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segunda-feira, 21 de junho de 2021

Amanhã (dia 22), na Estação Vila das Belezas (Linha 5-Lilás de metrô) campanha conscientiza população sobre o uso racional da água

Van do Programa Novo Rio Pinheiros estacionada em estação da Linha 5-Lilás
 Ação é realizada com parceria com o Consórcio Rio-DBO Alto Pirajuçara


Com o agravamento da crise hídrica no estado de São Paulo, o Consórcio Rio-DBO Alto Pirajuçara, em parceria com a ViaMobilidade, concessionária responsável pela operação e manutenção da Linha 5-Lilás de metrô de São Paulo, leva, nesta terça-feira (dia 22), para a Estação Vila das Belezas, uma campanha para conscientizar a população sobre o uso racional da água e a importância de preservar o meio ambiente e seus bens naturais.

Na estação, das 10h às 16h, em uma van do programa, funcionários devidamente identificados darão dicas ao público e distribuirão materiais informativos sobre como economizar água, limpar a caixa d’água, além de apresentar o programa de despoluição do Rio Pinheiros, entre outros assuntos ligados ao tema. Dia 29 de junho será a vez da Estação Capão Redondo receber o veículo.

Para Juliana Alcides, Gerente de Comunicação e Sustentabilidade da ViaMobilidade, a iniciativa reforça o compromisso da concessionária como um agente de transformação da sociedade, promovendo a conscientização sobre o ambiente em que vivemos. "Além de um transporte seguro e confortável, nosso objetivo é melhorar a experiência das pessoas que circulam pelos nossos espaços e ser fonte de informação para incentivar a reflexão sobre os cuidados que impactam diretamente na vida de todos, como as questões ambientais", afirma.

Para garantir o distanciamento físico entre as pessoas e evitar aglomerações, colaboradores das concessionárias acompanharão a ação.


Programa Novo Rio Pinheiros

O Programa Novo Rio Pinheiros é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, Sabesp e Prefeituras para despoluir o Rio Pinheiros. As obras de saneamento para a captação de esgoto e para a despoluição do Rio Pinheiros, fazendo com que os esgotos gerados em todas as residências sejam tratados antes de chegar ao rio. O objetivo é reduzir o volume de esgoto despejado nos córregos ligados ao Rio Pinheiros, para melhorar a qualidade de suas águas.

O projeto socioambiental vinculado ao Programa tem como objetivo desenvolver as ações socioambientais durante a execução da obra e após a sua conclusão, bem como as ações e atividades de monitoramento para a sustentabilidade das ações implantadas.

 


Serviço: 

Ação Socioambiental - Programa Novo Rio Pinheiros - Linha 5-Lilás de metrô

22/06 - Estação Vila das Belezas

29/06 - Estação Capão Redondo

Sempre das 10h às 16h


ENEL DISTRIBUIÇÃO SÃO PAULO DÁ 25 DICAS DE ECONOMIA DE ENERGIA NO COMEÇO DO INVERNO

·         O uso consciente do chuveiro elétrico pode resultar em uma economia de até 30% no mês, se utilizado na posição “verão”;


·     Para quem está trabalhando em home office, pequenas atitudes, como aproveitar a luz natural e desligar o monitor de computadores após o expediente, também podem ajudar a economizar energia

 

Com a chegada do inverno e a diminuição das temperaturas, consumidores alteram os seus hábitos para preservar a sensação de conforto na estação mais fria do ano. Banhos se tornam mais demorados, aquecedores e aparelhos de ar-condicionado passam mais tempo ligados para aquecer os ambientes e secadoras de roupa passam a ser usadas com frequência. Apesar do bem-estar que proporcionam, esses equipamentos aumentam o consumo de energia, exigindo que os consumidores fiquem atentos para evitar surpresas desagradáveis no final do mês. 

O tema ganha ainda mais importância no cenário da pandemia, no qual as pessoas estão passando mais tempo dentro de suas casas, e da atual crise hídrica que reduziu o nível dos reservatórios, encarecendo o custo da energia para os brasileiros. Neste dia 21 de junho, data em que tem início oficialmente o período de inverno no Brasil, a Enel Distribuição São Paulo compartilha 25 dicas para que os consumidores possam curtir o friozinho do inverno com economia no valor da conta de luz:

  

Chuveiros Elétricos: 

1.    A recomendação é ficar o mínimo possível no banho. Os aparelhos mais comuns têm potência de, aproximadamente, 5.500W. Desta forma, o banho de 15 minutos por dia, por pessoa, para uma família de quatro pessoas, equivale ao consumo de energia de mais de 400 lâmpadas LED de 13W ligadas por uma hora, o que corresponde a cerca de R$ 100 na conta.


2.    Se utilizarmos o chuveiro elétrico na posição morno ou verão, haverá uma economia de cerca de 30%, ou seja, R$ 30,00. Se possível, programe o banho para as horas mais quentes do dia.

 

Aquecedores e ar-condicionado: 

3.    No inverno, podem chegar a corresponder a 1/3 do gasto doméstico com eletricidade, conforme a utilização. Evite deixar o aquecedor ligado por longos períodos e utilize-o apenas quando estiver no ambiente.


4.    Em relação aos aparelhos de ar-condicionado, evite usá-lo por períodos longos e opte por modelos inverter, que são mais eficientes e econômicos.

 

 Iluminação: 

5.    Aproveite a luz natural e abra janelas e cortinas durante o dia.


6.    Ao pintar paredes e tetos, dê preferência às cores claras, que refletem melhor a luminosidade.


7.    Troque lâmpadas incandescentes por fluorescentes ou LED, que consomem de 60% a 80% menos energia e aquecem menos o ambiente.

  

TVs e Computadores:

8.    Não deixe a TV ligada sem que haja alguém assistindo.


9.    Programe o timer (desligamento automático) antes de dormir, evitando que a TV fique ligada desnecessariamente.


10.  No caso do computador, desligue o aparelho sempre que ficar mais de 2 horas sem utilização.


11.  Desligue o monitor a partir de 15 minutos de inatividade.

 

Stand-by: 

12.  Desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico.


13.  Não deixe os aparelhos em stand-by, porque seguem consumindo energia.  

 

Máquinas de lavar e secar: 

14.  Utilize a capacidade máxima das máquinas de lavar e secar.


15.  Nas máquinas de lavar, fique alerta à quantidade de sabão, evitando repetir a operação de enxágue.


16.  Para as máquinas que têm a função de água aquecida, a empresa recomenda não usar esse recurso.


17.  Quanto às secadoras, utilize-as apenas quando realmente necessário e com a capacidade máxima.

 

Geladeiras: 

18.  Não abra a porta da geladeira desnecessariamente para não forçar o motor do eletrodoméstico.


19.  Verifique se a borracha de vedação da porta está cumprindo sua função.


20.  Nunca utilize a parte traseira do equipamento para secar roupas ou sapatos.


21.  No inverno, reduza a potência de resfriamento da geladeira, tendo em vista que a temperatura externa já estará mais fria.

 

Eficiência Energética dos equipamentos 

22.  Escolha eletrodomésticos de baixo consumo de energia, de preferência com selo A do Procel.


23.  Procure por aparelhos com selo do Procel (no caso de nacionais), preferencialmente com alta eficiência energética, ou Energy Star (no caso de importados). 

 

Outras dicas: 

24.  Sempre desligue os aparelhos ao sair de um ambiente. Nas pausas para o almoço ou intervalo, faça o mesmo.


25.  Verifique periodicamente as condições da rede elétrica interna para identificar pontos de fuga de energia, que aumenta o valor da conta de luz, ou fios e cabos desencapados que podem trazer risco à segurança dos moradores. 

 


Enel Distribuição São Paulo

 

ESTAGIÁRIO: APROVEITE AO MÁXIMO SUAS OPORTUNIDADES!

Essa é uma chance única de se desenvolver e transformar o futuro de sua carreira

 

Hoje, um desafio enfrentado pela população jovem é ter a tão sonhada oportunidade de ingressar no mercado de trabalho. Só para se ter uma ideia, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, para quem tem entre 18 e 24 anos, a taxa de desemprego é de 31,4%, enquanto a geral é de 14,4%. Portanto, o estágio surge como um meio de evitar esse cenário. Entenda!

 

Estágio é voltado para quem estuda 

Segundo a Lei 11.788/2008, esse tipo de contratação é voltado apenas para quem tem 16 ou mais anos. Além disso, é necessário estar regularmente matriculado e estudando em uma instituição de nível médio, técnico, superior ou nos dois anos finais do ensino fundamental da Educação de Jovens e Adultos (EJA).  

Assim, a principal intenção é unir o conteúdo aplicado em sala de aula com a prática empresarial. A partir daí, o aprendizado para a carreira é um ponto forte dessa modalidade. A carga horária reduzida de até seis horas diárias e 30h semanais, também garante um bom equilíbrio entre as tarefas acadêmicas e as profissionais.  

Além do networking, pelo contato com outras pessoas da sua área, o autoconhecimento também é favorecido. O estagiário descobre, no cotidiano corporativo, suas maiores aptidões, quais atividades são seu forte, quais podem melhorar e isso ajuda muito a definir os passos a seguir no futuro.  

Como essa é, na maior parte dos casos, a primeira vivência no universo organizacional, a falta de “vícios” de outras experiências também facilita os supervisores a moldarem suas habilidades rumo a um desenvolvimento assertivo. Assim, é possível construir uma trajetória dentro da companhia e isso vira mais uma história de sucesso.  

A taxa de efetivação é entre 40% e 60% para quem estagia. Então, aproveitar ao máximo essa oportunidade é a melhor maneira de se tornar um verdadeiro talento. 

 

Benefícios 

Ainda de acordo com a mesma legislação, para esse tipo de admissão, é garantido o recebimento de uma bolsa-auxílio, bem como auxílio-transporte, recesso remunerado e seguro contra acidentes pessoais. A contraprestação oferecida é um excelente meio de ajuda no financiamento dos estudos.  

Isso evita a evasão escolar e ainda contribui para a independência financeira. Ou seja, é um estímulo a mais para quem quer se capacitar de maneira eficiente no mundo empresarial. Infelizmente, apenas 5,2% dos estudantes conseguem uma colocação de estágio e aproveitam esses grandes incentivos.  

Portanto, cabe às empresas, aos próprios jovens, às escolas e à toda a população, a missão de reafirmar, sempre, as inúmeras vantagens trazidas por essa modalidade. Só assim é possível aumentar a quantidade de vagas e, com isso, dar um futuro próspero para o país!

 

Carlos Henrique Mencaci - presidente da Abres - Associação Brasileira de Estágios


43% dos brasileiros utilizaram a telemedicina durante a pandemia

De acordo com pesquisa feita pela Sinch, 50% utilizaram canais digitais para confirmar agendamentos e 46% foram notificados sobre casos de COVID-19 nas proximidades


A pandemia de Covid-19 tem acelerado a transformação digital e os hábitos da sociedade em todos os aspectos, inclusive no cuidado com a saúde. Se antes as consultas costumavam acontecer em clínicas ou prontos-socorros, atualmente as pessoas têm preferido consultas online. É o que mostra a pesquisa realizada pela Sinch , líder global em comunicação em nuvem, com mais de 2.800 pessoas de mais de 40 países, entre eles, o Brasil.

O estudo mostra que 38% da amostra global da pesquisa utilizou a telemedicina durante a pandemia. As taxas de adesão ao serviço são mais altas na Índia (65%), Estados Unidos (48%) e Brasil (43%). Dentre os adeptos das consultas online, 71% começaram a cuidar da saúde com ferramentas digitais durante a pandemia. No Brasil, 65% da população que não utiliza a telemedicina a considera útil, mas não tiveram oportunidade de experimentá-la porque seus planos de saúde não oferecem consultas virtuais.

Mais do que mudanças pontuais, a pandemia fez com que muitas pessoas repensassem seus hábitos a longo prazo. De acordo com os dados coletados pela Sinch, 58% vão evitar aglomerações mesmo com o fim da pandemia, 52% vão evitar viagens desnecessárias e 49% vão fazer compras online com mais frequência.

As autoridades de saúde também têm se adaptado à nova realidade e contam a expertise da Sinch para viabilizar o processo. Desde o início da pandemia, a companhia passou a oferecer infraestrutura de comunicação digital para governos e órgãos de saúde em todo o mundo a fim de auxiliar no enfrentamento à COVID-19. O ecossistema de mensagens da Sinch permite que os órgãos competentes enviem notificações à população em tempo real, além de permitir que o público utilize canais conversacionais para agendar testes de COVID-19, marcar consultas e tirar dúvidas sobre sintomas sem precisar sair de casa.

Assim como o varejo encontrou na internet ferramentas capazes de alavancar o negócio e engajar o público, as empresas de saúde precisam desenvolver conexões mais profundas com seus pacientes por meio de ferramentas digitais para construir históricos de saúde, avaliar sintomas, enviar links seguros para videochamadas e fornecer dicas personalizadas para cada paciente, por exemplo.

Como cada País utiliza a tecnologia

De acordo com a pesquisa feita pela Sinch, o aproveitamento de cada recurso tecnológico para o cuidado com a saúde varia em cada País. No Brasil, 43% utilizam canais digitais para agendar consultas, 50% para confirmar agendamentos e 17% para avaliações médicas. 46% foram alertados por mensagens móveis sobre casos de COVID-19 em suas regiões, enquanto 23% receberam comunicados enviados por seus planos de saúde.

Além da nacionalidade, outro critério impacta a relação do usuário com a tecnologia nos cuidados com a saúde: a idade. Os millennials (nascidos entre 1981 e 1996) são mais propensos a usarem smartphones para interações de saúde. 44% dos jovens desta geração fizeram consultas médicas online. Já entre os usuários da Geração X (1965 - 1980) e Baby Boomers (1946 - 1964), o número diminui para 35% e 22%, respectivamente.

De acordo com a Sinch, as pessoas valorizam a facilidade de ter em mãos informações relevantes sobre saúde, desde que as mensagens e comunicados sejam personalizados. Atualmente, a maioria das empresas de saúde contam com envios de notificações para lembrar usuários de suas consultas, enviar receitas médicas, etc. Ainda assim, há um universo de possibilidades ainda não explorado pelo mercado e que poderia aproximar ainda mais os pacientes dos provedores de saúde, garante a Sinch.

Com base no estudo feito pela companhia, é visível que ainda há muitas lacunas a serem desenvolvidas e aprimoradas. É possível fazer mais do que é feito atualmente, nesta e em outras muitas áreas, como varejo, área financeira em todas as outras. Canais de mensagens como WhatsApp e Facebook Messenger são oportunidades constantes para que empresas ofereçam conversas privadas seguras e altamente personalizadas.

As interações baseadas em notificações são apenas o primeiro passo. A Sinch espera que nos próximos anos mais empresas de saúde adotem a tecnologia e o engajamento digital, utilizando as mensagens móveis como elo constante para a inovação.

A Sinch leva segurança e credibilidade a sério. Como parceira do WhatsApp, a companhia garante aos clientes uma conta verificada na plataforma, o que ajuda as empresas a conquistarem visibilidade e a confiança dos usuários, além de aumentar o engajamento, escalabilidade das conversas, permitir envio de mensagens automáticas e a conversão de leads com mais facilidade.

 


Sinch

 https://latam.sinch.com/

 

Boom no reajuste de aluguéis: especialista explica o que fazer

 Contratos de locação corrigidos pelo IGP-M devem ter aumento de até 37%


A crise impactou quase todos os setores da economia, aumentou o preço dos alimentos, do custo de vida e o valor do aluguel não ficou de fora. Reajustados pelo IGP-M, conhecido como a inflação dos aluguéis, os contratos vencidos em junho chegaram a ter aumento de cerca de 37%, em virtude da alta do indexador, que é atrelado à movimentação das commodities. A saída para o locatário não pagar um valor abusivo é renegociar, renegociar e renegociar, ensina o especialista em gestão de risco e planejamento financeiro Hilton Vieira. “Os aluguéis tiveram um aumento considerável, tanto comerciais quanto residenciais, o que exige uma renegociação de contratos. Essa é a melhor saída tanto para o locatário como para o locador para manter um imóvel alugado a preços aceitáveis e justos”, diz.

O especialista avalia que além da renegociação do IGP-M, as únicas saídas para não sair no prejuízo são buscar outros espaços para a locação ou compra ou ir à Justiça para conseguir baixar os valores. No entanto, ele aconselha que o embate judicial deve ser sempre a última opção. “A dica principal é para que as pessoas renegociem seus contratos, mesmo baseados no IGP-M, propondo valores flexíveis e também escalonáveis para a renegociação. Por exemplo propor pagar 50% do índice por seis meses e depois voltar a renegociar. Vale toda proposta para que seja feito um bom negócio para as duas partes”, diz.


Negociar é a chave

Vieira acrescenta que os locadores estão mais abertos à negociação, uma vez que imóveis vazios representam custos altos de manutenção. “Vivemos uma situação excepcional e tudo pode ser ajustado para que ambas as partes não tenham prejuízos”, reforça.

O gestor explica que a explosão do IGP-M deriva do aumento do valor das commodities, impulsionado pela alta do dólar e desvalorização do real, que favoreceram a exportação de carne, grãos, café e soja, por exemplo, e trouxeram como consequência a queda na oferta interna e elevação dos preços desses produtos. Esse cenário impactou também os custos nas transações de compra de terreno e imóveis, que tiveram alta absurda, assim como os reajustes abusivos dos contratos de locação.

O reajuste por IGP-M é histórico e usual, observa Vieira. “Mas diante da pandemia e com a variação cambial, se transformou em um índice que favorece muito um lado e desfavorece completamente o outro”, afirma, se referindo ao locatário ou comprador de imóvel de um lado e do dono dos imóveis de outro.

Uma saída para não pagar reajustes
abusivos de aluguel é renegociar

Depositphotos


Diante da expressiva alta do IGP-M, muitas imobiliárias, como a QuintoAndar, por exemplo, mudaram a forma de reajuste de seus contratos. Em comunicado em seu site, a empresa informa que o IGP-M foi usado no reajuste dos contratos com propostas feitas até o dia 25 de novembro de 2020, mas nos firmados a partir dessa data, passou a adotar o IPCA como referência no reajuste de aluguel.

A imobiliária ressalta ainda que por causa do contexto econômico atual e da forte alta do IGP-M, tem atuado para facilitar a negociação de reajuste entre inquilinos e proprietários, além de entrar em contato com os donos de imóveis sugerindo a aplicação proativa de taxas menores na correção dos aluguéis.

A reivindicação de muitos locatários tem sido a substituição do indexador, que teve alta de 37% em um ano até maio de 2021, pelo IPCA, cujo aumento acumulado no mesmo período foi de 6,1%.

No entanto, mesmo com essa variação e desvantagem atual do IGP-M, Vieira não aconselha que seja mudado o indexador do contrato. “Muitos optam por mudar o indexador para o IPCA, mas não é aconselhável, pois quando se abre uma exceção, se tem um precedente muito grande que no futuro os contratos vão ser de IPCA, e isso implica retorno menores para os locadores. O importante é manter o IGP-M e renegociá-lo de forma provisória, devido a esse motivo de força maior pelo qual estamos vivendo”, diz.

O executivo comercial Fernando Batista comprou em 2019 um terreno cujas parcelas tinham reajuste mensal pelo IGP-M. Durante o ano ele pagou as parcelas, no entanto, no final do ano, quando foi consultar o saldo devedor, tomou um susto: estava maior que o valor do contrato inicial por causa do reajuste. “Paguei durante um ano, com reajuste mensal pelo IGP-M e quando fui consultar, além da parcela, o saldo devedor também havia sido reajustado. Sem renegociação com a incorporadora, recorri à Justiça para que pudesse rever o contrato”, contou Fernando.



Hilton Vieira - especialista em gestão de risco e planejamento financeiro


Marketing boca a boca: em época de hiperconectividade, a confiança tem um papel significativo na influência

Seres humanos são naturalmente mais suscetíveis às recomendações feitas por pessoas em que confiam e, para verificar a receptividade do mercado e dar visibilidade aos lançamentos, grandes marcas exploram o marketing mais antigo do mundo


“Nada é mais influente do que uma recomendação de alguém de confiança. Essa fonte confiável pode influenciar uma pessoa mais do que qualquer tipo de mensagem em qualquer meio tradicional. Um influenciador é o Santo Graal da publicidade”. A frase de Mark Zuckerberg continua sendo atual e não há números que deixam mentir. Numa plataforma que concentra em torno de 1.79 bilhões de usuários ativos diariamente parece, aos olhos de profissionais do marketing, um terreno bastante fértil.

E é mesmo. O marketing boca a boca, também conhecido como Word of Mouth e Buzz Marketing, não se restringe apenas às estratégias de pequenas empresas e, em épocas de hiperconectividade como a que estamos vivendo, tem se mostrado uma das mais bem-sucedidas. Não é à toa que grandes corporações têm apostado neste formato de publicidade, aliando-se a pessoas reais dentro das plataformas digitais, como o Instagram, para dar visibilidade às suas marcas e escalar vendas com o público consumidor.

A estratégia é simples: receber produtos em casa para experimentar e, em troca, de maneira autoral, compartilhar a experiência com os amigos nas redes sociais. O que vale aqui não é um post patrocinado, mas sim mostrar as impressões e as experiências com aquele produto, de forma mais sincera e íntima possível. “Este tipo de marketing, que promove aos consumidores a oportunidade de fazer parte dessa vivência e de compartilharem suas impressões e opinião é a melhor maneira de influenciar, já que fomenta uma discussão orgânica e efetiva. Não é a empresa que determina o conteúdo que será publicado, mas sim a experiência do consumidor com a marca. Mas, para de que de fato o objetivo seja alcançado, é preciso ajustar o produto à persona, que tenha afinidade com a marca para criar um conteúdo criativo e relevante”, explica Joel Amorim, diretor da The Insiders.

A The Insiders é uma agência de marketing boca a boca que conecta marcas a consumidores reais. Com uma área exclusiva de selecionadores profissionais, a The Insiders analisa o perfil dos inscritos em sua base, seleciona aqueles que têm afinidade com a proposta da marca e organiza o envio de produtos para serem testados e avaliados por eles. “Uma pessoa que tem o perfil para uma campanha de uma determinada marca, não necessariamente terá para as demais. No processo de seleção para o envio dos produtos, selecionamos quem tem os valores alinhados ao que queremos divulgar. O maior erro que se pode cometer é não entender para quem está direcionando a mensagem que quer propagar”, completa Amorim.

E engana-se quem acha que essa estratégia é utilizada com influenciadores. Bem pelo contrário. “Pessoas confiam em pessoas próximas, por isso grandes marcas apostam em consumidores reais que possam espalhar boas percepções sobre o seu produto. Com as redes sociais, o cliente tem voz ativa sobre o que consome e o marketing boca a boca é a melhor estratégia para conquistar defensores para a marca e, consequentemente, acelerar os processos de compra e fidelização pelo produto”, ressalta o executivo, que finaliza, “é a humanização do processo de marketing, já que ninguém melhor que um consumidor para repassar a experiência com o produto ou serviço”.


Vendas nos supermercados reduzem de janeiro a abril de 2021 em comparação com o mesmo período do ano passado

Queda é consequência do atípico comportamento nas vendas provocado pela Pandemia em 2020; expectativa do setor é de desempenho positivo e sustentável para 2021

O Faturamento real dos supermercados no estado de São Paulo (dessazonalizado pelo IPCA/IBGE) no conceito de mesmas lojas - comparando o desempenho de janeiro a abril de 2021 em relação a janeiro abril de 2020 - o faturamento real pelo IPCA apresentou queda de 0,40%, e na comparação de abril de 2021 com abril de 2020 a queda é de 6,83%. A base de comparação entre os meses de abril de 2021 e abril de 2020 tem um fator importante a ser considerado, que é a elevada base de comparação, diante do período em que o setor supermercadista foi muito exigido por parte da população que temia um desabastecimento e correu para as lojas com intuito de estocar itens de primeira necessidade.

Já na análise do Faturamento Real dos supermercados no Estado de São Paulo dessazonalizado e deflacionado pelo IPS/FIPE/APAS no conceito de mesmas lojas - o resultado acumulado no primeiro quadrimestre de 2021 apresenta queda de (8,90%), o resultado é influenciado pelas fortes distorções de demanda ocasionado pelo início do confinamento que levou o consumidor a estocar produtos pelas incertezas da circunstância. Outro forte indicativo desse movimento de estocagem, pode ser observado se compararmos abril de 2021 a abril 2020 que expressa significativa queda real de (13,06%). Isolando o movimento atípico provocado pela a pandemia em 2020, a expectativa das vendas em abril de 2021 em relação a março desse ano, eram mais promissoras devido o pagamento da primeira parcela do auxílio emergencial, entretanto como a 1º parcela só foi paga em 29/04 o resultado não foi percebido no fechamento de abril que apresentou desempenho (5,13%) inferior do que de março de 2021.

As vendas ao longo de 2021 apresentam desaceleração expressiva quando comparado a 2020, diante de uma inflação mais elevada e persistente que afetou o poder de compra da população, reduzindo o volume de compra das famílias nos supermercados. O desemprego atinge 14,7 % da população brasileira e registra o maior índice desde início da série histórica, quando o IBGE começou a registrar em 2012. Assim a desaceleração em alguns setores da economia, aliado a um processo de redução da renda disponível que é corroída pela inflação refletindo na queda do consumo.

Contudo, vale destacar que o setor supermercadista vem criando condições para enfrentar esse cenário macroeconômico adverso e continua apresentando um desempenho mais promissor quando comparado a outras atividades econômicas. A tendênci

a é de que os próximos meses conduzam o setor para um campo de oportunidades de melhora na eficiência atrelada a produtividade para que os resultados sejam mais favoráveis ao longo do ano. E assim, a expectativa é que o cenário econômico que se desdobrará nos próximos meses reverta este cenário apresentado nos 4 primeiros meses do ano, e o setor deve fechar o ano com alta real de 4% em relação a 2020.

 


APAS - Associação Paulista de Supermercados

Dia Internacional do Aperto de Mão (21/6): "Soquinho" não é cumprimento ideal na pandemia

No ambiente corporativo, aperto de mão, que é sinal de confiança e negócio fechado, precisou ser ressignificado e deu lugar a novas formas de fortalecer vínculos e engajar


A pandemia da Covid-19 impôs novas formas de trabalho, convivência e até mesmo de cumprimentar as pessoas. O tão utilizado aperto de mão que já foi sinônimo de boas-vindas, confiança e negócio fechado também precisou ser deixado de lado. O gesto, que segundo historiadores, já é utilizado há mais de 3 mil anos, acabou se tornando um risco maior de contaminação pelo coronavírus. A maioria das pessoas acaba adotando o “soquinho” para substituir esse gesto que é sinônimo de reciprocidade e confiança. Mas, ele também pode ser um risco à saúde.

Os médicos alertam que as mãos oferecem muitos perigos porque “capturam” as bactérias e vírus presentes em objetos manipulados. “O habitual soquinho que substituiu o aperto de mão apresenta risco menor. Mas o ideal é que, quando as pessoas se encontrarem, usem o cotovelo para cumprimentar ou apenas um aceno. Ainda precisamos ter paciência e manter os cuidados para evitar a infecção pela Covid-19”, alerta o cardiologista do Hospital Marcelino Champagnat, Gustavo Lenci. 


Home office

E se há um ambiente em que o aperto de mão era rotina é o ambiente corporativo. Em reuniões entre equipes, negociações com clientes, fechamento de parcerias. Essa foi só mais uma das adaptações impostas pela Covid-19. Em 16 meses de pandemia e de trabalho remoto o gesto precisou ser ressignificado e deu lugar a novas formas que profissionais e gestores encontraram para fortalecer vínculos e engajar a equipe. 

Reuniões virtuais que funcionam como “momento do cafezinho”, grupo de conversas voltadas para o compartilhamento de momentos familiares, dicas de vinhos e, até mesmo, a fabricação caseira de biscoito com direito a entrega “pessoal” de lembranças na casa dos colaboradores, mesmo dos que moram em outros estados. Essas foram algumas das formas que o diretor de Auditoria Interna, Riscos e Compliance do Grupo Marista, Renato Lara, encontrou para se aproximar da equipe na pandemia. “No último Natal, eu e meu filho fomos vestidos de Papai Noel entregar biscoitos para todos os colaboradores da minha equipe. Chegamos a ir até São Paulo e foi muito recompensador. Nosso grupo no whatsapp, que já existia antes da pandemia para compartilharmos assuntos mais pessoais, acabou ganhando ainda mais força. É uma maneira que encontramos de estarmos próximos”, explica.

Já o diretor financeiro do grupo, Maurício Zanforlin, aposta na verbalização dos sentimentos, no aumento da frequência das conversas com a equipe e na empatia para tentar amenizar a falta do aperto de mão e do convívio presencial. “Nós precisamos ser mais sensíveis e flexíveis à realidade do outro. Expressar nossos sentimentos de confiança e de agradecimento com palavras ou até mesmo ‘emojis’, que ganharam ainda mais espaço no mundo virtual”, argumenta. “Os momentos de espiritualização sobre o nosso papel, e como podemos ser melhores, ganharam uma importância muito grande em nossos encontros on-line”, complementa.


Segurança emocional

Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mais de 7,3 milhões de profissionais estão atuando de forma remota no Brasil. Garantir a estrutura  organizacional, equipe engajada e produtiva tem sido cada vez mais desafiador para os gestores. E agora as empresas se dedicam novamente a pensar em como será a rotina num possível formato de trabalho híbrido.

Os desafios são muitos, mas a clareza e a profundidade da comunicação, o fortalecimento dos vínculos, os momentos de descontração e de criatividade também podem ser prejudicados nesses processos ainda incertos. “Não existe fórmula mágica, mas as empresas precisam criar cada vez mais espaços de segurança psicológica que sirvam de alicerce para que os indivíduos possam expressar seus sentimentos e pensamentos. Para que consigam se sentir inteiros dentro da organização, vistos e ouvidos não apenas como colaboradores, mas como pessoas”, ressalta a gestora de talentos do grupo, Lucia Lima Coelho. 

 


Grupo Marista

www.grupomarista.org.br


No Brasil, 55% dos jogadores de futebol ganham 1 salário mínimo



Pesquisa releva a média salarial dos atletas no Brasil

 

Apesar dos melhores jogadores de futebol possuírem contratos de centenas de milhões, o salário médio dos jogadores de futebol no Brasil é bem diferente. 88% dos jogadores ganham salários de até R$5 mil.

É o que revela uma pesquisa divulgada pela plataforma CupomValido.com.br que reuniu dados da CBF, Statista e Ernst & Young sobre o esporte no Brasil.

O Brasil possui 7.020 clubes registrados, e 874 clubes profissionais ativos. A grande maioria está concentrado no Sudeste com 39% do total, sendo Minas Gerais o estado com a maior concentração de clubes.

 

Salários no Brasil

O Brasil possui mais de 360 mil atletas registrados, sendo que 25% são profissionais.

Com relação aos salários, 55% dos atletas profissionais recebem aproximadamente um salário mínimo por mês. 33% do total dos atletas recebem entre R$1.001 e R$5.000. Somente 12% recebem salários acima de R$5.001.

A análise foi considerada somente salários baseados na CLT, ou seja, não foi considerada os direitos de imagens, que podem alcançar até 40% do salário.

A região que paga o melhor salário é o Sudeste, com uma média de R$15.000. 64% do montante total gasto com salários, estão concentrados nesta região. O Nordeste é a região que paga o menor salário, com uma média de R$1.000.

 

Salários dos melhores jogadores

O cenário muda quando comparamos os salários dos melhores atletas. Neymar é o brasileiro com o maior salário, com R$405 milhões por ano. Ao considerar ganhos com publicidade e patrocínios, o valor sobe para R$501 milhões.

Ao comparar com o cenário mundial, o atleta brasileiro fica atrás somente do Cristiano Ronaldo com R$610 milhões, e do jogador mais bem pago do mundo, Lionel Messi com R$657 milhões.

 

Porque alguns jogadores tem um salário tão alto?

A resposta pode ser explicada pela oferta e demanda. Quanto mais difícil de ser substituído, maior será o salário de um jogador.

Além disso, os melhores jogadores são muito bem pagos, por serem protagonistas de um espetáculo que gira cada vez mais dinheiro.

Só no Brasil, o futebol é um esporte que movimenta R$52 bilhões. A receita dos maiores clubes, crescem a cada ano com o aumento de publicidade e da popularidade do esporte. Quanto mais os clubes ganham em receita, maior é disponibilidade para oferecerem salários melhores. Consequentemente, como muitos times disputam os poucos jogadores mais visados, isso faz com que os salários destes poucos jogadores aumentem exponencialmente.

Segundo a pesquisa, no Brasil, 80% do valor total dos salários está concentrado em apenas 7% dos atletas.

Confira o infográfico completo abaixo:


 

Fonte: CBF, Cupom VálidoErnst&Young, Statista


Número de brasileiros que imigraram ilegalmente para os Estados Unidos pode impactar processos de vistos

Nos últimos dias eu li uma notícia que me deixou preocupado, pois segundo um portal, aproximadamente 150 brasileiros são detidos por dia na fronteira do México com os Estados Unidos, tentando entrar ilegalmente no país através de coiotes ou outros esquemas que envolvem diversos riscos.

Por conta disso, busquei alguns outros dados e encontrei informações ainda mais assustadoras, pois o número de brasileiros tentando atravessar a fronteira ilegalmente chega a 163 diariamente. Fazendo uma comparação simples, anualmente essas tentativas somam a quantidade de pessoas na cidade de Vinhedo, no interior de São Paulo, que possui cerca de 30 mil habitantes.

Portanto, aproximadamente uma cidade inteira está em tentativa de imigrar ilegalmente, fora aqueles que ficam em overstay ou utilizam o visto de turismo para permanecer por tempo indefinido no país. Em qualquer um dos casos, o perigo para o Brasil é enorme.

Alguns outros números podem descrever tamanha irregularidade: de janeiro a maio de 2021 quase 22 mil pessoas buscaram entrar nos Estados Unidos de forma ilegal, sendo que no ano de 2019 no total foram 18 mil.

Anos atrás brasileiros interessados em migrar, normalmente da classe média ou classe média alta, buscavam chegar ao país de maneira estruturada e regular, com um solo firme, como fonte de renda declarada, autorização para trabalhar, seja com um Visto E2 ou um Visto L, mas sempre de maneira organizada, o que fez essas pessoas prosperarem. Desde 2019 percebemos que todas as pessoas queriam uma oportunidade fora do Brasil, fossem por razões econômicas, de segurança, educação, entre outros, afinal todos querem uma perspectiva melhor para si ou para a família.

O grande problema é que o Brasil não está perdendo apenas a mão de obra intelectual e qualificada, mas também a força motriz, aqueles que realizam trabalhos fundamentais para tudo funcionar normalmente e vão para outros países (não somente os Estados Unidos) para colocar a mão na massa.

Ainda assim, quando essas pessoas tentam entrar em um lugar ilegalmente, elas impactam em diversos outros setores. Um bom exemplo é o Visto de turismo ou de estudantes, que pode ser impactado quando o número de brasileiros passa a viver ilegalmente no país e ficam cada vez mais difíceis de adquirir.

Sabemos que quem faz esse tipo de imigração ilegal são pessoas desesperadas, mas claramente eu sou contra essas atitudes, uma vez que essas pessoas podem prejudicar a si mesmas ao serem pegas e deportadas, mas também porque impactam outras determinações dos órgãos de imigração americanos.

Eu vi alguns vídeos de um youtuber e, em um deles, ele falou sobre como as pessoas se planejam para realizar essas viagens. Uma das críticas do youtuber é que às vezes as pessoas se sujeitam a pagar até 20 mil dólares para um coiote fazer a travessia, sendo que esse valor poderia ser utilizado para fazer cursos de especialização, estruturar a mudança ou mesmo contratar um headhunter para encontrar uma vaga adequada e partir disso solicitar um visto para entrar no país legalmente. A realidade é que o indivíduo que paga um coiote está desperdiçando dinheiro.

Em um outro vídeo ele faz uma crítica às pessoas que entram ilegalmente e são pegas pelos oficiais do país e vão para as prisões do ICE e reclamam sobre a comida, as instalações e a falta de liberdade para contatar familiares, mas é importante ressaltar que esses indivíduos cometeram um crime ao tentar entrar no país de forma irregular e conheciam os riscos de fazer isso. Talvez pela educação e cultura do Brasil, o cidadão se sinta muito titular de direitos, mas esquece que também possui obrigações.

 

 


Daniel Toledo - advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo LLC. Para mais informações, acesse: http://www.toledoeassociados.com.br.  Toledo também possui um canal no YouTube com quase 110 mil seguidores https://www.youtube.com/danieltoledoeassociados com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB São Paulo e Membro da Comissão de Direito Internacional da OAB Santos.

 

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