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sábado, 6 de outubro de 2018

SAÚDE SEXUAL MASCULINA: 6 DICAS PARA UM BOM DESEMPENHO NA HORA H


Vamos falar sobre sexo saudável? A correria do dia a dia, as preocupações, momentos de estresse e o cansaço físico normalmente nos fazem descuidar dos momentos de prazer. E quando falamos sobre a saúde sexual masculina o assunto se agrava um pouco mais, já que os homens não têm o costume de buscar ajuda médica preventiva. Muitos só consultam um urologista quando percebem algum problema que interfere na sua vida sexual, seja a disfunção erétil, curvatura peniana ou questões com a próstata.

É verdade que ainda existem muitos tabus com relação à saúde sexual do homem, por isso, ofereço aqui um espaço neutro, onde você poderá aprender e tirar suas dúvidas sobre o assunto de forma amigável, sincera e discreta.

Manter uma vida sexual ativa e saudável pode impactar diretamente no seu dia a dia, melhora a autoestima, a qualidade das noites de sono, aumenta a felicidade, afasta a depressão, ajuda a emagrecer, dentre várias outras vantagens. Estudos recentes da revista científica European Urology afirmam, ainda, que reduz o risco do câncer de próstata.

Sabemos que há muitos mitos e verdades sobre sexo, e para lhe ajudar a dar o primeiro passo em busca de uma vida sexual satisfatória selecionei algumas dicas para melhorar o seu desempenho, esquentar a relação a dois e fazer você mandar bem na hora H. Preparado? Então vamos começar.



1) Cuide da higiene do seu pênis

Sei que o seu amigo ai embaixo está sempre com você e ninguém gosta de uma companhia suja ou mal cheirosa, certo? A correta higiene das partes íntimas evita infecções e ajuda a despertar o desejo, afinal, um pênis limpo e cheiroso sempre será mais atraente. O uso do preservativo também é importante para evitar doenças que possam atrapalhar, ou até mesmo impedir, as relações íntimas.

Com isso dito, avalie o seu companheiro inseparável constantemente. Se notar algo diferente no amigão, como feridas, bolhas, corrimento ou ardor ao urinar, procure imediatamente um urologista.



2) Realize exames de sangue periodicamente

Fazer exames de sangue anualmente é importante para verificar e manter as taxas hormonais controladas e atualizadas. Além de indicar possíveis descontroles que podem influir na prática sexual, a verificação periódica também ajuda na prevenção do câncer de próstata.



3) Pratique atividades físicas


Além de dar mais fôlego para a relação sexual e evitar dores musculares, exercícios como agachamento, abdominal e alongamento contribuem para o fortalecimento da musculatura.

A prática de atividade física constante mantém o seu metabolismo sempre em funcionamento, assim, a quantidade necessária de hormônios sexuais será produzida, contribuindo positivamente para no seu desempenho.

Evite manter hábitos maléficos à saúde, como o sedentarismo, tabagismo e o consumo exagerado do álcool. Eles podem prejudicar o seu sistema cardíaco e provocar problemas orgânicos que irão refletir diretamente nas funções sexuais.



4) Cuide da sua alimentação

O que você come diz muito sobre você e a sua saúde. A falta de nutrientes importantes pode gerar a baixa produção de alguns neurotransmissores relacionados ao prazer e ao bem-estar, prejudicando o seu desempenho sexual e até a fertilidade. Por isso, vale a pena investir em alimentos que ajudam na ereção.

A vitamina B3, presente no amendoim, colabora para a vasodilatação sanguínea e melhora a circulação na região do órgão sexual. Já o ovo, por ser rico em vitamina E, participa da produção de hormônios sexuais, o que contribui para o aumento da libido e do apetite sexual. Há, também, alguns temperos conhecidos por serem afrodisíacos, como a pimenta, o ginseng e a canela. Eles beneficiam a circulação e podem afetar positivamente na ereção.

Por outro lado, evitar alimentos muito gordurosos ou cheios de açúcar ajuda a prevenir o aparecimento do colesterol, o aumento dos triglicérides e da glicemia, que no longo prazo podem levar à disfunção erétil.



5) Verifique a curvatura do seu pênis

Cuidar da saúde sexual masculina também significa cuidar da anatomia do pênis. 

Problemas de curvatura peniana, como a Curvatura Congênita ou a Doença de Peyronie, podem prejudicar o desempenho sexual do homem e, muitas vezes, também atrapalhar a parceira (o). Seja por problema de ereção, impossibilidade ou dificuldade na penetração, o pênis torto deve ser tratado para garantir uma vida sexual saudável.

Se durante o sexo você sente dores, causa dores em sua parceira (o), não consegue realizar uma penetração por muito tempo ou precisa limitar-se a certas posições, você pode ter um problema na tortuosidade do seu pênis.  O acompanhamento de um especialista é imprescindível para a correção adequada.


6) Esteja bem consigo mesmo

Tão importante quanto os aspectos físicos e hormonais é o seu psicológico. Conhecer bem o seu corpo, garantir boas horas de sono, compreender os seus desejos e cuidar da saúde são pontos essenciais para o seu bem-estar mental. A autoconfiança é um afrodisíaco que contribui para a qualidade da ereção e o desempenho na cama.

Agora que você já sabe como cuidar da sua saúde sexual, que tal aprender mais sobre como cuidar do seu melhor amigo, que não é o seu cão? 

Aqui no Blog você encontrará informações essenciais sobre curvatura peniana, doença de Peyronie, disfunção erétil, prótese peniana, dentre tantas outras que te ajudarão a conhecer melhor o seu corpo e manter a vida sexual em dia. Inscreva-se para receber os conteúdos gratuitamente!



 


Dr. Paulo Egydio - MD, PhD, Referência Mundial no Tratamento da Doença de Peyronie, Pênis Curvo e Implante de Próteses Penianas. Doutor em Urologia pela USP, CRM 67482. Médico PhD em Urologia, graduou-se com honras no Hospital das Clínicas de São Paulo, concluiu especializações na Mayo Clinic e na Cleveland Clinic Foundation. É internacionalmente reconhecido como especialista no tratamento da Curvatura Peniana Adquirida ou Congênita, além de casos de Disfunção Sexual Masculina. Pioneiro na cirurgia de Reconstrução do Pênis, é autor da Técnica Egydio e outras técnicas cirúrgicas patenteadas nos Estados Unidos e Europa. 
www.drpaulo.com.br



Meu filho chegou à adolescência, e agora?!


A psicóloga e orientadora educacional do Colégio Humboldt, Karin Kenzler, explica as melhores maneiras para lidar com um filho adolescente


Com mudanças físicas e psicológicas, a adolescência marca a transição da infância para a idade adulta. Essa fase engloba jovens entre 10 e 20 anos, segundo a Organização Mundial da Saúde. É nessa idade que os conflitos internos e externos aparecem, e as brigas, rebeldia e discussões também. De acordo com Karin Kenzler, psicóloga e orientadora educacional do Colégio Humboldt, é preciso que os pais entendam as transformações pelas quais os filhos estão passando e proporcionem um ambiente seguro e afetivo para minimizar riscos, como acidentes, gravidez precoce e doenças. 


Entendendo as mudanças

Durante a adolescência, os hormônios entram em cena. Protagonista no corpo dos jovens, essa bomba hormonal é responsável não só pelas transformações físicas, como também pelas alterações de humor e comportamento. 

“As primeiras mudanças que chamam atenção são as físicas, como suor, pelos, timbre da voz, espinhas, altura e peso. Muitas vezes, o adolescente sente vergonha dessas mudanças e fica preocupado com elas. Se sente feio, desengonçado e fica com a autoestima baixa, demonstrando comportamentos como oscilação de humor, isolamento, rebeldia e agressividade”, afirma a psicóloga Karin.

Por isso, ela destaca a importância de esclarecer essas mudanças com os filhos, ressaltando que se trata de uma fase temporária. “Comemorar, notar e comentar com satisfação as mudanças como algo esperado é positivo.” 


Como lidar com a rebeldia?

Para Karin, o modelo corretivo de educação, à base de broncas e castigos, funciona até certa idade. “Porém, com a chegada da adolescência, a eficácia dos mesmos cai, porque o filho irá se rebelar, opor ou fazer escondido”, explica. 

Segundo a psicóloga, a melhor maneira de tratar as rebeldias é por meio do diálogo, ensinando-os a lidar com as questões da vida, como tomar decisões, fazer acordos, escutar e solucionar conflitos. “É importante deixar que o adolescente compartilhe e acompanhe o raciocínio, o pesar dos prós e contras e se exercite na tomada de decisões. Que se dê a ele participação na elaboração de limites, acordos e decisões, sempre com supervisão dos pais”, aponta. 

Entretanto, Karin salienta que o diálogo com um adolescente pode ser frustrante para os pais, principalmente quando recebem respostas monossilábicas, agressivas ou defensivas.  Para reverter essa situação, a dica é tomar alguns cuidados na hora da conversa. “É preciso escutar o que eles têm a dizer, se despindo de preconceitos, críticas ou julgamentos. Pesquisar, perguntar e entender seus motivos e ajudá-los a terem maior clareza da situação e uma postura mais reflexiva. Demonstrar ao filho o dilema que está em jogo, isto é, as duas opiniões conflitantes”, explica. 


Construção da personalidade

Como uma fase de desenvolvimento e construção de personalidade, o apoio dos pais durante a adolescência é essencial. Para Karin, o foco da conversa com os filhos é criar intimidade. “O que previne desvios do desenvolvimento saudável não é a informação, mas o laço afetivo”, afirma. 

Além disso, a orientadora também ressalta a necessidade de respeitar o espaço pessoal do jovem, que pode vir acompanhado de um isolamento. “Eles podem passar um dia inteiro fechados no quarto, e se isolarem da família. É comum que os pais se desesperarem diante dessa atitude, porém eles precisam desse tempo para pensar e refletir acerca de quem são para formar sua própria personalidade”. 

A melhor forma para lidar com o filho adolescente, segundo Karin, é se interessar pelo universo dele, escutar com paciência e indicar, através da conversa e intimidade, o caminho para a vida adulta. “Assim como a larva passa pela fase do casulo para depois virar uma linda borboleta e voar, a criança passa pela adolescência para se tornar um adulto. Como pais, precisamos favorecer esta metamorfose, propiciando um ambiente tranquilo e seguro, sem apressar este processo. Se exigirmos a saída prematura do casulo, teremos borboletas amorfas”, finaliza.






Sobre o Colégio Humboldt
Mantido pela Sociedade Escolar Barão do Rio Branco, o Colégio Humboldt está instalado em uma área de 60 mil metros quadrados e hoje atende a aproximadamente 1.100 alunos, desde o Maternal até o Ensino Médio. A instituição - referência quando o assunto é ensino de qualidade - oferece ensino bilíngue (português/alemão) e multicultural e dois currículos de formação: um brasileiro e outro alemão. Também conta com o Abitur, para os alunos que desejam ingressar em universidades alemãs, e com a Humboldt Formação Profissional Dual, que oferece cursos técnicos e tecnólogo em gestão.


É possível ser casado e não ter relações sexuais?


Você já ouviu falar de casais assexuados? Na prática são casais que nunca tiveram, ou ainda aqueles que decidiram não ter mais relações sexuais. Embora nunca houve tanta liberdade no quesito vida sexual, os estudos mostram que atualmente as pessoas fazem menos sexo do que anos 90, por exemplo.

Um dos estudos sobre o tema foi feito pelo estatístico e professor da Universidade de Cambridge, David Spiegelhalter. A pesquisa mostrou que os encontros sexuais diminuíram drasticamente desde 1990. A média de relações sexuais naquele ano era de cinco ao mês. Em 2000, caiu para quatro e em 2010 para três. A pesquisa virou um livro, chamado Sex by Numbers.

Segundo Spiegelhalter, em 2030 os casais não farão mais sexo. Para o professor, as principais razões para a perda de interesse no sexo são o uso excessivo do celular e as horas gastas nos serviços de streaming, como o Netflix, por exemplo. Em resumo, a tecnologia é a principal culpada pela queda do desejo sexual, pois trocamos os parceiros por um episódio inédito da nossa série favorita ou ainda para conversar com amigos pelo whatsApp.


Opinião das especialistas 
 
Para a psicóloga Marina Simas de Lima, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal, a falta de sexo não é mais a protagonista dos conflitos conjugais. “Realizamos, recentemente, uma pesquisa para descobrir os principais motivos de brigas entre os casais brasileiros. Esperávamos que as questões sexuais ocupassem um lugar de destaque, porém não foi o que aconteceu”.

“Pelo contrário, a pouca frequência sexual apareceu em sexto lugar, enquanto que o uso excessivo do celular apareceu em segundo. Ou seja, nossa pesquisa mostrou que a hiperconectividade realmente pode levar a conflitos na vida dois, o que corrobora a opinião de Spiegelhalter quanto às motivações que podem levar à perda do interesse no sexo”, comenta Marina.

Para a psicóloga Denise Miranda de Figueiredo, terapeuta de casal, família e cofundadora do Instituto do Casal, as questões para a perda do desejo no sexo são multifatoriais. “Certamente, a tecnologia tem um papel importante, porém há questões físicas, com as disfunções sexuais, doenças crônicas, tratamentos de saúde e falta de conexão entre o casal que também influenciam na vida sexual”.


Casamento sem sexo?
 
Mas, à parte de estudos, a pergunta é: um casamento pode se manter sem uma vida sexual ativa? Para Marina e Denise tudo depende do perfil de cada membro do casal e dos combinados feitos entre os parceiros.

“Hoje, as configurações familiares estão muito diversificadas e uma delas são os casais que desde o início da relação fazem esse combinado, de não ter relações. Por outro lado, alguns casais que estão em relacionamentos de longo prazo, também podem decidir não manter mais uma vida sexual ativa, por diversos motivos. O que precisamos compreender é que cada pessoa tem uma necessidade diferente quanto o assunto é sexo”, diz Marina.

“Isso quer dizer que existem aqueles casais que não sentem falta ou necessidade e são felizes assim. Mas, se um dos parceiros sente falta e quer ter uma vida sexual mais ativa e outro não, podem surgir conflitos sim e colocar o casamento em risco”, cita Denise.

Outra situação que pode acontecer é uma falsa ideia de que está tudo bem assim. “O sexo é um dos pilares da qualidade de vida e em um relacionamento afetivo é uma parte que atua na conexão e na intimidade do casal. Portanto, problemas na vida sexual podem indicar que esse casal não está tão bem quanto imagina, principalmente quando não há combinados ou as opiniões sobre sexo e o desejo são diferentes”, ressalta Marina.


Terapia de Casal pode ajudar
 
“O sexo ainda é rodeado de tabus e muitas pessoas sentem vergonha de falar sobre o assunto. Porém, a comunicação é fundamental. Assim, casais que enfrentam dilemas sobre a vida sexual podem se beneficiar da terapia de casal para ajudar a melhorar o diálogo sobre o tema”, comenta Denise.

“O mais importante é que o casal encontre satisfação na vida conjugal, com ou sem sexo, se é um relacionamento que traz benefícios, felicidade e parceria, pode funcionar”, finalizam Denise e Marina.



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