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terça-feira, 14 de outubro de 2025

Pisar em água da chuva pode causar doenças graves, alerta dermatologista

 

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Além de dermatites e infecções de pele, contato com poças e enchentes pode transmitir leptospirose e hepatites

 

Durante o período de chuvas e enchentes, o simples ato de pisar em água acumulada nas ruas pode trazer sérios riscos à saúde. De acordo com o dermatologista Dr. José Roberto Fraga Filho, membro titular da Sociedade Brasileira de Dermatologia e diretor clínico do Instituto Fraga de Dermatologia, a água parada é um ambiente propício para microrganismos e pode conter urina de animais infectados, especialmente ratos.

“A exposição à água contaminada pode causar doenças graves, como a leptospirose, que é transmitida pela urina do rato. Trata-se de uma infecção sistêmica que compromete vários órgãos e, em casos mais severos, pode levar à morte”, explica o especialista.

O médico também alerta para o risco de hepatites virais, que podem ser adquiridas pelo contato da pele lesionada com a água suja. “Esses vírus têm capacidade de penetrar por pequenas feridas e causar inflamações graves no fígado, um órgão essencial para o funcionamento do corpo humano”, ressalta o dermatologista.

Além das doenças sistêmicas, o contato com água contaminada pode afetar diretamente a pele. Segundo o Dr. Fraga, bactérias presentes nessas poças favorecem o surgimento de dermatites infecciosas, que podem evoluir para quadros mais sérios, como a erisipela, uma infecção cutânea profunda e dolorosa.

“A umidade e a sujeira criam condições ideais para a entrada de microrganismos na pele, especialmente se houver arranhões, picadas de inseto ou pequenas feridas. O resultado pode ser uma infecção difícil de tratar e que exige acompanhamento médico”, reforça o especialista.

O dermatologista recomenda evitar ao máximo o contato com água de chuva acumulada e, caso isso ocorra, lavar imediatamente a pele com água limpa e sabão. Se houver sinais de vermelhidão, coceira, febre ou dor, a orientação é procurar atendimento médico o quanto antes.

 

Instagram: @fragadermatologia

 

O que é autofagia e qual a relação com o jejum

A nutricionista Juliana Vieira elenca como ativar processo natural de limpeza celular de forma segura

 

Todos nós temos um processo de autofagia, processo onde nossas células continuamente se reciclam e se renovam, reduzindo a probabilidade do surgimento de algumas doenças, ajudando a perder peso e aumentando a longevidade. Segundo a nutricionista Juliana Vieira, o jejum ativa o mecanismo. 

"Quando o corpo fica sem receber comida por um tempo (jejum), ele entra em um modo de economia e reparo celular.Nesse processo, ocorre algo chamado autofagia.

Em outras palavras: o corpo começa a “limpar” o que não está funcionando direito — um tipo de faxina interna", esclarece. 

De acordo com a nutricionista, a autofagia aumenta entre 16 e 24 horas de jejum, dependendo da pessoa e de fatores como: nível de atividade física, composição corporal, e hábitos alimentares anteriores. 

"Mas o pico da autofagia geralmente acontece entre 24 e 48 horas de jejum contínuo.O corpo recicla componentes celulares em geral. Importante ressaltar :o jejum excessivo pode causar perda de massa magra, desequilíbrio hormonal e queda de energia; os efeitos benéficos da autofagia são estudados, mas ainda não existe prova de que “curam doenças” em humanos", destaca. 

Juliana lista como ativar a autofagia de forma segura

 

 1. Jejum intermitente leve (12h a 16h)

• Exemplo: jantar às 19h e comer novamente entre 7h e 11h do dia seguinte.

• Esse intervalo já é suficiente para ativar mecanismos leves de reparo celular e melhora da sensibilidade à insulina.

• Não precisa (nem deve) passar fome extrema.

 

2. Alimentação com menos ultraprocessados

• Prefira alimentos naturais: legumes, verduras, frutas, proteínas magras, grãos integrais e gorduras boas (abacate, azeite, castanhas).

• Reduzir açúcar e farináceos evita sobrecarga de insulina, o que favorece a entrada no “modo de limpeza” celular.

 

3. Exercício físico regular

• Especialmente os de intensidade moderada a alta (como caminhada rápida, musculação ou bicicleta) também ativam a autofagia , até mesmo em quem não faz jejum.

• O corpo entende o exercício como um estímulo de “adaptação e reparo”.

 

4. Dormir bem

• A autofagia aumenta durante o sono profundo.

• Noites curtas ou mal dormidas reduzem esse processo e aumentam inflamações.

 

Alzheimer em jovens: doença de início precoce exige atenção e diagnóstico rápido

Imagem gerada por IA
Neurologista alerta que sintomas em adultos antes dos 65 anos podem ser confundidos com estresse ou desatenção, atrasando o início do tratamento

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que cerca de 55 milhões de pessoas vivem com algum tipo de demência, sendo a doença de Alzheimer a mais comum, atingindo sete em cada 10 indivíduos no mundo. Com o envelhecimento da população, os números preocupam: a Alzheimer’s Disease International projeta que os casos globais podem chegar a 74,7 milhões em 2030 e 131,5 milhões em 2050. 

No Brasil, dados do Ministério da Saúde apontam que aproximadamente 1,2 milhão de pessoas têm Alzheimer, com cerca de 100 mil novos casos diagnosticados anualmente. Entre eles, um grupo específico chama atenção: os pacientes jovens, que desenvolvem a doença antes dos 65 anos.

Segundo a neurologista Bianca Mazzoni, professora do curso de Medicina do Centro Universitário UniBH - integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima - o Alzheimer de início precoce pode surgir entre os 30 e 65 anos, sendo mais frequente à medida que o paciente se aproxima dos 65 anos. “A incidência estimada entre 45 e 64 anos é de 6,3 a cada 100 mil pessoas por ano, com uma prevalência de 24,2 a cada 100 mil. Então, não é algo muito comum”, afirma. 

A Dra. Bianca explica ainda que o Alzheimer precoce apresenta alterações cognitivas diferentes das vistas em pacientes idosos, afetando frequentemente linguagem, comportamento e função executiva. “Alguns pacientes podem ter manifestações motoras, mioclonias (contrações musculares rápidas, breves e involuntárias, semelhantes a espasmos), e até crises epilépticas. Além disso, a evolução costuma ser mais rápida, com progressão para dependência maior e até óbito”, diz. 

A genética também desempenha papel relevante no diagnóstico: cerca de 10% dos pacientes jovens apresentam mutações em genes específicos associados à doença, configurando o chamado Alzheimer familiar autossômico dominante. “Nos jovens, temos uma relação genética mais forte do que nos pacientes idosos, que muitas vezes possuem fatores genéticos diversos e ambientais”, acrescenta. 

Mazzoni revela ainda que os primeiros indícios em adultos jovens podem incluir alterações de linguagem, com dificuldade de nomear objetos e formar frases; mudanças comportamentais; dificuldades executivas, marcadas pela incapacidade de realizar tarefas anteriormente simples; déficit de memória, principalmente na formação de novas lembranças; e manifestações atípicas, como movimentos involuntários ou problemas motores. “É importante, porém, diferenciar lapsos de memória comuns, muitas vezes ligados à desatenção ou excesso de estímulos do dia a dia, de sinais que merecem investigação médica, especialmente quando familiares ou colegas percebem alterações”, alerta.

 

Diagnóstico, exames e tratamento 

O diagnóstico da doença, conforme aponta Bianca, envolve descartar causas reversíveis e condições que possam se assemelhar ou camuflar o Alzheimer, como deficiências vitamínicas, alterações metabólicas, infecções (como sífilis ou HIV) e doenças estruturais ou inflamatórias do cérebro. Exames de imagem, como a ressonância magnética, e exames laboratoriais são fundamentais para uma confirmação precisa. “Em casos específicos, exames avançados, como PET para avaliação de proteína TAU e biomarcadores no líquor (beta-amiloide e proteína TAU), além de testes genéticos, podem ajudar no diagnóstico e no aconselhamento familiar.” 

O tratamento, por sua vez, inclui medicamentos que melhoram temporariamente os sintomas cognitivos, como inibidores da acetilcolinesterase e a memantina, além de abordagens para sintomas comportamentais e depressivos. “O acompanhamento multidisciplinar é essencial, com fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e psicologia, tanto para pacientes quanto para familiares”. 

Por fim, a neurologista destaca que embora o principal fator de risco no Alzheimer precoce seja o genético, a prevenção pode ser eficaz por meio de medidas voltadas ao controle de fatores cardiovasculares e da prática regular de atividade física, que têm se mostrado mais eficaz do que qualquer medicamento. “Evitar hipertensão, diabetes não controlado e manter um acompanhamento de saúde constante é fundamental. A atividade física regular – vale reforçar - é a intervenção com evidência científica mais consistente para prevenção”, finaliza.


“O que é feedback?”: interesse pelo assunto rendeu 2,9 milhões de buscas online no último ano; confira as dúvidas dos internautas

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Perguntas vão do significado do termo à sua aplicação prática no trabalho, conforme acaba de divulgar a escola de negócios Conquer

 

Analise seu próprio comportamento e responda com sinceridade: no geral, você tem dificuldade em dar ou receber feedbacks, seja para o chefe, colega de trabalho ou até mesmo amigos e familiares? Ou melhor, sente que ainda não entendeu bem esse conceito — ou, se entendeu, ainda encontra dúvidas ao tentar colocá-lo em prática?

 

Se a cultura das avaliações e alinhamento de expectativas é um desafio por aí, saiba que, aparentemente, você não é o único: segundo um levantamento da escola de negócios Conquer, que avaliou o comportamento digital dos brasileiros, dúvidas e questionamentos sobre o assunto geraram 2,9 milhões de buscas na internet nos últimos doze meses, entre questões conceituais ao redor do tema, boas práticas para dar e recebê-lo e suas aplicações no dia a dia de trabalho.

 

Não apenas isso: a cada novo mês, a procura por certas respostas vêm não só rendendo altos volumes de pesquisa, mas saltos consideráveis no Google Brasil — como é o caso de “feedback o que é”, cujas buscas saltaram 23% no último ano, e “feedback significado e exemplos”, com um aumento de 50% entre os internautas.

 

Mas, afinal, se este é um tópico que tem interessado cada vez mais brasileiros, quais dúvidas estiveram por trás dos principais picos de buscas recentemente? Confira no conteúdo abaixo, que traz as perguntas mais feitas pelos usuários nos mecanismos digitais, bem como explicações da escola de negócios, focada no desenvolvimento e capacitação de líderes e profissionais:



Como escrever feedback… e para que ele serve

 

Para quem tem dúvidas sobre a grafia da palavra, a forma correta de escrevê-la é “feedback”, junção de outros dois termos em inglês: “feed” (alimentar, nutrir) e “back” (de volta). Simples, não?

 

No contexto profissional, o feedback é basicamente um "retorno" ou "alimentação de volta" sobre o desempenho de alguém. É uma comunicação, formal ou informal, que tem como objetivo ajudar a pessoa a entender seus pontos fortes e onde pode melhorar. Por esse motivo, é considerado uma valiosa ferramenta de crescimento e alinhamento.


 

Como fazer um feedback (escrito ou verbal)

 

Se sua confusão tem menos a ver com o uso do termo, mas a estrutura de um feedback — seja por escrito ou de modo verbal —, uma boa forma de compartilhar sua percepção com os demais é contextualizar o motivo pelo qual você está escrevendo ou falando com alguém (como “gostaria de dar um retorno sobre sua apresentação”), descrever detalhadamente a situaçãopontuar as ações da pessoa avaliada e, ainda, os impactos que esse comportamento gerou.

 

Nessa horas, sugestões práticas e concretas são muito bem-vindas… e tendem a demonstrar o comprometimento de quem dá um feedback com a evolução do indivíduo orientado.

 

“É muito importante compreender que feedback não é sobre julgar ou buscar aprovação, mas sobre construir confiança e impulsionar o desenvolvimento do time. Quando você é específico em relação às situações e aponta alternativas reais de melhoria, mostra comprometimento com o crescimento da outra pessoa”, destaca Juliana Alencar, Diretora de Marketing da Conquer.


 

Como pedir feedback ao cliente

 

Pedir feedback ao cliente é fundamental para o crescimento de um projeto ou negócio. No geral, o momento perfeito para solicitar esse retorno é logo após a compra ou a utilização do serviço, enquanto a experiência ainda está fresca na memória do cliente. Para obter respostas úteis, basta ser claro e evitar perguntas genéricas.

 

Em vez de perguntar "o que você achou?", por exemplo, vale ser mais específico: "o que poderíamos melhorar no nosso atendimento?". Além disso, facilitar o processo para o consumidor, usando um formulário rápido ou um espaço de comentário, pode tornar o ato de dar o feedback simples e sem esforço.


 

Como dar feedback negativo

 

Ao dar um feedback negativo, o ideal é que ele seja o mais construtivo possível. Em vez de focar na pessoa ("você é desorganizado"), vale se concentrar na situação e no impacto que ela gerou ("a falta de organização no arquivo X atrasou a entrega para o cliente"). “É crucial ser direto e específico, oferecendo sugestões claras de como a pessoa pode melhorar e mostrando que você está ali para apoiar”, destaca Juliana Alencar. “O objetivo é o desenvolvimento, não a crítica.”


 

Como agradecer um feedback positivo

 

Já ao receber um feedback positivo, é importante responder de forma clara e genuína. Mais do que apenas dizer "obrigado", demonstra profissionalismo quem valoriza a opinião da pessoa e evidencia que a mensagem dela teve um impacto, como “fico feliz que você tenha gostado da apresentação. O seu feedback me motiva a continuar buscando mais informações e aprimorando meu trabalho."


 

Como pedir feedback de entrevista pelo WhatsApp

 

Para solicitar o feedback de uma entrevista de emprego via WhatsApp, a abordagem deve ser direta e profissional. Uma mensagem concisa pode ser enviada, perguntando se seria possível receber um retorno sobre o desempenho no encontro. Agradecer a oportunidade e o tempo do recrutador demonstra profissionalismo e interesse na vaga e no desenvolvimento pessoal. É recomendado enviar a mensagem em horário comercial, evitando a insistência.


 

Quais os tipos de feedback

 

O feedback pode ser classificado de diferentes maneiras dependendo do ambiente e o contexto no qual o termo é usado.

 

Do ponto de vista da forma, por exemplo, é possível diferenciar feedbacks informais e formais — o primeiro ocorrendo no dia a dia, em conversas rápidas e espontâneas, e o segundo de forma estruturada e geralmente agendada, como em avaliações de desempenho ou reuniões de feedback.

 

Outra forma de classificá-lo é pelo seu conteúdo: feedback positivo e negativo. O feedback positivo reforça comportamentos e resultados desejados, reconhecendo o bom trabalho e incentivando a sua continuidade. Por outro lado, o feedback negativo (ou construtivo) aponta pontos a serem melhorados, visando corrigir falhas e aprimorar o desempenho.

 

Por fim, a fonte do feedback também define seu tipo. O autofeedback é a autoavaliação, um processo de reflexão pessoal sobre o próprio desempenho, essencial para o autoconhecimento. Já o feedback 360 considera um modelo abrangente, onde o profissional é avaliado por colegas, superiores, subordinados e até mesmo clientes, oferecendo uma visão completa de seu desempenho.


 

Quando devemos usar o feedback na liderança

 

O feedback deve ser uma prática contínua na liderança e não apenas em momentos formais de avaliação. A liderança eficaz exige que ele seja usado para reforçar comportamentos positivos e corrigir desvios de forma imediata e construtiva, sem esperar por reuniões trimestrais.

 

“Em resumo, o feedback deve ser empregado para alinhar expectativas, incentivar o desenvolvimento e construir confiança na equipe”, reflete Juliana. “Trata-se de uma ferramenta diária para promover um ambiente de aprendizado, transparência e crescimento contínuo, garantindo que a equipe se sinta valorizada e orientada.”


 

Metodologia

 

Para desvendar as principais dúvidas sobre o tópico na internet, foram consideradas 2,9 milhões de buscas no Google realizadas por brasileiros durante os últimos doze meses. A investigação foi pautada pela expressão "feedback" e suas variações, abrangendo todas as pesquisas relativas ao assunto nas cinco regiões nacionais. Em seguida, os termos mais procurados foram dispostos em um ranking baseado no volume total de buscas ao longo do último ano.

  

Conquer Business School
https://blog.escolaconquer.com.br



Educação financeira: como conversar com crianças sobre dinheiro

Economista e consultora do will bank, Mila Gaudencio, dá dicas para introduzir o assunto de maneira leve e criativa e defende que o importante é incluir os pequenos



O Mês das Crianças chegou, e, mais do que presentes, esta é a época perfeita para dar um superpoder para os pequenos: a educação financeira. A economista e consultora do will bank, Mila Gaudencio, mostra que é possível transformar a interação das crianças com o dinheiro em uma jornada de conhecimento e independência.

Para Mila, a mágica não está em desvendar de onde vem o dinheiro: se veio da moedinha da fada do dente, do presente da vovó, da mesada no cartão ou de um PIX inesperado. “A chave é abrir conversas no dia a dia que ensinam o verdadeiro sentido dessas trocas. Afinal, a relação com o dinheiro é uma constante em toda a nossa vida e, muitos dos nossos comportamentos já adultos, vêm da relação que tivemos com dinheiro nessa fase”, completa a especialista.



O tabu do "tesouro" e a importância de falar desde cedo

Embora 87% dos adultos reconheçam a relevância do tema, uma pesquisa da Serasa de 2024 revela que apenas 6 em cada 10 conversam sobre finanças com as crianças. Essa é uma lacuna que precisa ser fechada, e falar sobre dinheiro desde cedo é um ato de preparo e afeto.

"Às vezes, falar de finanças parece um bicho de sete cabeças. Mas é conversando, com leveza e exemplos práticos, que a criança aprende a fazer escolhas, a entender os limites do seu ‘tesouro’ e a dar um valor diferente às coisas. Queremos quebrar esse tabu: falar de dinheiro é um grande gesto de amor e o primeiro passo para garantir um amanhã financeiro consciente para quem a gente ama", afirma Mila.

A educação financeira na infância ensina lições importantíssimas de responsabilidade, planejamento e valor do trabalho, de um jeito que a criança pode levar para a vida toda. Para transformar essa conversa em uma grande aventura de aprendizado, a consultora do will bank preparou um guia prático com 6 dicas, cheio de ideias e mecânicas criativas:


1. A regra da troca justa: o dinheiro é um poder especial, mas com limite. Use moedas, bloquinhos de montar ou figurinhas, para mostrar que, se o poder for usado para comprar um brinquedo, ele não serve mais para o chocolate. Explicar que gastar em uma coisa é abrir mão de outra ensina o conceito de prioridade, ajudando a criança a fazer escolhas que a deixarão mais feliz.



2. O jogo do tesouro: transforme e mostre que poupar é como bolar um grande plano e que pode ser também divertido. Envolva a criança na meta de conseguir algo que ela deseja, como um presente. Ensine que guardar é como juntar peças de um mapa do tesouro. É um processo positivo focado em realizar um objetivo, mostrando que o planejamento traz uma conquista muito maior.



3. Permitir errar é aprender: ofereça um valor simbólico, mas com uma recorrência determinada. Se acabar rápido, é uma lição valiosa sobre a importância de controlar a vontade imediata e administrar o que se recebe até um novo ciclo.



4. Desvendando o dinheiro invisível: para o PIX e o cartão, que fazem o dinheiro sumir sem a notinha física, use a imaginação. Explique que o cartão é como uma chave secreta que destrava um cofrinho que está guardado no banco. O dinheiro tem um limite; se usar a chave demais, o cofrinho fica vazio. Isso ajuda a reforçar a importância do controle mesmo sem ter notas nas mãos.



5. A técnica do 3 em 1: use três potes ou envelopes para dividir o dinheiro que a criança recebe: 1. Pote do agora (para pequenas vontades imediatas); 2. Pote do sonho (o objetivo maior, de longo prazo); 3. Pote da ajuda (para doar ou presentear alguém). Essa divisão ensina a planejar e a dar um destino e um propósito para cada parte do dinheiro.



6. Detetive no mercado: transforme as idas ao supermercado em uma aula de investigação divertida. Mostre que existem preços diferentes para a mesma coisa e reforce que não precisamos comprar tudo na hora. Pergunte: “Qual é o mais barato? Esse vale a pena agora ou podemos guardar para o seu objetivo?” Essa prática treina o olhar financeiro e incentiva o consumo consciente, sem limitar o que a criança pode desejar.



Mesmo sendo um tema importante na formação das crianças, Mila Gaudencio destaca que a infância não é sobre números, mas sobre afeto e preparo. O dinheiro faz parte da rotina, assim como o processo de ganhar autonomia, mas o essencial é preservar o olhar mais fantasioso, criativo e único dos pequenos. “Não é preciso complicação em ser criança. E com pequenos gestos e lições práticas como estas, vamos transformando de forma positiva o crescimento dos pequenos”, finaliza.


Quando a criatividade alimenta a estratégia de negócio

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Durante muito tempo, a criatividade foi associada a artistas – como Picasso, Van Gogh, Shakespeare, entre outros. No entanto, a história mostra que grandes cientistas e empresários também foram movidos pela imaginação.

 

Albert Einstein rompeu padrões ao enxergar o universo por outra ótica. Steve Jobs revolucionou o modo como usamos tecnologia ao unir estética e usabilidade. Ambos mostraram que criatividade é mais do que arte: é a capacidade de pensar diferente para resolver problemas complexos. 

No ambiente corporativo, essa competência deixou de ser restrita a certas áreas e passou a ocupar um espaço central nas estratégias de negócio. Organizações criativas não são aquelas que apenas produzem ideias originais, mas as que aprendem continuamente, conectam pontos antes distantes e encontram novas respostas para velhos desafios. Ser criativo, hoje, é saber lançar mão do imprevisível para aproveitar oportunidades. 

Integrar criatividade à gestão exige mais do que motivação. É preciso construir contextos organizacionais que estimulem curiosidade, experimentação e liberdade responsável. Ambientes onde se possa propor soluções, testar hipóteses e aprender com o erro seguro psicologicamente. Essa mudança cultural é profunda, pois significa trocar o controle pela flexibilidade e a rigidez pela adaptabilidade. 

O desafio das lideranças é equilibrar eficiência nas operações cotidianas e inovação. Modelos tradicionais de gestão foram criados para garantir previsibilidade, mas, no mundo atual, estabilidade e crescimento sustentado vêm da capacidade de lidar com o incerto.

A criatividade, portanto, tornou-se um ativo estratégico. Ela orienta decisões, estimula a colaboração e amplia a agilidade organizacional diante das transformações tecnológicas, econômicas e sociais. 

Líderes criativos fazem perguntas poderosas, inspiram o pensamento crítico, promovem a escuta e valorizam a diversidade de ideias. Eles entendem que a inovação nasce do encontro entre perspectivas diferentes. A criatividade floresce quando há diálogo genuíno, confiança e propósito. 

Adotar a criatividade como estratégia também implica em rever métricas de sucesso. Além de produtividade e rentabilidade, é preciso observar indicadores de aprendizado, engajamento e inovação. A performance de longo prazo depende da capacidade das equipes de se reinventarem e manterem viva a energia criativa no cotidiano. 

Empresas que compreendem essa lógica constroem vantagem competitiva sustentável. Elas não apenas reagem às mudanças, mas as antecipam. E entendem que o futuro dos negócios depende menos de controlar o incerto e mais de criar dentro dele. 

No fim, criatividade nos negócios não é sobre ter boas ideias, mas sobre transformar ideias em impacto real. É essa mentalidade que separa as empresas que apenas acompanham o mercado daquelas que o redefinem.

 


Yuri Trafane - empresário, consultor de empresas e autor do livro “Os Quatro Papéis: Lições de Liderança, Gestão, Estratégia e Empreendedorismo na Carreira Gerencial”


Reajuste das mensalidades escolares preocupa famílias e desafia escolas: como se preparar para 2026

Enquanto a inflação anual gira em torno de 4,8%, os reajustes médios nas mensalidades escolares ultrapassam 9%. Especialista comenta a alta e orienta pais sobre como se planejar e negociar com as instituições.
 

Com o fim do ano se aproximando, um tema volta a ocupar as conversas entre pais: quanto custará a escola das crianças em 2026? O reajuste médio das mensalidades escolares para o próximo ano deve girar em torno de 9% a 10%, quase o dobro da inflação oficial, que hoje está em 4,8%. A diferença, que causa apreensão nas famílias, tem explicação e um lado pouco conhecido da história.

“Quando o número é alto, as escolas também sofrem. Não é do interesse de ninguém aplicar reajustes abusivos. A perda de alunos e a desconfiança das famílias afetam diretamente a sustentabilidade de uma instituição”, afirma Mariana Ruske, idealizadora e diretora da Senses Montessori School, localizada em São Paulo e especializada na primeira infância.

Segundo ela, definir o valor da mensalidade do ano seguinte é um processo complexo e de longo prazo. “As escolas precisam prever o cenário econômico de mais de um ano à frente. Essa decisão é tomada ainda em setembro, e o valor precisa sustentar todas as contas até dezembro do ano seguinte. Salários, dissídios, impostos, alimentação, manutenção, investimentos pedagógicos tudo precisa estar previsto. Um erro nessa conta e o caixa não fecha”, explica.

Enquanto famílias têm flexibilidade para ajustar o orçamento mês a mês, as escolas precisam operar com previsibilidade. “É como guiar um navio. O ajuste precisa ser feito muito antes de a embarcação mudar de direção. Não sabemos quantos alunos novos teremos, quantos sairão, como estará o desemprego ou a cotação do dólar, e ainda assim precisamos fechar os números com antecedência”, diz Mariana.

Outro ponto importante é que o IPCA, índice usado para medir a inflação oficial, não reflete o custo real da educação. “O IPCA mede alimentos, vestuário e transporte, mas não o valor de manter uma escola. Nosso maior custo é humano. E é justo que professores motivados, preparados e bem remunerados façam parte do investimento que as famílias escolhem para os filhos”, complementa.

Para 2025, a Senses Montessori School adotou uma política de valores congelados para famílias que anteciparam a rematrícula até setembro e reajuste de 4% na tabela geral, abaixo da média nacional. “Foi uma decisão estratégica. Antecipar as matrículas nos ajuda a manter um relacionamento transparente e de confiança com as famílias. As que se organizam com antecedência se beneficiam e ainda garantem vaga. Já quem deixa para o fim do ano corre o risco de não encontrar disponibilidade”, conta.

A diretora reforça que a organização financeira e o diálogo são fundamentais para lidar com os reajustes. “O ideal é que as famílias se planejem com antecedência, avaliem as opções e conversem com as escolas. Negociar é legítimo, mas é importante entender que educação não é um custo, é um investimento no desenvolvimento e na segurança emocional das crianças.”

Mariana também alerta para o risco de escolher escolas com valores muito abaixo do mercado. “A matemática é simples: se a receita é baixa, os salários e investimentos também serão. Não há como esperar qualidade pedagógica e estrutura com recursos limitados. Escolher a escola é, acima de tudo, escolher em quem confiar e confiança se constrói com coerência e transparência.”

A educadora defende que o diálogo entre pais e escolas deve ser de parceria, não de oposição. “Estamos todos no mesmo barco. Famílias e educadores enfrentam o mesmo cenário econômico. O caminho está na antecipação, no planejamento e na confiança mútua. Educação é uma jornada longa e exige consistência tanto financeira quanto emocional.”

 

Mariana Ruske - Pedagoga da Senses Montessori School. Palestrante e ativista, dedica-se a disseminar informações sobre a proteção infantil contra abuso e violência. Defende que a educação infantil é a base do futuro e vê na Pedagogia Científica de Maria Montessori a ferramenta ideal para um desenvolvimento integral.


Com o aumento no interesse por intercâmbios, veja como afiar seu inglês em 5 passos para não passar vergonha no exterior

A tendência mostra que, mais do que uma experiência cultural,
o intercâmbio se tornou uma estratégia de carreira. 
Envato

Com destinos cada vez mais procurados e o inglês sendo o idioma universal das oportunidades, preparar-se ainda no Brasil é o segredo para aproveitar ao máximo o intercâmbio, e abrir portas para o mercado internacional

 

O interesse dos brasileiros em estudar fora está em alta: segundo a pesquisa Selo Belta 2025, o número de estudantes que planejam fazer intercâmbio deve crescer 17% em relação ao ano anterior, com países como Canadá, Estados Unidos e Reino Unido liderando as preferências. A tendência mostra que, mais do que uma experiência cultural, o intercâmbio se tornou uma estratégia de carreira, e o domínio do inglês é o primeiro passo para quem quer transformar essa vivência em oportunidades reais. 

“Não dá para deixar para aprender inglês só quando chega ao destino. Quanto mais preparado o aluno estiver no Brasil, mais ele vai aproveitar as experiências, as conexões e até as oportunidades de trabalho fora”, explica Bruno Barros, consultor de idiomas do CEBRAC (Centro Brasileiro de Cursos). 

De acordo com ele, falar inglês com segurança é o que diferencia quem apenas viaja de quem realmente se integra: “O inglês é mais do que uma língua, é uma ferramenta de inserção global. Dominar o idioma antes do embarque permite que o estudante aproveite melhor as aulas, conheça pessoas de outras culturas e até busque oportunidades em empresas internacionais.” 

O CEBRAC oferece cursos que preparam o aluno não apenas para o inglês do dia a dia, mas também para situações reais do mercado global como entrevistas, apresentações e elaboração de currículos internacionais. “Temos oficinas para ensinar como montar um resumé e uma cover letter, documentos essenciais para quem busca oportunidades fora do país. Assim, o aluno se sente confiante e preparado para qualquer contexto onde o inglês seja exigido”, destaca o consultor.
 

5 passos para afiar o seu inglês antes do intercâmbio
 

1. Faça um diagnóstico do seu nível atual
Testes de proficiência ajudam a identificar seus pontos fortes e lacunas. Isso orienta seu plano de estudos e evita que você perca tempo com o que já domina.
 

2. Consuma conteúdos autênticos
Filmes, séries, músicas e notícias em inglês são aliados poderosos. Eles aproximam o estudante da língua real, com expressões e sotaques que serão úteis no dia a dia fora do país.
 

3. Pratique o “shadowing”
Essa técnica consiste em repetir em voz alta trechos de áudios ou vídeos em inglês, imitando entonação e ritmo. É uma das formas mais eficazes de melhorar a fluência e a pronúncia.
 

4. Simule situações reais
Treine entrevistas, apresentações e até diálogos do cotidiano. No CEBRAC, por exemplo, há práticas de entrevistas e o projeto Scrapbook, no qual o aluno cria sua autobiografia em inglês, o que ajuda a ganhar naturalidade ao falar sobre si mesmo.
 

5. Inclua o inglês no seu dia a dia
Mesmo que por poucos minutos, pratique todos os dias. Leia artigos, ouça podcasts e escreva pequenos textos. A consistência é o que transforma o aprendizado em fluência.
 

Preparar-se ainda no Brasil é o que garante uma experiência mais completa no exterior. E, com o apoio de um curso estruturado como o do CEBRAC, o estudante não apenas evita “passar vergonha” fora do país, mas também amplia seu horizonte profissional. Afinal, quem fala inglês com confiança está sempre um passo à frente, seja no intercâmbio, seja no mercado internacional.
 

CEBRAC


Fatecs têm vagas para mais de 100 cursos gratuitos de Ensino Superior

Candidato deve ser inscrever no Vestibular pela internet, até 7 de novembro; as 98 Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo oferecem 20.375 vagas para o primeiro semestre de 2026

 

Estão abertas as inscrições para o Vestibular das Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatecs). O candidato tem até as 15 horas de 7 de novembro, para se inscrever pelo site vestibular.fatec.sp.gov.br. Para o primeiro semestre de 2026, as Fatecs oferecem um total de 20.375 vagas, sendo 7.870 destinadas aos candidatos do Provão Paulista. O exame será no dia 14 de dezembro. A taxa de participação é de R$ 47. 

O requisito para concorrer a uma vaga é ter concluído ou estar cursando o terceiro ano do Ensino Médio ou equivalente. Também é possível participar como treineiro. 


Inscrição

Para participar do exame, o candidato deve ler atentamente o Manual do Candidato, preencher a ficha de inscrição online e responder ao questionário socioeconômico. Ao preencher o formulário, o interessado irá escolher um curso como primeira opção e outro como segunda opção, em qualquer Fatec e período. É possível realizar até três inscrições distintas, mediante o pagamento da taxa correspondente a cada uma.

A taxa de participação pode ser paga em agências bancárias, via internet banking ou cartão de crédito, pela ferramenta Getnet, até o dia 7 de novembro. A inscrição só será confirmada após a compensação do pagamento.

As Fatecs disponibilizam computador e acesso à internet a quem quiser fazer a inscrição no Vestibular. Cabe ao interessado entrar em contato com a unidade para saber datas e horários de atendimento.

 

 Novidades

Juntas, as 86 unidades de Ensino Superior do Centro Paula Souza (CPS) disponibilizam vagas para 102 cursos gratuitos, sendo seis opções inéditas na instituição, com 40 vagas cada uma, no período noturno:

  • Curso de Bacharelado em Educação Física – Fatec Esportes
  • Curso de Graduação em Engenharia Mecânica – Fatec Mogi Mirim
  • Curso de Graduação em Engenharia Civil – Fatec São Paulo
  • Curso de Graduação em Engenharia de Produção – Fatec São José dos Campos
  • Curso Superior de Tecnologia em Ciência de Dados para o Agronegócio – Fatec Catanduva
  • Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública – Fatec Itapevi

A relação completa de cursos, vagas e unidades está disponível para consulta no site vestibular.fatec.sp.gov.br.

 

Pontuação Acrescida

O Sistema de Pontuação Acrescida do CPS concede bônus de 3% para candidatos autodeclarados afrodescendentes, 10% para quem cursou integralmente o Ensino Médio em escola pública, ou 13% no caso de acumulação dos dois critérios. Cabe ao candidato verificar no Manual do Candidato se tem direito à pontuação acrescida, porque a matrícula não poderá ser realizada e a vaga será perdida se as informações não atenderem às condições estabelecidas em sua totalidade.

Outras informações estão disponíveis no site vestibular.fatec.sp.gov.br. O candidato também pode esclarecer dúvidas pela Central do Candidato, nos telefones: (11) 3471-4103 (Capital e Grande São Paulo) e 0800-596-9696 (demais localidades).

Centro Paula Souza

 

Como ficar Rica de Propósito: 5 passos práticos que você pode aplicar hoje

Divulgação
Literare Books International

Segundo dados da Serasa Experian (2025), 46% das mulheres empreendem em busca de flexibilidade, 40% pela independência financeira e 24% como fonte de renda complementar. Nesse sentido, conquistar a independência financeira vai além de acumular bens ou aumentar a conta bancária: é assumir as rédeas da própria vida. Para a mulher, significa liberdade de escolha, força para trilhar seu próprio caminho e segurança para não depender de terceiros em momentos decisivos. É sobre conhecimento que liberta, autoconfiança que sustenta e a capacidade de transformar talentos em prosperidade.

Essa construção toda não acontece de um dia para o outro, mas pode começar agora, com passos práticos e acessíveis. A seguir, confira cinco orientações poderosas que podem ajudar você a se tornar mais segura, confiante e financeiramente independente.


  1. Tenha clareza de propósito

Saber onde se quer chegar é o primeiro passo para alcançar qualquer meta. Defina objetivos claros para a sua vida profissional e pessoal, alinhando-os aos seus valores. Propósito é bússola: sem ele, até os maiores esforços podem se perder.

  1. Pratique a produtividade assertiva

Não se trata de trabalhar mais, e sim de trabalhar melhor. Use ferramentas como a Matriz de Eisenhower para diferenciar o que é realmente importante do que apenas parece urgente. Assim, você direciona energia ao que gera resultados concretos e deixa de desperdiçar tempo com distrações.


  1. Transforme autoconhecimento em estratégia

Descobrir seus pontos fortes e reconhecer seus pontos de melhoria é essencial para tomar decisões mais inteligentes. Exercícios simples, como manter um diário de autoapreciação ou criar um vision board, ajudam a ter clareza sobre quem você é, o que deseja e como vai chegar lá.


  1. Aceite o lucro como retorno natural

Muitas mulheres sentem culpa ou receio ao cobrar pelo próprio trabalho. Mas o lucro não é inimigo, é consequência justa de esforço, dedicação e competência. Valorizar o seu serviço significa também reconhecer seu valor pessoal e abrir espaço para prosperar com dignidade.


  1. Construa networking com propósito

Relacionamentos certos podem abrir portas que o esforço isolado jamais alcançaria. Cultive conexões positivas, busque parcerias que impulsionem seus projetos e compartilhe conquistas e aprendizados. Uma rede de apoio sólida multiplica oportunidades e fortalece a caminhada.

Esses passos mostram que o sucesso não é fruto do acaso, mas de escolhas conscientes e consistentes. A independência financeira nasce quando unimos propósito, disciplina e autoconfiança a uma mentalidade que valoriza cada pequena conquista.

Se você deseja se aprofundar ainda mais nesse caminho, o livro “Rica de Propósito”, reúne essas e outras práticas transformadoras, oferecendo uma verdadeira jornada de autoconhecimento, produtividade e prosperidade feminina. Afinal, ser rica de propósito é viver com liberdade, confiança e resultados.

 

Michele Bouvier Sollack - CEO do C7Grupo. Mentora e palestrante especializada em saúde financeira para mulheres. Escritora. Graduada em Psicologia, Ciências Humanas, unindo ciência e estratégia para transformar negócios femininos. @mibouvieroficial



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