)
Data: quinta-feira (11/12)

Local: Estação da Luz (Linhas 10-Turquesa e 11-Coral)
Data: sexta-feira (12/12)

Local: Estação Palmeiras-Barra Funda (Linhas 10-Turquesa, 11-Coral e serviço Expresso Aeroporto)
Horário: sempre das 11h às 15h


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