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terça-feira, 18 de julho de 2017

5 cuidados importantes com seu bichano no inverno



Nesta estação, os gatos tendem a beber menos água e isso pode ocasionar doenças renais e hepáticas


Com a queda da temperatura, não são apenas os humanos que modificam seus hábitos. Isso ocorre também com os animais, sobretudo com os gatos, que adotam comportamentos bem peculiares durante o inverno. “Eles ficam mais preguiçosos e sedentários, passando a dormir mais horas por dia”, afirma a médica veterinária Sandra Nogueira, da Hill’s Pet Nutrition.

Segundo a especialista, nesta estação do ano, eles costumam gastar mais calorias para manter o corpo aquecido e por isso, tendem a comer mais e a beber menos quantidade de água – o que em longo prazo pode ocasionar o desenvolvimento de doenças renais e hepáticas. “O gato que não se hidrata adequadamente pode ficar com alta concentração de urina no organismo, correndo risco de problemas mais sérios no futuro”, diz Sandra.

Uma das alternativas para isso é investir nos alimentos úmidos, que garantem o consumo diário de água e diminuem as chances de cálculo urinário. Embora ainda sejam confundidas com petiscos, existem no mercado opções de rações úmidas que constituem um alimento completo e balanceado, além de bastante palatáveis para o gato.

Além desse cuidado, Sandra descreve cinco importantes iniciativas para serem adotadas com os felinos no tempo frio. Confira:

1.    Providencie um local isolado e quente para o gato dormir, evitando cômodos muito gelados;

2.    Invista em uma caminha própria para gatos, com tamanho adequado ao porte do animal;
3.    Fique atento à área inferior das patinhas, as chamadas “almofadas”. Seu gato vai continuar a lambê-las no tempo frio e dependerá de ajuda para mantê-las hidratadas;
4.    Caso seu bichano tenha costume de passear na rua e fique sujeito ao sereno, seque sua pelagem para mantê-lo aquecido dentro de casa;
5.    Invista nas rações úmidas, que são excelentes para manter a alimentação balanceada e com alta quantidade de água durante o inverno.





Hill’s Pets Nutrition



 

SOLUÇÃO EM SEGURANÇA



As taxas de criminalidade no Brasil têm níveis acima da média mundial no que se refere a crimes violentos, observa-se, no entanto, que um bom sistema de monitoramento pode inibir uma possível ação de contravenção ou ajudar a elucidar um delito.

No Reino Unido existem 4,2 milhões de câmeras de vigilância em ruas e outros locais públicos. Isso quer dizer uma câmera para cada 14 habitantes. Em média cada pessoa neste país é gravada 300 vezes por dia. O país é considerado o mais vigiado por câmeras no mundo.

No Brasil ainda é baixo o investimento do governo em câmeras de monitoramento, mas existem bons exemplos, como a cidade de Parapuã, no interior de São Paulo, a prefeitura adotou um sistema de monitoramento, por meio de câmeras de segurança, nos principais pontos da cidade com o intuito de inibir o índice de criminalidade. Segundo a Polícia Militar, do período em que os aparelhos foram instalados os crimes tiveram redução de 40%, assim como o vandalismo.

A tecnologia não é uma solução isolada para os problemas de criminalidade, mas é uma excelente alternativa para coibir as ações criminosas.
Constituído com o objetivo de distribuir soluções em segurança, o Grupo Brako, união comercial entre Brasil e Korea (em inglês) é reconhecida entre os líderes de soluções tecnológicas customizadas. A idealizadora do grupo foi Joelma Dvoranovski que agregou seu conhecimento e expertise de mais de 10 anos no desbravamento do segmento de segurança no Brasil. Atitudes arrojadas e audaciosas lhe renderem o prêmio de melhor distribuidor do segmento por uma grande marca coreana, quando apresentou o projeto de segurança para o maior museu de artes da América do Sul, o MASP. 

A vocação para os negócios nesse segmento fez com que o grupo rapidamente ampliasse seu portfólio de produtos e serviços. Em pouco tempo, expandiu seu quadro de distribuidores e trouxe ao mercado brasileiro as mais avançadas tecnologias, gerindo a adequação de equipamentos de segurança e softwares de monitoramento inteligente. 

O know-how adquirido trouxe a confiança para abrir novos negócios e ampliar o “leque” de produtos e serviços para proporcionar soluções de segurança para pessoas e ao patrimônio público e privado.


Condomínios

Um sistema de segurança para condomínios engloba vários fatores, como por exemplo, cercas elétricas em todo o perímetro com a utilização de câmeras térmicas para diferenciar pequenos animais de meliantes, por exemplo. Na entrada e saída devem ser usadas câmeras identificadoras com biometria; além disso, um cadastro prévio deve ser realizado com todos os funcionários e moradores, dificultando a entrada de indivíduos sem autorização no local. Em toda a área comum devem ser instaladas cãmeras que monitorem determinados epaços com imagens contínuas, pois muitas vezes se instalam câmeras e se perdem os criminosos em pontos mortos.

Cada entrada de elevador deve possuir uma câmera com alta definição para identificar o fluxo de pessoas. A entrada e saída dos estacionamentos devem ser monitorados com câmeras que identificam as placas dos veículos.


Varejo

Em lojas que atendem o público pode-se implementar sistemas de segurança para proteger os clientes e os funcionários, e assim diminuir a incidência de subtração de mercadorias e identificação de meliantes. Com a intimidação de criminosos e monitoramento dos funcionários, interferindo na melhoria do atendimento, podendo desta maneira aumentar os lucros do estabelecimento comercial.

Monitoramento Urbano
O sistema de monitoramento urbano é um auxiliar para a segurança pública, as câmeras de segurança atuam na prevenção e na correção de atos ilícitos. Formado pela interligação de câmeras, sonorização e softwares especializados que ampliam as áreas monitoradas da cidade, ajudando na mobilidade dos policiais quando necessários. 


Hospital

Os hospitais devem possuir cancelas com câmeras de segurança para monitorar o movimento nos estacionamentos, ter acesso através de catracas e identificação de visitantes. Após a identificação todas as áreas poderão possuir câmeras de segurança com uma ferramenta especial chamada WDR (Wide Dynamic Rangers), que diminui a luminosidade causada pela intensa cor do branco, desta maneira obtem-se imagens com altíssima qualidade. Em ambientes, como salas de cirurgia, pode-se implementar câmera de alta definição para acompanhamento de procedimentos, e assim diminuir significamente processos judiciais causados por possíveis erros médicos. 

Também pode-se implementar softwares de monitoramento inteligente, detectando desta maneira movimentos suspeitos em área de acesso restrito. Uma solução de segurança para um hospital engloba análise de vulnerabilidade de todos os setores do empreendimento
Acertando nas escolhas

“Muitas empresas compram câmeras baratinhas e cobram preços de equipamentos importados”, comenta Joelma Dvoranovski. "Além disso, conferir a qualidade é complicado, diz. É preciso ver a imagem da câmera no escuro. Mas, quando nova, até uma câmera de segunda linha se mostra eficiente. O problema surge quatro ou cinco meses depois, quando um aparelho de má qualidade perde essa eficácia".




Fonte: GRUPOBRAKO.COM.BR 





Perigos do cerol

Mistura de cola e vidro moído usada em linha de pipas pode causar acidentes da rede elétrica e até mesmo mortes


Muita brincadeira, tempo livre e tardes ensolaradas são parte aguardada do ano de muitas crianças e adolescentes que entram em férias no começo do mês de julho. E uma das brincadeiras mais antigas e populares, herança geracional das nossas crianças, é empinar pipa.

A atividade tem o potencial de tirar os jovens de casa e unir amigos e família – o problema é quando ela se torna perigosa.

O uso do cerol continua frequente nos últimos anos apesar dos perigos que apresenta. Usado para tornar a brincadeira mais competitiva, o pesquisador Hamilton Lelis Ito, do Laboratório de Corrosão e Proteção do IPT, explica que “a técnica consiste em envolver a linha da pipa em cola e, posteriormente, vidro moído”. A intenção é cortar a linha de jogadores próximos, mas os danos causados pela prática vão de prejuízos à rede elétrica até morte de transeuntes.

Se para quem empina a pipa o único perigo que o cerol apresenta é o de pequenos ferimentos, reportagens já alertaram para o risco de que o fio poderia causar cortes profundos em quem passa pelas ruas e também em motociclistas, muitas vezes levando à morte.

Lelis Ito estudou um aspecto nocivo e potencialmente fatal da prática: o prejuízo a fios da rede elétrica e os riscos à população. O mote para a análise foi o caso ocorrido em 2009, quando um transeunte morreu eletrocutado por um cabo que se partiu e caiu em consequência do atrito com uma linha com cerol, no município de São Paulo.

Cabo da rede elétrica em detalhe



Um pedaço do cabo foi enviado ao IPT para análise de falha e, após a constatação de restos de rabiolas de pipa presos ao objeto e cortes nos arames que o constituíam, a equipe do laboratório concluiu que o rompimento havia acontecido em função do atrito de linha com cerol. O transeunte esbarrou no cabo caído e faleceu eletrocutado.

O pesquisador chama atenção para a necessidade de reforçar campanhas de conscientização. “A criança ou adulto que brinca descobre rapidamente que não leva choque enquanto segura uma linha de cerol encostada a um cabo condutor de eletricidade, mas não se pode esquecer do perigo para outras pessoas”, enfatiza. Especialmente porque, aos primeiros atritos com o cerol, o cabo pode não romper-se imediatamente, como explica Lelis Ito: “muitas vezes, o dano causado pelo atrito pode não ser suficiente para cortar o cabo, mas o torna menos resistente. Chuvas, ventos e outras circunstâncias a que normalmente o material resistiria podem ser suficientes para derrubar os cabos e causar acidentes”.

Há outros prejuízos menos graves que mortes, mas que, segundo pesquisador, devem ser lembrados. O rompimento de fios interrompe a transmissão de energia, e pode causar apagões na região abastecida por aquela rede. Além do transtorno à população daquela área e à companhia de distribuição de eletricidade - que terá de repor os cabos -, a escuridão pode tornar estes ambientes menos seguros e propensos a atos de violência.

Algumas soluções para o problema propostas pelo pesquisador são a construção de dutos e galerias para fios subterrâneos e, principalmente, a intensificação de campanhas públicas. A inviabilidade de aplicar a primeira opção a curto prazo para a maioria das grandes cidades, já construídas e que crescem sem planejamento, só aumenta a necessidade da segunda.



Fonte:  http://www.ipt.br/noticia/1269-perigos_do_cerol.htm




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