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terça-feira, 18 de julho de 2017

Quem espera nunca alcança



Acho engraçado o jeito como as pessoas frequentemente colocam nas mãos dos outros a responsabilidade pela solução de seus próprios problemas. Isso acontece, muitas vezes, por conta da falta de vontade de muitos de estar no controle de sua própria vida.

Essa questão chama tanto a minha atenção, que - já faz tempo -fui pesquisar as diversas justificativas para a passividade do ser humano. Embora haja várias “escolas” defendendo pontos de vista diferentes e conflitantes, acho que o Erick Fromm (autor de um livre superinteressante chamado “Medo à liberdade”) foi quem melhor definiu o centro da questão. Segundo esse psicólogo organizacional americano, o que leva as pessoas a terceirizar a responsabilidade sobre praticamente tudo é o medo de ter que assumir a culpa se algo der errado.

Em outras palavras, poder jogar nos ombros dos outros as responsabilidades pelos erros é algo que seduz muito o ser humano.

Poderíamos ficar horas discutindo essa questão no geral, mas quero particularizar minha discussão para uma área que me interessa de perto: o autodesenvolvimento.

Para facilitar a abordagem, divido minhas reflexões em três momentos: antecedentes, situação atual e perspectivas quanto ao futuro. Vamos a elas.

Até passado bastante recente as empresas tinham uma espécie de pacto com seus colaboradores (que no passado eram chamados de empregados). De maneira sintética, vigorava um acordo tácito de que, em troca da total subserviência do trabalhador, o capital garantiria a estabilidade da relação. Ou seja, se você se subordinasse – sem questionar muito – as regras da organização, ela não te mandaria embora.

Esse tipo de acordo fez com que a maioria de nossos pais e avós trabalhasse na mesma empresa por trinta, quarenta ou mesmo cinquenta anos. E eles tinham tanto orgulho de ter feito isso que proclamavam em cada oportunidade a sua fidelidade ao mesmo empregador.

Em função desta situação, as organizações não se recusavam a investir no desenvolvimento de seus colaboradores. Afinal eles permaneceriam fiéis durante toda a sua vida profissional e isso garantia o retorno sobre o investimento feito em treinamento e desenvolvimento.

Mas entre o final dos anos 80 e início dos 90 do século passado, tudo começou a mudar.

Daquela época – e perdurando até os dias atuais – a relação entre o capital e o trabalho vem sofrendo profundas modificações. Sem querer gastar muitas linhas descrevendo algo que estamos vivenciando, é fácil verificar que poucas são as chamadas “organizações de carreira”. Por outro lado, para os mais jovens, permanecer na mesma empresa por mais do que meia dúzia de anos é sinônimo de estagnação.

Sabedoras desta realidade, as organizações passam a valorizar – cada vez mais – aqueles que assumem as rédeas de seu próprio desenvolvimento e passam a, inclusive, pagar melhor aos mais preparados. A lógica por trás do novo comportamento é fácil de ser entendida. Vale mais a pena remunerar bem a quem já vem preparado do que se arriscar a investir em alguém que pode mudar de empregador a qualquer hora.

O problema é que, no que se refere a autodesenvolvimento, nos defrontamos hoje com vários desafios, que poucos sabem como administrar:

a)    No que devo me desenvolver?

b)    Como vou me desenvolver?

c)    Quando devo iniciar?

d)    Quanto devo investir?

Creio que a resposta para a primeira pergunta só pode ser obtida por aqueles que estão habituados a planejar o seu próprio futuro. Para saber no que devemos nos desenvolver, é preciso saber onde queremos chegar.

Se você é vendedor, pensa em assumir cada vez maiores e mais importantes responsabilidades, mas não quer se tornar um gestor, é importante focar no desenvolvimento de habilidades técnicas, que lhe permitirão obter melhores resultados de seu trabalho. Se você pensa em coordenar equipes, precisará desenvolver novas habilidades de caráter gerencial. Se nos seus planos está uma internacionalização de carreira, precisará dominar outros idiomas. Se quer se dedicar a um segmento muito técnico, terá que manter um nível mínimo de atualização tecnológica. E por aí vai.

Para a segunda pergunta, há duas reflexões importantes. A primeira diz respeito a sua disponibilidade de tempo e recursos. A segunda diz respeito à existência de boas instituições de ensino perto de você.

Não há dúvida que a qualidade de qualquer programa de desenvolvimento humano, técnico ou gerencial é função dos recursos que são empregados nas atividades didático-pedagógicas. Em outras palavras, o acesso à tecnologia de ponta é algo fundamental (eu faço doutorado na França e quando converso com amigos que estão estudando em instituições brasileiras com menos recurso, vejo isso claramente). Também é preciso entender a nítida correlação entre o quanto você aprende e o tempo que tem para dedicar ao aprendizado. A segunda questão – a da proximidade de boas escolas – hoje é um pouco atenuada com a questão do ensino a distância. Mas isso não significa que possamos esperar, sempre, obter o mesmo grau de qualificação quando estudamos através de mídias interativas. O contato pessoal sempre terá seu valor.

A terceira questão é fácil de responder, com uma só palavra: AGORA!

Para a quarta, vou te dar um conselho. Invista o máximo que puder, sem que isso signifique abrir mão de todas as outras coisas que te dão prazer. Lembre-se do antigo ditado que diz que “conhecimento é a única coisa que ninguém pode tomar de você”.






João Batista Vilhena - Consultor Sênior do Instituto MVC. Tem 35 anos de experiência profissional em Treinamento, Consultoria e Coaching, nas áreas de Educação, Gestão, Marketing, Negociação, Vendas e Distribuição. É Doutorando pela Universidade de Rennes/França, Mestre em Administração pela FGV e pós-graduado em Marketing pela ESPM/RJ. Coordenador acadêmico do MBA em Gestão Comercial da FGV.  Já atendeu mais de 109 empresas nacionais e multinacionais de diversos setores. Como palestrante participou de importantes eventos nacionais e internacionais, tais como: ASTD (American Society for Training and Development) nos EUA em 2006, 2007 e 2010; CBTD (congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento); CRIARH; ABTD; ExpoVendaMais.
Colunista da Revista VendaMais, escreve regularmente artigos e resenhas em veículos especializados, entre os quais Revista Melhor e HSM e IMVC UPDATE.





SP realiza programação especial contra hepatites no ‘Julho Amarelo’



Mutirões de testes gratuitos acontecerão até 27 de julho; atividades visam à prevenção e diagnóstico precoce


         Em comemoração ao Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, em 28 de julho, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo programou uma série de atividades de conscientização, prevenção e testagens de hepatites virais na capital. 

         As ações, gratuitas, acontecem entre os dias 15 e 27 de julho na Casa das Rosas, Palácio do Governo, Centro de Convenções, Terminal Jabaquara e Paróquia São Joaquim, no Cambuci. Serão oferecidas orientações sobre prevenção e testes rápidos contra as hepatites B e C para colaboradores e população. (Confira a programação completa abaixo)

            No dia 25, cerca de 200 profissionais de saúde deverão participar da  Jornada do Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais B e C, voltada para pessoas que atuam na área da saúde e tenham interesse no assunto.

As atividades organizadas pela pasta visam incentivar a prevenção, pois, nos últimos anos, houve aumento no número de notificações de casos de Hepatite C, que passou de 4,9 mil, em 2014, para 7,6 mil, no ano passado. Por outro lado, os casos de Hepatite B 3,7%, no período, com 3 mil casos em 2016, contra 3,2 mil três anos atrás. 

“A iniciativa visa orientar a popular acerca das hepatites virais, com o objetivo de prevenir e informar sobre a importância do diagnóstico precoce”, afirma Sirlene Caminada, diretora do Programa Estadual de Hepatites Virais do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria.

        As testagens ocorrerão em parceria com a Paróquia São Joaquim e com a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU).

A hepatite é uma inflamação do fígado, que pode ser causada por diferentes vírus, uso de remédios, álcool e outras drogas, além de doenças autoimunes, metabólicas e genéticas.  As hepatites virais B e C são provocadas por diferentes vírus e podem ser transmitidas através de relações sexuais, compartilhamento de seringas, agulhas ou uso de materiais para higiene pessoal, como lâminas de barbear, alicates de unha ou outros objetos que furam ou cortam. A B também pode ser transmitida de mãe para o filho durante o parto.

Informações sobre local para realizar o teste de hepatite durante todo o ano podem ser consultadas por meio de ligações para o Disque DST/Aids: 0800 162 550. 


Programação:
15/07
Aconselhamento, orientações sobre prevenções e testes rápidos de hepatite C para a população
Local: Paróquia São Joaquim  - Av. Lacerda Franco, 02, Cambuci
Horário: das 9h às 13h


17/07
Aconselhamento, orientações sobre prevenções e testes rápidos para a população
Local: Casa das RosasAvenida Paulista, 37
Horário: das 10h às 15h


20 e 21/07
“Fique Sabendo” - Aconselhamento, orientações sobre prevenções e testes rápidos para colaboradores
Local: Palácio dos Bandeirantes
Horário: das 9h às 16h


22/07
Aconselhamento, orientações sobre prevenções e testes rápidos de hepatite C para a população
Local: Paróquia São Joaquim  - Av. Lacerda Franco, 02, Cambuci
Horário: das 9h às 13h


25/07
Jornada do Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais B e C
Local: Centro de Convenções RebouçasAvenida Rebouças, 600
Horário: das 8h às 14h


27/07
Testagem para hepatite C e orientações para a população no Terminal Jabaquara – Plataforma A
Horário: das 9h às 15h





segunda-feira, 17 de julho de 2017

Conheça os tipos de alongamentos para as manter as unhas sempre lindas



A especialista em unhas e proprietária do Salão Nailz, Fabíola Tavernard, fala sobre as melhores opções de alongamentos

Com a correria do dia a dia, manter as unhas compridas e bem cuidadas parece uma missão impossível. Mas atualmente os salões já oferecem diversas opções de alongamento que duram bastante e deixam as unhas lindas e com aspecto natural. A especialista em unhas Fabíola Tavernard fala sobre as opções disponíveis no mercado.
A especialista reforça que alguns cuidados precisam ser tomados após a aplicação, como manter as unhas secas por uma hora e planejar uma manutenção a cada quinze dias, cuidados essenciais para garantir a perfeita aplicação do alongamento e manter as unhas bonitas e saudáveis.
As unhas postiças não são recomendadas para pessoas com histórico de alergia ou fungos. Se este não é o seu caso, seguem as dicas para escolher o tipo de alongamento ideal.

Unhas Acrigel
São as mais indicadas para quem quer preservar a integridade das unhas naturais. Após limpar e lixar bem as unhas, a mistura de gel e pó acrílico é aplicada e depois endurecida na cabine de luz ultravioleta. O procedimento é repetido para garantir que as unhas fiquem bem cobertas e brilhantes.
Este procedimento pode durar até 3 meses e é perfeito para quem deseja unhas fortes e muito brilhantes.

Unhas de Porcelana
Estas são indicadas para as mulheres que desejam unhas bem compridas e com maior durabilidade. Neste procedimento, uma massinha composta por porcelana e um líquido específico é aplicada nas unhas naturais e moldada com um pincel de acordo com o formato das unhas desejadas. Em alguns minutos a porcelana endurece e as unhas são lixadas novamente.
As unhas de porcelana podem durar até 8 meses, são resistentes e têm aspecto natural, mas fique atenta: este procedimento pode deixar as unhas naturais muito finas.

Unhas de acrílico
As unhas de acrílico são uma versão mais moderna das unhas de porcelana e o procedimento é bastante similar. Neste caso, ao invés da massa feita com porcelana, é aplicada uma massa de resina acrílica.
Este tipo de alongamento pode durar até 3 meses, e é a opção com o aspecto mais natural e a mais segura na hora da retirada, já que sai facilmente com acetona.

Unhas de Fibra de Vidro
São indicadas para quem quer fortalecer as unhas naturais e não necessariamente aumentar o comprimento. É a opção ideal para quem trabalha muito com digitação.
As próteses são aplicadas diretamente nas unhas e a fibra de vidro vai sendo aberta e aplicada com cuidado. Esta aplicação pode durar até 3 meses.
“Este é o tipo de unha mais resistente do mercado e, por não usar cola na junção como as outras, pode ser usada sem medo de reações alérgicas.” Destaca a Fabíola Tavernard.



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